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Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


A4L Tube

Para fechar a semana, dois vídeos especiais. O primeiro, indicado pelo amigo Bruno Silva, é uma homenagem ao povo argentino e em especial ao Estudiantes.

Um povo tão próximo e ao mesmo tempo tão diferente do nosso. Na edição abaixo, vemos um show de sentimentos. Drama, luta, euforia, tudo que tão bem caracteriza os chamados hermanos...    

No segundo, um lance de uma partida disputada no mesmo horário da final da Libertadores. Nele, o palmeirense Diego Souza mostra aos jogadores do Flamengo um pouco da capacidade de improviso tão própria dos brasileiros. Vale conferir...  



Escrito por Michel Costa às 18h51
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Se for por falta de adeus...

Mesmo sem o anúncio oficial da transferência de Ibrahimovic para o Barcelona, é possível dizer que a saída do sueco da Internazionale aconteceu bem antes disso.

Já há alguns meses, o atacante dava sinais de que o seu ciclo na Itália havia se encerrado e usava o discurso da “busca por novos desafios” para quem quisesse ouvir.

Como se isso não bastasse, insinuou que a ideia era se transferir para um clube onde pudesse conquistar a Liga dos Campeões. Uma competição onde, curiosamente, nunca brilhou em suas fases mais agudas.

Trata-se da lógica invertida do futebol atual. Agora, não é mais o jogador quem tem a obrigação de levar uma equipe ao título, mas o contrário.

No entanto, o mais interessante é constatar que talvez a Inter tenha se tornado mais forte após sua saída. Seu substituto, o camaronês Samuel Eto’o, pode não ser tão plástico com a bola nos pés, mas, sem dúvida, já brilhou em momentos mais agudos de sua carreira.

Esse fator, mais a quantia de € 45 milhões e o empréstimo do meio-campista Hleb, dão a sensação de que o clube de via Durini pode ter sido o grande afortunado da história.

Você concorda?    

Reuters

 

Ibrahimovic: Craque ou um jogador sobrevalorizado?



Escrito por Michel Costa às 22h48
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Cada caso é um caso.

Com a derrota do Cruzeiro para o Estudiantes, surgiu um comentário dando conta de que esta é a sexta final de Taças Libertadores consecutiva em que times brasileiros perdem para times estrangeiros.

A informação, apesar de absolutamente verdadeira, me pareceu solta e inconclusiva. Aliás, como a maioria das “análises” realizadas pela mídia esportiva nacional.

Caso a intenção seja mostrar que as equipes brasileiras estão em má fase, basta lembrar que todas se classificaram para as oitavas-de-final vencendo seus grupos, menos o Palmeiras, segundo colocado do Grupo 1, superado pelo Sport.

Mesmo assim, a discussão há algumas semanas era justamente a má fase dos clubes argentinos que, excetuando o Estudiantes, foram eliminados na primeira fase ou logo nas oitavas.

Se o intuito era simplesmente indicar o desempenho ruim nas últimas finais contra adversários estrangeiros, o que também é verdade, ainda seria o caso de ponderar as circunstâncias nas quais se deram os insucessos.

Por exemplo, aqueles que enfrentaram o Boca Juniors, não tem do que se envergonhar. Afinal, foram batidos pelo maior clube da América do Sul, atravessando aquela que pode ser considerada a grande década de sua história.

O São Caetano, batido pelo Olímpia em 2002, mesmo com os investimentos da época, ainda era uma modesta equipe da grande São Paulo. Apenas chegar a uma final de Libertadores pode ser considerado um feito notável.

Por sua vez, o Fluminense tem muito o que lamentar por 2008. Após eliminar os favoritos São Paulo e Boca, o Tricolor das Laranjeiras caiu diante da LDU, numa decisão onde a comissão técnica não teve o mínimo cuidado com as investidas de Guerrón pelo lado direito, talvez o único verdadeiro destaque dos equatorianos no torneio.

Quanto ao Cruzeiro, vale ressaltar a qualidade e preparo do rival. Comandados pelo maestro Verón, os Pinchas souberam aproveitar a inércia dos mineiros, que pareciam imaginar que a vitória chegaria a qualquer momento. Não chamaria de “salto alto”, mas fica difícil negar a desconcentração dos cruzeirenses no Mineirão.

Como se pode notar, não faltam avaliações e explicações próprias para cada situação, embora muitos prefiram se apoiar no reducionismo, algo explícável para aqueles que não estão dispostos a pensar muito.

