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Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


Seleção da década.

Como a primeira década deste novo século chegou ao fim, é o momento oportuno para se formar a seleção ideal dos jogadores que mais se destacaram no planeta bola nos últimos dez anos.   

Centroavante (primeiro atacante)

Perfil da posição: É o homem-gol da equipe. O jogador que atua mais avançado, muitas vezes entre os zagueiros rivais, mas que está sempre pronto para marcar. De costas para o gol, também tem a incumbência de preparar as jogadas para quem vem de trás. Para essa posição, não é necessário possuir técnica muito apurada, o importante é mandar a bola para redes. Mas vá dizer isso a Ronaldo ou Ibra...  

Os Escolhidos:

A seguir, os centroavantes que mais se destacaram na década...

Christian Vieri – Poucos atacantes foram tão eficientes quanto Vieri no início desta década. Dono de uma força física impressionante, praticamente ignorava os zagueiros quando o assunto era mano a mano. Excelente nas jogadas aéreas, também possuía uma bomba em sua perna canhota. Cigano da bola, foi artilheiro do campeonato espanhol (1997/8) pelo Atlético de Madrid, italiano (2002/3) pela Internazionale e da Azzurra nos mundiais de 1998 e 2002. Após anunciar que havia pendurado as chuteiras, esteve no Brasil negociando com equipes de pequeno porte.

Didier Drogba – Considerado por muitos o melhor atacante da atualidade, Drogba reúne potência e técnica em excelentes proporções. Marfinense, chamou a atenção de toda Europa quando levou o Olympique de Marselha à final da Copa da UEFA de 2003/4. Contratado junto ao Chelsea ainda em 2004, foi às redes em 113 vezes até a presente data. Grande destaque da Costa do Marfim, será adversário do Brasil na segunda rodada da primeira fase da Copa 2010.   

Ronaldo – A década passada não começou bem para Ronaldo. Após ser eleito por duas vezes (1996 e 1997) o melhor jogador do mundo, o Fenômeno conheceu o calvário das lesões e das operações que quase colocaram fim a sua brilhante carreira. Quem viu seu joelho direito praticamente se desmanchando na final da Coppa Italia de 2000, pode ter imaginado que aquele era o fim para o craque da Internazionale. No entanto, após uma recuperação surpreendente, voltou aos gramados a tempo de ser um dos artífices do Brasil na conquista do pentacampeonato mundial em 2002, quando foi artilheiro do torneio com oito gols, sendo dois na final contra a Alemanha. Negociado com o Real Madrid, fez parte da chamada Era Galáctica do clube merengue. No Mundial de 2006, mesmo fora de forma, marcou os três gols que o colocaram como o maior artilheiro da história da competição com quinze tentos. Após uma passagem razoável pelo Milan, outra lesão, agora no joelho esquerdo, colocou novamente sua carreira em xeque. Todavia, mostrando novamente sua força de vontade, voltou aos gramados para defender aquele que promete ser seu último clube. Hoje, apesar de brigar com a balança, brilha muito no Corinthians...    

Ruud van Nistelrooy“Ele é um puro sangue”. Com essas palavras, o técnico Alex Ferguson definiu em 2002 seu maior artilheiro no Manchester United. Um dos centroavantes mais oportunistas dos últimos anos, Nistelrooy está sempre no lugar e na hora certa para marcar. Nos últimos dez anos, Van The Man, como é chamado, foi artilheiro na Holanda pelo PSV, da Inglaterra pelo United e da Espanha pelo Real Madrid, seu atual clube. Curiosamente, não obteve o mesmo êxito dos clubes na seleção holandesa, onde chegou a ser reserva de jogadores como Kluivert e Kuyt.      

Samuel Eto’o – Um dos atacantes mais velozes de todos os tempos, Eto’o é um verdadeiro tormento para as defesas adversárias. Que o diga Iker Casillas, goleiro do Real Madrid e que celebrou sua saída do Barcelona para a Internazionale em 2009. Oportunista, ainda é o principal goleador do grande momento vivido pelo clube catalão. Com a camisa blaugrana, o camaronês foi artilheiro espanhol e europeu em 2005/6.

