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Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


O eterno culpado.

Quando o Corinthians anunciou o acerto com o lateral Roberto Carlos, logo imaginei o que estava por vir. Além das questões óbvias sobre sua condição física aos 36 anos e posicionamento em campo, sabia que haveria comentários sobre o famoso caso do meião nas quartas-de-final da Copa de 2006.

É certo que quem entende minimamente das obrigações de um goleiro, sabe que a bola lançada por Zidane na risca da pequena área estava muito mais para Dida do que para qualquer outro, Henry inclusive. E, para quem não se lembra, na final contra a Itália houve um lance praticamente idêntico a favor dos franceses e Buffon defendeu sem grandes dificuldades.

No entanto, a maioria ainda não perdoou o que julgou ser uma falha e que, para muitos, simbolizou o descaso daquele grupo de jogadores para com o Mundial. Nem se deram ao trabalho de pensar que o onze verde-amarelo mal jogou naquele dia e que não ameaçou a meta defendida por Barthez.

Mas, como se sabe, o segundo esporte preferido dos brasileiros sempre foi a caça aos culpados. Se houve uma derrota, há um culpado e se há um culpado ele precisa ser crucificado.

Assim aconteceu com o goleiro Barbosa em 1950, com Toninho Cerezo em 1982 e com Zico quatro anos depois. Todos julgados e condenados pelos “crimes” cometidos contra o país. Aliás, o arqueiro sofreu com as críticas por uma suposta falha no segundo gol do Uruguai até o fim de seus dias, chegando a dizer em 1994: “No Brasil, a pena máxima por um crime é de 30 anos. Eu pago há 44 anos por um crime que não cometi.”   

É interessante observar que esses mesmos inquisidores “deixam passar” as falhas quando a vitória é garantida. Para ficar só na Seleção Brasileira, basta citar o descuidado toque de calcanhar de Clodoaldo que resultou no gol solitário da Azzurra na Copa de 70. Mas, tudo bem. O Brasil venceu e deu show não é mesmo?

Para mim, todos os críticos cruéis desses jogadores não passam de hipócritas. A punição máxima do esporte em caso de falha é a possível derrota. E que será mais ou menos sentida pelos atletas, comissão técnica e torcida na medida da importância daquilo que se perdeu.

Entendo que para os brasileiros o futebol é uma fonte de escape para os problemas do dia-a-dia e que uma grande derrota é sentida na própria alma, mas é importante ter em vista que os maiores derrotados são os próprios jogadores, aqueles que viveram o drama diretamente. E, pode ter certeza, eles sentem mais do que a gente.   

Globoesporte.com

 

RC: “Galvão Bueno fez minha mãe chorar durante anos”



Escrito por Michel Costa às 17h56
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Question

Quem é o jogador em destaque abaixo?

 

Dicas só serão inseridas neste espaço conforme a necessidade dos participantes.

Boa sorte a todos!



Escrito por Michel Costa às 08h45
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Seleção da Década

Após a publicação de doze posts e de uma participação maciça dos leitores, é hora de conhecer a seleção da década de 2000 na versão Além das Quatro Linhas.

Curiosamente, antes do início da votação, tentei projetar quais seriam os doze (onze jogadores e um técnico) escolhidos. Errei duas posições: zagueiro central e segundo atacante. Na defesa, não imaginava que Stam tivesse tantos fãs. No ataque, pensei que a confirmação de Messi como craque e melhor jogador do mundo fosse pesar a favor do argentino.

É interessante notar também como a disputa por vaga não foi tão acirrada em todas as posições. Enquanto Essien venceu Gattuso por apenas um voto para a função de primeiro volante, Roberto Carlos sobrou na lateral esquerda, recebendo 21 dos 24 votos. O mesmo pode ser dito sobre Zidane, o melhor meia para 18 dos 22 votantes.    

Na oportunidade, gostaria de agradecer a todos que participaram da eleição e em especial, aos amigos Cyntia Santana, Hellerson Lima e Leonardo Victorino Netto com quem tratei de assuntos como o término desta década e sobre alguns nomes indicados para votação.

