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Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


Os 99 melhores da Europa e Ronaldo.

Que me perdoe o colunista e blogueiro, Mário Sérgio Venditti, mas sempre que a FourFourTwo publicar sua lista dos 100 melhores do mundo nos moldes atuais, serei obrigado à “cornetar”.

Assim como na edição passada do ranking, ficou bastante evidente que os idealizadores acompanham muito pouco do que se passa fora do Velho Continente. Só isso mesmo para explicar a ausência de Juan Sebastián Verón, grande artífice da conquista da Libertadores pelo Estudiantes, e a presença de Santon, jovem lateral na Internazionale que teve pouco mais do que um par de boas atuações na temporada passada.

Não que eu pense que deveria ser meio a meio ou algo do tipo. Não é isso. Sei que o centro do futebol mundial se encontra na Europa e que o destino dos grandes jogadores é atuar por algum clube do continente.

Mas ainda existem talentos que militam por aqui ou que já retornaram à sua pátria que também merecem o devido reconhecimento. Ramires, agora no Benfica, é um bom exemplo. O Queniano Azul brilhou muito durante sua passagem pelo Cruzeiro, mas só após sua convocação e transferência para o Benfica foi notado no exterior.

A fim de situar quem ainda não viu a lista, informo que o único jogador que atua fora da Europa é Ronaldo. O corintiano ocupa a 100ª posição da lista, atrás do citado Santon, 99º. Daí para frente, o ranking se desenvolve mostrando os outros 98 jogadores que, segundo a publicação, alcançaram destaque na última temporada.

A grande maioria dos nomes é irretocável. Messi é o primeiro, Cristiano Ronaldo é o segundo e Kaká aparece em oitavo. No entanto, alguns jogadores parecem meio estranhos ou até deslocados ali. O primeiro exemplo é o defensor Dmytro Chygrynsky. Bom jogador, o ucraniano acaba de ser contratado pelo Barcelona que desembolsou 24 milhões de euros para contar com seus serviços. Agora eu pergunto: O ex-Shakhtar Donetsk teria sido classificado na 94ª posição se não tivesse sido sondado e, posteriormente, contratado pelo campeão europeu? Acho difícil.

Outro nome que soa estranho é o do brasileiro, naturalizado croata, Eduardo da Silva (90º). Para quem não se lembra, o atacante do Arsenal ficou quase toda temporada 2008/9 se recuperando da fratura sofrida em fevereiro do ano passado. Atuou apenas treze vezes e foi às redes em quatro oportunidades.

Já Ronaldinho Gaúcho (83º) e Ballack (49º) marcam presença basicamente pelo nome, visto que há muito tempo eles não mostram futebol suficiente para ostentarem tamanho status.

Por outro lado, apesar de minha acidez, a publicação também merece elogios. Mesmo discordando da lista, preciso enfatizar que a FourFourTwo nacional, há um ano no mercado, vem se consolidando como uma das melhores revistas esportivas do Brasil, igualando-se à veteraníssima Placar e à extinta Trivela. E, como prova de sua constante evolução, acaba de chegar a outros países de língua portuguesa como Angola e Portugal.

Mas que tal os britânicos consultarem os amigos brasileiros antes da próxima edição dos 100 melhores do mundo? Eu agradeceria. 

     

A capa paulista da FourFourTwo 11



Escrito por Michel Costa às 22h11
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A4L Tube.

Será?!

Por mais de uma década, a camisa 6 da Seleção Brasileira pertenceu a Roberto Carlos. Dono de um canhão em seu pé esquerdo, o nativo de Garça se notabilizou por ser um lateral esquerdo sólido na defesa e mortal no ataque.

Entretanto, apesar dos títulos que conquistou, Roberto ficou negativamente marcado na Seleção por episódios como as “bicicletas de pneu furado” durante a Copa de 1998 e por ajeitar seu meião no exato momento em que Henry nos mandava para casa em 2006.

Apesar disso, o lateral, atualmente no Fenerbahçe, manifestou seu desejo de voltar a defender a camisa amarela em 2010. Em entrevista ao jornalista Décio Lopes, além de comentar que existem propostas para uma volta ao futebol brasileiro, deixou claro que se Dunga precisar de seus serviços está à disposição e ainda afirma que se encontra muito bem fisicamente apesar dos 36 anos.

Agora eu pergunto aos meus fiéis leitores: Com a carência de laterais esquerdos que o Brasil tem hoje, posição em que ninguém se firma, valeria a pena apostar no veterano jogador?

Descobriu algum vídeo interessante ou engraçado cujo tema é futebol?
Mande-o para meu e-mail: a4l@bol.com.br, colocando no assunto “A4LTube”. Ele poderá ser publicado aqui!



Escrito por Michel Costa às 06h26
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Question

Talvez por se tratarem de cidades ricas e/ou poderosas, as capitais costumam produzir times campeões nacionais em grande número. No entanto, isso nem sempre acontece. Assinale abaixo, a única capital que já produziu um campeão nacional profissional da 1ª divisão.

a) Ancara;

b) Brasília;

c) Bogotá;

d) Pequim.

