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Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


O primeiro personagem.

Ele é baixinho, gordinho, tem quase 50 anos e está vivo por um milagre. Mesmo assim, até o momento, o centro das atenções em solo sul-africano é Diego Armando Maradona.

Claro que a descrição acima não faz jus a uma das maiores lendas da história do futebol, mas não deixa de ser estranho notar o quanto El Pibe ainda está em evidência mesmo comandando uma seleção tradicional como a da Argentina e tendo sob suas ordens o atual melhor jogador do mundo, Lionel Messi.

Nos últimos dias, Maradona declarou que se considera o centro das atenções (o que é verdade), disse que espera ver Messi se tornando o melhor de todos os tempos (o que é mentira), fez dois belíssimos gols de falta com a criticada Jabulani nos treinos e ainda reservou um tempo para cutucar Pelé que duvidou da capacidade organizacional dos anfitriões.

Não sei se esse protagonismo é positivo. Tudo bem que José Mourinho faz algo parecido nos times que comanda, mas é diferente. O português faz isso de maneira calculada, pois sabe que na hora do “vamos ver” são os jogadores que resolvem.

Parece que o ex-craque necessita dessa atenção. Parece desejar os holofotes mais do que tudo. Acontece que existe aí um papel de treinador que precisa ser exercido. Até mesmo uma reserva de talento como a Argentina precisa de orientação que não seja simplesmente motivacional. E isso, por enquanto, Maradona não mostrou que é capaz de fazer.

Getty Images

 

Maradona precisa entender seu papel.



Escrito por Michel Costa às 08h12
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A4L recomenda...

... a Copa do Twitter.

Muito mais do que há quatro anos, esta será a Copa da Internet. Desde a cobertura, passando pelas análises dos jogos até as impressões dos torcedores, tudo será repercutido pela rede mundial. E na busca pela informação mais ágil e interativa, nenhuma ferramenta será tão valiosa quanto o Twitter.

Febre entre jogadores, jornalistas e torcedores, o Twitter vem se tornando a melhor maneira de unir todos os elos de comunicação deste esporte. As notícias chegam ainda mais quentes, a repercussão é quase automática e os links para as matérias mais aprofundadas surgem pelo mesmo caminho.

Logicamente, o “Além das Quatro Linhas” não poderia ficar de fora dessa. Através do @a4lMichelCosta você poderá acompanhar tudo o que este blogueiro pensa sobre o Mundial da África do Sul. Serão escalações, dicas sobre onde encontrar a melhor cobertura, impressões sobre as partidas, escolha dos principais destaques e o bate-papo de sempre com os amigos. Só não esperem tweets durante os jogos, pois, nesse momento, estarei fazendo algo meio antigo como... vendo os jogos.

A melhor cobertura.

Quando se fala em quantidade, não faltam opções em todas as mídias. São revistas, sites, rádios e programas de TV voltados exclusivamente para o evento. Porém, quando o assunto é qualidade, é bom escolher bem onde acompanhar.

Entre os impressos, o melhor continua sendo o bom e velho Guia Placar. A clássica publicação usa o modelo já tradicional e não inovou muito, mas é bem melhor do que o chamado “Guia Oficial da FIFA” que, apesar da chancela, deixar muito a desejar.

 

Dos sites esportivos, recomendo o globoesporte.com pela quantidade de profissionais deslocados para a cobertura. Deve pecar um pouco pela superficialidade, mas não faltarão reportagens em cada canto. Agora, para quem deseja opinião sem oba-oba, a melhor pedida é o Trivela.com.

Para quem gosta de tática, indico o blog Preleção, onde o jornalista Eduardo Cecconi analisa de forma clara e didática como jogam as 32 seleções.

Ainda na internet, recomendação especial para o excelente e completo Guia da Copa do Mundo 2010 do jornalista Leonardo Victorino Netto e o genial Um Guia Legal pra Caramba produzido por Lucas Prata e Pedro de Luna.

Por fim, a TV. Sei que a maioria dos brasileiros acompanhará pela Rede Globo, mas quem tem ESPN não pode abrir mão da transmissão mais precisa entre as TVs brasileiras presentes no Mundial. Deste modo, fiquem com a chamada espetacularmente produzida pela emissora com a narração inconfundível de Bono Vox...  



