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Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


Question - 2

Descubra o nome do jogador descrito na(s) afirmativa(s) abaixo.

I – Revelado por um clube do nordeste brasileiro, tornou-se famoso no futebol carioca.

II – Rápido e goleador, logo chamou a atenção de todos.

III – Disputou três Copas do Mundo.

IV – Na Europa, transformou-se num dos maiores ídolos de um clube espanhol.

Atenção: Serão quatro alternativas ao todo. Uma por dia. Cada uma revela determinada informação do jogador que, reunidas, formam uma resposta única. Agora, cuidado ao arriscar, pois cada participante só tem direito a uma opção.

Regulamento:

O primeiro acertador receberá três pontos. Os demais acertadores receberão um ponto pela participação. Na próxima sexta, a resposta deste Question e a postagem de um novo desafio.

Boa sorte a todos.

Anterior:

Question - 1

No primeiro desafio da nova série, responda quem é o jogador retratado abaixo?

 

1ª dica: Meio-campista, surgiu como sucessor de um grande camisa 10 da Europa Oriental. 

Resposta: O jogador em destaque é o romeno Alin Stoica. Promessa surgida no Steaua Bucareste, foi considerado por muitos o sucessor de Gheorghe Hagi na seleção. Meia habilidoso, teve bons momentos no futebol belga atuando por Anderlecht e Club Brugge. Após uma passagem apagadíssima pelo Siena, passou a peregrinar por diversos clubes. No momento, defende o FK Vojvodina da Sérvia.  

Classificação: Parabéns ao Yuri, vice-campeão da edição anterior, mas que já saiu na frente nesta nova série.

1º) Yuri – 3 pontos.

2º) Victorino Netto, Pedro De Luna, Riccardo Joss, André Chasee, Rodolfo Moura e Guilherme Siqueira – 1 ponto.

3º) Eduardo Júnior e Johnny – 0 ponto.



Escrito por Michel Costa às 05h44
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Vida louca, vida breve?

Há alguns anos uma equipe brasileira não encantava tanto quanto o Santos deste ano. Campeão estadual e agora da Copa do Brasil, o alvinegro praiano jogou em vários momentos como gostaríamos que a Seleção Brasileira jogasse: Futebol ofensivo, insinuante, criativo e eficiente. Talvez só o sistema defensivo deixe a desejar, algo que não seria problema pelo número de bons defensores dos quais a Seleção dispõe.

Infelizmente, esse time que cativou o Brasil e chamou a atenção do mundo, parece ter data para acabar. Diferente dos grandes times do passado como o próprio Santos de Pelé ou o Flamengo de Zico que permaneceram juntos por muito tempo e venceram tudo, esta atual versão do Santos já dá sinais de que o que é bom deve durar pouco.

Antes mesmo da decisão diante do Vitória, o centroavante André já havia sido negociado com o Dínamo de Kiev. Robinho, emprestado pelo Manchester City, tem seu retorno ao clube inglês marcado para depois da partida amistosa entre Brasil e EUA, enquanto o polivalente Wesley é tido como provável substituto de Ramires no Benfica.

Por sorte, a dupla de protagonistas deverá permanecer. Paulo Henrique Ganso e Neymar, verdadeiros artífices deste Santos, ainda não receberam a chamada proposta irrecusável e provavelmente permanecerão mais uma temporada. No entanto, a rotina de convocações para a Seleção não passará despercebida na próxima janela de meio de ano.

Enquanto cumprem estágio no país, os garotos receberão o reforço de Keirrison, outro jovem, com mais rodagem, porém visto por muitos com desconfiança após passagens apagadas por Benfica e Fiorentina. O novo trio terá a missão de manter viva a chama do primeiro semestre que costuma se apagar quando a vaga na Libertadores é conquistada via Copa do Brasil.

Outra situação a ser contornada é o aparente deslumbramento que acometeu alguns jogadores. O episódio com a twitcam é apenas mais um dentro de um ambiente que precisa ser mais bem administrado pelos dirigentes santistas.

No todo, parece haver mais motivos para acreditar no fim desse grande time do que o contrário. Resta saber se esses garotos estão dispostos a provar que a centelha ainda está lá. O futebol agradeceria.

Foto: globoesporte.com

 

Robinho voltou para ajudar a molecada.



Escrito por Michel Costa às 21h27
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A4L Tube.

Dinastia Laudrup.

O primeiro dos quatro vídeos foi enviado pelo amigo e “laudrupista” Bruno Silva, fã de futebol dinamarquês e, sobretudo, de uma certa família que tem o bom futebol no sangue. As imagens mostram Finn Laudrup, pai de Michael e Brian, em ação pelos gramados de seu país, mostrando como tudo começou. 

Logicamente, os lances do senhor Laudrup me fizeram resgatar vídeos de seus filhos, mostrando que o trato com a bola é, neste caso, verdadeiramente hereditário.

Primeiro, Michael... 

Depois, Brian...

 

E por último, Andreas, filho mais novo de Michael e que atualmente defende o FC Nordsjælland. Prova que essa dinastia está longe de chegar ao fim...      

Descobriu algum vídeo interessante ou engraçado cujo tema é futebol? Mande-o para meu e-mail: a4l@bol.com.br, colocando no assunto “A4LTube”. Ele poderá ser publicado aqui!



Escrito por Michel Costa às 22h04
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A eternidade em quatro anos.  

Sabe quando alguém diz algo sem pensar muito e logo depois as pessoas começam a repetir sem refletir se aquilo é correto ou não? Na imprensa esportiva, isso além de ser comum, acaba encontrando bastante eco.

