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Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


Question – 11

Restando apenas cinco desafios para o final desta série, responda: Quem é o jogador em destaque?

 

Regulamento: O primeiro acertador receberá três pontos. Os demais acertadores receberão um ponto pela participação. Na próxima sexta, a resposta deste Question e a postagem de um novo desafio.

Boa sorte a todos.

Anterior:

Descubra o nome do jogador descrito na(s) afirmativa(s) abaixo.

I – Começou a carreira atuando no meio-campo, mas acabou recuado para a defesa;

II – Apesar disso, é um dos maiores goleadores da história de sua seleção;

III – Foi capitão de uma grande equipe europeia por diversas temporadas;

IV – Antes de se aposentar, passou pelo futebol do Qatar e pela Premier League.

Resposta: Trata-se de Fernando Ruiz Hierro, nascido em 23 de março de 1968 em Vélez-Málaga, Espanha. Começou a carreira no Real Valladolid em 1987, transferindo-se para o Real Madrid dois anos depois. Na equipe Merengue, disputou 598 partidas ao longo de 14 temporadas, tendo como principais conquistas cinco ligas espanholas e três edições da Champions League. Pela seleção espanhola, anotou 29 gols em 89 apresentações, artilharia que o coloca como terceiro maior goleador da Fúria, atrás apenas de Raúl e Villa.

Classificação: Parabéns ao JP que se antecipou à concorrência e apontou corretamente o nome do zagueirão espanhol. Com isso, a classificação atual segue abaixo...

1º - Yuri – 16 pontos.

2º - Rodolfo Moura – 14 pontos.

3º - Johnny – 13 pontos.

4º - Guilherme Siqueira – 12 pontos.

5º - Pedro De Luna e Victorino Netto – 10 pontos.

6º - André Chasee – 6 pontos.

7º - Pedro Cheganças – 5 pontos.

8º - Prisma e Riccardo Joss – 4 pontos.

9º - Eduardo Júnior, JP e Mário Sérgio Venditti – 3 pontos.

 

Hierro com a camisa que o consagrou.



Escrito por Michel Costa às 22h28
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Estranhas Seleções.

Sempre após as competições, surgem as famosas seleções do campeonato. Esses selecionados geram discussões acaloradas, onde um ou mais jogadores invariavelmente são injustiçados.
Como bom louco por futebol, costumo escalar mentalmente as mais diversas e estranhas seleções. Da melhor à pior. Aliás, esse é um bom passa-tempo para esperar o sono chegar.

Algumas delas faço questão de divulgar. Talvez rendam um bom debate ou boas risadas...

A pior Seleção Brasileira que eu vi jogar.

Um amigo botafoguense acredita que com os reforços do lateral Léo Moura e do volante Willians, ambos do Flamengo, o alvinegro carioca seria suficientemente forte para brigar pelo título brasileiro.

Lógico que discordei e, com uma pitada de ironia, lembrei ao amigo que o Bota também tem seu lateral com passagem pela Seleção Brasileira: Alessandro. Essa oportuna lembrança acabou desencadeando uma série de nomes que vestiram a camisa amarela mais famosa do mundo sem ter futebol para isso. E, claro, essa lista resultou numa “seleção” das mais pitorescas...

Bosco – Eterno reserva de Rogério Ceni no São Paulo, Bosco teve sua chance na meta da Seleção quando Emerson Leão era o técnico. Fez apenas uma partida como titular.     

Alessandro – Mais uma invenção de Leão, ganhou oportunidades quando Cafu esteve em baixa.  

João Carlos – Este vai para a conta de Vanderlei Luxemburgo. Zagueiro de muita força física e ótimo na jogada aérea, mas muito fraco tecnicamente.

Odvan – Chamado de “zagueiro-zagueiro”, formou com João Carlos uma das duplas de zaga mais limitadas que o Brasil já teve.

Gustavo Nery – Apesar da versatilidade, sempre pecou pela irregularidade. Hoje, aos 33 anos, está sem clube.

Leomar – “Leomar é um jogador nota seis” Acredite, essa definição foi dada por Emerson Leão, simplesmente o responsável pela convocação do volante do Sport. Realmente não surpreendeu o futebol “nota seis” daquela Seleção.

Eduardo Costa – Ainda jovem, ganhou sua primeira oportunidade no início da era Felipão. Volante limitado, teve passagem curta pelo Brasil.

