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Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


Ego.

Não é segredo para ninguém que o maior ego do futebol mundial pertence ao chamado madridismo. Para seus seguidores, nada é maior que o Real Madrid quando o assunto é futebol. Nenhum jogador é caro demais ou impossível de ser contratado. Nenhum treinador pode ser indiferente a uma proposta e nenhum time pode ter força equivalente.

História não falta a esse clube, talvez o mais vitorioso de todos os tempos. Claro, dinheiro também não é o problema, mas falta algo ao Real Madrid. Algo que embora não seja tão simples de se fazer é bastante óbvio: planejamento.

A sexta eliminação seguida nas oitavas de final da UEFA Champions League tendo no comando seis treinadores diferentes serviu apenas para evidenciar como não se deve fazer futebol e, de quebra, deflagrar uma crise em Chamartín.

Agora, como é absolutamente comum no mundo da bola, está acontecendo a procura pelos culpados. O técnico Manuel Pellegrini parece estar com os dias contados. Talvez o título nacional salve o seu pescoço, mas é bom lembrar que em 2007 não salvou o de Fabio Capello, alguém com muito mais currículo que o chileno. Para o lugar de Pellegrini, os nomes mais especulados são os de José Mourinho e Rafa Benítez. Arsène Wenger também foi citado, mas fez questão de antecipar o seu não.

Outra vítima da ira madridista é o meia Kaká. Aparentemente longe de seu melhor momento técnico e físico, o brasileiro vem sendo alvo de constantes vaias da torcida e substituído com uma frequência incomum em sua carreira. Na última delas, saiu visivelmente contrariado e reclamando. Embora a reação do craque em entrevistas tenha sido apenas pedir perdão pela eliminação diante do Lyon, ficou evidente no momento da troca que ele não gostou de ter sido sacado e jogado aos leões, algo que seu staff fez questão de demonstrar.

A maior ironia disso tudo é que uma das motivações para o Real Madrid avançar na competição europeia era justamente a possibilidade de decidir o título em casa, no estádio Santiago Bernabéu. Um sonho que se torna pesadelo quando se pensa que o campeão pode ser simplesmente seu maior rival, o Barcelona.

Mas até essa “vergonha” o madridismo poderia suportar. O que nunca poderão admitir é que o Barcelona tem feito muito mais com menos dinheiro. E que é exatamente o modelo catalão de investir nas categorias de base e contratar pontualmente que deveriam seguir em vez de saírem buscando atletas a peso de ouro sem nenhum critério. Mas reconhecer isso seria demais para o sempre inflado ego madridista.

 

Em enquete do As, torcida elege os maiores culpados por mais um fracasso.



Escrito por Michel Costa às 11h56
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O dia em que o Milan foi Roma.

Temporada 2006/7. A vitória esmagadora do Manchester United por 7 a 1 sobre a Roma em Old Trafford colocava os ingleses em rota de colisão com o Milan que havia eliminado o Bayern nas quartas-de-final.

Preocupado com o poder de fogo dos britânicos, um jornalista italiano perguntou ao então técnico do Milan, Carlo Ancelotti, se ele temia o rival britânico. A resposta, simples e curta, resumiu exatamente o pensamento do treinador: “Não somos a Roma.”

Para alguém mais desatento, a resposta do comandante dos Rossoneri pode ter parecido simplista, mas não foi. Naquele momento, ele queria dizer que por se tratar de um gigante europeu, um time acostumado a grandes decisões naquela competição, o Milan não seria batido tão facilmente.

Mesmo lembrando que a esquadra rubro-negra já se encontrava em declínio, muito pela idade mais avançada de alguns jogadores, ainda restava o núcleo duro formado por Maldini, Nesta, Pirlo, Gattuso, Seedorf e Inzaghi. Estes, somados a um Kaká no melhor da sua forma, foi suficiente não só para eliminar o United, como para conquistar a Liga dos Campeões pela sétima vez.