Escrito por Michel Costa às 08h48
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Contagem Regressiva: Junho de 2010

Para um fanático por futebol, Copa do Mundo é muito mais do que um evento esportivo. É um período para se tirar férias do trabalho e só sair de casa para tratar de assuntos estritamente necessários. São semanas mágicas, onde um jogador consegue deixar o mundo mortal para fazer parte do panteão dos Deuses da Bola e, de quebra, transformar um país inteiro numa grande festa. É uma época para se rir, chorar, se emocionar. Enfim, é um momento que será guardado para sempre em nossos corações...

Finalmente.

Após meses de espera, este é o último capítulo da série “Contagem Regressiva”, onde acompanhamos mês a mês toda expectativa que cercou o evento mais aguardado do futebol.

A partir da próxima sexta, 32 seleções estarão em campo para decidir quem erguerá a sonhada Copa do Mundo. Deste modo, cabe a análise do que fizeram as melhores seleções nos últimos anos, mas com o entendimento de que, no Mundial, o momento também é muito importante, assim como os detalhes.

Como o grau de expectativa que cerca os grandes selecionados nem sempre é o mesmo, vale dividi-los em três categorias quanto ao que podem – na visão deste blogueiro – realizar em gramados sul-africanos:

OS FAVORITOS

Pode parecer redundante, mas sempre é bom lembrar: Dizer que alguém é favorito não significa dizer que vai ganhar. Significa que tem, em teoria, mais chances de ganhar. Existem muitas variáveis envolvendo esse esporte e o formato eliminatório da segunda fase abre grande possibilidade para o chamado imponderável...    

Brasil - Vencedor das Eliminatórias sul-americanas, campeão da Copa América, da Copa das Confederações e atual líder do ranking da FIFA. Os números parecem estar ao lado da Seleção Brasileira. No entanto, não é exatamente esse o clima que cerca os comandados de Dunga.

Existe certa desconfiança no ar. Para muitos, o técnico priorizou muito mais a fidelidade dos atletas do que o momento ou a capacidade técnica. As ausências de Ronaldinho, Ganso e Neymar continuam sendo questionadas, a saída de bola preocupa e o lado esquerdo da defesa segue vulnerável.

Os últimos amistosos contra os frágeis Zimbábue e Tanzânia que a princípio só serviriam para dar o ritmo ao time, escancarou os defeitos acima citados e, se não acionou o sinal de alerta, pelo menos colocou uma pulguinha atrás da orelha da comissão técnica.

Mesmo sabendo que em jogos pré-Copa ninguém põe o pé, não se entrega e nem se concentra como num Mundial, ver a Seleção sofrendo pressão de rivais tão inexpressivos deve ter abalado, pelo menos um pouco, as convicções de Dunga em relação a alguns de seus titulares, sobretudo, Felipe Melo, em má fase na Juventus e uma bomba-relógio emocional.

Tempo para reparar esses erros existe. Os treinos em solo africano têm sido intensos e o comprometimento o maior possível. Resta saber se, em caso de necessidade, Dunga terá coragem para modificar algo em sua base titular. Se não tiver, correrá o risco de morrer abraçado aos seus escolhidos.

 

Instável, Felipe Melo tem preocupado a torcida.

Espanha - Se alguma seleção fez tudo certo nos últimos anos, essa é a Espanha. Após conquistar com autoridade a Euro 2008 sob o comando de Luis Aragonés, a Fúria entrou de vez na seleta lista de candidatos ao título mundial. Agora, sob as ordens de Vicente Del Bosque, os espanhóis seguem praticando o futebol de toques e movimentação que tanto agrada ao público e crítica.

Ao contrário de Dunga, Del Bosque não privilegiou os serviços prestados e deixou de lado nomes como Marcos Senna, Santi Cazorla e Dani Güiza para contar com jovens como Sergio Busquets, Juan Mata e Pedro Rodríguez.

A única dúvida que paira sobre essa seleção diz respeito ao histórico modesto em Copas do Mundo. Muitos colocam a Espanha abaixo das tradicionais Itália e Alemanha justamente por isso. Falta camisa, dizem. Sobra talento, penso eu.

OS CANDIDATOS

Se Lúcio ou Casillas não estiverem erguendo a taça em 11 de julho, acredito que o capitão de uma das três seleções abaixo estará fazendo...

Inglaterra - Se o grupo chamado é mais ou menos de sempre, o treinador não. Fabio Capello pode ser o divisor de águas numa geração que sempre prometeu um futebol compatível com aquele praticado por seus clubes, mas que sempre decepcionou.

Mesmo perdendo o experiente zagueiro Rio Ferdinand na defesa, as opções para seu posto passam longe de comprometer. Na frente, Wayne Rooney pode ser o diferencial ofensivo que todos esperam.

