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Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


Question – 10

Descubra o nome do jogador descrito na(s) afirmativa(s) abaixo.

I – Começou a carreira atuando no meio-campo, mas acabou recuado para a defesa;

II – Apesar disso, é um dos maiores goleadores da história de sua seleção;

III – Foi capitão de uma grande equipe europeia por diversas temporadas;

IV – Antes de se aposentar, passou pelo futebol do Qatar e pela Premier League.

Atenção: Serão quatro alternativas ao todo. Uma por dia. Cada uma revela determinada informação do jogador que, reunidas, formam uma resposta única. Agora, cuidado ao arriscar, pois cada participante só tem direito a uma opção.

Regulamento: O primeiro acertador receberá três pontos. Os demais acertadores receberão um ponto pela participação. Na próxima sexta, a resposta deste Question e a postagem de um novo desafio.

Boa sorte a todos.

Anterior:

Esse desafio é para quem acompanha as jovens promessas do mundo da bola. Responda: Quem é o jogador que conduz a pelota na imagem abaixo?

 

Resposta: Trata-se do jovem atacante Iker Muniain, nascido em 19 de dezembro de 1992 em Pamplona, Espanha. Considerado uma grande revelação do futebol espanhol, detém o recorde de jogador mais jovem a marcar com a camisa do Athletic Bilbao aos 16 anos, sete meses e 18 dias.   

Classificação: Congratulações ao grande Yuri Barros, o primeiro a cravar o nome de Muniain. Com isso, restando apenas seis desafios, o atual vice-campeão do Question lidera esta série com dois pontos à frente do atual campeão Rodolfo Moura.

1º - Yuri – 15 pontos.

2º - Rodolfo Moura – 13 pontos.

3º - Johnny – 12 pontos.

4º - Guilherme Siqueira – 11 pontos.

5º - Pedro De Luna e Victorino Netto – 9 pontos.

6º - André Chasee – 6 pontos.

7º - Pedro Cheganças – 5 pontos.

8º - Riccardo Joss – 4 pontos.

9º - Mário Sérgio Venditti e Prisma – 3 pontos.

10º - Eduardo Júnior – 2 pontos.

Divulgação

 

Muniain: O apelido Bart Simpson caiu como uma luva...  



Escrito por Michel Costa às 21h02
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Contagem Regressiva: Setembro de 2010

Para um fanático por futebol, Copa do Mundo é muito mais do que um evento esportivo. É um período para se tirar férias do trabalho e só sair de casa para tratar de assuntos estritamente necessários. São semanas mágicas, onde um jogador consegue deixar o mundo mortal para fazer parte do panteão dos Deuses da Bola e, de quebra, transformar um país inteiro numa grande festa. É uma época para se rir, chorar, se emocionar. Enfim, é um momento que será guardado para sempre em nossos corações...

Um recado para todos.

 

Antes da última convocação do técnico Mano Menezes, a maior dúvida residia na presença do santista Neymar, protagonista de uma sequência de atos de indisciplina com a camisa alvinegra, mas que hoje pode ser considerado uma das pedras angulares do projeto de renovação da Seleção Brasileira.  

Na coletiva concedida após a convocação, Mano foi breve ao tratar do assunto, porém, deixou claro que as atitudes recentes do atacante são a razão de sua ausência. Nos dias que se seguiram, houve quem discordasse da postura do técnico por julgar que a melhor cobrança aconteceria numa conversa olho no olho entre comandante e comandado.

Concordo com essa visão. Por outro lado, ao não convocar Neymar, o técnico deixa claro não só para ele, mas como para todos os outros, que Seleção é diferente de clube e que comportamentos desse tipo não serão tolerados.

Outras ausências sentidas foram as do goleiro Júlio César e do lateral direito Maicon. Se antes a desculpa para não convocação era o estresse pós-Copa, essa explicação não “cola” mais. Ao que tudo indica, a dupla interista não tem lugar garantido e terão que mostrar serviço se quiserem figurar em futuros chamados. O fator idade também pode pesar nessa escolha uma vez que ambos terão, respectivamente, 34 e 32 anos em 2014.  