Mas aquele foi o sopro final de uma geração. A direção do Milan não soube fazer corretamente a reformulação daquele grupo e o time se perdeu. Para piorar, dificuldades financeiras fizeram com que Kaká fosse negociado, deixando a responsabilidade nas mãos de Ronaldinho em momento duvidoso – que posteriormente se confirmou um renascimento – e o comando com um Leonardo ainda inexperiente.

Ontem, em partida contra o mesmo United, Leonardo errou em praticamente tudo. Escalou mal um trio de atacantes que continha dois centroavantes que não têm cacoete para sair da área e que já tinham demonstrado isso no sábado contra a Roma. Sacou, no segundo tempo, o zagueiro Bonera para a entrada de Seedorf, recuou Ambrosini para a zaga deixando o meio-campo ainda mais vulnerável e ainda permitiu os avanços de um Thiago Silva, o que abriu verdadeiros rombos na defesa.

Deste modo, o time se tornou presa fácil e só não sofreu mais do que os quatro gols porque Alex Ferguson resolveu poupar Wayne Rooney, ainda se restabelecendo de dores no joelho. Sem dúvida, uma noite para os milanistas esquecerem.       

Reuters

 

De volta ao Old Trafford, Beckham começou no banco. Equívoco de Leonardo?



Escrito por Michel Costa às 11h03
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Question

Há alguns anos, saber que o lendário Maracanã possuía o status de maior estádio do mundo era motivo de orgulho para muitos brasileiros. No entanto, após reformas e implantação de normas de segurança, o estádio Mário Filho deixou de ostentar essa condição.

Aponte a seguir, a alternativa que contém o nome do atual maior estádio do mundo:

a) Azteca (Cidade do México)

b) Camp Nou (Barcelona)

c) Rungrado May Day (Pyongyang)

d) Bukit Jalil (Kuala Lumpur)

Boa sorte a todos!

Anterior

No sétimo desafio desta reta final do Question, mais uma colher de chá para vocês. Quem é o jogador retratado abaixo?

 

Resposta: O jogador retratado acima é o russo Aleksandr Mostovoi. Meio-campista técnico e criativo, surgiu no Spartak Moscou onde chamou a atenção de dirigentes do Benfica em 1992. Apenas uma temporada depois, rumou para a França, onde defendeu Caen e Strasbourg. Contratado pelo Celta de Vigo em 1996, formou uma inesquecível dupla com seu compatriota Valeriy Karpin, época em que recebeu a alcunha de “Czar dos Balaídos”, em referência ao nome do estádio do Celta.

Quando o assunto é seleção, vale ressaltar que Mostovoi vestiu três camisas diferentes: União Soviética, Comunidade dos Estados Independentes (formada pelas ex-repúblicas soviéticas) e Rússia. Ao todo, disputou 84 partidas internacionais, marcando 16 gols.     

Classificação: Parabéns ao bravo Johnny, o primeiro a cravar o nome de Mostovoi como resposta do Question. Com isso, a classificação no topo da tabela segue inalterada faltando apenas três desafios.

Lembrando que o primeiro acertador leva 2 pontos e os outros acertadores recebem 1 ponto, a classificação até o momento é a seguinte:

1º) Rodolfo Moura – 47 pontos.

2º) Yuri – 45 pontos.

3º) JP – 42 pontos.

4º) Cyntia – 37 pontos.

5°) Guilherme Siqueira – 28 pontos.

6º) André Chasee – 22 pontos.

7º) Prisma – 15 pontos.

8º) Fernando – 11 pontos.

9º) Darley e Leonardo – 10 pontos.

10º) Ângelo e Uendel – 9 pontos.

11º) Fernando Clemente e Victorino Netto – 7 pontos.

12º) Everaldo Fitzpatrick – 6 pontos.

13º) Repolho – 5 pontos.

14º) Bruno, Hellerson e Johnny – 3 pontos.

15º) Fabio Martelozzo – 2 pontos.

16º) Douglas Cunha, Felipe, Lucimar e Riccardo Joss – 1 ponto.