Holanda - Seleção invicta há mais tempo (18 jogos, 13 vitórias e 5 empates) entre as 32 presentes neste Mundial, a Laranja chega com seu futebol sempre envolvente e talentoso. Nos pés de Robben – que se recupera de lesão – e Sneijder, o maestro do time, residem a maior esperança de título. No entanto, apresentando nível bastante inferior, a defesa preocupa.

Argentina - Pode parecer maldade dizer que uma conquista argentina em solo africano seria a prova de que é possível vencer sem ter um técnico, mas é quase isso. Diego Maradona é muito mais um motivador do que um treinador. Adora ser o centro das atenções e nem se esforça para disfarçar isso.

Após anunciar seu time num 4-4-2 clássico, onde os laterais pouco ou nada apóiam, Maradona surpreendeu ao retomar as experiências com o instável 3-4-3, onde o trio formado por Messi, Higuaín e Tévez é o destaque.

A grande estrela da companhia é Lionel Messi, para muitos, o melhor jogador do mundo em atividade. Apesar de ainda não ter apresentado todo o futebol que exibe no Barcelona, Messi tem tudo para ser o grande condutor da Albiceleste, o que provavelmente o colocaria num patamar próximo ao de El Diez na história dos Mundiais.

OS TRADICIONAIS

Particularmente, não acredito em tradição. Acredito em talento, organização,  experiência e espírito vencedor. De qualquer modo, se existe algo que sustenta o sonho das três seleções listadas abaixo é justamente a tradição...

Itália - É estranho pensar que há quatro anos essa mesma seleção ocupava o posto mais alto do Mundial. De lá para cá, muita coisa mudou. A defesa, antes inexpugnável, deu lugar a uma retaguarda confusa e vulnerável. A criatividade do meio-campo praticamente desapareceu e o ataque, estranhamente um trio, ainda não se encontrou.

Parte das críticas que recaem sobre o técnico Marcello Lippi dizem respeito ao exagerado apego ao grupo campeão, claramente envelhecido. A outra parte questiona a ausência de nomes que atravessam melhor forma como Antonio Cassano e Giuseppe Rossi.

Incomodam um pouco as análises que se apegam a clichês como dizer que a Itália sempre começa mal e depois melhora. Isso é bobagem de quem acompanha superficialmente o que se passa com esta seleção. Quando a Azzurra conquistou os títulos de 1982 e 2006, contava com excelentes jogadores em suas fileiras, algo que não se vê com fartura no momento.  

Alemanha - Ao contrário da Itália, não falta talento a essa Alemanha. Falta, nas palavras do próprio técnico Joachim Löw, experiência. Nas últimas coletivas, os jogadores germânicos deixaram evidente que a ausência do capitão Michael Ballack pode até ser positiva, pois, acabou com a hierarquia e instituiu a democracia. Não é difícil concluir que o meia não era assim tão querido pelo grupo que julgava liderar.

Mesmo com mais liberdade, falta a esse grupo alguém capaz de conduzir a equipe ao objetivo maior. Usando as próprias palavras do novo capitão, Phillip Lahm, chegar à semifinal deve ser o ponto máximo da Nationalmannschaft.

França - A campeã de 1998 e vice do último Mundial talvez seja a pior seleção entre as grandes. Órfãos do craque Zidane, os jogadores não confiam no técnico Raymond Domenech e já sabem que o Laurent Blanc assumirá seu posto após a Copa.

A favor dos Bleus, as boas opções, sobretudo ofensivas, como Ribéry, Gourcuff, Malouda e Anelka. De malas prontas para deixar o Barcelona, o astro maior Thierry Henry vem se mostrando bem longe da forma que o consagrou.



Escrito por Michel Costa às 14h25
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Frases da Copa.

Nesta semana, as vozes da Copa vão silenciar um pouco e ceder espaço para as frases que estão estampadas nos ônibus das delegações que já se encontram na África do Sul.

Como são 32 veículos, selecionei as frases que considerei mais importantes e/ou bem sacadas. Destaque para a arrogância simpática dos holandeses e o otimismo da Coreia do Norte...  

Argentina

Última parada, la gloria (Última parada, a glória)

Brasil

Lotado! O Brasil inteiro está aqui dentro!