Zlatan Ibrahimovic – Filho de pai bósnio e mãe croata, o sueco Ibrahimovic não causa espanto apenas por sua origem. Apesar de ser muito alto (1,95m) é extremamente técnico e habilidoso a ponto de receber o apelido de Ibracadabra pela imprensa italiana por conta da magia de seus pés. Goleador da última edição da Serie A italiana, transferiu-se para o Barcelona após ser trocado por Samuel Eto’o. Apesar de ter sido mais valorizado nessa transação, muitos analistas de futebol não o consideram um jogador decisivo. Polêmico e meio arrogante, não é bem visto por grande parte das torcidas de seus ex-clubes.    

Como participar:

1 - Quem recebeu um e-mail ou “tuitada” avisando deste post, só precisa se identificar informando o nome. Quem não recebeu, mas quer participar, favor deixar nome e e-mail.

2 - Escolha o melhor jogador desta posição e informe na caixa de comentários.

3 - Cada participante terá direito a um voto.

4 - O vencedor será o atleta que obtiver mais apontamentos até o fechamento da votação.

5 - A votação se encerrará na próxima quarta-feira.

6 - Em caso de empate, caberá a este blogueiro votar e definir o vencedor.  

7 - Comentários sobre os escolhidos e ausentes também serão bem-vindos.

E então, já escolheu quem o foi o centroavante da década? Clique no espaço para os comentários abaixo e participe! 

Obs: Vote também no melhor segundo atacante no post abaixo. Obrigado.

 

2002 marcou o renascimento de Ronaldo.



Escrito por Michel Costa às 11h35
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Seleção da década.

Como a primeira década deste novo século chegou ao fim, este é o momento oportuno para se formar a seleção ideal dos jogadores que mais se destacaram no planeta bola nos últimos dez anos.   

Atacante (ou segundo atacante).

Perfil da posição: Trata-se do parceiro do centroavante (primeiro atacante). Um jogador que pode atuar tanto próximo da defesa adversária quanto buscando jogadas nas laterais do campo ou até voltando para buscar a bola no meio. Em geral, não se caracteriza por jogar de costas para o gol.

Os Escolhidos:

A seguir, os atacantes mais se destacaram na década...

Alessandro Del Piero – Bandeira da Juventus, Del Piero é considerado por muitos o maior jogador da história da Vecchia Signora. Habilidoso, exímio cobrador de faltas e bom driblador, foi fiel ao clube de Turim ao cumprir uma temporada na segunda divisão italiana por conta da punição sofrida após o escândalo conhecido como Calciopoli em 2006. Artilheiro da Serie B, repetiu o feito na temporada seguinte na Serie A quando foi às redes em 21 oportunidades. Fez parte da vitoriosa campanha da Azzurra em 2006.  

Andriy Shevchenko – Quando foi premiado com a Bola de Ouro em 2004, o então jogador do Milan era um dos melhores atacantes do mundo. Rápido, dono de um chute letal e muita disposição, anotou 127 gols em sete temporadas pelo clube Rossonero, onde foi artilheiro italiano e europeu em duas oportunidades. Negociado com o Chelsea em 2006, não conseguiu repetir seus feitos anteriores na Inglaterra. Após um breve e discreto retorno por empréstimo ao próprio Milan, voltou aos Blues antes de ser liberado em definitivo para o Dynamo de Kiev, seu clube formador.        

Lionel Messi – Os argentinos sempre pareceram desesperados para encontrar um novo Maradona. Nessa busca, os hermanos chegaram a apontar alguns nomes que devem ter deixado constrangido até o próprio Diego. Mas, quando o assunto é Lionel Messi a brincadeira se desfaz. Rápido, habilidoso, artilheiro e mágico, esse jovem de apenas 22 anos encantou o mundo, conquistou-o e ainda deixou no ar que há muito por vir. Tricampeão espanhol, bicampeão europeu e agora Mundial, acaba de receber o prêmio de melhor jogador do mundo em 2009. Até onde irá esse baixinho?

Raúl – Maior artilheiro da história do Real Madrid. Maior artilheiro da história da Liga dos Campeões. Seis vezes campeão espanhol, três vezes campeão europeu e duas vezes campeão do mundo. Não é por acaso que esse espanhol de 32 anos é chamado de Raúl Madrid pela torcida merengue. Dono dos vestiários do Bernabéu, mas também de uma canhota afiada e letal, sempre se destacou mesmo tendo que dividir espaço com as inúmeras estrelas que se vestiram de branco nos últimos anos. 