Presente nas primeiras listas de Mano Menezes e destaque da Lazio nesta temporada, Hernanes também foi outro esquecido. A razão talvez esteja nos treinos realizados em Barcelona no último encontro do grupo. Titular no início, o volante foi sacado em todos os treinos, cedendo sua vaga ao jovem Philippe Coutinho que começou jogando na vitória por 3 a 0 sobre o Barcelona B.

Sobre esse período de treinos realizados em terras catalãs, não faltaram críticas à CBF, algo que, em alguns momentos, perece que está se tornando mais um cacoete de parte da imprensa do que reclamações com fundamento. Este blogueiro não se recorda de manifestações semelhantes quando outros selecionados promoveram períodos de treino sem ter um adversário agendado. “É importante para os jogadores se conhecerem melhor”, diziam.  

Confira abaixo os escolhidos de Mano Menezes para os amistosos diante do Irã (07/10 em Abu Dhabi, Emirados Árabes) e Ucrânia (11/10 em Derby, Inglaterra):

Goleiros: Jefferson (Botafogo), Neto (Atlético/PR) e Victor (Grêmio);

Zagueiros: Alex Costa (Chelsea), David Luiz (Benfica), Réver (Atlético/MG) e Thiago Silva (Milan).

Laterais: Adriano (Barcelona), André Santos (Fenerbahçe), Daniel Alves (Barcelona) e Mariano (Fluminense);

Volantes: Lucas (Liverpool), Ramires (Chelsea), Sandro (Tottenham) e Wesley (Werder Bremen);

Meias: Carlos Eduardo (Rubin Kazan), Elias (Corinthians), Giuliano (Internacional), Philippe Coutinho (Internazionale)

Atacantes: Alexandre Pato (Milan), André (Dynamo de Kiev), Nilmar (Villarreal) e Robinho (Manchester City). 



Escrito por Michel Costa às 21h51
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Nossos favoritos.

Encerrado o momento das escolhas (clique aqui e veja o post), vamos conhecer os favoritos às principais ligas européias segundo os leitores do blog. Ao todo, além deste blogueiro, 23 visitantes apontaram seus preferidos para as ligas nacionais da Espanha, Inglaterra, Itália, Alemanha, França, Portugal e UEFA Champions League.

Deste modo, sem mais delongas, os favoritos do blog A4L foram:

Espanha: Barcelona (13) e Real Madrid (11);  

Inglaterra: Chelsea (17), Arsenal (4) e Manchester United (3);  

Itália: Internazionale (14,5*), Milan (6,5*), Sampdoria (2) e Juventus (1);

Alemanha: Bayern (18), Hamburgo (3), Bayer Leverkusen (1), Schalke 04 (1) e Wolfsburg (1);  

França: Lyon (15), Olympique de Marseille (5), Saint-Etienne (2), Bordeaux (1) e PSG (1);  

Portugal: Porto (16), Benfica (7) e Braga (1);

UCL: Barcelona: (12), Chelsea (6), Real Madrid (5) e Milan (1).

* Na Itália, como o participante Johnny ficou em dúvida entre Inter e Milan, seu voto foi dividido entre as duas equipes.

Discordando da opinião dos jornalistas convidados pela revista Placar, nosso favorito para o título na Espanha é o Barcelona, enquanto a Internazionale vence na Itália ao invés do Milan, o Lyon fatura a Ligue 1 e o Barça também ergue a Champions League. Na Inglaterra, Alemanha e Portugal, os escolhidos foram os mesmos.

