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Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


Pegou mal.

Foi só falar aqui no blog da eterna disputa entre Pelé e Maradona que mais um capítulo teve início. Nesta sexta-feira, participando de um evento voltado ao esporte na escola, o Rei do Futebol não perdeu a oportunidade de cutucar o rival mais uma vez:

“Ele ganhou de Deus esse presente, esse dom de jogar bola. E teve muita sorte, porque apesar de tudo que aconteceu de errado na vida dele, como as drogas, tem gente que ainda dá emprego a ele. Se as pessoas tivessem consciência iam falar que ou ele se recicla ou não tem trabalho. Não dá para dar como exemplo alguém que só faz coisas erradas. Foi um grande jogador, mas um exemplo negativo.”

Obviamente, esse comentário de Pelé entrará para sua vasta galeria de declarações infelizes. Primeiro porque, até onde se sabe, Maradona está longe das drogas há um bom tempo. Segundo porque fazem parte das obrigações da sociedade a recuperação e reintegração de usuários. Terceiro porque o próprio Pelé tem um filho (Edinho) que foi dependente e que, supostamente, esteve envolvido com tráfico – será que Pelé não gostaria que dessem emprego a seu filho? E, quarto, ninguém é perfeito e o cidadão Edson Arantes do Nascimento tem uma coleção de casos mal explicados em sua vida: O paradeiro de uma verba da UNICEF destinada a crianças, o reconhecimento forçado da paternidade da falecida Sandra Regina, aliança oportunista com Ricardo Teixeira, etc.

Como Tostão costuma dizer, as pessoas não são especiais, suas obras é que são. E ninguém ilustra tão bem essa frase do que Pelé. Merecidamente considerado o melhor esportista do século XX, usa a imagem conquistada nos gramados para faturar muito nos dias de hoje. Porém, as declarações do cidadão Edson demonstram, na maioria das vezes, seu despreparo e mediocridade como pessoa. Curiosamente, o desafeto Maradona também é conhecido por sua personalidade vingativa e arrogante.

Não é difícil imaginar que vem mais bate-boca por aí. Na verdade, eles se merecem...

Crédito da imagem: Leandro Canônico

 

Pelé em evento realizado em São Paulo.



Escrito por Michel Costa às 11h51
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Question – 12

Descubra o nome do jogador descrito na(s) afirmativa(s) abaixo.

I – É considerado o melhor defensor da história de uma tradicional escola futebolística;

II – Foi o capitão de sua seleção numa grandiosa conquista;

III – Apesar do sucesso internacional, sua lista de conquistas por clubes é modesta;

IV – Na década de 1970, atuou no futebol estadunidense.

Atenção: Serão quatro alternativas ao todo. Uma por dia. Cada uma revela determinada informação do jogador que, reunidas, formam uma resposta única. Agora, cuidado ao arriscar, pois cada participante só tem direito a uma opção.

Regulamento: O primeiro acertador receberá três pontos. Os demais acertadores receberão um ponto pela participação. Na próxima sexta, a resposta deste Question e a postagem de um novo desafio.

Boa sorte a todos.

Anterior:

Quem é o jogador em destaque?

 

Resposta: Ele é Douglas Franco Teixeira ou, simplesmente, Douglas. Nascido em 12 de janeiro de 1988 em Florianópolis, profissionalizou-se no Joinville em 2006 e logo chamou a atenção de outros clubes. Em 2007, transferiu-se para o Twente, atual campeão holandês, onde obteve tanto destaque que já se especula uma possível naturalização com vistas a defender a Seleção da Holanda.

Classificação: Novamente, minhas congratulações vão para o JP, que cravou o nome do zagueirão, em tempo recorde. Assim, restando apenas quatro desafios, a classificação de momento é a seguinte:

1º - Yuri – 17 pontos.

2º - Rodolfo Moura – 15 pontos.

3º - Johnny – 14 pontos.

4º - Guilherme Siqueira – 13 pontos.

5º - Victorino Netto – 11 pontos.

6º - Pedro De Luna – 10 pontos.

7º - André Chasee e JP – 6 pontos.

8º - Pedro Cheganças – 5 pontos.

9º - Eduardo Júnior, Prisma e Riccardo Joss – 4 pontos.

10º - Mário Sérgio Venditti – 3 pontos.  



Escrito por Michel Costa às 21h09
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A4L Tube.

Quem foi melhor: Pelé ou Maradona?

