Como previsto, o favorito Milan comandado por Arrigo Sacchi bateu a Lazio de Sven Goran Eriksson e se tornou o primeiro finalista da Liga dos Sonhos. De quebra, pela primeira vez, um time foi escolhido vencedor de maneira unânime. Deste modo, usando o critério de proporcionalidade da Liga, os oito votos obtidos pelo Rossonero, resultaram no seguinte placar na Chave 1:
Conforme disposição da tabela, o próximo e último confronto pertencente à Chave 2 será:
Real Madrid Galáctico vs. Juventus do Tridente
Local: Olympiastadion, Berlim (ALE)
Partida válida pela segunda semifinal da Liga dos Sonhos 2009.
Em campo, as seguintes equipes:
O Real Madrid Galáctico (2002-2003)
Time Base: Iker Casillas; Michel Salgado, Fernando Hierro, Iván Helguera e Roberto Carlos; Claude Makelele, Esteban Cambiasso, Luís Figo e Zinedine Zidane; Raúl e Ronaldo.
Reservas: César Sanchez, Flávio Conceição, Steve McManaman, Guti e Fernando Morientes.
Técnico: Vicente del Bosque.
Histórico e Títulos: Os Galácticos que deram certo.O timeque conquistou a Champions League em 2002 ganhou o reforço de Ronaldo. Com o fenômeno, conquistaram o troféu intercontinental de 2002 e a liga espanhola ao final da temporada.
Além de grandes astros como Figo, Raúl, Zidane e o próprio Ronaldo, os Merengues contavam com um elenco forte, capaz de suprir eventuais ausências. No banco, Vicente del Bosque garantia escalações ofensivas, mas consistentes.
Raúl: Capitão e esperança de gols no Real Madrid.
A Juventus do Tridente (1994-1995)
Time base: Angelo Peruzzi; Sergio Porrini, Ciro Ferrara, Jürgen Kohler e Moreno Torricelli; Angelo Di Livio, Paulo Sousa, Didier Deschamps e Roberto Baggio; Gianluca Vialli e Fabrizio Ravanelli.
Reservas: Massimo Carrera, Robert Jarni,Alessio Tacchinardi,Giancarlo Marocchi,Antonio Conte e Alessandro Del Piero.
Técnico: Marcello Lippi.
Histórico e Títulos: Conhecida pelo tridente ofensivo formado por Baggio, Vialli e Ravelli, conquistou, numa mesma temporada, o Scudetto e a Coppa.
Del Piero: Mais do que uma opção para Lippi.
Como participar:
1 -Quem recebeu um e-mail avisando deste post, só precisa se identificar informando seu nome. Quem não recebeu, mas quer participar, favor deixar nome e e-mail.
2 - Escolha o vencedor da partida e informe na caixa de comentários.
3 - Cada participante terá direito a um voto.
4 - O vencedor do confronto será o time que obtiver mais votos após o fechamento da votação.
5 - A votação se encerrará no próximo sábado.
6 - O placar final será proporcional à quantidade de votos obtidos pelas equipes.
7 - Em caso de empate, caberá ao presidente da Liga (este blogueiro) decidir o vencedor numa disputa virtual de tiros livres da marca do pênalti.
8 - Comentários sobre o embate também serão bem-vindos.
O vídeo abaixo foi uma sugestão do nosso amigo Prisma. Trata-se de uma coletânea impagável de gols perdidos.
Aliás, uma boa diversão é apontar os autores das “obras” em destaque. A de número quatro ficou por conta do dinamarquês Tomasson, ex-Milan, na ocasião defendendo o Feyenoord.
Boa diversão e um ótimo fim de semana para todos!
Descobriu algum vídeo interessante ou engraçado cujo tema é futebol? Mande-o para meu e-mail: a4l@bol.com.br, colocando no assunto “A4LTube”. Ele poderá ser publicado aqui!
Quem é o jogador citado na(s) afirmativa(s) abaixo?
I – Um dos mais sólidos defensores de nossos tempos, destacava-se pela força física.
II – Após obter grande destaque no campeonato de seu país, foi contrato por um gigante inglês.
III – Dono de forte personalidade, buscou novos ares em solo italiano.
IV – Por ironia do destino, atuou ao lado de dois jogadores que havia criticado em sua biografia.
Atenção: Serão quatro alternativas ao todo. Uma por dia. Cada uma revela determinada informação do jogador que, reunidas, formam uma resposta única. Agora, cuidado ao arriscar, pois cada participante só tem direito a uma opção.
Boa sorte a todos!
Anterior:
Quem é o jogador retratado abaixo?
Dica: Atacante, disputou a Copa do Mundo de 1998.
