Dica: Defensor, disputou três mundiais por seu selecionado.
Regulamento: O primeiro acertador receberá três pontos. Os demais acertadores receberão um ponto pela participação. Na próxima sexta, a resposta deste Question.
Resposta: O jogador em destaque é o belga Georges Grün, ex-defensor de Anderlecht, Parma e Reggiana. Por seu selecionado, disputou os mundiais de 1986, 1990 e 1994. Atualmente é comentarista de TV em seu país natal.
É importante esclarecer que existe na internet uma foto como a que se encontra acima nomeada como sendo do também belga Jean-Marc Bosman. No entanto, o famoso pivô da mudança na legislação do futebol europeu nunca vestiu as cores dos Mauves. Outro atleta de sobrenome Bosman, o holandês John, defendeu o Anderlecht. Porém, como pode ser observado aqui, suas feições são bem diferentes.
Classificação Final: Congratulações ao Pedro Cheganças, o único acertador do último desafio desta série. Com isso, a vitória de Yuri Barros se confirmou por três pontos de vantagem sobre o vice-campeão Johnny.
Parabéns pelo triunfo, Yuri. E aguarde contato para definição de seu prêmio.
1º - Yuri Barros– 22 pontos.
2º - Johnny – 19 pontos.
3º - Rodolfo Moura – 18 pontos.
4º - Guilherme Siqueira – 16 pontos.
5º - Victorino Netto – 14 pontos.
6º - Pedro De Luna – 13 pontos.
7º - Pedro Cheganças – 12 pontos.
8º - JP – 8 pontos.
9º - André Chasee e Eduardo Júnior – 7 pontos.
10º - Prisma – 5 pontos.
11º - Riccardo Joss – 4 pontos.
12º - Mário Sérgio Venditti – 3 pontos.
Na oportunidade, agradeço a todos que participaram desta edição e desde já convido para a disputa da próxima série.
Numa semana ainda mais corrida que o normal, felizmente sobrou tempo para prestar uma pequena homenagem ao 36º aniversário de Alessandro Del Piero.
Autêntica bandeira dos Bianconeri, Del Piero é o maior goleador da história da Juventus (279 gols) e o recordista geral de jogos (650). Além de, numa época marcada pelo estrelismo dos craques da bola, chamar a atenção pela humildade e disposição para se doar pelo grupo, sem se importar ou reclamar em público por ficar eventualmente no banco de reservas.
Um exemplo cada vez mais raro. Em todos os sentidos...
Descobriu algum vídeo interessante ou engraçado cujo tema é futebol? Mande-o para meu e-mail: a4l@bol.com.br, colocando no assunto “A4LTube”. Ele poderá ser publicado aqui!
Brasileiro adora um camisa 10. Sonha ver seu time com um jogador criativo e goleador no meio-campo. E se ele tiver as mesmas características de um meio-campista clássico melhor ainda. Nem precisa ajudar na marcação, afinal, trata-se de uma espécie em extinção.
Há uns dez anos, era comum ouvir pedidos de torcedores e de alguns desavisados da imprensa que desejavam ver o sérvio Dejan Petkovic na Seleção Brasileira. O fato do ex-Estrela Vermelha já ter defendido o selecionado iugoslavo – algo que impedia sua convocação pelo Brasil – era só um detalhe.
O mais estranho era que a Seleção já contava com nomes de peso como Rivaldo, Djalminha e Alex que atuavam mais ou menos na mesma posição do gringo. Isso sem falar noutros meias talentosos como Ricardinho, Marcelinho e os Juninhos Paulista e Pernambucano. Mesmo assim, inexplicavelmente, a súplica seguia.
Essa lembrança me veio à mente após surgirem os pedidos pelo argentino Darío Conca do Fluminense. Destaque do atual Brasileirão, o meia de 27 anos é visto por muitos como um bom substituto para o lesionado Paulo Henrique Ganso. Questionado em entrevista sobre essa possibilidade, Conca, modesto, disse que não vê problema em defender a camisa verde-amarela, mas acha que existem jogadores melhores para a função.
O tricolor tem razão. Conca é muito bom jogador, mas os pedidos por seu nome partem, em geral, de pessoas que acompanham pouco o desempenho de brasileiros no futebol europeu. Para o espaço deixado pelos preferidos Ganso e Kaká no 4-2-3-1 (ou 4-3-3) adotado por Mano Menezes, nomes como Hernanes (dono do meio-campo da Lazio), Diego (detentor das características ideais para a função) e Alex (capitão e destaque do Spartak) deveriam ser mais citados. Isso sem falar nos recém-convocados Douglas e Ronaldinho, cujo chamado este blogueiro questionou nesse post. Além disso, este também é o momento ideal para se testar os “olímpicos” Bruno César, Philippe Coutinho e Giuliano.
Inclusive, quem deveria estar mais atento ao desempenho do ex-jogador da Universidad Católica é o técnico Sergio Batista. No Brasileiro, Conca tem jogado muito mais que D’Alessandro, que figura na última lista argentina. Aliás, existe uma lenda de que a Argentina ainda produz grandes enganches em série. Não é bem assim. E a presença de D’Alessandro na convocação indica isso. Com o declínio de Riquelme, Ortega, Aimar e outros, o único meia central em grande fase é Javier Pastore, destaque do Palermo e cobiçado por meia Europa. Ángel Di Maria também é ótimo, porém, é jogador de lado de campo, posição que os hermanos vêm se especializando em produzir.
Agora, se existe um setor onde a seleção albiceleste sobra, este é o ataque. Nenhum país dispõe de atacantes do calibre de Messi, Tévez, Higuaín, Milito e Agüero. Lamentavelmente, se sobra talento na frente, a carência defensiva está na mesma proporção inversa. Um bom exemplo disso é a presença do veteraníssimo Javier Zanetti nos planos de Batista. Sinal que as poucas opções para o setor impedem até mesmo o planejamento de médio/longo prazo. Algo que, a princípio, não aflige Mano Menezes.
JB
Conca: Mais alternativa para a Argentina do que para o Brasil.