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Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


LIGA DOS SONHOS – Quartas-de-final.

Após uma breve pausa, a Liga dos Sonhos está de volta em sua fase de quartas-de-final. Para quem não viu ou não se lembra, a primeira fase foi muito disputada e algumas surpresas aconteceram. Clique aqui para ver.

Agora, restam apenas oito equipes, que se enfrentarão em partidas únicas. Como organizador do torneio, meu voto só será válido em caso de desempate.

Seguindo a disposição da tabela original e os resultados das oitavas, os confrontos ficaram assim definidos:

Chave 1

Milan de Sacchi vs. Arsenal “Invincible Eleven”

Palmeiras de Luxemburgo vs. Lazio 1997-2000

Chave 2

Real Madrid Galáctico vs. São Paulo de Telê Santana

Juventus do Tridente vs. Porto de Mourinho

Pela ordem, o primeiro confronto será Milan vs. Arsenal. Que teste seria melhor para o time londrino do que enfrentar o multicampeão italiano?

Milan de Sacchi vs. Arsenal “Invincible Eleven”

Local: Amsterdam Arena (Holanda)

Partida válida pelas quartas-de-final da Liga dos Sonhos 2009.

Em campo, as seguintes equipes:

O Milan de Sacchi (1988-1990)

Time base: Giovanni Galli; Mauro Tassotti, Alessandro Costacurta, Franco Baresi e Paolo Maldini; Roberto Donadoni, Frank Rijkaard, Carlo Ancelotti e Alberigo Evani; Ruud Gullit e Marco van Basten.

Reservas: Filippo Galli, Angelo Colombo, Daniele Massaro, Marco Simone.

Técnico: Arrigo Sacchi.

Histórico e Títulos: O Milan em sua versão mais poderosa. O trio holandês Rijkaard, Gullit e van Basten ao lado de Baresi e Maldini conquistou tudo o que disputou. No período acima, conquistaram um Scudetto, um bicampeonato europeu e um Mundial.

Na primeira fase da Liga, os Rossoneri bateram histórica rival Internazionale por inapeláveis 5 a 1.

Ansa

Sacchi era um revolucionário

Arsenal “Invincible Eleven” (2003-2004)

Time base: Jens Lehmann; Lauren, Martin Keown, Sol Campbell e Ashley Cole; Frederick Ljungberg, Gilberto Silva, Patrick Vieira e Robert Pires; Dennis Bergkamp e Thierry Henry.

Reservas: Kolo Touré, Edu, Ray Parlour,  Sylvain Wiltord e José Antonio Reyes.

Técnico: Arsenè Wenger.

Histórico e Títulos: 26 vitórias, 12 empates e nenhuma derrota. Esta é a campanha invicta do Arsenal na conquista da Premier League, temporada 2003/4. Uma repetição do feito realizado pelo Preston North End, 115 anos antes. Além da marca histórica, os Gunners, liderados em campo por um Henry em seu auge, formavam uma equipe incontrolável, praticante de um jogo fluído e em alta velocidade, capaz de reverter placares quase perdidos. Um time invencível e inesquecível.

Na fase anterior, para minha surpresa, o Arsenal sobrepujou o Bayern, campeão europeu e mundial.

Reuters 

Wenger, o verdadeiro “professor”.

Como participar:

1 - Quem recebeu um e-mail avisando deste post, só precisa se identificar informando seu nome. Quem não recebeu, mas quer participar, favor deixar nome e e-mail.

2 - Escolha o vencedor da partida e informe na caixa de comentários.

3 - Cada participante terá direito a um voto.

4 - O vencedor do confronto será o time que obtiver mais votos após o fechamento da votação.

5 - A votação se encerrará na próxima quinta-feira.

6 - O placar final será proporcional à quantidade de votos obtidos pelas equipes.

7 - Em caso de empate, caberá ao presidente da Liga (este blogueiro) decidir o vencedor numa disputa virtual de tiros livres da marca do pênalti.

8 - Comentários sobre o embate também serão bem-vindos.  

Opinem à vontade e que vença o melhor!



Escrito por Michel Costa às 17h13
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Contagem Regressiva: Julho de 2009

Para um fanático por futebol, a Copa do Mundo é muito mais do que um evento esportivo. É um período para se tirar férias do trabalho e só sair de casa para tratar de assuntos estritamente necessários. São semanas mágicas, onde um jogador consegue deixar o mundo mortal para fazer parte do panteão dos Deuses da Bola e, de quebra, transformar um país inteiro numa grande festa. É uma época para se rir, chorar, se emocionar. Enfim, é um momento para guardar para sempre em nossos corações...

E Dunga sobreviveu às suas provações.

