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Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


UEFA Champions League – Oitavas de final.

Favoritos.

A UEFA sorteou hoje em Nyon os confrontos das oitavas de final da temporada 2010/2011. Como é tradição deste blog, chegou o momento de apontar os favoritos (em negrito) em cada duelo e tecer alguns breves comentários:

Milan vs. Tottenham – Os Spurs atravessam bom momento e têm um time forte. Todavia, aposto no DNA europeu do Milan.  

Valencia vs. Schalke 04 – Os espanhóis deram muito trabalho ao Manchester United na fase de grupos e provaram que as ausências de David Villa e David Silva não foram tão sentidas quanto se imaginava.  

Roma vs. Shakhtar Donetsk – Neste duelo equilibrado, fico com os Giallorossi pelo elenco mais experiente e qualificado. Mas é páreo duro.

Arsenal vs. Barcelona – A segunda colocação na fase de grupos deve custar caro aos Gunners. Apesar dos estilos razoavelmente parecidos, o Barça possui a melhor equipe do mundo e tem amplo favoritismo no confronto.

Lyon vs. Real Madrid – Se existe um momento propício para os Merengues exterminarem o tabu das oitavas é agora. Apesar dos traumas recentes em duelos contra os franceses, o time comandado por José Mourinho apresenta consistência suficiente para chegar às quartas e ganhar o fôlego necessário para voar ainda mais alto.

Kobenhavn vs. Chelsea – Sem dúvida, trata-se do encontro mais desequilibrado desta fase. Mas é bom os Blues se recuperarem logo do mau momento que atravessam na Premier League, pois a zebra adora passar nesse tipo de duelo.

Olympique de Marseille vs. Manchester United – Apesar do bom time que o atual campeão francês possui, o favoritismo pende para os Red Devils aqui. Destaque para a boa fase do brasileiro Anderson, de contrato renovado e com a missão de substituir o lesionado Scholes até o final da temporada.

Internazionale vs. Bayern Munique – Na repetição da final que decidiu o último título continental, Inter e Bayern precisam se recuperar do momento ruim que atravessam em suas ligas antes do confronto decisivo. Em termos de equilíbrio técnico, é o enfrentamento mais parelho em minha opinião.

Fazendo uso do mesmo expediente da temporada passada, que possibilita aos torcedores acompanhar mais partidas, a entidade dividiu as oitavas em oito datas: 14, 15, 22 e 23 de fevereiro e 8, 9, 15 e 16 de março de 2011. Após a decisão dos classificados, haverá outro sorteio que definirá os confrontos das quartas e delineará o caminho até a grande final em Wembley.

UEFA

 

Na oportunidade, convido o leitor a também apontar seus favoritos!



Escrito por Michel Costa às 22h04
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Confundindo Nabucodonosor...

O assunto do momento (ao lado da derrota do Internacional no Mundial de Clubes) é a notícia de que a CBF anunciará em breve a unificação dos títulos da Taça Brasil e do Torneio Roberto Gomes Pedrosa/Taça de Prata aos títulos do Campeonato Brasileiro. Caso a entidade confirme esse parecer, Santos e Palmeiras se tornarão os clubes com o maior número de títulos nacionais com oito conquistas cada.

Desse modo, o novo ranking de títulos nacionais teria a seguinte disposição:

- Santos e Palmeiras: 8 títulos;

- São Paulo e Flamengo: 6 títulos (somando a Copa União de 1987 conquistado pelo clube carioca);

- Corinthians e Vasco: 4 títulos;

- Fluminense e Internacional: 3 títulos;

- Bahia, Botafogo, Cruzeiro e Grêmio: 2 títulos;

- Atlético Mineiro, Atlético Paranaense, Coritiba e Guarani: 1 título (neste caso, desconsiderando o Sport como campeão de 1987).

No entanto, a iniciativa já nasceu envolta em polêmica, pois, tecnicamente falando, a Taça Brasil não era um campeonato e sim uma copa. Muito semelhante à atual Copa do Brasil com o adendo de que muitos campeões jogaram menos partidas do que prevê o formato vigente. Era um título importante, o único com caráter nacional e que também servia para indicar o representante brasileiro na Taça Libertadores, mas era uma copa.

Por sua vez, o chamado “Robertão” reúne características que o torna o embrião do campeonato que temos hoje. Isso a partir de 1967, pois, antes, Roberto Gomes Pedrosa era apenas o nome oficial do Torneio Rio-São Paulo.

Assim, o mais justo e lógico - pelo menos na visão deste blogueiro - seria considerar a Taça Brasil como uma copa nacional e a Taça de Prata como campeonato nacional. Isso não significa diminuir a Taça Brasil, mas apenas esclarecer o perfil da competição perante as outras.

Se o estudo que a CBF realizará seguir critérios verdadeiramente técnicos, os mesmos clubes teriam os seguintes troféus equivalentes a campeonato nacional:

- São Paulo, Palmeiras e Flamengo: 6 títulos (somando a Copa União de 1987 conquistado pelo clube carioca);

- Corinthians e Vasco: 4 títulos;

- Fluminense, Internacional, e Santos: 3 títulos;

- Grêmio: 2 títulos;

- Bahia, Botafogo, Cruzeiro, Coritiba, Atlético Mineiro, Atlético Paranaense e Guarani: 1 título (neste caso, desconsiderando o Sport como campeão de 1987).

