No penúltimo desafio desta série, descubra o nome do jogador descrito na(s) afirmativa(s) abaixo:
I – Tornou-se conhecido mundialmente ao se destacar numa importante competição continental;
II – Ambidestro, tinha como marcas registradas o potente chute e o fôlego inesgotável;
III – Teve a missão de substituir um craque numa poderosa esquadra;
IV – Aposentado dos gramados, recentemente voltou ao futebol como dirigente.
Atenção: Serão quatro alternativas ao todo. Uma por dia. Cada uma revela determinada informação do jogador que, reunidas, formam uma resposta única. Agora, cuidado ao arriscar, pois cada participante só tem direito a uma opção.
Regulamento: O primeiro acertador receberá três pontos. Os demais acertadores receberão um ponto pela participação. Na próxima sexta, a resposta deste Question e a postagem de um novo desafio.
Boa sorte a todos.
Anterior:
Quem é o jogador em destaque?
Resposta: Trata-se do belga Eden Hazard, meio-campista do Lille e da seleção de seu país. Com apenas 19 anos, Hazard já se tornou objeto de desejo de grandes clubes europeus e recebeu do gênio Zidane o rótulo de “o grande jogador do futuro”. Baixinho para os padrões atuais (1,70m), tem na velocidade sua grande arma para fugir dos defensores rivais, complementando suas jogadas com bons cruzamentos ou arremates.
Classificação: Parabéns ao Pedro Cheganças que madrugou na última sexta-feira e disparou o nome de Hazard antes de todos. Com isso, o líder Yuri Barros manteve os quatro pontos de distância do segundo colocado, Rodolfo Moura. Assim, basta a Yuri marcar mais dois pontos e Rodolfo não ser o primeiro acertador destes desafios para que haja um vencedor. Em outras palavras, Yuri está com uma das mãos e quatro dedos da outra no prêmio!
1º - Yuri Barros– 21 pontos.
2º - Rodolfo Moura – 17 pontos.
3º - Johnny – 16 pontos.
4º - Guilherme Siqueira – 15 pontos.
5º - Victorino Netto – 13 pontos.
6º - Pedro De Luna – 12 pontos.
7º - Pedro Cheganças – 8 pontos.
8º - André Chasee e JP – 7 pontos.
9º - Eduardo Júnior – 6 pontos.
10º - Prisma – 5 pontos.
11º - Riccardo Joss – 4 pontos.
12º - Mário Sérgio Venditti – 3 pontos.
No vídeo abaixo, fiquem com alguns lances dessa futura estrela do futebol europeu...
Se estivesse vivo, Mané Garrincha estaria completando hoje 77 anos. Para muitos, o “Anjo das Pernas Tortas” foi o segundo maior jogador da história, atrás apenas de Pelé. Para outros, seus feitos só foram possíveis por causa da lentidão do futebol do passado. O que ninguém discorda é que Mané escreveu seu nome na galeria dos imortais da bola. Uma trajetória de dribles, alegrias e dramas.
Relembrando os 77 anos de Garrincha, o trivelista Felipe dos Santos Souza escreveu aquela que seria uma entrevista com o craque nos dias de hoje caso o ponta tivesse escapado da doença que o vitimou em 20 de janeiro de 1983.
Na oportunidade, vale rever um pouco da magia do homem que um dia foi chamado de “Alegria do Povo”...
Descobriu algum vídeo interessante ou engraçado cujo tema é futebol? Mande-o para meu e-mail: a4l@bol.com.br, colocando no assunto “A4LTube”. Ele poderá ser publicado aqui!
Aquele lance ou momento que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu.
Até a última edição do “Lembra desse?!”, este era um espaço reservado apenas para fatos curiosos e/ou engraçados do futebol contemporâneo. Portanto, a grande maioria deles está presente na internet ou ainda vivo na memória de todos. Por essa razão, decidi incluir também os “causos” da bola. Passagens que podem ser verdadeiras ou não, mas que fazem parte das lendas sobre as quais a paixão pelo futebol foi construída..
Classe.
Era uma tarde qualquer de 1975. Valdir Pereira, mundialmente conhecido como Didi, promovia seu treino de finalizações para os jogadores do Fluminense. Para ajudá-lo na tarefa, destacou o meia e eterno rebelde Mário Sérgio que tinha a missão de lançar a bola em direção ao então treinador para que este ajeitasse a redonda para os finalizadores que vinham na corrida.
Em certo momento, Mário Sérgio, o popular Vesgo, perguntou ao companheiro Rivellino:
“Escuta, Riva. Esse Didi era bom mesmo?”
“Tá maluco, Vesgo? O cara é uma lenda!” respondeu o tricampeão.
“Vamos ver se é mesmo...”
E passou a lançar bolas cada vez mais complicadas para o mestre. Altas, com feito, mais fortes, mais lentas. Mário Sérgio tentou de tudo e sequer chegou perto de complicar para seu treinador. Até que, cansado daquela brincadeira, Didi comentou:
“Garoto, nós vamos ficar aqui o dia inteiro”
Crédito da imagem: Rodolpho Machado.