Boa sorte a todos!

Anterior

Quem é o jogador citado na(s) afirmativa(s) abaixo?

I – Revolucionário, mudou a história do futebol de seu país e dos clubes por onde passou.

II – Em clubes, conquistou importantes títulos nacionais e internacionais, mas não teve a mesma sorte atuando por seu selecionado.

III – Tem seu nome associado a um número pouco convencional aos craques.

IV – Como treinador, comandou uma equipe que ficou conhecida como “Dream Team”.

Resposta: As afirmativas acima se referem à Hendrik Johannes "Johan" Cruijff. Considerado o “inventor” do futebol holandês, Cruijff, ao lado do mítico treinador Rinus Michels, foi responsável por uma verdadeira revolucão no futebol de seu país, a começar por transformar o Ajax, seu clube formador, na equipe mais forte da Europa na primeira metade da década de 1970, conquistando três Copas dos Campeões consecutivas e seis ligas nacionais.

Disputando a Copa de 1974, Cruijff e seus companheiros de holandeses encantaram o mundo com uma seleção que ficou conhecida como “A Laranja Mecânica”, referência ao filme homônimo, trajar a cor laranja e apresentar um futebol de grande técnica e precisão.

Anos mais tarde, já como treinador, o eterno camisa 14 construiu aquela que seria a base do Barcelona até hoje. Uma filosofia de jogo ofensiva, de excelente toque de bola e apreço pelo futebol bem jogado. À primeira versão da equipe, campeã europeia em 1992, foi batizada de Dream Team em alusão à seleção norte-americana de basquete.

Na última semana, Cruijff, que atuava como comentarista, foi anunciado como treinador da Seleção da Catalunha.    

Classificação: Parabéns ao grande Rodolfo Moura que, sem perder tempo, arriscou o nome de Cruijff. Agora, Rodolfo divide a liderança com Cyntia, enquanto Yuri vem na cola com apenas um ponto a menos. 

Lembrando que o primeiro acertador leva 2 pontos e os outros acertadores recebem 1 ponto, a classificação até o momento é a seguinte:

1º) Cyntia e Rodolfo Moura – 36 pontos.

2°) Yuri – 35 pontos.

3º) JP – 30 pontos.

4º) Guilherme Siqueira – 19 pontos.

5º) André Chasee e Prisma – 13 pontos.

6º) Darley e Fernando – 10 pontos.

7º) Ângelo e Uendel – 9 pontos.

8º) Leonardo – 7 pontos.

9º) Fernando Clemente – 6 pontos.

10º) Repolho – 4 pontos.

11º) Bruno e Hellerson – 3 pontos.

12º) Douglas Cunha, Felipe e Lucimar – 1 ponto.

 

Cruijff: De gênio e louco ele sempre teve muito.



Escrito por Michel Costa às 22h06
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Pontos e Vírgulas.

Coluna destinada a comentar as opiniões emitidas pelo órgão responsável pela chegada de informações ao público aficionado pelo futebol: a imprensa esportiva. Afinal, bem ou mal, é através dela que tomamos conhecimento de (quase) tudo o que cerca o mundo da bola.

Por um debate mais inteligente.

Sou defensor do direito de cada um ter sua própria opinião, qualquer que seja. Quem me conhece sabe que dou risada até com o folclórico Formigão, personagem que habita o ótimo blog da Trivela.

No entanto, quando jornalistas esportivos usam argumentos distorcidos ou pouco inteligentes para defender suas posições, sou compelido a me manifestar.

Sempre respeitei e continuo respeitando o comentarista Maurício Noriega. Poucos profissionais de sua área sabem observar tão bem o que ocorre numa partida quanto ele. Além disso, Nori, como é chamado, é bem articulado e sabe expor suas ideias sobre o que se passa no gramado sem ficar em cima do muro ou se apegando a clichês.

No entanto, ao acompanhá-lo em seu blog, notei algumas coisas que me chamaram a atenção. Há alguns meses, o jornalista se mostrou contrário à adaptação do calendário do futebol brasileiro ao europeu. Nesta semana, Noriega se disse a favor do retorno da fórmula conhecida como “mata-mata” para o campeonato brasileiro.

Para completar, publicou em seu espaço um texto do também jornalista Roberto Zanin da RZ.Com Comunicação que se posiciona contra a atual fórmula de disputa do Brasileirão.

Até aí tudo bem. E como Noriega publicou o texto sem nenhuma consideração, imagino que ele concorde com tudo o que foi escrito por Zanin. O problema começa quando se nota a pobreza nas argumentações.

Para começar, Zanin escreve que a adoção da fórmula de disputa por pontos corridos nasceu do politicamente correto, graças à eliminação do São Paulo de Kaká (1º colocado da fase inicial) pelo Santos de Robinho e Diego (8º colocado) no campeonato de 2002 e pelo fato de ser a fórmula europeia.

