No último desafio desta série, responda: Quem é o jogador em destaque?
Dica: Defensor, disputou três mundiais por seu selecionado.
Regulamento: O primeiro acertador receberá três pontos. Os demais acertadores receberão um ponto pela participação. Na próxima sexta, a resposta deste Question.
Boa sorte a todos.
Anterior:
Quem é o jogador em destaque?
I – Tornou-se conhecido mundialmente ao se destacar numa importante competição continental;
II – Ambidestro, tinha como marcas registradas o potente chute e o fôlego inesgotável;
III – Teve a missão de substituir um craque numa poderosa esquadra;
IV – Aposentado dos gramados, recentemente voltou ao futebol como dirigente.
Resposta: Trata-se do tcheco Pavel Nedved. Oriundo das categorias de base do Dukla Praga, logo se transferiu para o Sparta, clube que defendeu até 1996 quando foi contratado por uma então emergente Lazio após boa participação na Euro 96. Na capital italiana, Nedved foi campeão nacional e peça-chave da squadra biancoceleste. Em 2001, transferiu-se para Juventus por 41 milhões de euros para substituir ninguém menos que Zinedine Zidane. Por suas grandes atuações pela equipe de Turim, recebeu a Bola de Ouro da revista France Football no ano de 2003.
Classificação: Parabéns ao Johnny primeiro acertador do penúltimo desafio e novo vice-líder do Question.
Bem, apesar do líder Yuri já ter dado a “volta olímpica” no desafio anterior, o Question não está matematicamente decido. Acompanhem:
Yuri tem 22 pontos e Johnny 19. Se Yuri acertar este desafio (independente da ordem) será o vencedor. Mas, se ele errar ou não opinar e o vice-líder Johnny for o primeiro acertador, ambos terão 22 pontos, empatando tudo e obrigando a publicação de um Question Extra!!!
Há alguns dias, buscando justificar as oscilações de seu Fluminense no Campeonato Brasileiro, o técnico Muricy Ramalho disparou: “Com certeza, o Brasileiro é o maior campeonato do mundo, o mais difícil porque tem muita gente para ganhar o título, diferente da Europa.”
A partir dessa declaração, o jornalista Guilherme van der Laars, do EXTRA, preparou uma reportagem que destrincha, em números, o grande equilíbrio de nosso campeonato. Números como diversidade de times que alcançaram a liderança desde 2003 – ano de adoção do sistema de pontos corridos no Brasil, variedade de campeões e instabilidade de equipes que ora disputam o título, ora lutam contra o rebaixamento.
A questão acabou se transformando numa enquete no site do SporTV onde a pergunta “O Brasileirão é o campeonato nacional mais difícil do mundo?” previa três respostas:
Com certeza – São muitos clubes grandes brigando pelo título e isso só acontece no Brasil;
Indiferente – Cada campeonato tem suas particularidades. Todos são difíceis, não existe um que se destaque;
Nem pensar – Os campeonatos europeus são muito mais difíceis, pois lá estão os grandes craques do mundo.
Tive uma grande surpresa quando vi que a primeira opção liderava a enquete com 80% da preferência. Isso, num país onde assistir às maiores ligas europeias está cada vez mais acessível à população, é algo realmente estranho.
Não que eu não considere o Brasileirão uma liga competitiva. Não é isso. Penso que é competitiva para o Fluminense, para o Cruzeiro. Será que haveria tal equilíbrio se houvesse a presença de um Barcelona ou de um Chelsea? Será que o nosso campeonato só é imprevisível e equilibrado porque não existem forças capazes de desequilibrá-lo?
Dois exemplos dentro do formato de pontos corridos mostram que não é preciso montar um super esquadrão para vencer um Brasileiro. Em 2005, o Corinthians formou um bom time com Tévez, Nilmar, Carlos Alberto, Roger e Mascherano e, mesmo sem muito entrosamento e trocando de técnico três vezes ao longo do ano, chegou ao título. Em seguida, um São Paulo que era muito mais esforçado e organizado do que espetacular foi tricampeão de 2006 a 2008.
Veja bem. A proposta aqui não é dizer que o campeonato é nivelado por baixo. Mas mostrar que é justamente a ausência de gigantes e a instabilidades dos clubes tradicionais que fazem do Brasileirão um campeonato praticamente imprevisível.
E para você, o Brasileirão é o campeonato nacional mais difícil do mundo?
