Na última semana, torcedores do Arsenal escolheram via internet aquele que seria o gol da década do clube londrino.
Como não poderia deixar de ser, o tento mais votado foi essa verdadeira obra de arte criada pelo genial Dennis Bergkamp contra o Newcastle em partida realizada no dia 2 de março de 2002...
E para você, qual foi o gol mais bonito da última década?
Descobriu algum vídeo interessante ou engraçado cujo tema é futebol? Mande-o para meu e-mail: a4l@bol.com.br, colocando no assunto “A4LTube”. Ele poderá ser publicado aqui!
Essa é fácil! Na quinta prova desta reta final do Question, responda:
Quem são os três jogadores em destaque?
Dicas só serão inseridas neste espaço conforme a necessidade dos participantes.
Boa sorte a todos!
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Quem é o jogador citado na(s) afirmativa(s) abaixo?
I – Meia-atacante, marcou época por sua seleção.
II – Em 1994, realizou uma Copa do Mundo praticamente impecável.
III – Tinha enorme talento, mas viveu sérios problemas com a balança.
IV –Quatro anos após o Mundial dos EUA, encerrou a carreira de forma melancólica.
Resposta: O jogador em destaque é o meia-atacante sueco Per Tomas Brolin, grande destaque da seleção escandinava na primeira metade da década de 1990, período em que anotou impressionantes 26 gols em 47 partidas.
Principal jogador do selecionado amarelo e azul no Mundial dos Estados Unidos, foi considerado o grande condutor da equipe comandada por Tommy Svensson a um improvável terceiro lugar (caíram para o Brasil na semifinal), ocasião em que anotou três gols.
Em clubes, sua passagem mais marcante aconteceu no Parma, agremiação que defendeu de 1990 a 1995, retornando em 1997. Também defendeu os britânicos do Leeds United e Crystal Palace. Em 1998, Enfrentando uma sequência de lesões e dificuldade para controlar seu peso, Brolin encerrou sua carreira com apenas vinte e nove anos, quando vestia a camisa do modesto Hudiksvall, time de sua terra natal.
Classificação: Finalmente houve o desempate. Ao cravar o nome de Tomas Brolin, Rodolfo Moura somou dois pontos e abriu vantagem sobre Yuri que também acertou o nome do sueco. Com isso, Rodolfo lidera isoladamente com Yuri em segundo e JP em terceiro.
Lembrando que o primeiro acertador leva 2 pontos e os outros recebem 1 ponto, a classificação até o momento é a seguinte:
No futebol, algumas abordagens realmente me causam algum desconforto. Uma delas é a promoção de duelos entre os melhores jogadores de cada time. Ontem pelas oitavas de final da UEFA Champions League, aconteceu de novo. Tudo bem que Ronaldinho e Wayne Rooney são os maiores destaques de suas equipes, mas o confronto era entre Milan e Manchester United. A vitória do time comandado pelo monstruoso Rooney por 3 a 2 não exclui a boa atuação do gaúcho que, embora tenha ficado sumido no início do segundo tempo, parece ter reencontrado definitivamente seu bom futebol.
Outra abordagem curiosa é a tentativa de adivinhar o que vai acontecer numa partida tomando como base o histórico do confronto. O fato do United nunca ter marcado contra o Milan em San Siro foi usado como um mantra na transmissão da ESPN. Observar o passado ajuda a entender o presente, mas existe um limite. Hoje, os Red Devils atravessam um momento mais regular que o Diavolo e isso deveria ter um peso maior nas análises. Para quem se apega demasiadamente a esses dados, fica o velho clichê da bola que diz: tabus foram feitos para serem quebrados. Frase antiga, batida, mas extremamente verdadeira.
Ferguson: “Estamos mais maduros. É o nosso momento.”
Aquele lance ou momento que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu.
Jô na Copa
Durante o Mundial de 1994, o programa de entrevistas “Jô Soares Onze e Meia”, então uma atração do SBT, teve sua sede deslocada do Brasil para os Estados Unidos, de onde o humorista, escritor e entrevistador recebia convidados ligados ao evento ou mesmo conversava com celebridades que, por ocasião, se encontravam naquele país.
Porém, como muitas vezes a maior atração do programa comandado por Jô Soares é o próprio Jô, o melhor momento da estadia do Gordo em território norte-americano foi protagonizado por ele mesmo.
Objetivando ensinar aos americanos a pronúncia dos nomes dos jogadores brasileiros, o humorista usou de toda sua criatividade. Usando palavras e sílabas conhecidas pelos nativos, Jô criou as seguintes pérolas:
O zagueirão Aldair virou All-die-year.
Já o nome do meia Raí foi “traduzido” para High-ee.
Por sua vez, o atacante Bebeto se tornou Beh-beh-toe.
Não sei se eles entenderam, mas o episódio ficou gravado como uma das melhores coisas que a TV brasileira produziu naquela Copa.
Jô Soares: Inteligência e criatividade a serviço do humor.
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