Em seguida, alega que houve queda de público, de interesse e, por fim, de audiência. Argumenta ainda que todo campeonato que se preze deve ter uma decisão entre os postulantes ao título e emenda com a pérola de que os melhores campeonatos do mundo se decidem em playoffs: Copa do Mundo, Liga dos Campeões da Europa e Libertadores da América.

No post seguinte, em resposta a um leitor mais exaltado, Noriega expõe seu ponto de vista e defende abertamente o retorno à velha fórmula, justificando a preferência expondo que as maiores médias de público da história da competição (1983: 22.953, 1987: 20.792 e 1980: 20.792) se deram no antigo formato e que a menor média (2004: 7556) aconteceu após a adoção da fórmula atual. Completa ainda que dos vinte maiores públicos registrados nessas trinta e nove edições de campeonato nacional, nenhum foi registrado de 2003 para cá. Para aliviar, salva parte do discurso ao dizer que nenhum desses números, sozinho, pode ser definitivo em qualquer análise, mas pode ilustrar um debate saudável e educado.

Pois bem. Concordo que o debate deve ser educado, caso contrário, vira discussão e não leva a lugar nenhum. Mas para ser saudável, ele precisa ser intelectualmente honesto. Precisa ter contrapontos e não sugerir absurdos.

Quando Zanin escreve que sobre a aplicação de playoffs em Copas do Mundo, Liga dos Campeões e Libertadores fico imaginando o que ele pensa de seu leitor. No mínimo que se trata de um ser acrítico. Imagine uma Copa sendo disputada em pontos corridos. Com os atuais 32 participantes, ocuparia 62 datas com turno e returno. Mais de um ano! A observação do jornalista é tão ridícula que chega a arder os olhos.

Outra falácia são os números apresentados. Quem conhece a história de estádios como Maracanã, Morumbi e Mineirão, sabe perfeitamente que os grandes públicos do passado nunca serão batidos.

Para se ter uma ideia, o maior público deu-se no velho Maraca que em 1983 abrigou 155.523 torcedores na decisão entre Flamengo e Santos. O vigésimo maior público (111.111) também foi registrado em 1983, no Morumbi, em partida envolvendo as duas agremiações citadas. Hoje, o mesmo Maracanã possui a capacidade máxima de 82.238 espectadores. Quando lembramos que se trata do maior estádio do país, a argumentação de Noriega se evapora. Afinal, como bater tais públicos se os estádios não mais os comportam?

Outros dados importantes refletem o aumento de público nos últimos anos e não o contrário. Nos últimos vinte anos, as médias foram: 1989: 10.857, 1990: 11.600, 1991: 13.760, 1992: 16.814, 1993: 10.914, 1994: 10.222, 1995: 10.332, 1996: 10.913, 1997: 10.497, 1998: 13.487, 1999: 17.018, 2000: 11.546, 2001: 11.401, 2002: 12.866, 2003: 10.468, 2004: 7.556, 2005: 13.600, 2006: 12.300, 2007: 17.461 e 2008: 16.955. Após o citado fracasso de 2004, o público só aumentou e hoje se apresenta consideravelmente maior que nos anos anteriores.

Além do aumento de público, outro fator importante vai de encontro à opinião de Noriega: as enquetes promovidas até o momento apontam que os torcedores abraçaram o atual formato e desejam sua manutenção. E se o povo assim deseja...

Vale ressaltar que o modelo antigo não tinha nem formato definido. Mudava a cada ano. Era uma verdadeira bagunça, havia “viradas de mesa” e não passava nenhuma credibilidade. Quem garante que esses problemas não voltariam?

Curiosamente, questões como horários quase criminosos tipo 22 horas de quarta-feira e 16 horas no horário de verão pouco vêm à tona, mas suas manutenções fazem acreditar que a preocupação com o público do estádio talvez não seja tão grande assim.

O único argumento que considero válido é o da queda de audiência. A Globo estima que um em cada quatro brasileiros deixou de acompanhar futebol nas tardes de domingo nos últimos quatro anos. Em 2004 o índice era de 25, 5 pontos. Hoje, está na casa dos 19. Em contrapartida, os valores arrecadados com patrocínio pela emissora carioca cresceram 80% no mesmo período.

Enfim, nada contra o direito de pensar diferente. Isso é muito importante dentro de uma democracia. No entanto, a partir do momento que as informações não são expostas da maneira mais correta, o diálogo se torna cada vez mais improdutivo e, porque não dizer, enganoso.



Escrito por Michel Costa às 22h52
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Filosofando com Cléber Machado.

“Porque o mundo mudou. Porque hoje você espirra e você não houve mais saúde do cara que tá do lado. O mundo te deseja saúde. Ou não.”

“Há uma discussão muito pontual. A pontualidade faz parte, não tenha dúvida. Você não pode esquecer, é pontual. Brinquei da crise aérea. Houve uma crise aérea? Houve. A vida inteira? Não. Todo tempo que o Brasil teve transporte aéreo houve crise? Não, mas houve uma? Houve. A discussão é pontual? É... mas não é. Porque é estrutural.”

Não acredita que ele tenha dito as frases acima? Clique aqui.



Escrito por Michel Costa às 07h48
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