O site da Major League Soccer informou nesta segunda-feira que a Conmebol, através de seu presidente Nicolás Leoz, está disposta a contar com equipes estadunidenses para a disputa da Copa Libertadores de 2012. Ainda não existem maiores detalhes, mas o fato é que essa possibilidade, se bem trabalhada, pode se tornar o ponto de partida para uma competição mais forte e, sobretudo, mais rentável.
Não se sabe ainda de que maneira essa participação aconteceria, porém, ao que tudo indica, se daria nos mesmos moldes da participação mexicana. Ou seja, não seriam os primeiros colocados da edição de 2011 da MLS – que continuariam participando da Liga dos Campeões da Concacaf – mas equipes abaixo das primeiras colocações. Além disso, a impossibilidade de times não sul-americanos representarem a América do Sul no Mundial Interclubes da FIFA poderia impor o (improvável) vexame de ter que buscar um representante fora dos finalistas.
De qualquer modo, não é de hoje a crítica aos clubes locais que não sabem ultrapassar suas fronteiras e esta seria uma oportunidade ímpar de chamar a atenção de um mercado tão rico quanto o norte-americano. E nada melhor do que partidas de verdade se contraponto aos amistosos caça-níqueis disputados contra clubes europeus na Terra do Tio Sam. Mesmo pela nossa ótica, é muito mais interessante ver um Corinthians de Ronaldo jogando contra o LA Galaxy de Beckham do que enfrentando um time venezuelano qualquer. Imagine a diferença disso na audiência!
Ampliando um pouco a discussão, este também seria o momento propício para se debater a possibilidade de unificação das competições americanas (algo considerado pelo presidente Leoz. Clique aqui para ler a entrevista concedida ao Lance!). Ter uma liga única, forte e bem comercializada seria o ponto de partida para a globalização do futebol praticado deste lado do Atlântico. E, nesse ponto, nada melhor do que contar com os norte-americanos – mestres quando o assunto é marketing – na divulgação desse novo “produto”.
Ainda no campo das hipóteses, seria também uma oportunidade para melhorar a qualidade do Mundial de Clubes, indicando dois representantes das Américas e dois europeus que somados aos campeões da África, Ásia, Oceania e país sede equilibrariam e qualificariam a competição. Embora esta sugestão seja muito uma ideia deste blogueiro do que algo próximo da realidade.
Para um fanático por futebol, Copa do Mundo é muito mais do que um evento esportivo. É um período para se tirar férias do trabalho e só sair de casa para tratar de assuntos estritamente necessários. São semanas mágicas, onde um jogador consegue deixar o mundo mortal para fazer parte do panteão dos Deuses da Bola e, de quebra, transformar um país inteiro numa grande festa. É uma época para se rir, chorar, se emocionar. Enfim, é um momento que será guardado para sempre em nossos corações...
Não faz sentido.
De todas as convocações de Mano Menezes esta foi a que menos gostei. Diante de um confronto contra a Argentina no dia 17 de novembro, o treinador brasileiro surpreendeu negativamente. Além de manter de fora nomes importantes como Júlio César e Maicon sob o pretexto de que eles precisam sentir saudades da Seleção, também não convocou atletas que passam por grande momento em seus clubes como Marcelo do Real Madrid, Hernanes da Lazio e Nilmar do Villarreal.
Outras surpresas pouco agradáveis foram a manutenção do goleiro Jefferson e a convocação do meia Douglas, o que causou espanto até em gremistas. Mano justificou o chamado dizendo que o camisa 10 do clube gaúcho tem as características certas para o duelo contra os hermanos, pois é forte fisicamente e capaz de cadenciar o jogo quando for necessário. No entanto, a maioria das listas de bons meio-campistas do Campeonato Brasileiro não traz Douglas. Para se ter uma ideia, na corrida pela Bola de Prata da revista Placar, ele não aparecer sequer entre os dez primeiros.
Mas nada me incomodou tanto quanto a presença de Ronaldinho. Não faz o menor sentido convocar o milanista agora. Se no auge o gaúcho nunca conseguiu ser o diferencial do time, por que seria agora aos 30 anos e em franca decadência? Isso sem falar na expectativa para daqui a quatro anos quando realmente importa. Não vou estranhar se, em 2014, Ronaldinho for uma ilustre presença na fraca MLS. Sinceramente, não dá mais para ele.
