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Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


O anúncio do adeus.

Em meio à expectativa pela estreia do Corinthians na Libertadores, repercutiu pouco por aqui o anúncio de Ronaldo dizendo que para ao final de 2011. No exterior, como não poderia deixar ser, a notícia foi destaque nos principais jornais do mundo.

Como não sou torcedor do alvinegro paulista, minha atenção ficou voltada para a futura despedida do ídolo. Para mim, Ronaldo representa simplesmente o melhor jogador que vi atuar – até acho que Maradona e Zico jogaram mais, só que, infelizmente, me lembro pouco desses monstros em campo.

Na mesma entrevista, também foi possível notar que, embora ainda esteja bem acima de seu peso ideal, o Fenômeno já perdeu alguns quilinhos, iniciativa que encontra parte de sua explicação na esperança de disputar seu último Mundial. 

Na partida contra o Racing do Uruguai, duelo vencido no sufoco pelo Corinthians, Ronaldo não marcou, mas participou diretamente dos dois gols corintianos e ainda desfilou toda sua categoria em lances magistrais.

Agora, com o fim de sua fantástica carreira anunciado, resta aos apaixonados por futebol aproveitar seus últimos momentos em ação.



Escrito por Michel Costa às 17h46
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A noite do Minotauro.

Poucos integrantes da Seleção Brasileira atual são tão achincalhados quanto Lúcio. Algo explicável num país em que até os goleiros precisam primar pela técnica. Para seus detratores, Lúcio é muito mais um becão atabalhoado do que um defensor confiável.  

Lances longínquos como a cabeçada em seu companheiro Roger nos Jogos Olímpicos de 2000 e a falha diante do atacante Michael Owen no Mundial de 2002 são lembrados até hoje como prova de seu desequilíbrio e insegurança. Outro ponto observado são as suas subidas ao ataque com bola dominada. Um perigo, dizem.

No entanto, quem acompanha mais do que partidas esporádicas do zagueiro sabe que ele é muito mais do que isso. Rápido, imbatível no jogo aéreo, sólido no mano a mano e dono de um espírito guerreiro, trata-se daquele tipo de jogador que todo time deveria ter. Os mesmos críticos deveriam se lembrar que, apesar das falhas, suas participações com a camisa verde-amarela dificilmente deixaram a desejar.

Em 2002, formou ao lado de Edmílson e Roque Júnior, uma das melhores defesas da Copa. Quatro anos depois, se alguma coisa se salvou na campanha brasileira foi a atuação da dupla de zaga formada com Juan. Isso sem esquecer o desempenho na última edição da Copa das Confederações, onde foi destaque e autor do gol do título.

Em clubes, a trajetória é parecida. Após surgir com sucesso no Internacional, passou pelo Bayer Leverkusen onde foi finalista da UEFA Champions League 2001/2 e um dos destaques da decisão. Transferido ao gigante Bayern, chegou a ser escolhido a melhor contratação dos bávaros nos últimos dez anos e muitos não perdoaram o técnico Louis van Gaal por tê-lo deixado partir.

Nesta temporada, bem recebido na Internazionale, tomou conta da defesa, conquistando respeito exatamente no país tradicional por seus zagueiros. Ontem, contra o Chelsea, na partida de ida das oitavas da UCL, Lúcio provou mais uma vez estar entre os grandes nomes de sua posição. Anulou Drogba – tido por muitos o melhor centroavante da atualidade – foi soberano no jogo aéreo e ainda arriscou-se no ataque. Uma partida perfeita. De gala. Espero que todos tenham visto.

R7.com

 

Lúcio: Tudo o que um zagueiro deve ser.



Escrito por Michel Costa às 18h14
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Question

Quem é o jogador citado na(s) afirmativa(s) abaixo?

I – Volante clássico, tinha na elegância sua marca registrada.

II – Marcou seu nome no Brasil e no exterior.

III – Participou de uma grande versão da Seleção Brasileira.

IV – Aposentado dos gramados, se tornou um respeitado comentarista esportivo.

Atenção: Serão quatro alternativas ao todo. Uma por dia. Cada uma revela determinada informação do jogador que, reunidas, formam uma resposta única. Agora, cuidado ao arriscar, pois cada participante só tem direito a uma opção.

Boa sorte a todos!

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Quem são os três jogadores em destaque?

 

Resposta: Eles são os croatas Zvonimir Boban, Robert Prosinecki e Davor Suker. Na ocasião da foto, o trio defendia a antiga Iugoslávia na conquista do Mundial de Juniores de 1997. Anos depois, esta versão do estado iugoslavo se dividiu em cinco repúblicas distintas e os citados atletas passaram a defender as cores de seu estado de origem, a Croácia.        

