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Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


Façam suas apostas.

Seguindo a tradição do blog A4L, chegou a hora de solicitar aos amigos que apontem os seus favoritos nas principais ligas européias. Como de costume, a sondagem acontece após a publicação do Guia dos Europeus da revista Placar.  

Para quem ainda não sabe do que se trata, explico: Há alguns anos, a Placar convida jornalistas de várias partes do Brasil e do mundo para que palpitem sobre quem ficará com o título nas ligas nacionais da Espanha, Inglaterra, Itália, Alemanha, França, Portugal e UEFA Champions League.

Para a temporada 2009/10, os escolhidos, pela ordem, foram:

Arnaldo Ribeiro (Placar): Barcelona, Chelsea, Juventus, Hamburgo, Olympique, Benfica e Real Madrid.

Elias Perugino (El Gráfico – Argentina): Barcelona, Chelsea, Inter, Bayern, Bordeaux, Benfica e Barcelona.

Fabian Torres (Marca – Espanha): Real Madrid, Chelsea, Inter, Schalke 04, Lyon, Porto e Barcelona.

Marcelo Barreto (Sportv): Real Madrid, Chelsea, Inter, Bayern, Lyon, Benfica e Real Madrid.

Gerd Wenzel (ESPN Brasil): Real Madrid, Arsenal, Juventus, Hamburgo, Lyon, Porto e Real Madrid.

Gian Oddi (IG): Barcelona, Chelsea, Inter, Hamburgo, Bordeaux, Benfica e Real Madrid

Lédio Carmona (Sportv): Barcelona, Chelsea, Juventus, Wolfsburg, Olympique, Porto e Real Madrid.

Mauro Beting (Band): Barcelona, Chelsea, Inter, Stuttgart, Olympique, Benfica e Real Madrid

Paulo Vinícius Coelho (ESPN Brasil): Real Madrid, Liverpool, Inter, Hamburgo, Lyon, Porto e Real Madrid.

Rodrigo Bueno (Folha de São Paulo): Real Madrid, Liverpool, Inter, Stuttgart, Olympique, Benfica, Chelsea.

Sebastiano Vernazza (La Gazzetta Dello Sport – Itália): Real Madrid, Chelsea, Inter, Hamburgo, Bordeaux, Benfica e Real Madrid.

Favoritos da Placar: Real Madrid (6 votos), Chelsea (8 votos), Inter (8 votos), Hamburgo (5 votos), Lyon (4 votos), Benfica (7 votos) e Real Madrid (8 votos).

Como se vê, a “gastança” do Real Madrid não passou despercebida e os Merengues foram apontados como favoritos para a La Liga e UEFA Champions League. Na Inglaterra, o Chelsea de Carlo Ancelotti foi o escolhido. A tetracampeã Inter obteve 8 votos na Itália. Surpresa, o Hamburgo foi escolhido pela maioria para a Bundesliga. O sempre forte Lyon lidera quando o assunto é França enquanto o reforçado Benfica foi apontado como o maior candidato de Portugal.

Agora é a nossa vez. Os amigos que receberam o e-mail convidando para esta enquete, só precisam informar nome e site/blog (facultativo). Quem não recebeu, mas quer participar, favor deixar nome, e-mail e site/blog (facultativo).

Fazendo as honras da casa, eu começo!

 

O Guia perfeito para se acompanhar a temporada.



Escrito por Michel Costa às 08h35
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A4L Tube.

Somos Uno.

Numa semana em que o Barcelona mostrou mais uma vez o seu poder de controlar uma partida, um vídeo publicitário que retrata muito bem a filosofia de jogo do clube catalão.

Vale notar que, na ocasião, Samuel Eto’o ainda pertencia ao grupo... 

Descobriu algum vídeo interessante ou engraçado cujo tema é futebol?
Mande-o para meu e-mail: a4l@bol.com.br, colocando no assunto “A4LTube”. Ele poderá ser publicado aqui!



Escrito por Michel Costa às 22h25
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Sonho distante.

Durante a transmissão de Internazionale 0x0 Barcelona, o comentarista Paulo Vinícius Coelho acertou na mosca ao dizer que, sem jogar quando tiver a posse de bola, a Inter não conseguirá quebrar o jejum de 45 anos sem vencer a UEFA Champions League.

Impressionante o domínio do Barça na partida de hoje. Em certo momento, a geradora informou que os catalães detinham 63% da posse de bola e ao final foram registrados 67%!!! E quando se constata que o time comandado por Guardiola era o visitante, esses números assustam ainda mais.