Thierry Henry – Quando Arsène Wenger contratou Henry junto à Juventus em 1999, poucos imaginavam que aquele atacante magro e alto poderia se tornar um dos maiores nomes do Arsenal em todos os tempos. Talvez porque seu jeito aparentemente displicente escondesse um artilheiro frio e mortal. Pelos Gunners, o francês de passadas largas e olhar sonso anotou 226 gols, recorde absoluto no clube. De quebra, foi bicampeão inglês, artilheiro da Premier League em quatro ocasiões e pedra angular do time que ficou conhecido como The Invincibles. Hoje no Barcelona, não esconde o desejo de um dia voltar ao clube que o consagrou. Pela seleção francesa, Henry foi campeão mundial em 1998, vice em 2006 (marcou o gol que eliminou o Brasil nas quartas) e campeão europeu em 2000. Ao que tudo indica, o atacante também estará na África do Sul este ano. Afinal, os Bleus se classificaram graças à “mãozinha” de seu camisa 12.        

Wayne Rooney – Um dos maiores talentos surgidos na Inglaterra nas últimas décadas, o precoce Rooney estreou como profissional aos 16 anos pelo Everton. Chamado pelos rivais de “Fat” Rooney por sempre aparentar estar acima do peso, é daquele tipo de jogador que não desiste nunca. Rápido, dinâmico, goleador e dono de uma forte personalidade, assumiu o protagonismo no Manchester United após a saída de Cristiano Ronaldo para o Real Madrid. Foi considerado um dos pivôs da eliminação do English Team no último Mundial por ter sido expulso nas quartas-de-final em partida contra Portugal. No entanto, segue como grande aposta de Fabio Capello na África do Sul.

Como participar:

1 - Quem recebeu um e-mail ou “tuitada” avisando deste post, só precisa se identificar informando seu nome. Quem não recebeu, mas quer participar, favor deixar nome e e-mail.

2 - Escolha o melhor jogador desta posição e informe na caixa de comentários.

3 - Cada participante terá direito a um voto.

4 - O vencedor será o atleta que obtiver mais apontamentos até o fechamento da votação.

5 - A votação se encerrará no próximo domingo.

6 - Em caso de empate, caberá a este blogueiro votar e definir o vencedor.  

7 - Comentários sobre os escolhidos e ausentes também serão bem-vindos.

E então, já escolheu quem o foi o atacante da década? Clique no espaço para os comentários abaixo e participe! 

 

Ele não é Diego, mas é o único a fazer jus a alcunha de “novo Maradona”



Escrito por Michel Costa às 11h31
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Seleção da década.

Como a primeira década deste novo século chegou ao fim, é o momento oportuno para se formar a seleção ideal dos jogadores que mais se destacaram no planeta bola nos últimos dez anos.  

Meia-atacante.

Perfil da posição: Função que compreende, basicamente, jogadores que durante uma partida realizam ações de meio-campista e de atacante. Neste tópico, classifico os wingers (que podem atuar no 4-4-2, 4-3-3 e 4-2-3-1) e os meias ofensivos que dividem suas obrigações entre o meio e o ataque.

Os Escolhidos:

A seguir, os meia-atacantes que mais se destacaram na década...

Cristiano Ronaldo – Melhor jogador do mundo em 2008, o português Cristiano Ronaldo é o protótipo do jogador do futuro. Rápido e forte, é também criativo e ousado em suas ações. Dono de um drible fácil e um chute potente e preciso, vem se tornando um verdadeiro artilheiro por onde passa. Pelo Manchester United, o nativo da Ilha da Madeira conquistou três títulos da Premier League, uma UEFA Champions League e um Mundial de Clubes. Após cinco temporadas em Old Trafford, rumou para o Real Madrid por inacreditáveis € 96 milhões, naquela que se tornou a maior contratação do futebol até o momento.     

Francesco Totti – Poucos jogadores se encaixam tão bem no perfil de meia-atacante quanto o italiano Totti. Formado no vivaio da Roma, é capitão e ídolo máximo dos Giallorossi. Em 2000/1 foi o comandante do meio-campo romanista na conquista do Scudetto daquele certame. Tempos depois, teve seu posicionamento em campo adiantado por Fabio Capello e se tornou um verdadeiro artilheiro (foi Chuteira de Ouro da Europa em 2007). Campeão mundial em 2006 pela Squadra Azzurra, atuou exatamente atrás do centroavante Luca Toni no 4-4-1-1 montado por Marcello Lippi.   