Numa semana em que os posts tiveram interrogações como título, nada melhor do que aproveitar para fazer outra pergunta. O mês de outubro marca os aniversários dos dois maiores gênios da história do futebol. No dia 21, Pelé completa 70 anos. Nove dias depois, é a vez de Maradona soprar 50 velinhas.

Provavelmente nunca ocorreram tantas comparações entre dois esportistas como entre Pelé e Maradona. Curiosamente, apesar da ocupação de uma posição parecida em campo, suas características eram bastante distintas. Enquanto o brasileiro era tido como um atleta dotado de físico e técnica perfeitos, o argentino usava sua canhota mágica como grande (e quase exclusiva) arma. Enquanto o Rei teve como marca registrada a quantidade industrial de gols que marcava, El Pibe se fazia notar pelas jogadas magistrais em que a bola parecia grudar em seu pé.

Isto posto, responda, leitor, a uma perguntinha bem simples: Quem foi melhor, Pelé ou Maradona?

Se ficou em dúvida, o vídeo abaixo pode ajudar no desempate...

Descobriu algum vídeo interessante ou engraçado cujo tema é futebol? Mande-o para meu e-mail: a4l@bol.com.br, colocando no assunto “A4LTube”. Ele poderá ser publicado aqui! 



Escrito por Michel Costa às 18h59
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E se fosse a Seleção de Futebol?

 

Apesar da vitória do Brasil por 2 a 0 sobre a Ucrânia em amistoso disputado em Derby e a chegada do Cruzeiro à liderança do Brasileirão, o assunto que mais me chamou a atenção nos últimos dias não tem a ver com futebol. A discussão que mais movimentou as rodas de conversa nos últimos dias foi a estratégia adotada pela Seleção Brasileira de Vôlei na conquista do tricampeonato mundial.

Assim como a maioria dos brasileiros, não gosto de vôlei. Para mim, a importância de um título mundial nesse esporte é a mesma do som da campainha me informando a chegada da pizza que eu pedi. Mesmo assim, foi impossível ficar alheio ao aconteceu na competição disputada na Itália.

Para quem não acompanhou a polêmica, um breve resumo: Incomodados com uma tabela que, teoricamente, favorecia aos anfitriões italianos, o técnico Bernardinho e os jogadores perderam propositalmente para a Bulgária (3 sets a 0) com o objetivo de pegar um caminho mais fácil na tabela e ainda evitar o desgaste de viagens mais longas. A estratégia deu certo e, após derrotar República Tcheca e Alemanha, o Brasil venceu os donos da casa na semifinal e bateu Cuba na decisão.

No entanto, a atitude da seleção foi vista como antidesportiva por grande parte da imprensa. Perder de propósito vai contra tudo o que o esporte mais preza. Ainda mais quando isso parte de praticantes de uma modalidade que domina todas as categorias desse esporte, tanto no masculino quanto no feminino. Em resumo, não precisavam disso. Não precisavam manchar a história da seleção de vôlei por “apenas” mais um título. E tudo ainda fica pior agora quando vêm negar que tal artimanha foi usada.

A partir daí, fiquei imaginando o que aconteceria se a seleção em questão não fosse a de vôlei, mas a de futebol. Qual seria a reação das pessoas se o selecionado pentacampeão mundial entregasse um jogo, digamos, na primeira fase de uma Copa?

É certo que isso não é novidade no futebol. Até hoje dizem que, no Mundial de 1974, a Alemanha Ocidental entregou o jogo para a vizinha Alemanha Oriental com o objetivo de escapar da poderosa Holanda de Cruyff. Os alemães negam, mas a versão que entrou para a história é a menos nobre. Já em 1978, a seleção do Peru teria feito pior ao vender o jogo para a Argentina num escandaloso 6 a 0 que colocou os então anfitriões na final.

Mas, até onde se sabe, isso nunca aconteceu com a Seleção Brasileira. Os boatos sobre a venda do título de 1998 soam mais ridículos do que absurdos. Ninguém em sã consciência venderia um título mundial. Ainda mais quando se é famoso e milionário. Isso sem contar a dificuldade de se combinar uma tramóia dessas com 22 atletas mais comissão técnica.

Embora o Brasil seja considerado um país extremamente corrupto, ainda existem pessoas que condenam o “jeitinho brasileiro”. Dificilmente, atitudes como a de colocar sonífero na água servida a um jogador rival como a Argentina teria feito em 1990 seria vista como engraçada ou esperta por aqui. Corretamente, a medida seria condenada e criticada pela maioria. Faz parte do nosso orgulho. Se somos melhores não precisamos de trapaças para ganhar e ganhar roubado não tem graça.  