Recordando a temporada passada, o catenaccio dos Nerazzurri fez lembrar duas partidas em especial: A primeira, da própria Inter, deu-se no jogo de ida contra o Manchester United pelas oitavas-de-final. Na ocasião, os Red Devils só não venceram porque esbarraram num Júlio César enorme sob as traves. A segunda, do Barça, aconteceu na primeira partida da semifinal diante do Chelsea no Camp Nou, onde os azuis de Londres se defenderam de maneira categórica.

A diferença está no fato do Chelsea ser o visitante naquela ocasião. Sabia que o rival espanhol sairia para o jogo e tratou de fechar os espaços. No caso da equipe italiana, o mando da partida deveria pelo menos incutir um pouco de ousadia a José Mourinho.

Não foi o que aconteceu. Da mesma forma que o elenco dos tetracampeões nacionais não parece montado para algo muito diferente do que se impor pela força física. Um expediente que pode até funcionar na Serie A, mas que dificilmente alcançará sucesso em voos maiores.

Reuters

 

Messi esbarrou na muralha defensiva da Inter.  



Escrito por Michel Costa às 20h27
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Contagem Regressiva: Setembro de 2009

Para um fanático por futebol, uma Copa do Mundo é muito mais do que um evento esportivo. È um período para se tirar férias do trabalho e só sair de casa para tratar de assuntos estritamente necessários. São semanas mágicas, onde um jogador consegue deixar o mundo mortal para fazer parte do panteão dos Deuses da Bola e, de quebra, transformar um país inteiro numa grande festa. É uma época para se rir, chorar, se emocionar. Enfim, é um momento para guardar para sempre em nossos corações...

O Brasil está na Copa. E agora?

Ao vencer a Argentina por 3 a 1 em Rosário, a Seleção Brasileira garantiu sua classificação para o Mundial da África do Sul com três rodadas de antecedência. Mais importante do que esse feito, é constatar que, apesar de sua inexperiência como treinador, Dunga está fazendo um bom trabalho à frente do selecionado canarinho, transformando os jogadores que convoca num grupo unido e, sobretudo, num time coeso.

Mas e agora? O que a Seleção ainda precisa melhorar e a quais perigos ela estará exposta antes e durante a Copa?

Para tentar responder a essas perguntas, é necessário avaliar os atletas que vêm sendo convocados, as carências do grupo e os adversários a serem batidos antes da conquista do cetro dourado.

O jogo.

Embora a Seleção apresente um esquema tático definido e diversas variações para ele, ficou claro durante o período classificatório e preparatório que esse grupo – até pelas características dos jogadores – sente-se mais confortável quando se utiliza de contragolpes para marcar seus gols.

Nada demais, uma vez que o contra-ataque é uma opção tática legítima e que até a mais famosa versão do Brasil, a de 1970, atuava dessa maneira ao recuar para o campo de defesa e aproveitar os espaços deixados pelos rivais.

A grande questão é que a maioria dos rivais brasileiros na Copa não deverá dar espaços para esses contragolpes, uma vez que a iniciativa do jogo é historicamente um ônus da melhor equipe.  

Deste modo, acabe a Dunga promover alternativas técnicas e táticas para que essa situação não se torne o grande entrave na competição.

Os jogadores.

Restando apenas duas partidas eliminatórias e nove meses para o ponta-pé inicial da Copa, pode-se dizer que Dunga já definiu a maior parte de seu grupo. Logicamente, muita coisa pode acontecer no período – como, por exemplo, as inevitáveis lesões – e isso pede a inclusão de um “cadastro reserva”, montado para qualquer eventualidade.

Observando as recentes listas de convocação do treinador e sem perder de vista as opções menos testadas, o grupo que tentará a conquista do hexa, deverá contar com os seguintes nomes:

Goleiros: Júlio César, Doni e Victor. Gomes e o veterano Marcos, nesta ordem, devem ser os nomes que ficarão de sobreaviso.

Zagueiros: Lúcio, Juan, Luisão são os preferidos para três das quatro vagas. Entretanto, a condição física precária do romanista pode implicar numa futura ausência. Miranda e Thiago Silva estão na fila, mas Alex, ao que parece, se queimou com a comissão técnica ao não adiar uma cirurgia realizada no período da Copa das Confederações.   