Kaká – Embora não seja tão plasticamente virtuoso com a bola nos pés, Kaká parece ser movido por algo além de sua própria compreensão. Dotado de uma força mental impressionante, o atual meia do Real Madrid passa a impressão de que nada pode deter suas fulminantes arrancadas. Completo tecnicamente, conduziu o Milan aos títulos continental e mundial em 2007, ano em que foi eleito o melhor do mundo. Figura certa no próximo Mundial, tem tudo para se tornar o protagonista de um Brasil que sonha com o hexacampeonato.

Luís Figo – Ponteiro nato, Figo podia atuar tanto pela direita quanto pela esquerda. Ambidestro, dono de um excelente passe e drible imparável, frequentemente figurava entre os maiores assistentes dos campeonatos que disputava. Em 2000, passou de ídolo a vilão entre os catalães ao trocar o Barcelona pelo Real Madrid. Com o manto merengue, o português foi campeão espanhol e europeu, além de ter sido eleito o melhor jogador do mundo em 2001. Ao final da temporada 2004/5, não mais fazendo parte dos planos do então técnico Vanderlei Luxemburgo, transferiu-se para a Internazionale onde encerrou a carreira em 2009. Pelo selecionado lusitano, disputou as Eurocopas de 1996, 2000 e 2004, além dos Mundiais de 2002 e 2006.      

Rivaldo – Antítese dos jogadores midiáticos da atualidade, Rivaldo é a simplicidade em pessoa. De origem humilde, mas de futebol majestoso, é tido por muitos como o maior responsável pela conquista do pentacampeonato mundial na Ásia. Dono de uma canhota mágica, o pernambucano foi eleito o melhor jogador do mundo em 1999, quando ainda defendia o Barcelona. Após passar discretamente por Milan e Cruzeiro e se reerguer na Grécia, assinou o Bunyodkor, clube do Uzbequistão que é dirigido por Luiz Felipe Scolari.   

Ronaldinho Gaúcho – Pentacampeão do mundo em 2002 e um dos vértices dos chamados “Três Erres”, Ronaldinho alcançou o estrelato mundial ao se transferir para o Barcelona em 2003. Para se ter uma ideia do seu status, basta dizer que muitos o comparavam a Maradona. Na Catalunha, em três temporadas, o gaúcho praticou um futebol dos deuses. Nesse período, foi bicampeão espanhol, campeão europeu e eleito o melhor jogador do mundo duas vezes. Curiosamente, na Copa de 2006, momento que prometia ser o de sua consagração, seu futebol decaiu como se um encanto tivesse se quebrado. Hoje no Milan, Ronaldinho luta para recuperar sua melhor forma e, quem sabe, disputar seu terceiro Mundial.

Como participar:

1 - Quem recebeu um e-mail ou “tuitada” avisando deste post, só precisa se identificar informando o nome. Quem não recebeu, mas quer participar, favor deixar nome e e-mail.

2 - Escolha o melhor jogador desta posição e informe na caixa de comentários.

3 - Cada participante terá direito a um voto.

4 - O vencedor será o atleta que obtiver mais apontamentos até o fechamento da votação.

5 - A votação se encerrará na próxima sexta-feira.

6 - Em caso de empate, caberá a este blogueiro votar e definir o vencedor.  

7 - Comentários sobre os escolhidos e ausentes também serão bem-vindos.

E então, já escolheu quem o foi o meia-atacante da década? Clique no espaço para os comentários abaixo e participe! 

Obs: Vote também no melhor meia no post abaixo. Obrigado.

 

Em 2002, Rivaldo foi figura central do penta brasileiro.



Escrito por Michel Costa às 09h08
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Seleção da década.

Como a primeira década deste novo século chegou ao fim, é o momento oportuno para se formar a seleção ideal dos jogadores que mais se destacaram no planeta bola nos últimos dez anos.   

Meia.

Perfil da posição: Muitos tratam essa posição como algo em extinção. Um jogador encarregado da criação de jogadas, com mais obrigações ofensivas que defensivas. Criatividade, visão de jogo e boa chegada ao ataque são características fundamentais para um bom meio-campista. 

Os Escolhidos:

A seguir, os meias que mais se destacaram na década...