Inglaterra

Playing with Pride and Glory  (Jogando com orgulho e glória)

França

Tous ensemble vers un nouveau rêve bleu  (Todos juntos por um novo sonho azul)

Honduras

Un país, una pasión, ¡5 estrellas en el corazón! (Um país, uma paixão, 5 estrelas no coração)

Itália

Il nostro Azzurro nel cielo d'Africa (O nosso azul no céu da África)

Japão

The Samurai spirit never dies! Victory for Japan! (O espírito samurai nunca morre! Vitória pelo Japão!)

Coreia do Norte  

1966 again! Victory for DPR of Korea! (1966 de novo! Vitória pela República Democrática Popular da Coreia!)

México

¡Es tiempo de un nuevo campeón! (É tempo de um novo campeão!)

Holanda

Let niet op de grote 5, maar pas op voor de oranje 11 (Não tema os cinco grandes, tema os onze laranjas)

Portugal

Um sonho, uma ambição…Portugal campeão!

África do Sul

One nation, proudly united under one rainbow (Uma nação, orgulhosamente unida sob um arco-íris)

Espanha

Ilusión es mi camino, Victoria mi destino (Ilusão é meu caminho, vitória meu destino) 

E você, gostou de alguma frase? Comente!



Escrito por Michel Costa às 21h31
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Estranhas Seleções.

Sempre após as competições, surgem as famosas seleções do campeonato. Esses selecionados geram discussões acaloradas, onde um ou mais jogadores invariavelmente são injustiçados.
Como bom louco por futebol, costumo escalar mentalmente as mais diversas e estranhas seleções. Da melhor à pior. Aliás, esse é um bom passa-tempo para esperar o sono chegar.

Algumas delas faço questão de divulgar. Talvez rendam um bom debate ou boas risadas...

Os Lesionados.

A bruxa está solta. Nos últimos dias parecia até uma epidemia. Cada jogador de seleção que desabava no gramado era motivo de apreensão para os torcedores. Infelizmente, alguns já estão definitivamente fora. É o caso do zagueiro inglês Rio Ferdinand e do volante nigeriano Obi Mikel. Outros, como o italiano Pirlo, o holandês Robben e o marfinense Drogba ainda estão sob suspeita.  

O que também chama a atenção é a qualidade dos desfalques. Muitos são (ou eram) peças-chave em seus selecionados. E, quando reunimos todos num só time, é possível notar o quanto perdeu este Mundial. Confira a lista...

Goleiro: René Adler (Alemanha) – Tinha grandes chances de ser um titular da Nationalmannschaft até fraturar uma costela.

Lateral-direito: José Bosingwa (Portugal) – Com uma lesão no joelho esquerdo não atua pelo Chelsea desde outubro passado.

Zagueiro central: Rio Ferdinand (Inglaterra) – também lesionado no joelho, o capitão do English Team pode até envergar a tarja desta seleção.

Quarto zagueiro: Christian Träsch (Alemanha) – Polivalente, estava cotado para substituir Ballack no meio-campo. Porém, ferido em seu tornozelo esquerdo, já foi cortado pelo técnico Joachim Löw.

Lateral-esquerdo: Filipe Luís (Brasil) – Esperança de solução para a lateral esquerda do Brasil, o jogador sofreu múltiplas fraturas do tornozelo direito durante uma partida do La Coruña. Recuperou-se bem, mas não a tempo de figurar entre os 23 de Dunga.

Primeiro volante: Obi Mikel (Nigéria) – Mais uma vez, o joelho é o vilão da história. Afastado desde abril, o camisa 10 nigeriano não se recuperou a tempo e é desfalque confirmado.

Segundo volante: Michael Essien (Gana) – Maior jogador de seu selecionado, Essien revive o drama de não estar presente numa Copa do Mundo.

Meia-direita: David Beckham (Inglaterra) – O grande astro inglês rompeu o tendão de Aquiles em março atuando pelo Milan e só volta aos gramados na próxima temporada.

Meia-esquerda: Michael Ballack (Alemanha) – É simplesmente o quarto atleta do Chelsea a figurar nesta seleção. Lamentavelmente, sua ausência se dará pela entrada maldosa cometida pelo ganês Boateng na decisão da FA Cup.

Segundo atacante: Marco Streller (Suiça) – Com lesão na coxa esquerda, o atacante do Basel não figura mais entre os comandados de Ottmar Hitzfeld.  

Centroavante: Salvador Cabañas (Paraguai) – Baleado na cabeça após uma discussão numa boate, o carrasco brasileiro tem sorte por estar vivo. Até bate uma bolinha com amigos, mas não estará representado seu país na África do Sul.

Globoesporte.com

 

Sai Vodu...



Escrito por Michel Costa às 11h05
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