Resposta: O jogador retratado acima é o sérvio Perica Ognjenovic (24 de fevereiro de 1977). Atacante habilidoso e driblador, Ognjenovic surgiu como uma promessa do Estrela Vermelha de Belgrado. Seis meses após disputar a Copa de 1998 pela antiga Iugoslávia, foi contratado pelo Real Madrid, onde era apontado como possível sucessor do montenegrino Mijatovic.
Apesar das expectativas, o jogadorteve uma passagem discreta por terras espanholas. A seguir, defendeu clubes como Kaiserslautern e Dínamo de Kiev. Hoje, defende o modesto FK Jagodina, clube de sua terra natal.
Classificação: Parabéns ao especialista Yuri que logo reconheceu o jogador. Com este resultado, Yuri fica a um ponto da líder Cyntia e um acima do terceiro colocado Rodolfo Moura.
Na oportunidade, gostaria de agradecer a todos os outros participantes.
Lembrando que o primeiro acertador leva 2 pontos e os outros acertadores recebem 1 ponto, a nova classificação é a seguinte:
“Ou tem uma lei proibindo a venda de jogadores no meio do campeonato, ou você muda o calendário brasileiro”
Com essas palavras, o presidente Lula se posicionou radicalmente contra os estragos que a abertura da janela de transferências provoca no futebol brasileiro e acenou com a possibilidade de haver alguma medida legal ou administrativa que diminua os efeitos das negociações nas equipes nacionais.
Assumidamente corintiano e apreciador de futebol, Lula concorda que, devido ao curto tempo de carreira, os atletas devem mesmo buscar os melhores contratos. No entanto, alega que suas saídas não podem ocorrer justamente no meio do campeonato como vem acontecendo agora:
“O Cruzeiro perdeu o Ramires no auge da disputa da Libertadores. O Corinthians foi campeão paulista invicto, campeão da Copa do Brasil, está pensando na Libertadores... (Mas) desmonta o time e perde quatro jogadores em um final de semana.”
Assim, estão reabertas as discussões sobre as mudanças no calendário brasileiro. Mês passado, a edição nacional da revista FourFourTwo publicou um esboço do que seria o calendário brasileiro ideal. A matéria sugere o fim dos Estaduais, a criação de torneios regionais, um campeonato nacional que iria de julho a dezembro e o fim da participação tupiniquim na Copa Sul-Americana.
Não concordo. Julho seria o mês perfeito para os clubes iniciarem a pré-temporada, excursionarem pelo mundo – não me conformo em ver tantos torneios internacionais sem a participação de times brasileiros – se prepararem para disputa dos Estaduais com tempo para remontar os elencos para só depois iniciarem na competição nacional. Além disso, não seria interessante abrir mão das receitas da Copa Sul-Americana, que tem tudo para “pegar”.
Deste modo, observando as necessidades dos clubes que estão inseridos num mundo globalizado, onde não se justifica o recolhimento ao seu próprio território, e sem menosprezar a tradição e a importância política dos Estaduais, segue uma sugestão deste blogueiro sobre como deveria ser o calendário nacional:
Junho: Férias, exceto para os clubes ainda na disputa da Taça Libertadores da América que guardariam seu recesso logo após o fim de suas respectivas participações na competição continental.
Julho: Apresentação dos elencos, pré-temporada, período para amistosos e excursões internacionais.
Agosto: Início dos Campeonatos Estaduais. Competições que teriam, no máximo, doze/treze datas para os grandes clubes.
Setembro: Fim dos Estaduais. Início da Copa do Brasil com todos os grandes clubes e da Copa Sul-Americana que contaria com a participação de apenas quatro (e não oito) clubes brasileiros.
Outubro: Início do Campeonato Brasileiro.
Novembro a Dezembro: Campeonato Brasileiro, final da Copa Sul-Americana e recesso de final de ano.
Janeiro: Retorno aos trabalhos,retomada do campeonato nacional e fase preliminar da Taça Libertadores.
Fevereiro a Maio: Finais da Copa do Brasil, disputa da Taça Libertadores e segundo turno do Campeonato Brasileiro.
Neste cenário, sem mudanças no calendário sul-americano ou nas datas FIFA, a única alteração que envolveria fórmula de disputa aconteceria nos campeonatos estaduais, que contariam com uma participação menor dos chamados clubes grandes. Todavia, não haveria impedimento para que as federações estaduais adotassem fórmulas com os demais clubes disputando mais partidas. Enquanto isso, as séries B, C e D acompanhariam as datas da Série A.
Este é só mais um esboço de como seria um calendário mais racional, que não afetaria os diversos interesses que estão em jogo. Talvez o formato descrito acima nem seja o ideal. No entanto, no formato em que está, o modelo não mais atende os interesses de ninguém.
Ou será que atende?
Terra
Lula: Finalmente um presidente que se interessa por futebol.