Question – 5 Quem é o jogador retratado abaixo?
Dicas só serão inseridas neste espaço de acordo com a necessidade dos participantes. Regulamento: O primeiro acertador receberá três pontos. Os demais acertadores receberão um ponto pela participação. Na próxima sexta, a resposta deste Question e a postagem de um novo desafio. Boa sorte a todos. Anterior: Descubra o nome do jogador descrito na(s) afirmativa(s) abaixo. I – Defensor, atuou por um único clube na carreira. II – Disputou quatro Copas e foi campeão em uma delas. III – É um dos jogadores com maior número de participações em competições europeias. IV – Por sua aparência madura foi apelidado de “O Tio”. Resposta: O jogador em destaque é o zagueiro italiano Giuseppe Bergomi. Atleta profissional por 19 temporadas sempre atuando pela Internazionale, Bergomi foi campeão mundial aos 18 anos em 1982. Com a camisa dos Nerazzurri, colecionou 519 aparições e assinalou 23 gols. Pela Azzurra, além da Copa da Espanha, participou dos mundiais de 1986, 1990 e 1998. Classificação: Parabéns ao Guilherme Siqueira que arriscou com apenas uma dica e faturou os três pontos. Neste momento, a liderança permanece com Yuri, enquanto Guilherme e Rodolfo dividem a segunda colocação. 1º - Yuri – 8 pontos. 2º - Guilherme Siqueira e Rodolfo Moura – 6 pontos. 3º - Pedro De Luna e Victorino Netto – 4 pontos. 4º - André Chasee, Johnny e Pedro Cheganças – 3 pontos. 5º - Eduardo Júnior,– 2 pontos. 6º - Riccardo Joss – 1 ponto. 7º - Darley, Prisma e Uendel – 0 ponto. Wikipédia
Bergomi: Autêntica bandeira interista.
Escrito por Michel Costa às 05h55
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UEFA Champions League 2010/11. A UEFA sorteou nesta quinta-feira, em Mônaco, os oito grupos da primeira fase da UEFA Champions League 2010/11. Como já se tornou tradição neste blog, aponto abaixo meus favoritos (em negrito) e justifico minhas opções de maneira breve. Grupo A: Internazionale (ITA), Werder Bremen (ALE), Tottenham (ING) e Twente (HOL); A sina de encontrar bons adversários na primeira fase ainda acompanha a Inter. No entanto, os campeões europeus são favoritos absolutos no grupo. Apesar das décadas de ausência da elite continental, a qualidade do elenco dos Spurs deve garantir aos londrinos a segunda colocação. Grupo B: Lyon (FRA), Benfica (POR), Schalke 04 (ALE) e Hapoel Tel Aviv (ISR); O histórico recente do Lyon na competição me faz acreditar noutra boa campanha. Agora reforçados do meia Gourcuff, os franceses devem ficar com a primeira colocação. Entre portugueses e alemães, escolho o Schalke pela presença do competente (embora contestado) técnico Felix Magath no banco de reservas. Grupo C: Manchester United (ING), Valencia (ESP), Rangers (ESC) e Bursaspor (TUR); Franco favorito, o United deve vencer o grupo C sem muitas dificuldades. Apesar dos sérios desfalques de David Silva e David Villa, acredito que o Valencia abocanha o segundo posto. Grupo D: Barcelona (ESP), Panathinaikos (GRE), Kobenhavn (DIN) e Rubin Kazan (RUS); Outro grupo em que o favorito se destaca. Barça em primeiro com Rubin Kazan na segunda posição. Grupo E: Bayern (ALE), Roma (ITA), Basel (SUI) e Cluj (ROM); Vice-campeão na temporada anterior, o Bayern deve conquistar o grupo E sem muitos sustos. Apesar do início de temporada irregular, os romanistas também devem conseguir a classificação. Grupo F: Chelsea (ING), Olympique de Marseille (FRA), Spartak Moscou (RUS) e Zilina (ESQ); Mais um grupo em que o favorito se destaca. Se tudo correr dentro do previsto, o Chelsea termina a fase na primeira posição deixando a briga para Olympique e Spartak. Nessa disputa, creio que os campeões franceses se sairão melhor. Grupo G: Milan (ITA), Real Madrid (ESP), Ajax (HOL) e Auxerre (FRA); Apesar da tradição e ter recebido a alcunha de “Grupo da Morte”, não vejo uma disputa tão acirrada assim no grupo G. Se não acontecer nenhuma catástrofe, Real Madrid e Milan, nesta ordem, seguem para a segunda fase. Grupo H: Arsenal (ING), Shakhtar Donetsk (UCR), Braga (POR) e Partizan (SER). Aqui, não há motivos para duvidar da supremacia do Arsenal. Por outro lado, a briga pela segunda vaga deverá ser quente. Pelo retrospecto recente em competições europeias voto no Shakhtar indo para as oitavas. E você, já tem os seus favoritos? Deixe seu comentário! UEFA.com
Atual campeã, Inter elege todos os destaques da última temporada.