Obrigado a todos e digam o que acharam da nossa seleção...

Buffon: 20/25 – 80%

Cafu: 16/23 – 69,6%

Stam: 8/20 – 40%

Maldini: 14/20 – 70%

Roberto Carlos: 21/24 – 87,5%

Essien: 8/25 – 32%

Gerrard: 13/27 – 48,1%

Zidane: 18/22 – 82%

Ronaldinho Gaúcho: 10/25 – 40%

Henry: 13/27 – 48,1%

Ronaldo: 18/25 – 72%

Técnico: Sir Alex Ferguson: 11/26 – 42,3%

Nota: À frente de cada nome, a votação individual, todos de votos da posição e o percentual.

Roberto Carlos foi o mais votado. Competência e/ou pouca concorrência?



Escrito por Michel Costa às 14h34
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Question

Após uma breve pausa, o Question está de volta ao A4L. Agora em sua reta final, serão dez perguntas ao longo das próximas semanas. Obviamente, aquele que somar mais pontos até o final dessa disputa será o grande vencedor.

Aviso aos competidores: A próxima questão estará no ar na próxima quinta-feira. Antes, conheceremos nossa seleção ideal da década de 2000.

Confira abaixo a classificação até o momento e verifique suas chances:   

Classificação:

1º) Rodolfo Moura e Yuri – 39 pontos.

2º) Cyntia e JP – 37 pontos.

3°) Guilherme Siqueira – 22 pontos.

4º) André Chasee – 17 pontos.

5º) Prisma – 13 pontos.

6º) Fernando – 11 pontos.

7º) Darley – 10 pontos.

8º) Ângelo e Uendel – 9 pontos.

9º) Leonardo – 8 pontos.

10º) Fernando Clemente – 6 pontos.

11º) Repolho – 4 pontos.

12º) Bruno e Hellerson – 3 pontos.

13º) Douglas Cunha, Felipe e Lucimar – 1 ponto.

Fiquem atentos às atualizações do blog e boa sorte!



Escrito por Michel Costa às 15h23
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Seleção da década.

Como a primeira década deste novo século chegou ao fim, é o momento oportuno para se formar a seleção ideal dos jogadores que mais se destacaram no planeta bola nos últimos dez anos.   

Treinador

Perfil do cargo: Embora os profissionais listados abaixo estejam entre os mais vitoriosos da última década, não foram apenas as conquistas que definiram os oito (e não seis como nas eleições dos jogadores) treinadores selecionados. Personalidade, bons trabalhos e filosofia de jogo também foram considerados. Como perceberão abaixo, apontar o técnico do nosso esquadrão não será uma escolha das mais fáceis.

Os Escolhidos:

A seguir, os treinadores que mais se destacaram na década...

Alex Ferguson – Não é exagero dizer que a chegada de Ferguson em 1986 mudou a história do clube de Old Trafford. Dono de forte personalidade e uma mentalidade vencedora, esse escocês de 68 anos coleciona, apenas na década passada, seis ligas inglesas, uma UEFA Champions League e um Mundial Interclubes da FIFA. 

Arsène Wenger – Quando desembarcou em Londres vindo do Nagoya Grampus, Wenger foi visto com desconfiança por grande parte da torcida e imprensa britânica. “Arsène Who?!”, perguntou o jornal Evening Standard. Anos depois, o francês de estilo sisudo transformou aquele que era chamado de Boring Arsenal (pelo chato estilo de jogo) uma equipe dona de um estilo vistoso e vencedor, cujo ápice foi reproduzido pelo timaço formado por Henry, Vieira & Cia., campeão inglês invicto na temporada 2003/4.

Carlos Bianchi – O apelido Mr. Libertadores não foi ganho por acaso. Só na última década, foram três Libertadores e dois Mundiais, sempre com o Boca Juniors. Técnico extremamente dedicado, Bianchi tem como marca registrada a solidez tática das equipes que comanda. Após deixar o clube portenho, passou discretamente pelo Atlético de Madrid. Atualmente, trabalha como “manager” dos Xeneizes.   