Na oportunidade, agradeço a todos (clique nos nomes em destaque e conheça o trabalho dos participantes que disponibilizaram seus sites/blogs) que contribuíram com a sondagem:

André Chasee, Braitner Moreira, Bruno Honorato, Cassiano Gobbet, Daniel dos Santos Leite, Éder Fantoni, Fábio M, Fernando Clemente, Guilherme Siqueira, Johnny, JP, Mário Sérgio Venditti, Matheus Cristian, Mauro Vaz, Pedro Cheganças, Pedro De Luna, Pedro Venâncio, Prisma, Riccardo Joss, Uendel, Victorino Netto, Vinícius Franco e Yuri Barros.    

Até a próxima!      

AFP

 

Para os leitores, o Barcelona de Messi é o favorito na UCL.



Escrito por Michel Costa às 20h19
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Pontos e Vírgulas.

Coluna destinada a comentar as opiniões emitidas pelo órgão responsável pela chegada de informações ao público aficionado pelo futebol: a imprensa esportiva. Afinal, bem ou mal, é através dela que tomamos conhecimento de (quase) tudo o que cerca o mundo da bola.

Evolução.

Por incrível que pareça, o recém-demitido Vanderlei Luxemburgo era o último treinador do País que mantinha seu cargo desde o início do ano. No caso específico de Luxemburgo, vi a demissão como necessária. Não havia mais clima para ele no Atlético. Quinze derrotas em vinte e quatro rodadas, um grupo que aparentemente queria vê-lo pelas costas e o perigo iminente de rebaixamento são motivos mais do que suficientes para a degola.

No entanto, um campeonato marcado por essa prática demissionária não pode ser chamado de sério. Uma das poucas trocas justificáveis foi a do Corinthians que perdeu o técnico Mano Menezes para a Seleção Brasileira e contratou Adílson Batista que se demitiu do Cruzeiro. A grande maioria é altamente questionável. Os dirigentes concluem que as campanhas de seus times não estão ao nível do que imaginam que deveriam estar e optam pela demissão. Obviamente, na maioria dos casos, a modificação não costumar apresentar resultados diferentes.

Infelizmente, essa situação se torna mais preocupante quando se percebe que os jornalistas esportivos também abraçam essa ideia. É difícil de acreditar quando leio ou ouço críticas ao trabalho de Luiz Felipe Scolari no Palmeiras. Se existe algo de positivo no alviverde nesse curtíssimo período em que Felipão retornou ao clube é justamente a postura taticamente organizada que o time vem apresentando. A oitava colocação na tabela – que está de ótimo tamanho – deve-se muito ao trabalho do técnico, já que o elenco palmeirense é apenas regular quando se pensa no quanto a dívida do clube aumentou na gestão Belluzzo e na presença de uma parceira.

O novo alvo das críticas atende por Paulo Silas. Há poucas semanas no Flamengo, Silas já tem o seu trabalho bastante questionado. Para o jornalista Vítor Sérgio Rodrigues, o ex-jogador é apenas um aprendiz na profissão que não sabe escalar e nem promover alterações. Ontem, via Twitter, chegou a sugerir sua demissão numa manifestação típica de torcedor, algo incompatível com o papel que a imprensa esportiva deveria adotar.

Justamente nesta última semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva causou gigantesca polêmica ao dizer que o papel da imprensa é o de informar e não de fiscalizar, uma vez que esta função caberia a órgãos como Tribunal de Contas da União e Corregedoria Geral da República. Lógico que, embora Lula não concorde, a denúncia também faz parte das obrigações de uma imprensa livre. O que o presidente não disse, mas deveria ter dito, é o quanto se vende opinião por aí. Veja só.   

Dizer que a imprensa é um meio é uma das maiores bobagens (ou mentiras) que se pode dizer. A partir do momento em que se manifesta uma opinião, a notícia deixa de ser apenas notícia e se torna julgamento de valor. E, hoje, com a velocidade das informações, tudo se torna mais intenso, se prolifera, e forma outras opiniões. Lamentavelmente, muitas delas equivocadas.  

ESPN

 

Luxemburgo disse que precisa se “reciclar”. Que fique a sugestão.



Escrito por Michel Costa às 16h39
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