Escrito por Michel Costa às 21h34
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Contagem Regressiva: Agosto de 2010 Para um fanático por futebol, Copa do Mundo é muito mais do que um evento esportivo. É um período para se tirar férias do trabalho e só sair de casa para tratar de assuntos estritamente necessários. São semanas mágicas, onde um jogador consegue deixar o mundo mortal para fazer parte do panteão dos Deuses da Bola e, de quebra, transformar um país inteiro numa grande festa. É uma época para se rir, chorar, se emocionar. Enfim, é um momento que será guardado para sempre em nossos corações... Portas fechadas? Na última sexta, o técnico da Seleção Brasileira, Mano Menezes, convocou 22 jogadores que atuam na Europa visando utilizar a próxima data FIFA para um período de treinamentos e convivência. Como não houve definição de adversário, a comissão técnica optou por não levar atletas que militam no Brasil, o que desfalcaria equipes da Serie A desnecessariamente. Além do grupo principal, a lista contém jogadores com idade olímpica, o que mostra um interesse maior pelo êxito nos Jogos em relação à gestão anterior. Dentro deste planejamento, Rafael Silva, Sandro, Douglas Costa, Philippe Coutinho, Pato e André poderão defender a Seleção em Londres daqui a dois anos. Todavia, o que mais chama a atenção é a ausência de mais nomes que participaram da última Copa. Se Kaká está lesionado, o mesmo não pode ser dito de Júlio César, Maicon, Luís Fabiano e outros. Particularmente, não concordo com um corte tão radical no grupo que esteve na África do Sul. A melhor opção é fazer a transição aos poucos, experimentando novidades e dando oportunidade para os veteranos mostrarem valor. O lado curioso da convocação ficou por conta do meia Carlos Eduardo que foi convocado como atleta do Hoffenheim, mas se apresentará como o mais novo contratado do Rubin Kazan, atual campeão russo. Confira abaixo os escolhidos por Mano Menezes: Goleiros: Diego (Almería) e Gomes (Tottenham) Zagueiros: Alex (Chelsea), David Luiz (Benfica), Henrique (Racing Santander) e Thiago Silva (Milan). Laterais: André Santos (Fenerbahçe), Daniel Alves (Barcelona), Marcelo (Real Madrid) e Rafael (Manchester United). Volantes: Hernanes (Lazio), Lucas (Liverpool), Ramires (Chelsea) e Sandro (Tottenham). Meias: Carlos Eduardo (Rubin Kazan), Douglas Costa (Shakhtar Donetsk), Fernandinho (Shakhtar Donetsk) e Philippe Coutinho (Internazionale). Atacantes: Alexandre Pato (Milan), André (Dynamo de Kiev), Hulk (Porto) e Robinho (Manchester City). Overdose argentina.