Clarence Seedorf – É impressionante ver o que esse holandês (nascido em Paramaribo, Suriname) que surgiu no Ajax em 1992 aos 16 anos ainda é capaz de fazer. Extremamente técnico e dono de um fôlego inesgotável, Seedorf é um jogador completo. Campeão europeu em quatro oportunidades (por três clubes diferentes) defende o Milan desde 2002. Estranhamente, seu histórico com a camisa da Holanda não faz jus ao seu currículo em clubes. Pela Orange, disputou apenas o Mundial de 1998, mesmo assim como reserva.     

Deco – Chamado de “Decodificador” pela maneira como decifra o jogo, Deco foi um dos meio-campistas mais brilhantes da última década. Visão de jogo, combatividade, excelente passe e chute preciso fazem parte do repertório desse brasileiro naturalizado português. Campeão europeu pelo Porto em 2004, repetiu o feito dois anos depois pelo Barcelona onde também foi bicampeão espanhol. Atualmente na reserva do Chelsea, é cobiçado por diversos clubes do mundo, entres eles, o Botafogo. Pela seleção lusitana, o nativo de São Bernardo do Campo disputou o Euro 2004 e o Mundial de 2006.

Juan Román Riquelme – Quando a bola chega aos pés de Riquelme é como se o futebol entrasse numa máquina do tempo e retrocedesse quarenta anos. Meia de postura elegante, técnica refinada e jogo cadenciado, esse argentino de olhar triste e dissimulado é a antítese dos badalados craques da atualidade. Tricampeão da Libertadores e campeão mundial com o seu amado Boca Juniors, conduziu o mediano Villarreal a uma semifinal de Liga dos Campeões, quando perdeu um pênalti decisivo diante do Arsenal. Pela seleção argentina, disputou o Mundial de 2006, mas por divergências com o atual técnico, Diego Maradona, não deverá estar na África do Sul.

Juninho Pernambucano – Não é exagero dizer que a história do Lyon se divide em antes e depois de Juninho. Após entrar em litígio com o Vasco da Gama depois de conquistar a Copa João Havelange em 2000, o pernambucano desembarcou na França para mudar a história do clube lionês que nunca havia conquistado o campeonato nacional até então. Grande lançador e exímio cobrador de faltas, conquistou em oito temporadas sete ligas, três supercopas, uma Copa da França e a eterna gratidão da torcida local. Em 2009, declarando que o seu ciclo na Europa havia se encerrado, Juninho se transferiu para o Al-Gharafa do Catar.      

Pavel Nedved – Quando desembarcou em Turim contratado junto a Lazio, Nedved tinha uma dura missão: substituir ninguém menos que o craque Zidane que havia sido negociado pela Juventus. Para surpresa de muitos, o tcheco não só substituiu seu genial antecessor como se consolidou entre os melhores do mundo em sua posição e, de quebra, recebeu a Bola de Ouro da revista France Football em 2003. Incansável e combativo, tinha como marca registrada os chutes potentes com ambas as pernas. Por seu selecionado, participou do Mundial de 2006, naquela que seria sua primeira e última participação em Copas.

Zinedine Zidane – Para boa parte da geração que não viu Maradona em seu auge, Zidane é o cara. Verdadeiro mago com a bola nos pés, o francês de origem argelina foi o grande maestro do primeiro período galáctico do Real Madrid quando foi campeão espanhol e da UEFA Champions League. Eleito o melhor jogador do mundo em três ocasiões, conduziu os Bleus ao título da Copa de 1998 e ao vice-campeonato em 2006, ocasiões em que também foi carrasco da Seleção Brasileira. Infelizmente, na final desta última Copa, viu sua brilhante carreira chegar ao fim ao atingir violentamente o zagueiro italiano Materazzi com uma cabeçada. Um episódio lamentável, mas que não fez diminuir a admiração que o mundo do futebol tem por esse eterno gênio dos gramados.    

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Obviamente, o vídeo abaixo só poderia ser dele. Feliz de quem o viu jogar...



Escrito por Michel Costa às 09h07
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Seleção da década.

Como a primeira década deste novo século chegou ao fim, é o momento oportuno para se formar a seleção ideal dos jogadores que mais se destacaram no planeta bola nos últimos dez anos.   