Fábio Baiano – Era um obscuro reserva do Flamengo quando foi convocado. Pelo menos, Zagallo tem o álibi de tê-lo chamado com vistas ao time olímpico.

Luís Henrique – “Craque do Time”, esteve cotado para disputar a Copa de 1994. Porém, suas infindáveis lesões impediram uma sequência maior com a camisa brasileira.

Magno Alves – Atacante rápido, voluntarioso e dotado de alguma técnica, Magno Alves até fez sucesso pelos clubes por onde passou. No entanto, nunca foi jogador de Seleção. Mais um que vai para a conta de Leão.

Afonso Alves – Disputava a Chuteira de Ouro europeia quando foi convocado por Dunga. Após sua passagem pela Seleção, o nível da Eredivisie passou a ser mais contestado por aqui. Hoje, Afonso está no Al-Sadd, clube do Qatar.

Técnico: Emerson Leão – Em sua coletiva de apresentação, prometeu um “futebol bailarino” na Seleção. Todavia, em campo, não se viu nada que lembrasse muito técnica ou leveza.    

Esqueci de alguém? Viu alguma injustiça? Comente!

 

Afonso em ação pelo Brasil.



Escrito por Michel Costa às 22h32
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A bola não entra por acaso.

O livro escrito por Ferran Soriano, ex-dirigente do Barcelona, cujo título é citado acima, bem que poderia se tornar leitura de cabeceira para os cartolas brasileiros. Como o nome indica, trata-se de uma obra voltada para o esporte com foco na gestão esportiva. Ou seja, os resultados dentro de campo são reflexo direto do que a estrutura ao redor proporciona.

Um bom exemplo de que o sucesso não vem por acaso, é o Internacional. Dono da décima maior torcida do País – segundo recente pesquisa divulgada pelo diário Lance! – o Colorado possui a segunda maior receita entre os clubes brasileiros (R$ 176,2 milhões) perdendo apenas para o Corinthians de Ronaldo (R$ 181 milhões) segundo informa a consultoria Crowe Horwath RCS.

Esse excelente desempenho financeiro se explica principalmente pelo modelo sócio-torcedor adotado pelo clube gaúcho, no qual fatura, anualmente, cerca de R$ 142 milhões, numa parceria que só é possível porque há o fator credibilidade. A torcida acredita que sua contribuição será bem utilizada e banca o clube. Enquanto isso, a diretoria aplica o montante arrecadado na estrutura e no time, onde já colheu resultados como o bicampeonato da Libertadores, um Mundial e uma Copa Sul-Americana, além de boas colocações no Brasileirão.  

Embora tenha adotado estratégias equivocadas nos últimos tempos, o São Paulo é outro exemplo bem-sucedido de gestão equilibrada. Estádio próprio, ótima estrutura física e boa visão de mercado ainda fazem do Tricolor um modelo de gestão.

Ao lado do São Paulo, o Cruzeiro é outra agremiação que se destaca nesse aspecto. Como trunfo, além da estrutura, a administração astuta dos irmãos Perrela, sempre atentos ao mercado e famosos por negociarem atletas por valores bem acima de seu real valor.

Infelizmente, sobram exemplos a não serem seguidos. Desde o Atlético Mineiro, presidido pelo polêmico e totalitário Alexandre Kalil, passando pelo barril de pólvora chamado Palmeiras até o porão de ratos que habita o Flamengo, o que não falta é administração equivocada.

Entre os principais erros de nossa cartolagem – deixando de lado a corrupção endêmica – estão a política demissionária e a falta de planejamento a médio e longo prazo. O imediatismo tomou conta dos clubes, dos torcedores e até da imprensa.

A grande maioria cobra resultados para ontem e poucas semanas de bola rolando costumam ser tratadas como largo subsídio para formações de opinião – vide Felipão no Palmeiras. Com isso, não se dá tempo para que os bons frutos possam ser colhidos ao fim da temporada ou na seguinte. Parece brincadeira, mas o lendário Telê Santana esteve para ser demitido no São Paulo durante sua vitoriosa trajetória no Morumbi. Já Sir Alex Ferguson, há 24 anos à frente do Manchester United, provavelmente teria passado por uns trinta clubes daqui no mesmo período caso se aventurasse por estas bandas. Muitos podem considerar essa prática uma característica de nosso futebol. Particularmente, prefiro chamar de atraso.

Globoesporte.com

 

Flamengo: Intrigas, politicagem e falta de planejamento explicam o atual momento do clube.



Escrito por Michel Costa às 22h02
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