Confirmado. Brasil e Argentina se enfrentarão no dia 17 de novembro em Doha, capital do Qatar. Além desse duelo, os eternos rivais também buscam agendar outro encontro para dezembro deste ano. Uma vez que a extinta Copa Roca retornará em 2011, os dois selecionados poderão se enfrentar diversas vezes nos próximos anos, o que, de certa forma, pode banalizar o clássico. O lado positivo desses seguidos confrontos é que mesmo sendo amistosos, não há hipótese de não vermos entrega em campo. Assim, os duelos terão ritmo e disposição muito semelhantes a partidas oficiais, algo que o Brasil terá pouco pela frente nos próximos anos. De olho na Copa. A partir deste mês, a coluna “Contagem Regressiva” também irá abordar aspectos ligados aos preparativos para o Mundial 2014. Assim, temas como a construção de estádios, investimentos públicos de todas as ordens e cumprimento de prazos serão tratados com toda atenção possível. Como se sabe, a escolha de doze sedes foi uma medida muito mais política do que qualquer outra coisa. Construir estádios com o padrão de Copa do Mundo em cidades sem grande tradição futebolística como Natal, Manaus e Cuiabá é o primeiro passo para que as novas arenas se tornem futuros elefantes brancos. Falácias como o aproveitamento do espaço interior dos estádios como abrigo de escolas públicas é um dos aspectos mais nojentos do discurso de políticos e dirigentes. É infinitamente mais barato construir novas unidades educacionais de maneira tradicional do que aproveitar uma construção destinada a outro fim. Outra inverdade que será dita até a exaustão nos próximos anos é que sediar uma Copa do Mundo ajudará no crescimento da economia brasileira. Não é bem assim. Para o economista inglês, Stefan Szymanski, existe uma verdadeira indústria de consultores fornecendo justificativas econômicas para construção de estádios com verbas públicas. Mas há estudos que mostram historicamente que esse crescimento não ocorre e que muitas vezes tem no crescimento natural da economia a camuflagem ideal. Inglaterra sede da Euro 96 e Japão que abrigou parcialmente o Mundial de 2002 são bons exemplos. Sediar um evento desse porte serve, basicamente, como uma caríssima tentativa de se mostrar ao mundo. Mostrar que o Brasil está entre as maiores economias do mundo (projeta-se a sexta maior em 2014) e que se organizou de maneira satisfatória. Nesse último aspecto, o atraso no andamento das obras mostra que alguns velhos hábitos continuam os mesmos.
Escrito por Michel Costa às 06h05
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Não há segredo nesse abismo. É com méritos que a Premier League ostenta atualmente o status de melhor liga nacional do mundo. O poderio financeiro, os estádios lotados, a atmosfera, a presença de grandes jogadores, a intensidade dos jogos, tudo isso contribui para que os ingleses desfrutem de um campeonato sem igual. No entanto, as últimas goleadas – aplicadas principalmente pelo campeão Chelsea nas últimas rodadas da temporada anterior e início desta – indicam a manutenção da enorme disparidade de forças entre grandes e pequenos clubes, a maior entre as principais ligas europeias (clique aqui para ler mais). Sem dúvida, baixa competitividade não é o que se espera de um grande campeonato. Ver Chelsea, Manchester United e Arsenal dizimando os pequenos times como se fossem meros sparrings só é atraente do ponto de vista ofensivo, uma vez que, inevitavelmente, muitos gols e oportunidades surgirão. Embora muitos imaginem que essa disparidade é fruto apenas da diferença de capacidade de investimentos, também é possível notar a existência de um estilo de jogo absolutamente superado nas equipes menores. Convencionou-se por aqui dizer que o futebol inglês mudou e que não se caracteriza mais pelo chamado “chuveirinho”. Todavia, essa não é a análise mais correta. Contando com treinadores e atletas estrangeiros, as grandes equipes praticam um futebol mais internacionalizado. Trata-se de um jogo mais pensado, com mais trocas de passes e criatividade. Em resumo, a bola precisa rolar. Por outro lado, as equipes que se posicionam na parte inferior da tabela possuem, em sua grande maioria, um estilo mais britânico que se baseia no kick and rush (lançamentos longos da defesa para o ataque sem trabalhar a bola no meio) e no wing play (jogo baseado nos levantamentos dos meio-campistas externos ou wingers). Expedientes que, na opinião deste blogueiro, estão mais do que ultrapassados e que vêm se mostrando relativamente inócuos no futebol contemporâneo. Não por coincidência, as equipes que atuam dessa maneira possuem predominantemente jogadores britânicos ou que baseiam seu jogo mais na força do que na técnica, além de serem comandados por treinadores ingleses. Assunto este já abordado pelo jornalista Cassiano Gobbet em seu blog. Não existe garantia que a formação e contratação de jogadores que pratiquem um futebol mais leve e arejado consiga diminuir o abismo existente na Premier League, mas, certamente, a solução para reduzir essa diferença não está no uso de estratégias que tiveram seu auge há quase trinta anos.
Imparável, Drogba tem sido a grande arma do Chelsea.
Escrito por Michel Costa às 05h49
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