Vipcomm


Decepcionado com a derrota, Kléber é consolado por Adílson Baptista.



Escrito por Michel Costa às 16h03
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Question

Quem é o jogador retratado abaixo?

 

Dicas só serão inseridas neste espaço conforme a necessidade dos participantes.

Boa sorte a todos!

Anterior:

Quem é o jogador citado na afirmativa abaixo?

I - Maior jogador da história de seu país, atuou em grandes clubes da Itália e da Espanha.

II - Por ironia do destino, não participou da maior conquista de sua seleção.

III - Pertencente a uma família de "boleiros", atuou diversas vezes ao lado do irmão.

IV - Antes de encerrar a carreira ainda atuou no Japão e na Holanda.

Resposta: O jogador descrito acima é o dinamarquês Michael Laudrup. Prodígio desde as categorias de base, Laudrup passou por Brondby e Kobenhaven antes de se transferir para a Lazio com apenas 19 anos. Considerado o maior jogador da história de seu país, o meia-atacante ainda defendeu Juventus, Barcelona, Real Madrid, Vissel Kobe (Japão) e Ajax, seu último clube.

Curiosamente, não esteve presente na maior conquista do futebol dinamarquês, ficando de fora da delegação campeã da Euro 92.

Membro de uma família de futebolistas, o agora técnico é irmão mais velho de outro grande jogador, o atacante Brian Laudrup.   

Classificação: Parabéns ao Guilherme Siqueira que, corajosamente, foi o primeiro a arriscar.

Na oportunidade, gostaria de agradecer a todos os outros participantes.

Lembrando que o primeiro acertador leva 2 pontos e os outros acertadores recebem 1 ponto, a nova classificação é a seguinte:

1º) Cyntia – 27 pontos.

2º) Yuri – 25 pontos.

3º) Rodolfo Moura – 24 pontos.

4º) JP – 23 pontos.

5º) Prisma – 11 pontos.

6º) Darley, Fernando e Guilherme Siqueira – 10 pontos.

7º) Ângelo – 9 pontos.

8º) Guilherme Siqueira e Uendel – 8 pontos.

9º) André Chase e Leonardo – 5 pontos.

10º) Bruno e Hellerson – 3 pontos.

11º) Repolho – 2 pontos.

12º) Douglas Cunha, Felipe e Lucimar – 1 ponto.

 

Maior ídolo do futebol dinamarquês, Laudrup não esteve na Euro 92.



Escrito por Michel Costa às 06h17
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A4L recomenda...

Juca entrevista Zé.

Ex-jogador e agora comentarista da Rádio Globo de São Paulo, Zé Elias deu uma interessante entrevista ao jornalista Juca Kfouri em seu programa na ESPN.

Durante o divertido papo, entre muitos assuntos, Zé Elias respondeu a uma pergunta pouco comum de qualquer entrevistador, quando Juca desejou saber se os comentaristas esportivos que nunca foram jogadores falam muita bobagem.

A resposta, bastante política, não me surpreendeu, mas o seu complemento sim:

“Ex-jogadores percebem mais coisas porque viveram os bastidores do futebol. O Ballack, por exemplo, sempre foi um dos grandes jogadores até a final. Em todas as finais ele desaparece.”

Logo em seguida, relembrou a decisão da Copa da UEFA entre Internazionale e Lazio em 1998:

“Em 98, quando nós (Inter) fomos jogar a final da Copa UEFA contra a Lazio, na entrevista coletiva um dia antes, o Nesta e o (Roberto) Mancini disseram que se tem algum time que merece ser campeão eram eles, a Lazio, que não haviam perdido nenhum jogo. Nos vestiários, Ronaldo chamou todo mundo e disse que faria o Nesta fazer uma figura de... (faz um gesto com a mão). No jogo, o Ronaldo deu caneta nele, fez o gol, fez um monte de coisa e saiu campeão.”

Pelo jeito, o velho “Zé da Fiel” não chega junto apenas nos gramados...

Quem quiser conferir a íntegra dessa ótima entrevista, acesse aqui.    

ImageShack

 

Zé Elias em seus tempos de Timão. Pura raça.



Escrito por Michel Costa às 20h27
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¿Por qué no te callas?

Durante a festa de casamento de Robinho, Dunga resolveu “abrir sua caixa de ferramentas”. Falou sobre tudo, sem muito cuidado com as palavras. O problema é que ao seu lado estava o jornalista (e oportunista) Milton Neves, que fez questão de reproduzir o diálogo em seu blog.