Classificação: Parabéns ao Guilherme Siqueira, o primeiro a nomear o trio croata. Com isso, a classificação no topo da tabela segue a mesma, com Rodolfo Moura na liderança, seguido de Yuri e JP.

1º) Rodolfo Moura – 45 pontos.

2º) Yuri – 44 pontos.

3º) JP – 41 pontos.

4º) Cyntia – 37 pontos.

5°) Guilherme Siqueira – 27 pontos.

6º) André Chasee – 20 pontos.

7º) Prisma – 14 pontos.

8º) Fernando – 11 pontos.

9º) Darley – 10 pontos.

10º) Ângelo, Leonardo e Uendel – 9 pontos.

11º) Fernando Clemente – 6 pontos.

12º) Everaldo Fitzpatrick, Repolho e Victorino Netto Repolho – 5 pontos.

13º) Bruno e Hellerson – 3 pontos.

14º) Douglas Cunha, Felipe, Johnny, Lucimar e Riccardo Joss – 1 ponto.



Escrito por Michel Costa às 20h54
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Os perigos dos Estaduais.

Já utilizei este espaço algumas vezes para defender a importância e a tradição dos campeonatos estaduais. Em minha opinião, apesar do atropelo da pré-temporada e do inchamento, os torneios ainda são uma importante fonte de renda para os clubes maiores, grande vitrine para os menores e ainda servem para manter viva a chama da rivalidade regional.

Não acredito, por exemplo, que a substituição desses torneios por amistosos contra grandes times do exterior – sugestão de muita gente – possa preencher as mesmas expectativas nos torcedores brasileiros. Para um corintiano, é bem melhor vencer o Palmeiras na final de Paulistão do que bater o Chelsea num torneio amistoso em Cingapura. E isso dificilmente mudaria.

Entretanto, apesar de manter meu apreço pelos torneios citados, não posso deixar de observar o lado ruim dos mesmos, a começar pela absurda dificuldade que as direções dos clubes, torcidas e até imprensa têm para dimensionar essas competições.

Por mais que a palavra planejamento esteja presente no discurso de qualquer cartola, não há treinador que não balance diante de uma má campanha no Estadual. E se o fracasso ocorrer em clássicos, a coisa fica ainda pior. Não faltam casos de treinadores que perdem seus empregos, jogadores que caem em desgraça com sua torcida e clubes que se perdem ainda no início da temporada.

Para os torcedores, os estaduais se configuram como o grande momento de contato com os aficionados rivais. As maiores rivalidades do país surgiram desses torneios. Consequentemente, os maiores conflitos, também.

Até a imprensa esportiva costuma cair nessa armadilha. Vejo jornalistas e profissionais da área criticando quando os clubes priorizam outra competição, cobrando grande desempenho de times que ainda estão começando a se formar e, pior, sugerindo a utilização dessas competições como campo de observação para possíveis convocações de Dunga.

Neste aspecto, o caso mais emblemático é o apelo pelos santistas Neymar e Paulo Henrique Ganso. Ok, eu também curto o futebol desses prodígios, mas Copa do Mundo ainda é muito para eles. Basta lembrar que a dupla serviu, respectivamente, às seleções sub-17 e sub-20 do Brasil e não fizeram a diferença. Para se ter uma ideia, em 2006, o atacante Lenny, ainda uma promessa no Fluminense, teve seu nome sugerido a Parreira, que não cedeu. Hoje, seu opaco futebol no Palmeiras mostra que o comandante do Tetra fez certo ao não dar ouvidos.

Estes são apenas alguns perigos que espreitam os clubes e até a Seleção durante os Estaduais. Análises equivocadas de um momento que deveria ser visto muito mais como a etapa final de preparação para a temporada do que qualquer outra coisa. Um momento importante sim, mas que, pelo bem do tão propalado planejamento, deveria ter sua proporção melhor observada.   

Agif

 

De volta ao Botafogo, Joel beija sua “Champions League”  



Escrito por Michel Costa às 14h23
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Vozes da Copa.

A partir desta semana, com a proximidade do Mundial, o “Além das Quatro Linhas” reproduz as mais importantes frases que, de certa forma, explicam o fascínio que esse majestoso torneio exerce sobre o planeta bola.  

1954

“Não me interesso pela seleção dos outros.”

Zezé Moreira, técnico do Brasil, antes da derrota para a Hungria, numa frase que indica perfeitamente o despreparo verde-amarelo diante de uma das mais poderosas seleções da história.



Escrito por Michel Costa às 10h02
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