Laterais: Na direita, tudo tranquilo. Maicon é o dono da posição e Daniel Alves pode rendê-lo com qualidade, além de ser opção para a lateral canhota e meio-campo. Do outro lado, a coisa se complica. Muitos já envergaram a camisa 6, mas ninguém se firmou. André Santos, atual titular, apóia bem, mas marca pouco e deixa espaços. Aliás, a última partida contra o Chile foi emblemática. Filipe Luís, melhor lateral esquerdo da última temporada espanhola, vem colecionando convocações, mas ainda não teve oportunidade de mostrar seu valor em campo. Marcelo e Kléber são as outras opções, enquanto Fábio Aurélio segue apenas como especulação.  

Volantes: Mesmo contestado, Gilberto Silva permanece titular e vice-capitão de Dunga. Seu companheiro de ofício, Felipe Melo também vem agradando pela disposição, mas peca pelo excesso de vontade em alguns lances o que já lhe rendeu diversos cartões. Para piorar, o bianconero está ficando marcado como um jogador que abusa do chamado “toquinho de calcanhar”, algo que quase comprometeu Clodoaldo em 70 e que por muito menos tachou Cerezo como um dos responsáveis pela Tragédia do Sarriá doze anos mais tarde. Na lista de suplentes, estão o fixo Josué e os intermitentes Lucas e Anderson. Ainda nesta posição, Sandro do Internacional surge como surpresa de última hora.

Meias: Kaká, Elano, Júlio Baptista e Ramires. Uma lista até fácil de se montar, só que a ausência de Diego não deve permanecer por muito tempo. Assumindo o protagonismo na Juventus, o ex-santista deve conquistar pelo menos mais uma chance de mostrar o seu valor, uma vez que Baptista não parece ser o reserva ideal de Kaká. Outra possibilidade é que o versátil Ramires pode ocupar uma das vagas de volante, abrindo mais uma vaga neste setor.    

Atacantes: Luís Fabiano, Robinho, Adriano e Nilmar. Dos quatro, só o Fabuloso é unanimidade. Mas se engana quem pensa que Robinho corre o risco de ficar de fora do grupo, uma vez que Dunga já declarou confiar muito no talento do camisa 10 do Manchester City. Completando o setor, pelo seu estilo, Adriano fica com uma vaga, enquanto Nilmar, autor de três gols e uma “assistência pela persistência” contra o Chile marcou seu lugar. Nesse contexto, Alexandre Pato, que nunca disse a que veio trajando verde-amarelo, pode começar a pensar em 2014.

Outras possibilidades são Diego Tardelli, Grafite e Vágner Love, enquanto Ronaldo paira como um fantasma sobre a atual geração. Embora eu seja capaz de apostar que seu comportamento indolente em 2006, somado às suas declarações contra Ricardo Teixeira sepultaram para sempre as suas chances.

Os rivais.

Até este momento, nove selecionados estão classificados, além do Brasil e da anfitriã África do Sul: Paraguai, Holanda, Espanha, Inglaterra, Gana, Austrália, Japão, Coréia do Norte e Coréia do Sul.

Uma vez que essas bandeiras garantiram suas presenças e outras tradicionais como Itália e Alemanha estão a caminho, outras seleções enfrentam duras dificuldades e podem até mesmo assistir o evento pela TV como é o caso de Argentina, Portugal e França.

No caso de nosso hermanos, sugiro a leitura do post escrito por Paulo Vinícius Coelho, onde o jornalista ao lado do argentino Elias Perugino da El Gráfico constrói o cenário de uma possível eliminação de nossos eternos rivais. Veja aqui.

Quanto aos embates na Europa e na África recomendo os ótimos artigos escritos pelo amigo Philippe Dutra em seu blog, clicando aqui.

Sem aparentemente contaminar a Seleção, os primos confiança e oba-oba parecem estar se instalando na torcida brasileira. E é sempre assim quando o Brasil joga bem. Logo surgem os discursos de que só perdemos para nós mesmos, que nosso time reserva ganha a Copa e outras bobagens do tipo.

O que não avaliam é o fato de o Brasil de Dunga não ter enfrentado adversários que atravessam bons momentos. Se derrotou os cambaleantes Portugal, Itália e Argentina, ainda não enfrentou a Espanha e a Inglaterra de Capello que considero as principais concorrentes ao título. Confrontos que só devem acontecer na Copa.  

Reuters

 

Brasileiros comemoram a vitória sobre a Argentina e a classificação.



Escrito por Michel Costa às 15h44
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