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Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


Contagem Regressiva: Novembro de 2010

Para um fanático por futebol, Copa do Mundo é muito mais do que um evento esportivo. É um período para se tirar férias do trabalho e só sair de casa para tratar de assuntos estritamente necessários. São semanas mágicas, onde um jogador consegue deixar o mundo mortal para fazer parte do panteão dos Deuses da Bola e, de quebra, transformar um país inteiro numa grande festa. É uma época para se rir, chorar, se emocionar. Enfim, é um momento que será guardado para sempre em nossos corações...

Mais verde do que amarelo.

O último amistoso entre Brasil e Argentina marcou bem o momento que as duas seleções atravessam. Enquanto o técnico Mano Menezes inicia um trabalho de renovação total do escrete canarinho, Sergio Batista ainda faz uso de jogadores que dificilmente estarão representando a Albiceleste em 2014. Um fato que se explica quando observamos a própria incerteza da AFA em efetivar Batista – daí a preocupação com os resultados imediatos – e a necessidade de conquistar algo com a seleção principal.

Se por um lado o trabalho de Mano se mostra mais auspicioso a longo prazo, a praticamente ausência de uma espinha dorsal de transição (leia-se, nomes rodados como Júlio César, Lúcio, Juan e Luís Fabiano) pode impor um início de trabalho bem turbulento, com derrotas contra adversários mais fortes e dificuldades diante de adversários de menor porte.  

É verdade que durante os noventa minutos que marcaram o clássico sul-americano o Brasil até levou uma ligeira vantagem ofensiva, mas que ninguém se iluda com o discurso de que derrotas neste momento não fazem diferença, porque fazem sim. No futebol, assim como noutros esportes, o resultado é sempre o primeiro item que se observa.

A partida amistosa também marcou o retorno de Ronaldinho Gaúcho. O meia-atacante não defendia a Seleção desde março de 2009, quando participou da vitória sobre o Peru pelas Eliminatórias da Copa da África. Criticado por este blogueiro quando de sua convocação, o milanista se apresentou de maneira apenas razoável, em mais uma prova de que seu momento já passou. Outra presença questionada, a de Douglas, se mostrou desastrosa, pois o meia do Grêmio simplesmente errou tudo o que tentou e ainda perdeu a bola que originou o gol solitário da Argentina.

Outro equívoco do técnico brasileiro ocorreu ainda na convocação. Sem poder contar com o lesionado Alexandro Pato, Mano optou por não chamar mais ninguém e, aparentemente por não confiar na performance do jovem André, acabou escalando um ataque com Robinho e Neymar, ou seja, sem nenhum homem de referência na frente. Sem o devido treinamento para se jogar assim, a experiência acabou naufragando mesmo diante de uma defesa argentina que já conheceu melhores dias.

O próximo compromisso da Seleção acontecerá apenas em fevereiro de 2011 num amistoso contra a França em Paris. Pelo que vem declarando em suas entrevistas, Mano Menezes deve promover o retorno de alguns nomes que estiveram no Mundial, mas que estavam fora do início do trabalho. Entre eles, é esperado o retorno de Kaká que, operado, esteve fora de combate nos últimos meses.

Os rivais.    

A campeã mundial Espanha vive um momento curioso. Menos de seis meses após a maior conquista de sua história, a Fúria já conheceu duas pesadas derrotas por quatro gols diante de Argentina (4 a 1) e Portugal (4 a 0).

Claro, o caráter amistoso das duas partidas alivia o que poderia ser o início de uma crise, mas não deixa de ser um alerta de que a mudança de status da equipe comandada por Vicente Del Bosque a transformou num alvo muito maior do que era no passado. Além disso, a média de idade relativamente alta de peças-chaves como Casillas, Puyol, Xabi Alonso, Xavi, Torres e Villa pode se tornar um empecilho para a manutenção do nível visto nos quatro últimos anos. A boa notícia é a presença de grandes talentos jovens como Piqué, Fábregas, David Silva, Pedro e Llorente como nomes consolidados do grupo.  

De olho na Copa.   

Numa semana em que o Rio de Janeiro, sede da próxima Copa do Mundo e dos Jogos de 2016, vive dias de terror, O presidente da CBF e do Comitê Organizar da Copa, Ricardo Teixeira, “garantiu” em comunicado a segurança das pessoas envolvidas no maior evento do futebol mundial. Na mesma nota, ainda renovou seus votos de confiança no poder público para que a situação seja solucionada em breve.