Assim, a pergunta se faz justa e oportuna: O que teria acontecido se no lugar da seleção de vôlei fosse a de futebol?

Com a palavra, os leitores...



Escrito por Michel Costa às 14h45
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Onde estão nossos craques?

Nunca concordei com a tese de que Romário ganhou a Copa de 1994 sozinho. O Baixinho foi decisivo, sem dúvida, mas sem a presença fundamental de Bebeto e a solidez defensiva engendrada pelo técnico Parreira, o tetra não seria possível. O mesmo pode ser dito da conquista de 2002. Rivaldo e Ronaldo foram determinantes, mas o restante do time também teve seus méritos.

Deste modo, podemos constatar que apesar dos craques fazerem a diferença, não se ganha só com a presença deles. É preciso haver um time por trás. Do mesmo modo, ter um time apenas esforçado pode não ser suficiente para garantir uma grande conquista. No caso do Brasil, historicamente, os títulos mundiais só vieram quando a combinação “organização + talento” se fez presente.

O melhor exemplo disso aconteceu na África do Sul. A Seleção comandada por Dunga era forte fisicamente, entrosada, organizada e ainda estava motivada. Porém, era quase unânime o clamor popular por mais talento. Ronaldinho, Paulo Henrique Ganso e Neymar eram os mais solicitados. Ainda mais com Kaká longe de sua melhor forma. No fim, o máximo permitido aos dois primeiros foi a figuração na lista reserva do Brasil.

Como não poderia deixar de ser, essa ausência foi sentida na derrota para a Holanda nas quartas-de-final. Simplesmente não havia no banco alguém capaz de mudar os rumos daquela partida e a expulsão da Felipe Melo foi a pá de cal nas esperanças brasileiras. Obviamente, as críticas após a eliminação foram estabelecidas sobre esse déficit de talento.

Então o Brasil perdeu a Copa de 2010 porque não levou seus craques? Não para este blogueiro. Em primeiro lugar, penso que a Seleção caiu nas quartas porque além de não ser destacadamente melhor que a Holanda, tudo pode acontecer quando dois times mais ou menos equivalentes se encontram. Em segundo lugar, não vejo nos três ausentes o diferencial que não se fez presente.

Friamente, afirmo que Ronaldinho não é e nunca foi jogador de Seleção. Isso pode até parecer estranho vindo de alguém que tanto o defendeu no passado, mas é exatamente isso o que penso atualmente. Com a camisa amarela, nunca notei no gaúcho a vontade de assumir o jogo, de querer fazer a diferença, de decidir. Sempre foi muito mais burocrático do que eficiente. Mas que fique claro: Ronaldinho tem um talento incrível, fez temporadas absurdas pelo Barcelona e até hoje tem seus lampejos no Milan. Ou seja, considero muito mais uma questão motivacional do que de talento ou posicionamento tático.

No caso de Ganso e Neymar a opinião é diferente. A dupla santista tinha bola para figurar na lista de convocados, no entanto, esperar deles a condução do Brasil ao hexa me parece exagero. Poderiam ter ajudado, claro, mas não seriam a solução. Não numa Copa do Mundo e tendo como cartão de visitas um bom semestre onde as competições eram Estadual e a Copa do Brasil.

Indo mais longe, considero Ganso um ótimo jogador, dotado de técnica apurada, visão de jogo e poder de arremate. Todavia, esses atributos somados à sua dinâmica remetem mais a um coadjuvante de luxo do que um protagonista. Seria como um gerente do meio-campo, dando suporte ao ataque. Neymar, por sua vez, precisa colocar a cabeça em ordem se quiser ser o jogador que já pensa que é. Do jeito que está, mais parece um futuro Robinho do que um futuro melhor do mundo.

Para mim, o melhor dessa nova geração se chama Alexandre Pato. Rápido, driblador, oportunista e dono de um ótimo chute, Pato só precisa superar suas frequentes lesões para se tornar o fenômeno que muitos apostam. Caso essa hipótese se confirme, a Seleção finalmente terá seu craque que, cercado de bons e ótimos companheiros, poderá ser o diferencial que o Brasil tanto precisa.

Por enquanto, esta Seleção ainda não encontrou seus verdadeiros craques. Felizmente, ainda restam quatro anos para que os citados jogadores possam encontrar seu nível mais alto. Nesse período, caberá a Mano Menezes a identificação e desenvolvimento desses jogadores no time. Para isso, um bom caminho é apostar no que temos de melhor.       

Mowa Press

 

Livre de lesões, Pato pode ser o craque que o Brasil precisa.



Escrito por Michel Costa às 15h18
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