Você conhece alguma história interessante sobre o mundo da bola? Mande-a para meu e-mail: a4l@bol.com.br e coloque no assunto: 'Lembra desse?!' e ela poderá ser publicada aqui!
O livro “A bola não entra por acaso” de Ferran Soriano já foi citado aqui no blog anteriormente. Porém, sua leitura é tão prazerosa e levanta tantos temas que seria um desperdício escrever apenas um “A4L recomenda” sobre a obra.
Um dos temas que mais me chamaram a atenção aborda o espantoso crescimento das torcidas de clubes europeus pelo mundo. Soriano, que é ex-dirigente do Barcelona, aponta o Manchester United como um dos precursores do planejamento estratégico que busca expandir o número de aficionados por todo o Planeta.
Em 2003, o citado escritor compunha a equipe presidida por Joan Laporta que, ao assumir um Barça endividado e com uma receita menor que a de outros gigantes, viveu o dilema de como se posicionar no cenário globalizado: Ser um clube mundial como o United, atuar de maneira mais local como um Valencia ou, numa visão extremista, assumir a identidade catalã e se tornar um “Atlético de Bilbao”, no sentido de valorizar suas raízes e se concentrar apenas na Catalunha. Como os personagens Asterix e Obelix, defendendo sua aldeia dos romanos.
Como sabemos, os Blaugranas fizeram a primeira opção e adotaram como estratégia a conquista de mercados onde os clubes locais não têm grande tradição como Ásia e América do Norte, uma vez que na América do Sul existem clubes muito mais presentes na cultura popular.
Entretanto, é cada vez mais comum encontrar no Brasil pessoas que se dizem torcedoras de times europeus ou que utilizam camisas ou qualquer outro material esportivo ligado a algum emblema estrangeiro. Isso sem falar nos sites, blogs e comunidades voltadas para clubes ou ligas europeias. Hoje, as escalações dos grandes times europeus estão na ponta da língua de qualquer garoto que curte o futebol do Velho Continente.
Para este blogueiro, as principais razões para o crescimento desse fenômeno estão na presença maciça de grandes jogadores, na magnitude das competições (como UEFA Champions League e Premier League) e facilidades de acesso aos jogos e informações. Agora, além das TVs aberta e fechada, a internet também se tornou uma ferramenta importante nessa divulgação. Mal comparando, essas mídias cumprem o papel que um dia a Rádio Nacional realizou no território brasileiro quando levava os jogos dos times cariocas a todo o País. De certa forma, trata-se do mesmo mecanismo: Conquistar fãs de futebol mostrando um espetáculo de qualidade superior ao que os locais oferecem.
Nesse cenário, é importante questionar a postura dos clubes brasileiros. Medidas que ampliem as receitas e reivindicação de um calendário que permita a participações em excursões pelo mundo são mais do que necessárias. Hoje, as agremiações brasileiras possuem sete fontes básicas de receita: Direitos televisivos, bilheteria, patrocínios de material esportivo, publicidade na camisa, marketing, programas de sócio-torcedores e negociação de atletas.
Com pouquíssimas exceções, pelo menos três dessas fontes são absolutamente mal aproveitadas: Bilheteria, marketing e programas de sócio-torcedor. Se para os clubes europeus a receita de bilheteria é uma das principais fontes de renda, no Brasil é muito comum vermos estádios às moscas. A violência, as más acomodações, os horários ruins e os preços desproporcionais em relação ao que é oferecido são as principais causas do abandono dos estádios. Se na Europa ir a um estádio de futebol é um grande programa, aqui, é uma aventura, no pior sentido.
As ações de marketing e a comercialização de produtos licenciados são um capítulo à parte. Além de ser praticamente impossível encontrar camisas de clubes brasileiros fora do País, a comercialização desses produtos em nível nacional através de lojas oficiais e as ações de marketing ainda são deficitárias. Para piorar, existem casos de dirigentes como Alexandre Kalil do Atlético Mineiro que, mostrando total despreparo, extinguiu o departamento de marketing do alvinegro sob o pretexto de ele só dava prejuízo.
Grande fonte de renda do Internacional, os programas de sócio-torcedor ainda seguem como uma questão de confiança. Além de promoverem ações desorganizadas e amadoras, a maioria dos clubes não conta com credibilidade suficiente junto aos seus torcedores para que estes acreditem que sua contribuição financeira será bem utilizada ou que não será simplesmente surrupiada.
Mesmo com esse grande potencial a ser explorado, nossos clubes ainda se apresentam ao restante do mundo como Asterix & Obelix tupiniquins. Mas, diferente dos bascos do Atlético de Bilbao que fizeram uma opção consciente para preservar sua identidade, nosso posicionamento é fruto de nossa incapacidade de sair de nossa aldeia ou mesmo de explorar melhor nosso próprio território. E essa é a principal razão para vermos aumentar a cada dia o número de pessoas que se dizem torcedores de clubes europeus. Um fenômeno relativamente recente, mas bem fácil de entender.
Globoesporte.com
Dirigente das antigas, Kalil extinguiu o Departamento de Marketing do Galo.