Na última edição, havia comentado sobre como as provações pelas quais Dunga e seus comandados passariam no mês de junho seriam determinantes para o trajeto (ou fim dele) até a Copa do Mundo.

Para surpresa de alguns, mas não deste blogueiro, a Seleção Brasileira saiu-se incrivelmente bem pelos seus pesados testes. Pelas eliminatórias, venceu Uruguai e Paraguai e, de quebra, ainda assumiu a liderança do torneio classificatório.

Pela Copa das Confederações, bateu Egito, Estados Unidos e Itália (esta por inapeláveis 3 a 0) na primeira fase. Na semifinal, em partida dramática, derrotou a dona da casa, África do Sul, com um gol solitário ao final do segundo tempo. Na final, novamente diante dos norte-americanos, uma virada histórica após uma derrota parcial por 2 a 0 ao fim dos 45 minutos iniciais.

Agora, ainda mais forte após essa travessia, o técnico Dunga terá quase um ano para aparar as arestas da equipe que tem em mãos. Entre as questões que aguardam solução, estão a titularidade da lateral esquerda e da meia direita, além dos suplentes de Kaká, Luis Fabiano e Robinho.

Assim, seguindo uma ordem decrescente de definição, analiso abaixo a situação dos principais convocados nos últimos meses e até das possíveis surpresas.

Passaporte carimbado: Júlio César, Maicon, Daniel Alves, Lúcio, Juan, Gilberto Silva, Kaká, Robinho e Luís Fabiano.

Quase lá: Doni, Luisão, Felipe Mello, Josué, Elano, Júlio Baptista e Pato.

Lutam por vaga: Renan, Victor, Gomes, Thiago Silva, Miranda, Alex, Kléber, Marcelo, André Santos, Lucas, Anderson, Ramires, Hernanes, Diego, Ronaldinho, Nilmar e Adriano.

Correm por fora: Diego Alves, Cicinho, Edmílson, Alex Silva, Fábio Aurélio, Gilberto, Kléberson, Alex, Keirrison, Fred, Vágner Love, Kléber e Ronaldo.

Somando a turma do “passaporte carimbado” mais os que estão “quase lá” temos dezesseis nomes. Realçando que nenhum deles é lateral esquerdo e que serão duas vagas obrigatórias para a posição, sobrariam apenas cinco vagas entre as vinte e três disponíveis.

Todavia, quando se trata de Seleção Brasileira um ano é muito tempo.

Os rivais.

A Espanha desembarcou na África do Sul como a maior favorita à conquista da Copa das Confederações. Vinha de uma longa invencibilidade e praticando um futebol de técnica e toque de bola envolvente.

Porém, na semifinal, caiu diante dos EUA sem demonstrar grandes variações táticas ou a disposição dos vencedores. De quebra, ainda perderam a primeira colocação do ranking da FIFA, agora ocupada pelo Brasil.

Terra


Restando um ano da Copa, o Brasil se credencia como favorito.



Escrito por Michel Costa às 08h39
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Question

Os últimos desafios com foto estavam tão fáceis que resolvi complicar um pouquinho. Responda: Quem é o jogador trajando o uniforme vermelho e branco?

Dicas só serão inseridas neste espaço conforme a necessidade dos participantes.

Boa sorte a todos!

Anterior:

Quem é o jogador citado nas afirmativas abaixo?

I – Um dos maiores artilheiros da história do seu país, começou como lateral direito nas categorias inferiores.

II – Após defender clubes rivais em seu país natal, rumou para a Europa, onde justificou mais uma vez a fama de artilheiro.

III – Rebaixado para a segunda divisão, ajudou seu time a voltar para a elite no ano seguinte.

IV – Após essa experiência, ainda defendeu mais duas equipes do mesmo país, antes de rumar para o seu ocaso no Oriente Médio.

Resposta: O jogador descrito acima é o argentino Gabriel Omar Batistuta, um dos maiores centroavantes de todos os tempos e máximo goleador da Seleção Argentina. Por incrível que pareça, Batigol, como era conhecido, iniciou nas categorias de base do Newell’s Old Boys como lateral direito, algo que o destino rapidamente corrigiu.

Ainda na Argentina, defendeu os antagonistas River Plate e Boca Juniors, antes de se transferir para a Fiorentina em 1991. Em Florença, confirmou o faro de artilheiro, mas conquistou de vez a torcida ao participar da campanha que devolveu a equipe toscana de volta à elite italiana após um ano na Serie B.

Após esgotar suas possibilidades com a camisa violeta, o Bomber rumou para a capital da Bota, onde, na primeira temporada, conduziu a Roma ao seu último scudetto.