Segundo volante (ou volante armador)

Perfil da posição: Não foi fácil escolher os seis nomes que figuram aqui. Primeiramente, foi preciso definir bem quais funções desempenham os jogadores dessa posição. Assim, na função de segundo volante estão inseridos os chamados registas, os volantes box-to-box forjados no 4-4-2 britânico, além de meias que atuam mais recuados em parceria com um volante mais “pegador”.    

Os Escolhidos:

A seguir, os volantes armadores que mais se destacaram na década...

Andrea Pirlo – Formado como meia-ofensivo no Brescia, Pirlo seguiu uma carreira discreta até se transferir da Internazionale para o Milan. No lado rubro-negro da capital da Lombardia, o meia de pouca velocidade, mas muita visão de jogo, passe primoroso e chute preciso foi recuado por Carlo Ancelotti para a posição de volante onde encontrou seu verdadeiro futebol. Na função de regista, Pirlo se tornou um dos maiores armadores do planeta. Campeão mundial com a Itália em 2006, foi definido por Carlos Alberto Parreira como “um Zico à frente da defesa”.      

Frank Lampard – Integrante da lista dos grandes nomes formados na base do West Ham, Lampard é um autêntico organizador do meio-campo. Além de presente na marcação, o atual atleta do Chelsea reserva em seu repertório uma infinidade de passes curtos e longos, além de um chute de média distância que sempre leva perigo à meta adversária. Titular da seleção inglesa, provavelmente estará entre os 23 nomes que o técnico Fabio Capello levará ao próximo mundial.  

Michael Ballack – Quando o mediano Bayer Leverkusen chegou à final da Liga dos Campeões 2001/2, muitos tentaram decifrar o segredo daquele time que além dos brasileiros Lúcio e Zé Roberto contava com um certo Michael Ballack. Nativo da antiga Alemanha Oriental, Ballack é um dos jogadores mais completos do futebol atual. Alto (1,89), excelente no jogo aéreo, dono de um passe perfeito e ótimo arremate, é o ponto de equilíbrio do meio-campo da Alemanha, onde também é capitão e figura certa na África do Sul. Após passagem pelo Bayern de Munique, transferiu-se para o Chelsea em 2006.

Patrick Vieira – Ao envergar a faixa de capitão e comandar o Arsenal num dos períodos mais gloriosos de sua história, o senegalês (naturalizado francês) Vieira se consolidou como um dos melhores meio-campistas do planeta. Elegante, dono de passadas largas e excelente condução de bola, é capaz de ganhar o campo ofensivo em poucos segundos e se juntar aos atacantes. Após considerar esgotadas suas possibilidades no clube londrino, o volante se transferiu para a Itália, onde defendeu Juventus e Internazionale. Pouco aproveitado em Milão e visando disputar a próxima Copa, Vieira acaba de assinar um contrato de seis meses com o Manchester City.   

Steven Gerrard – Não se trata apenas do capitão do Liverpool. Gerrard é o coração, o melhor jogador e um dos responsáveis pelo retorno do clube de Merseyside ao cenário top do futebol europeu. Ambidestro, possui um chute poderoso, excelente passe e uma chegada firme ao ataque. Apesar de sua formação como volante, vem sendo escalado mais próximo do centroavante Fernando Torres pelo técnico espanhol Rafa Benítez. Na seleção inglesa, vem sendo aproveitado como winger canhoto pelo italiano Fabio Capello.

Xavi Hernández – Se o sistema barcelonista de toque e posse de bola tem um ponto central, este é Xavi. Apesar de baixinho, o camisa 6 do Barça é o grande condutor do time, participando tanto da marcação quanto da armação do time. Titular da seleção espanhola, foi campeão e eleito o melhor jogador da Euro 2008. Em alta no cenário internacional, o catalão de 29 anos é considerado por muitos o melhor meio-campista armador da atualidade.

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7 - Comentários sobre os escolhidos e ausentes também serão bem-vindos.

E então, já escolheu quem o foi o segundo volante da década? Clique no espaço para os comentários abaixo e participe! 

Obs: Vote também no melhor primeiro volante no post abaixo. Obrigado.

Dailymail

 

Gerrard: Técnica, força e liderança a serviço dos Reds.



Escrito por Michel Costa às 11h13
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Seleção da década.

Como a primeira década deste novo século chegou ao fim, é o momento oportuno para se formar a seleção ideal dos jogadores que mais se destacaram no planeta bola nos últimos dez anos.   

Primeiro Volante.

