Question – 9 Este desafio é para quem acompanha as jovens promessas do mundo da bola. Responda: Quem é o jogador que conduz a bola na imagem abaixo?
Regulamento: O primeiro acertador receberá três pontos. Os demais acertadores receberão um ponto pela participação. Na próxima sexta, a resposta deste Question e a postagem de um novo desafio. Boa sorte a todos. Anterior: Descubra o nome do jogador descrito na(s) afirmativa(s) abaixo. I – Nasceu no sul do País, mas foi revelado no futebol mineiro; II – Polivalente, pode atuar como lateral, volante e meia; III – É dono de um dos currículos mais vitoriosos do futebol atual; IV – Depois de um longo período no futebol europeu, está de volta ao Brasil. Resposta: Ele é Juliano Belletti, nascido em 20 de junho de 1976 em Cascavel, Paraná. Revelado pelo Cruzeiro, passou por São Paulo e Atlético/MG antes de se transferir para a Europa, onde defendeu Villarreal, Barcelona e Chelsea. Pela Seleção Brasileira, conquistou o pentacampeonato mundial na Copa de 2002. Pelo Barça, foi simplesmente o autor do gol que deu ao clube catalão o título da Liga dos Campeões na temporada 2005/6. Após oito temporadas no Velho Continente, está de volta ao Brasil para defender o Fluminense. Classificação: Congratulações ao Johnny, primeiro acertador deste desafio. Deste modo, Rodolfo e Yuri seguem dividindo a ponta, enquanto Johnny ocupa a vice-liderança isolada. 1º - Rodolfo Moura e Yuri – 12 pontos. 2º - Johnny – 11 pontos. 3º - Guilherme Siqueira – 10 pontos. 4º - Pedro De Luna e Victorino Netto – 8 pontos. 5º - André Chasee – 6 pontos. 6º - Pedro Cheganças e Riccardo Joss – 4 pontos. 7º - Mário Sérgio Venditti – 3 pontos. 8º - Eduardo Júnior e Prisma – 2 pontos. BBC
Belletti após o maior momento de sua carreira.
Escrito por Michel Costa às 20h16
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Lembra desse?! Aquele lance ou momento que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu. Ou ele ou eu. Neymar não pediu, mas nem precisou. Na visão (para mim equivocada) da diretoria do Santos, era a cabeça do técnico Dorival Júnior que deveria rolar após o entrevero com a jovem promessa alvinegra. Um episódio lamentável que me fez lembrar duas passagens envolvendo dois famosos craques brasileiros. Em 1995, Romário chegou ao Flamengo para ser a grande estrela do centenário do clube carioca. Para tanto, além dos esforços financeiros para contratar o Baixinho junto ao Barcelona, a diretoria trouxe o técnico Vanderlei Luxemburgo que na ocasião detinha o status de melhor treinador do País para comandar um time montado para conquistar tudo. Como dois bicudos não se beijam, logo o atacante se indispôs com o técnico, deixando claro para os dirigentes que era ele ou Luxa. E como a corda sempre arrebenta do lado mais fraco, o técnico foi demitido e Romário consolidou ainda mais seu poder na Gávea. Quem não se deu bem nessa foi o Flamengo que teve um ano digno de pesadelo, correndo risco de ser rebaixado e se transformando em motivo de chacota. Sete anos depois, foi a vez de Ronaldo tentar a sorte. Campeão do mundo e artilheiro da Copa de 2002, o Fenômeno pediu ao presidente da Internazionale, Massimo Moratti, que escolhesse entre ele e o então técnico dos Nerazzurri, Hector Cúper, que o havia barrado por toda temporada 2001/2. Diante da negativa de Moratti, o camisa 9 optou por se transferir para o Real Madrid, onde fez parte da Era Galáctica do clube merengue. Duas atitudes semelhantes com desfechos diferentes, mas que mostram o quanto jogadores importantes podem tentar influenciar o ambiente de seus clubes. Nesses momentos, é imprescindível que os dirigentes percebam que o que está em jogo é o próprio nome da instituição que sempre deverá estar acima de qualquer atleta. Você conhece alguma história interessante sobre o mundo da bola? Mande-a para meu e-mail: a4l@bol.com.br e coloque no assunto: 'Lembra desse?!' e ela poderá ser publicada aqui! O Globo
Em 95, Romário desembarcou no Rio como um rei.
Escrito por Michel Costa às 20h36
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Imprevisível, mas pelo motivo errado. A característica mais marcante do Campeonato Brasileiro é sua imprevisibilidade. Antes de cada temporada, quando jornalistas e torcedores listam diversos times que podem chegar ao título, não estão enganados, pois isso realmente pode acontecer. O que pouco se discute é a razão para tamanha amplitude de candidatos. Uma das razões é o poderio financeiro. Embora exista diferença entre as receitas dos grandes clubes, está longe de ser o abismo que vemos em algumas ligas europeias. É verdade que os chamados pequenos estão bem abaixo neste aspecto, mas até esses não estão tão distantes assim. Todavia, o aspecto que mais chama a atenção deste blogueiro não é o tamanho dos cofres, mas incapacidade de alguns clubes de se planejarem minimamente. Só mesmo no Brasileirão é possível ver o atual campeão brigar contra o rebaixamento no ano seguinte e um clube como o Fluminense que, ao contrário, brigava para não cair em 2009, lutar pelo título deste ano. Não por acaso, São Paulo, Internacional e Cruzeiro, três exemplos de organização maior que a da média, estão sempre figurando na parte superior da tabela. Em comum, além dos elencos de respeito, a boa estrutura física e organizacional, os balanços equilibrados e os salários em dia. Exatamente o que a falta à dupla Fla-Flu, ora em posições invertidas na tabela, mas extremamente semelhantes quando o assunto é gestão esportiva. O Globo
Em situações opostas na tabela, Fla e Flu fizeram um clássico eletrizante.
Escrito por Michel Costa às 19h59
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