Particularmente, nunca condeno os sinceros. No entanto, o técnico da Seleção Brasileira perdeu uma excelente oportunidade de ficar calado e acabou falando demais.

A seguir, algumas declarações que prometem dar o que falar nos próximos dias...

De Dunga a Kaká (outro convidado de Robinho) sobre o fato de Lula ter presenteado Barack Obama com uma camisa da Seleção:  

“Tá vendo, Kaká, hoje ele distribui nossas camisas, mas outro dia, pelo que ele andou falando, ele deveria distribuir camisas da Argentina, que ele tanto elogiou, quando eles ganharam da gente.”

Em certo momento, Milton perguntou ao treinador o que ele pensava sobre os muitos técnicos e jornalistas acham que o ideal seria acompanhar o jogo das tribunas, para enxergar melhor o que acontece no campo:

Quem pensa assim é quase um imbecil e coisa de gente que nunca calçou chuteira e que nunca cantou o hino nacional no gramado. Todo técnico tem que ficar do lado do gramado para acompanhar de muito perto o estado psicológico de cada atleta. É preciso sentir lado a lado o rosto, a expressão e o suor dos jogadores. Dependendo do que eu sentir olhando ali de pertinho, eu posso trocar um jogador até no início da partida. E lá de cima não dá para sentir nada.”

Sobre Gilberto Silva:

Milton, depois que o Gilberto foi para a Grécia, o Arsenal se tornou um timeco. Ele é meu titular e da posição dele eu entendo um pouquinho.”

Sobre imprensa esportiva:

O nível da crônica esportiva caiu demais. Nunca vi jornalistas perguntando tão mal.”

Globo:

“O Galvão Bueno já ligou para mim reclamando sem razão de veto meu à participação de jogadores nos programas dele. Mas, pô, o programa era a uma da madrugada no país em que estávamos! Disse que reclamasse ao Ricardo Teixeira. Aliás, Milton, os repórteres da Globo chegaram atrasados em quatro coletivas minhas logo cedo. Eu não repito coletiva.”

Seleção Brasileira:

“Eu não precisava dar certo na seleção para mim, eu assumi para dar certo para o bem do futebol brasileiro. E faço questão de dizer: ‘eu dei certo’, ao contrário de meu crítico contumaz, o Falcão. Aliás, para descobrir a primeira vitória dele na seleção, eu precisei consultar a Internet. E você está me dizendo que ele me criticou pela entrada do Daniel Alves no lugar do André Santos (contra a África do Sul), não é? Pois você precisa ver como ele me detona no “Zero Hora”. E depois dizem que nós, gaúchos, somos corporativistas.”

Scolari:

“O Felipão é bom demais e acho que Portugal não irá aguentar ficar sem ele.”

Andrea Pirlo:

“O Pirlo acabou. Já votei muito nele nestas pesquisas que sempre chegam, mas hoje ele não marca, ataca ou lidera. Joga com o nome.”

Azedume alheio:

“Acho gozado ex-jogador-jornalista xingando o futebol, que o futebol está uma porcaria. Então por que não vão cobrir escrever e falar de vôlei, basquete e natação? E hoje, como jornalistas, ganham mais do que quando jogavam e só veem lados ruins do seu ganha-pão.”

Sobre o ex-jogador Mazinho:

“O Mazinho, na Fiorentina? É, lembro aquele seu amigo da rádio falando que eu o abandonei contundido… Vê só; o cara sai da Toscana e vai se operar em Milão a 400 quilômetros e me queria de babá porque ainda não falava italiano? Eu tinha mais é que treinar e isso de babá era com o agente dele que levava 10% de tudo que ele ganhava e não comigo.”

Críticas à imprensa:

“Comentarista-professor de TV tem que ver treino, senão irá sempre se assustar com um gol como aquele do Daniel Alves, ‘o lateral que deixou o time torto’, como disseram (Nesse momento, Dunga fala em tom de desdém). E tem o PVC, educado, que se desculpou duas vezes pessoalmente depois de críticas públicas. Está errado: tudo tem que ser público ou tudo privado. Ou não tô certo?”

É certo que o champagne fez Dunga se soltar e falar coisas que não devia. O problema é que ao seu lado estava, pela sua própria definição, alguém que é jornalista o tempo todo.

Blog do Milton Neves

 

O jornalista, na festa de casamento de Robinho, ao lado de Dunga e Kaká.



Escrito por Michel Costa às 13h56
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