Nesse raciocínio, as conquistas de copa nacional seriam distribuídas da seguinte forma:

- Santos: 6 títulos;

- Cruzeiro: 5 títulos;

- Grêmio: 4 títulos;

- Corinthians e Palmeiras: 3 títulos;

- Flamengo: 2 títulos;

- Bahia, Botafogo, Criciúma, Fluminense, Internacional, Juventude, Paulista, Santo André e Sport : 1 título.

Como sabemos, é tendência da CBF tomar a decisão mais política em detrimento à técnica. Da mesma forma, a maioria dos torcedores defenderá a opção em que seu time terá o maior número possível de títulos unificados. Particularmente, prefiro a análise mais técnica, ficando com a segunda opção descrita no texto.

Existe ainda uma terceira corrente, representada aqui pelo jornalista Paulo Vinícius Coelho que considera melhor deixar tudo como está. Para essa corrente, os títulos devem ser observados sob uma ótica histórica: “Não precisamos chamar Dom Pedro de presidente para sabermos que ele era a figura mais importante do país em sua época”, costuma argumentar o comentarista dos canais ESPN.

E você, tem opinião formada sobre a polêmica do momento?

Globo Esporte


Com a mudança, Santos de Neymar e Pelé será octacampeão.



Escrito por Michel Costa às 13h23
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Top 10.

Os dez maiores erros de Patrícia Amorim.

 

Costumo dizer que, fosse homem, a presidente do Flamengo Patrícia Amorim seria chamada de incompetente para baixo. Motivos não faltaram. Patrícia herdou um time tricampeão estadual e campeão brasileiro, além de vencedor noutras modalidades, e quase viu seu time cair para a segunda divisão neste ano. Isso sem falar no episódio que praticamente escorraçou o ídolo Zico da Gávea.    

No entanto, a imprensa esportiva pega leve porque há uma espécie de cavalheirismo na hora de criticar a ex-nadadora, mas não dúvidas de que as opiniões seriam bem mais carregadas nas tintas se o ocupante do cargo fosse Delair Dumbrosck ou qualquer outro.

Assim, nada mais justo do que listar os dez maiores equívocos da presidente rubro-negra em 2010:

10º - Má administração do “Caso Bruno”: É verdade que ninguém está preparado para lidar com algo tão incomum quanto ver um atleta de seu clube sendo acusado de homicídio. Mesmo assim, a diretoria rubro-negra enfiou os pés pelas mãos ao tentar rescindir o contrato do goleiro enquanto o caso não havia sido julgado. Amadorismo, seu nome é Flamengo;  

9º - Composições políticas: Não é possível administrar sem saber dizer “não” ou tomar partido. No entanto, o que a presidente mais fez foi “tentar compor” com figuras influentes do clube. Na prática, a desordem imperou;

8º - Demissão de Andrade: O técnico Andrade, campeão brasileiro em 2009 e um dos menos culpados pela crise que se instalava em 2010, foi usado como bode expiatório para os problemas que já brotavam no início do ano. Em campo, o time nunca mais foi o mesmo;

7º - A efetivação de Rogério Lourenço: Se as críticas sofridas por Andrade giravam invariavelmente em torno de sua falta de pulso e inexperiência, nada mais estranho do que efetivar um técnico interino que também carecia das mesmas coisas, certo? Bem, não para Patrícia Amorim;

6º - A contratação de Silas: Tudo bem que o timing do mercado de treinadores não ajudou, mas em sua curta passagem pela Gávea, Silas apenas colecionou desafetos e declarações infelizes;  

5º - Falta de noção: Depois de tudo o que houve este ano, Patrícia Amorim veio a público dizer que o saldo final foi positivo. Qual saldo? Não deve ser o do futebol não é?

4º - Vazamentos: Todas, absolutamente todas as tratativas deste ano vazaram para a imprensa antes mesmo das negociações. Um desses vazamentos, a sondagem a Felipão, a própria presidente admitiu ser a culpada. Tais vazamentos só serviram para minar a já ínfima credibilidade do clube no meio futebolístico;    

3º - Falta de pulso: Logo após sua eleição, Patrícia disse em entrevistas que o profissionalismo seria instalado na Gávea e que jogadores como Adriano teriam que se enquadrar. Na prática, nada disso aconteceu;

2º - Reposição do ataque: No início do ano, o atacante Vágner Love chegou por empréstimo definido até julho. O CSKA, clube russo dono de seus direitos, sempre deixou claro que não haveria novo empréstimo. Enquanto isso, Adriano tinha uma cláusula em seu contrato que permitia sua liberação para um clube europeu sem nenhuma multa. Mesmo assim, a diretoria demorou a se mexer e, de repente, estava sem Love e sem Adriano que se transferiu para a Roma, e ainda viu Emerson desembarcar no rival Fluminense;  

1º - A saída de Zico: Quando Zico foi anunciado como diretor de futebol, houve um sopro de esperança de que o amadorismo no Flamengo seria coisa do passado. Ledo engano. Forças nem tão ocultas dentro do clube sempre trabalham contra o Galinho temendo perder as vantagens que possuíam. No fim, Zico deixou o rubro-negro, mas não sem dizer que faltou respaldo no pouco tempo em que esteve na Gávea.



Escrito por Michel Costa às 14h46
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