Para os lugares de Douglas e Ronaldinho, levaria Hernanes e Diego. Ambos têm uma idade boa (25 anos), boa condição física e margem de crescimento. Hernanes é uma das principais figuras da líder Lazio na Serie A, vem jogando como meia e apresentando números bem superiores aos de Ronaldinho. Enquanto isso, Diego, tem o perfil bem próximo do meia que a Seleção precisa. Além disso, com a ausência do lesionado Paulo Henrique Ganso, este é o momento para se testar jogadores com fôlego para disputar a posição com o santista até 2014.
Confira abaixo, os 23 convocados para o amistoso contra a Argentina que será disputado em Doha, Qatar, no próximo dia 17:
Goleiros: Jefferson (Botafogo), Neto (Atlético/PR) e Victor (Grêmio);
Zagueiros: Alex Costa (Chelsea), David Luiz (Benfica), Réver (Atlético/MG) e Thiago Silva (Milan).
Laterais: Adriano (Barcelona), André Santos (Fenerbahçe), Daniel Alves (Barcelona) e Rafael Silva (Manchester United);
Volantes: Jucilei (Corinthians), Lucas (Liverpool), Ramires (Chelsea) e Sandro (Tottenham);
Meias: Douglas (Grêmio), Elias (Corinthians), Philippe Coutinho (Internazionale) e Ronaldinho (Milan);
Atacantes: Alexandre Pato (Milan), André (Dynamo de Kiev), Neymar (Santos) e Robinho (Milan).
UOL
Não faz sentido: Douglas do Grêmio.
Os rivais.
Agora definitivamente sob o comando de interino Sergio Batista, a Argentina anunciou seus convocados para enfrentar o Brasil:
Goleiros: Mariano Andújar (Catania) e Sergio Romero (Az Alkmaar);
Zagueiros: Javier Zanetti (Inter), Gabriel Milito (Barcelona), Walter Samuel (Inter), Nicolás Burdisso (Roma), Pablo Zabaleta (Manchester City), Martín Demichelis (Bayern), Gabriel Heinze (Olympique de Marselha) e Nicolás Pareja (Spartak Moscou);
Meio-campistas: Ángel Di María (Real Madrid), Javier Mascherano (Barcelona), Ever Banega (Valencia), José Sosa (Napoli), Mario Bolatti (Fiorentina), Javier Pastore (Palermo), Nicolás Gaitán (Benfica), Andrés D’Alessandro (Internacional), Lucas Biglia (Anderlecht);
Atacantes: Gonzalo Higuaín (Real Madrid), Lionel Messi (Barcelona), Sergio Agüero (Atlético de Madrid), Diego Milito (Inter), Ezequiel Lavezzi (Napoli) e Carlos Tévez (Manchester City).
Brasil e Argentina voltarão a duelar no dia 19 de dezembro deste ano em La Plata, pela Copa Rocca.
Em sua coletiva na última sexta, Mano Menezes declarou que nossos próximos adversários estão em vantagem quando o assunto é momento, mas, quando o assunto é a preparação para 2014, acredita que o Brasil está na frente.
No último dia 19, a CBF confirmou dois bons amistosos para 2011. Em 9 de fevereiro, a Seleção encara a França em Paris e em 10 de agosto o adversário será a Alemanha em Stuttgart. Essas duas partidas mais a disputa da Copa América devem garantir a todos um bom campo de observação.
De olho na Copa.
Como fiquei devendo informações sobre os preparativos para a Copa no último “Contagem Regressiva”, vou tentar compensar este mês.
Restando menos de quatro anos para o ponta-pé inicial, algumas sedes continuam preocupando pela demora na definição de seus estádios, dificuldades na obtenção de financiamento e precariedade de alguns serviços.
A situação de São Paulo segue preocupante. Mesmo após o Morumbi ser vetado, não há definição sobre qual estádio paulista concorrerá à abertura do Mundial. Por hora, o tão prometido estádio do Corinthians em Itaquera parece estar na frente. No entanto, até o momento, o clube não oficializou o pedido de empréstimo junto ao BNDES.
Em Porto Alegre, o Beira-Rio, que parecia a opção mais óbvia, passou a ser questionado após a FIFA exigir o rebaixamento do gramado. Como o estádio fica sobre uma região pantanosa, a medida, além de mais onerosa, pode inviabilizar o projeto. Quem pode ganhar com isso é o arquirival Grêmio que poderia ceder sua nova arena para o evento.
Em linhas gerais, podemos classificar os andamentos das obras nas sedes da seguinte forma:
Dentro do previsto: Belo Horizonte, Curitiba, Rio de Janeiro e Salvador;