Carlo Ancelotti – Apesar de ser visto com muita desconfiança aqui no Brasil, é inegável o sucesso obtido por Ancelotti no último decênio. Comandando o Milan, foram duas ligas européias, um Mundial de Clubes e um scudetto. Dentre suas principais contribuições táticas no Rossonero estão a descoberta de Pirlo como volante e a de Kaká com atacante em 2007. Atual treinador do Chelsea, lidera a Premier League.    

Fabio Capello – Não é verdade que Capello é um técnico retranqueiro. Ele é pragmático, o que é diferente. Conhecido como “General”, costuma montar suas equipes com dois atacantes e um meio-campo em linha com dois volantes capazes de marcar e atacar (doble-pivot). Na última década, conquistou um scudetto com a Roma, dois com a Juventus (posteriormente cassados) e uma liga espanhola com o Real Madrid. Atualmente comandando a seleção da Inglaterra, é o responsável por tornar o English Team um dos candidatos ao título da próxima Copa.    

José Mourinho – Genioso e genial, Mourinho é o que se pode chamar de treinador diferenciado. Confiante, um tanto arrogante, mas muito competente, chamou a atenção do mundo ao levar o Porto ao título da UEFA Champions League. Isso, apenas um ano depois de levar o mesmo time à conquista da UEFA Cup. Contratado imediatamente pelo Chelsea de Abramovich, proclamou-se logo de cara o Special One. Nos Blues, o treinador português foi bicampeão da Premier League, pondo fim ao duopólio de Manchester United e Arsenal. Em 2007, após se desentender com Abramovich, foi demitido pelo magnata russo e ficou alguns meses à espera de uma boa proposta. Contratado pela Internazionale em 2008, comandou os Nerazzurri na conquista de seu 17º scudetto.  

Luiz Felipe Scolari – Conhecido como Felipão muito por seu jeito “paizão” de ser, Scolari é o responsável direto pela montagem da Seleção Brasileira pentacampeã mundial em 2002, baseando seu trabalho na confiança e na união do grupo. Em seguida, comandando Portugal, levou o selecionado lusitano ao vice-campeonato da Euro 2004 e ao quarto lugar da Copa de 2006. Assumiu o Chelsea em 2008, mas, ao que tudo indica, não conseguiu decifrar o ambiente multicultural de Stamford Bridge e acabou demitido alguns meses depois. No momento, curte um bem remunerado “exílio futebolístico” treinando o Bunyodkor, clube do Uzbequistão.    

Marcello Lippi – Bicampeão italiano em 2001-2003 e finalista da UEFA Champions League em 2003 com a Juventus, Lippi alcançou sua maior glória no futebol ao conduzir a Itália ao título da última Copa do Mundo. Após um período afastado da profissão, está de volta à Azzurra na tentativa de buscar o bicampeonato em terras sul-africanas.

Como participar:

1 - Quem recebeu um e-mail ou “tuitada” avisando deste post, só precisa se identificar informando o nome. Quem não recebeu, mas quer participar, favor deixar nome e e-mail.

2 - Escolha o melhor treinador e informe na caixa de comentários.

3 - Cada participante terá direito a um voto.

4 - O vencedor será o treinador que obtiver mais apontamentos até o fechamento da votação.

5 - A votação se encerrará na próxima quarta-feira.

6 - Em caso de empate, caberá a este blogueiro votar e definir o vencedor.  

7 - Comentários sobre os escolhidos e ausentes também serão bem-vindos.

E então, já escolheu quem o foi o treinador da década? Clique no espaço para os comentários abaixo e participe! 

Reuters

 

Descontente na Itália, Mourinho anunciou que voltará à Inglaterra ao final do contrato.



Escrito por Michel Costa às 10h56
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Frases...

“Não sou um sessentão saudosista, de achar que tudo no passado era melhor, nem um admirador do futebol moderno e do que se joga hoje na Europa. O futebol que gosto não é o do passado nem o do presente. Gosto de bom futebol.”

Tostão



Escrito por Michel Costa às 16h46
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