Escrito por Michel Costa às 12h50
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Ainda há o que fazer

Não tem jeito. Faltando menos de cem dias para a Copa, sites e blogs, inclusive este, acabam entrando no clima do Mundial deixando as outras competições em segundo plano. No entanto, um olhar ao redor, revela que não faltam disputas em aberto com perspectivas de retas finais recheadas de emoção.

Na Inglaterra, depois de um bom tempo fora da disputa real pelo título, o Arsenal tem tudo para finalmente dizer que o time do futuro que nunca chega pode estar com os dias contados. Com 61 pontos, dois a menos que o líder Manchester United, mas com uma tabela bastante favorável, os comandados de Arsène Wenger podem, enfim, justificar a política de investir em novos talentos em detrimento de jogadores mais renomados e, por que não dizer, caros.

Há muito tempo não assistia a um embate tão parelho entre Real Madrid e Barcelona na Espanha. Depois do baile aplicado pelos catalães na temporada passada, parecia que, mesmo com todo investimento, o orgulho madridista teria que se curvar à filosofia do eterno rival mesmo que temporariamente. Bem, Kaká, Cristiano Ronaldo e, sobretudo, Higuaín não concordaram com essa tese e neste momento os Merengues ocupam a ponta da tabela pelos critérios de desempate. São 65 pontos em 25 jogos, mas um saldo de 47 gols, dois a mais que o Barça.

Com o empate sem gols entre Roma e Milan no sábado, a Internazionale tinha tudo para abrir uma definitiva distância de seus perseguidores na Itália. Porém, um empate também em zero, atuando em casa, manteve a disputa pelo Scudetto em aberto. Para alguns analistas, a aproximação dos principais rivais evidencia uma queda de rendimento da Inter, algo que poderá ser sentido ainda mais quando se observa que os dois compromissos vindouros contra Catania e Palermo, acontecerão na Sicília.

Chamado na Alemanha de Neverkusen, por nunca ter vencido a Bundesliga, o Bayer Leverkusen conheceu sua primeira derrota após passar 24 rodadas invicto. Para piorar, quem assumiu a liderança foi o gigante Bayern de Munique que, mesmo com uma derrota a mais, já abriu três pontos de vantagem: 53 a 50. Mas é bom ficar de olho no Schalke 04, time do técnico Felix Magath, atual técnico campeão e que já soma 51 pontos.  Curiosamente, assim como o Leverkusen, o Schalke também busca um título que não é seu desde 1958.

Por fim, na UEFA Champions League, tem início nesta semana a definição dos quatro primeiros quadrifinalistas. Em Londres, mas desfalcado de Fábregas, o Arsenal tenta reverter a derrota por 2 a 1 sofrida para o Porto. Atuando em seus domínios, a Fiorentina, derrotada pelo mesmo placar no Allianz Arena, tentará salvar a própria pele e de seus compatriotas, uma vez que os alemães também ameaçam roubar uma das quatro vagas européias dos italianos. Em Madrid, o embalado Real buscará avançar para as quartas-de-final pela primeira vez desde 2004. Para tanto, precisará derrotar o Lyon por dois gols de diferença ou conseguir uma vitória pelo placar mínimo que levaria o confronto para a prorrogação. Em Manchester, o time da casa defende o confortável placar de 3 a 2 obtido em San Siro. Para avançar, o Milan terá que vencer por improváveis dois gols de diferença ou repetir o placar de Milão.

Pelo jeito, esperar pela Copa não será nem um pouco tedioso...

ESPN Brasil 

Liderado por Ronaldinho, Milan tentará um milagre em Old Trafford



Escrito por Michel Costa às 18h49
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Vozes da Copa.

1950

“Agora sim, vamos ganhar a partida.”

Obdulio Varela, capitão do Uruguai, aos seus companheiros, após sofrer o gol do Brasil.

“O silencio após o nosso gol foi algo terrível. O estádio estava morto, e eu pensei: O Brasil não vai ganhar.”

Máspoli, goleiro uruguaio, sobre o gol de empate da Celeste.



Escrito por Michel Costa às 10h06
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