Bem, qualquer pessoa sabe (ou deveria saber) que Ricardo Teixeira não tem condições de garantir nada. Ainda mais quando os primeiros indícios de corrupção começam a brotar. Em matéria assinada por Michel Castellar do Lance! (clique aqui para ler), há a denúncia de que o dirigente, detentor de apenas 0,01% da sociedade do Comitê Organizador, pode ficar com até 100% dos lucros com a realização do Mundial. Um absurdo que precisa ser investigado.

Charge de Mário Alberto

        



Escrito por Michel Costa às 11h48
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Lembra desse?!

Aquele lance ou momento que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu.

Meu clássico inesquecível.

Mesmo com uma rodada de UEFA Champions League no caminho, a expectativa maior no futebol europeu é pelo clássico Barcelona e Real Madrid que se realizará na excepcionalmente próxima segunda-feira.

Nos últimos dias, grandes duelos foram relembrados com destaque para os shows de Romário e Ronaldinho em 1994 e 2005, respectivamente, quando os brasileiros anotaram três gols. No caso do gaúcho, a façanha foi ainda maior, pois sua exibição de gala ocorreu em pleno Santiago Bernabéu, diante de uma perplexa torcida rival que não teve outra alternativa a não ser aplaudi-lo.

No entanto, o clássico que nunca esquecerei aconteceu em 1999. No comando dos Merengues estava um ainda pouco conhecido para mim Vicente Del Bosque, mas que logo tratou de chamar minha atenção pela ousadia de escalar desde o início um quarteto ofensivo formado por Sávio, Raúl, Anelka e Morientes para enfrentar o dono da casa que contava com Figo, Rivaldo e Kluivert, entre outros.

Sem dúvida, uma iniciativa arriscada, mas que proporcionou um verdadeiro espetáculo para quem assistiu. Prefiro não revelar o placar final, mas vale citar a narração escandalosamente madridista do vídeo...

Você conhece alguma história interessante sobre o mundo da bola?
Mande-a para meu e-mail: a4l@bol.com.br e coloque no assunto: 'Lembra desse?!' e ela poderá ser publicada aqui!



Escrito por Michel Costa às 22h50
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Pontos e Vírgulas.

Coluna destinada a comentar as opiniões emitidas pelo órgão responsável pela chegada de informações ao público aficionado pelo futebol: a imprensa esportiva. Afinal, bem ou mal, é através dela que tomamos conhecimento de (quase) tudo o que cerca o mundo da bola.

Trollagem.

 

A coluna de hoje é dedicada ao outro lado da relação público e imprensa. Se este espaço sempre reservou críticas ao amadorismo de grande parte da mídia esportiva, além de abordar questões éticas, também é importante debater sobre o comportamento dos torcedores, sobretudo os que se manifestam via internet.

“Trollagem” é o termo utilizado para designar as ações de internautas cujo comportamento em redes sociais é motivado quase que exclusivamente pelo intuito de desestabilizar e/ou incomodar as pessoas. Em sua maioria, são jovens com dificuldade de interpretação de textos ou que até os entendem, mas não toleram opiniões diferentes das que querem ler.  

Há alguns dias, José Trajano disse que a razão de sua longa ausência do programa “Linha de Passe” na ESPN Brasil se deve em parte a esses trolls. Irritado, ainda se referiu à internet como “o penico do mundo”. Quem acompanha o trabalho do veterano jornalista imagina exatamente o que ele pensa sobre o tema.

Aqueles que frequentam blogs e comunidades no Orkut sabem como esse mecanismo funciona. Em geral, quanto maior o número de participantes maior a atividade dos trolls. Não por acaso, sites e blogs menores costumam se tornar “refúgios” para aqueles que gostam de debater futebol de forma mais inteligente e educada. Um bom exemplo é o blog do site Trivela que é especializado em futebol internacional. Salvo algumas exceções, trata-se de um espaço onde ainda é possível estabelecer um diálogo sobre futebol num bom nível. Infelizmente, nem esses espaços mais reduzidos estão livres do vandalismo virtual.

É óbvio que isso incomoda os profissionais que lá estão. Muitas vezes as reações desse outro lado também não são as mais recomendáveis, mas ninguém está preparado para ser ofendido e até ameaçado como algumas vezes acontece. No entanto, essa interatividade entre público e imprensa estabelecida pela internet é considerada uma das grandes revoluções da história do jornalismo. Não há como voltar atrás, afinal, trata-se de um imenso canal de comunicação onde também existem informações relevantes para o aprimoramento do que é oferecido. Resta manter a busca pelo o que de melhor essa relação pode oferecer.   



Escrito por Michel Costa às 05h42
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