Em 2003, Batistuta ainda teve uma breve passagem pela Internazionale antes de encerrar sua carreira no Al-Arabi do Qatar. No Oriente Médio, mesmo no ocaso de sua carreira, confirmou que balançar as redes sempre foi o seu ofício ao anotar 25 gols em apenas 21 aparições.

Classificação: Parabéns ao destemido JP que arriscou o nome de Batistuta e faturou dois pontos. Com esse triunfo, JP se aproxima ainda mais da segunda colocação, ocupada por Rodolfo e Yuri.

Na oportunidade, gostaria de agradecer a todos os outros participantes.

Lembrando que o primeiro acertador leva 2 pontos e os outros acertadores recebem 1 ponto, a nova classificação é a seguinte:

1º) Cyntia – 25 pontos.

2º) Rodolfo Moura e Yuri – 22 pontos.

3º) JP – 21 pontos.

4º) Darley, Fernando e Prisma – 10 pontos.

5º) Ângelo – 9 pontos.

6º) Uendel – 8 pontos.

7º) Guilherme Siqueira – 7 pontos.

8º) Leonardo – 5 pontos.

9º) André e Hellerson – 3 pontos.

10º) Bruno e Repolho – 2 pontos.

11º) Douglas Cunha, Felipe e Lucimar – 1 ponto.

Batistuta comemora com a camisa da Viola. Doce rotina na década de 90.



Escrito por Michel Costa às 23h19
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O craque da camisa nº 8.

Em Madri, no início da noite, 40 mil torcedores compareceram ao estádio Santiago Bernabéu para a apresentação do primeiro astro na nova Era dos Galácticos.

Kaká, comprado por € 68 milhões junto ao Milan, chegou com toda pompa e circunstância que um autêntico popstar merece.

Após algum suspense, a platéia, em delírio, viu o brasileiro exibir a camisa número 8 que usará em terras espanholas. A de número 5, que com a saída de Cannavaro chegou a ser especulada, ficou com o volante Fernando Gago.

Na próxima segunda-feira, será a vez de Cristiano Ronaldo conhecer seus novos súditos e, ao que tudo indica, mais um atacante de renome será contratado.

E assim começa mais um projeto de Florentino Pérez à frente daquele que é considerado o maior clube do mundo. Como esperado, não faltou (e nem vai faltar) pirotecnia à sua gestão.

No entanto, um olhar mais atento indica que ainda falta muito para que essa nova galáxia se torne uma realidade. Ainda se mantém a incógnita sobre quantos jogadores da chamada classe média permanecerão no clube. Afinal, sem eles, qualquer galáxia pode se transformar num imenso buraco negro.

Reuters

 

Kaká ergue a camisa 8 merengue. Uma nova era se inicia...



Escrito por Michel Costa às 22h36
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A Última Barreira.

O enredo parecia o mesmo de outras vezes. Em desvantagem no placar, a Seleção Brasileira passou toda a primeira etapa tentando ultrapassar um bloqueio que sempre se apresentou como o grande pesadelo da gestão Dunga.

Além dessa dificuldade, o Brasil mostrou a crônica vulnerabilidade do lado esquerdo de sua defesa e não se viu em condições de usar seus mortais contragolpes em momento algum da partida.

Outra questão a ser debatida é o fato do banco de reservas fornecer poucas opções para mudar o time. Pato e Nilmar são jogadores de estilo muito parecido, que não se encaixam numa situação de pressão sobre o adversário.

No segundo tempo, essa etapa foi vencida. Uma vitória conquistada muito mais pela raça do que pela técnica ou pela tática, é verdade. Mas foi um momento de superação que deu resultado. Algo que a também favorita Espanha não foi capaz de fazer. 

Agora, o técnico brasileiro tem um ano para resolver essas questões, lembrando que os rivais da Copa do Mundo serão bem mais fortes que os EUA. 



Escrito por Michel Costa às 18h22
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A4L recomenda...

Felipão solta o verbo.

Há tempos não lia uma entrevista tão reveladora. Falando ao jornalista Renato Maurício Prado de “O Globo”, Luiz Felipe Scolari comenta sobre diversas situações de sua carreira e esclarece as maiores polêmicas nas quais esteve envolvido.

Sem meias palavras, Felipão fala sobre Dunga, Ronaldinho Gaúcho, Ronaldo e Rivaldo na Copa de 2002, a não convocação de Romário para o mesmo Mundial, Kaká e Cristiano Ronaldo no Real Madrid, a saída do Chelsea e ainda encontra em tempo para cutucar Luxemburgo.

Numa época em que todos medem as palavras antes de declarar qualquer coisa, é ótimo ler algo tão autêntico. Clique aqui e confira.

EFE

 

Scolari revela tudo em entrevista ao jornal “O Globo”.



Escrito por Michel Costa às 11h12
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