Perfil da posição: A partir desta posição, estará nítida a necessidade de separar os jogadores pelas funções que desempenham em campo. Assim, o primeiro volante deverá ser um jogador que tenha como principal característica a marcação e a retomada de posse da bola, mesmo que saiba o que fazer com ela depois.

Os Escolhidos:

A seguir, os volantes que mais se destacaram na década...

Claude Makélélé – Quando Makélélé deixou o Real Madrid para se transferir ao Chelsea, o presidente merengue Florentino Pérez justificou sua saída dizendo que o congolês (naturalizado francês) não acertava um passe de dois metros. A frase, que já soou infeliz na época, se tornou uma verdadeira maldição no clube de Chamartín que, deslumbrado com os Galácticos em campo, nunca recobrou seu equilíbrio defensivo. Apesar de baixo, Makélélé é um jogador muito forte fisicamente, capaz de desarmar com eficiência e cobrir como poucos os espaços à frente da defesa. Hoje no PSG, formou com Vieira em 2006 uma dupla quase inexpugnável no meio-campo da vice-campeã mundial França. 

Emerson – Entre os melhores volantes do início da década, Emerson é considerado um dos jogadores mais inteligentes do mundo taticamente. Outra característica marcante desse gaúcho de Pelotas é a capacidade de proteger a bola e entregá-la com segurança para alguém de mais talento no meio. Capitão da Seleção Brasileira em 2002, não participou do Mundial por conta de uma contusão sofrida no ombro. Quatro anos depois, fez parte do onze titular que fracassou com a camisa amarela em gramados alemães. Após uma passagem discreta pelo Milan, Emerson defendeu o Santos por seis partidas até solicitar a rescisão de contrato por conta de uma cirurgia.

Gennaro Gattuso – Dono de fôlego aparentemente inesgotável, Gattuso conquistou as torcidas de todos os times que defendeu. Raçudo, o volante formado pelo Perugia também se destaca como um eficiente recuperador de bolas, embora cometa um excessivo número de faltas. Após defender o Glasgow Rangers – onde recebeu dos escoceses o apelido de Coração Valente – e a Salernitana transferiu-se para o Milan, clube pelo qual conquistou muitos títulos e se tornou ídolo. Em 2006, participou da campanha vitoriosa da Itália na Copa.     

Gilberto Silva – Apesar da timidez fora dos gramados, Gilberto Silva atravessou a década entre os grandes nomes de sua posição. Fruto das categorias de base do América Mineiro, transferiu-se para o rival Atlético em 2000. No Galo, chegou a atuar como zagueiro até ser efetivado na posição de volante, onde logo a chamou a atenção do técnico da Seleção Brasileira Luis Felipe Scolari que o levou à Copa de 2002. Então campeão do mundo, o mineiro de Lagoa da Prata foi contratado junto ao Arsenal, onde fez parte da incrível geração dos Gunners que, ao conquistar a Premier League sem conhecer derrota, ficou conhecida como The Invincibles. Após cinco temporadas em Londres, Gilberto foi liberado para o Panathinaikos, clube que defende até hoje. Titular e vice-capitão do Brasil, deverá estar presente no Mundial da África do Sul. Para quem ainda duvida de suas condições físicas, é bom lembrar que as estatísticas da FIFA mostraram o discreto meio-campista como o atleta brasileiro que mais correu na última edição da Copa das Confederações. 

Michael Essien – Não restam dúvidas de que Essien é um dos melhores volantes do mundo na atualidade. Dotado de impressionante força física, o ganense de 27 anos combina marcação implacável com bons passes e arremates precisos de fora da área. Formado nas divisões de base do Bastia, ainda defendeu o também francês Lyon antes de se transferir para o Chelsea. Versátil, também pode atuar na defesa e até na armação. Figura chave dos Estrelas Negras, será presença certa do próximo Mundial

Roy Keane – Tido por Sir Alex Ferguson como o melhor atleta que já treinou, o hoje aposentado Keane é daquele tipo de jogador em extinção: Arrogante, encrenqueiro, e até certo ponto maldoso, mas ao mesmo tempo um líder nato e uma referência em sua posição. Ex-capitão do Manchester United, o irlandês se caracterizou em campo pela forte marcação e pelos bons chutes de média e longa distância.

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Static.blogo.it

 

Leão do Milan, Gattuso parece se multiplicar em campo.



Escrito por Michel Costa às 11h10
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