Nos últimos dias, uma das coisas que mais tenho ouvido é sobre como Dunga não deixou legado nenhum para o seu sucessor. Ouço como o ex-treinador da Seleção Brasileira não se preocupou em deixar uma base jovem e que Mano Menezes terá que começar seu trabalho praticamente do zero.

Tudo isso é verdade. Tanto no discurso quanto na prática, Dunga deixou claro que sua única preocupação era com o momento e que não fazia parte dos seus planos convocar alguém pensando em 2014. Para ele, seu planejamento deveria focar apenas o último Mundial.

Agora, Mano terá a missão de reconstruir a seleção que teve a maior média de idade da Copa e onde boa parte dos convocados dificilmente terá condições físicas de vestir a camisa amarela daqui a quatro anos.

Porém, o que ninguém parou para pensar – talvez por vontade de entrar na onda de malhação ao Judas-Dunga – é que isso sempre foi rotina na Seleção Brasileira. A montagem de uma base para o pós-Copa nunca foi vista como prioridade pelos ex-técnicos do Brasil.

Na verdade, o que era praxe é a convocação de um jovem talento para compor o grupo e também adquirir experiência. Foi assim com Bismarck em 1990, com Ronaldo em 1994, com Denílson em 1998, com Kaká em 2002 e, por que não dizer, com Robinho em 2006. Mas não podemos considerar a presença de um único atleta como preparação de uma base para a sequência do trabalho.

Particularmente, não discordo desse procedimento. O ciclo de um técnico no comando da Seleção começa imediatamente após uma Copa culminando com a seguinte. É nesse período que ocorre o processo de renovação do grupo e montagem da nova equipe. Além disso, é muito difícil garantir que jovens destaques do presente mantenham o mesmo desempenho quatro anos depois. No futebol, quatro anos são uma eternidade.

O que Mano deveria fazer é mesclar atletas que disputaram o último Mundial e que ainda tenham idade e capacidade técnica para figurar em 2014 com jovens promessas. Por outro lado, os últimos vinte anos mostraram que nem mesmo um processo pouco turbulento é garantia de sucesso.

Após o fracasso do time de Lazaroni em 1990, Paulo Roberto Falcão assumiu com a missão de renovação total com valorização de jogadores que militavam no país. Alguns nomes presentes na campanha do tetra como Cafu, Leonardo, Mauro Silva, Raí e Márcio Santos surgiram exatamente nessa época. Porém, os resultados insatisfatórios levaram à demissão do ex-jogador.     

Carlos Alberto Parreira veio em seguida levando para os Estados Unidos dez remanescentes (sem contar os cortados por lesão) dos 22 que estiveram na Itália quatro anos antes. Era um grupo experiente, calejado pela derrota e que estava disposto a tudo pela vitória. Ronaldo, aos 17 anos, testemunhou tudo de perto, mas sua presença esteve longe de figurar como alternativa real para mudar o time ou como articulação para uma base para 1998. A presença do atacante do Cruzeiro pode ser vista quase como a de um estagiário naquele elenco. A preocupação era com o presente e havia obsessão por colocar fim a uma fila que já durava 24 anos.

Com a benção de seu antecessor, Zagallo tomou as rédeas do grupo. Todavia, o Velho Lobo não conseguiu montar um time equilibrado, chegando a promover testes nos titulares quase às vésperas da Copa da França. No fim, apenas sete tetracampeões estiveram presentes na derrota na finalíssima para os donos da casa.

O que veio a seguir poderia figurar em todos os manuais de futebol para explicar como não proceder um novo trabalho. Entre 1998 e 2002 houve de tudo: CPIs, derrotas terríveis em campo e quatro treinadores no banco brasileiro. Vanderlei Luxemburgo, Candinho (interinamente), Emerson Leão e Luiz Felipe Scolari participaram do que deveria ser a preparação para a Copa do Japão e Coreia do Sul. Por ironia do destino, aquilo que tinha tudo para dar errado veio em forma de pentacampeonato. No grupo de 23 jogadores, novamente sete remanescentes da campanha anterior.

2002 também marcou o retorno de Parreira à Seleção. Com seu estilo pragmático, o técnico fez com que a renovação transcorresse de maneira tranquila. Um bom exemplo dessa conduta foi a manutenção do veterano Rivaldo no time até que Kaká estivesse pronto para assumir seu posto entre os onze. Infelizmente, nem essa calma na transição e nem os bons resultados foram capazes de garantir o hexa na Alemanha. Em 2006, dez pentacampeões não obtiveram êxito em novo encontro com a França de Zidane.

Seguindo a mesma conduta de Parreira de valorizar um time base, Dunga promoveu a renovação que pensou ser a mais correta para o Brasil. Errou ao se apegar a um grupo sem condições de ser campeão do mundo, mas repetiu seus antecessores na preocupação voltada para o presente. Na África do Sul, o ex-capitão reservou espaço para oito atletas que caíram nas quartas-de-final na Alemanha. Como é possível notar, não fugiu da média.

Nesse pensamento, Mano, que em sua primeira convocação manteve Daniel Alves, Thiago Silva, Ramires e Robinho, pode muito bem somar nomes como Júlio César, Maicon, Michel Bastos, Kaká e Nilmar entre seus escolhidos e repetir a média dos outros treinadores. Para tanto, é importante que ele saiba que o sucesso de seu trabalho está na boa condução entre uma e outra geração, sem contar com a existência de uma base feita exclusivamente para ancorar seu trabalho. Porque, olhando de perto, nunca houve quem pudesse contar com isso.

Academia de Talentos

 

Em quatro anos, promessas como Coutinho poderão ser realidade.



Escrito por Michel Costa às 17h37
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