Quis o sorteio da liga que duas equipes que fizeram sucesso na segunda metade dos anos 1990 ficassem frente a frente. Nesse período, a Lazio reuniu uma constelação de craques de todos os cantos da Europa e da América do Sul. Por sua vez, o Borussia Dortmund tinha como base alguns dos pilares da seleção alemã, reforçados de nomes como Júlio César, Paulo Sousa e Stephane Chapuisat.
Local: Camp Nou, Espanha.
Partida válida pelas oitavas-de-final da Liga dos Sonhos 2009.
Em campo, as seguintes equipes:
Lazio campeã Italiana (1997-2000)
Time Base: Luca Marchegiani; Paolo Negro, Alessandro Nesta, Sinisa Mihajlovic e Giuseppe Favalli; Matias Almeyda, Diego Simeone, Juan Sebastian Veron e Pavel Nedved; Marcelo Salas e Alen Boksic.
Reservas: Fernando Couto,Roberto Sensini, Giuseppe Pancaro, Sérgio Conceição, Attilio Lombardo, Dejan Stankovic, Roberto Mancini e Simone Inzaghi.
Técnico: Sven Goran Eriksson.
Histórico e Títulos: Uma esquadra inesquecível. Essetime não era apenas uma reunião de grandes estrelas internacionais. Sob o comando do sueco Eriksson, os Biancocelesti praticaram um futebol de altíssimo nível, levando para a capital italiana uma Recopa Européia, duas Supercopas italianas, uma Supercopa da Européia, um Scudetto e duas Coppa Italia.
O capitão Nesta ergue mais uma taça. Uma doce rotina da época.
O Borussia Dortmund campeão alemão, europeu e mundial (1995-1997)
Time base: Stefan Klos; Jürgen Kohler, Matthias Sammer e Júlio César; Paul Lambert, Stefan Reuter, Paulo Sousa, Adreas Möller e Jörg Heinrich; Karl-Heinz Riedle e Stephane Chapuisat.
Reservas: Wolfgang Feiersinger, Lars Ricken, Michael Zorc, Heiko Herrlich.
Técnico: Ottmar Hitzfeld.
Histórico e Títulos: Campeão alemão, europeu e mundial é considerado o melhor time da história do Borussia. Depois de vencer a Juventus por 3 a 1 na final da Champions League, bateu o Cruzeiro por 2 a 0 em Tóquio.
O maior momento da história do Borussia Dortmund.
Como participar:
1 -Quem recebeu um e-mail avisando deste post, só precisa se identificar informando seu nome. Quem não recebeu, mas quer participar, favor deixar nome e e-mail.
2 - Escolha o vencedor da partida e informe na caixa de comentários.
3 - Cada participante terá direito a um voto.
4 - O vencedor do confronto será o time que obtiver mais votos após o fechamento da votação.
5 - A votação se encerrará na próxima quinta-feira.
6 - O placar final será proporcional à quantidade de votos obtidos pelas equipes.
7 - Em caso de empate, caberá ao presidente da Liga (este blogueiro) decidir o vencedor numa disputa virtual de tiros livres da marca do pênalti.
8 - Comentários sobre o embate também serão bem-vindos.
Mais uma vez, um confronto que eu julgava equilibrado não se mostrou assim na votação dos amigos do blog. Por 8 a 3, a Juventus venceu o Ajax e avançou para as quartas-de-final.
Como instituído anteriormente, meu voto, que não é válido, vai para o clube de Amsterdam, dono de um conjunto incrível e recheado de grandes talentos em diversas fases de suas carreiras.
Deste modo, seguindo o critério de proporcionalidade adotado pelo torneio, o resultado final do terceiro confronto da Chave 2 foi:
Real Madrid Galáctico 4 x 2 Manchester United da Tríplice Coroa
Barcelona de Ronaldinho 2 x 3São Paulo de Telê Santana
Porto de José Mourinho vs. Boca Juniors de Bianchi
Com este resultado, chega ao fim mais um duelo da Liga dos Sonhos. A seguir, seguindo a ordem disposta na tabela, o próximo e último confronto pertencente à Chave 1 será:
Lazio 99/2000 vs. Borussia Dortmund 96/97
O encontro das últimas grandes versões de duas tradicionais agremiações. Um duelo imprevisível, onde só você pode decidir quem avança.
Atenção: O post desse novo duelo estará disponível a seguir. Participe!
Antes da partida, considerei o Manchester United favorito para a final. Favorito porque o Barcelona vinha desfalcado (Daniel Alves e Rafa Márquez) e remendado (Touré recuado) em sua defesa. Favorito porque na semifinal contra o Chelsea, em Londres, o técnico Pep Guardiola não soube lidar com os desfalques que teve e por pouco não viu seu time ser eliminado. Favorito porque vinha completo para a final.
Só que ser favorito não significa certeza de vencer. Apenas quer dizer que se encontra em situação mais favorável para a busca da vitória.
Há cerca de um mês, escrevi neste blog que o Barcelona era o melhor time do mundo, independente do resultado em Roma. No entanto, os problemas defensivos somados à maneira como Guardiola lidou com eles a princípio, me fez apontar os Red Devils como prováveis vencedores do confronto.
Todavia, um momento chave praticamente decidiu a partida. Aos 10 minutos da primeira etapa, Eto’o, em grande jogada, abriu o marcador. O gol, logo no início, desmontou aquela que parecia ser a estratégia do United: Elevar a marcação aos volantes adversários, impedir a saída qualificada que abastece o ataque rival e explorar, nas bolas roubadas, a aparente fragilidade do oponente.
Com o gol, os britânicos tiveram que tomar a iniciativa do jogo, mas esbarraram na incrível aplicação e no irresistível toque de bola dos catalães. Aos 25 minutos do segundo tempo, Messi – que provavelmente será eleito o melhor do mundo em 2009 – marcou o gol que selou a vitória, a conquista do terceiro título continental de seu clube e ainda confirmou o tão sonhado Triplete.
No fim, mesmo com problemas, não restaram dúvidas de que o melhor time venceu.
* Nota: O título deste post é o mesmo que o jornal espanhol Marca estampa neste momento. É sempre interessante ver como a imprensa “madridista” reage ao êxito do rival.
A seguir, temos quatro afirmativas. Cada uma revela determinada informação de um jogador que, reunidas, formam uma resposta única.
Quem é o jogador citado nas afirmativas abaixo?
I – Surgiu para o futebol atuando por uma equipe do Nordeste brasileiro.
II – É autor de um dos gols mais importantes da história de um clube carioca.
III – Além deste feito, também deixou sua marca na final de um Mundial de Clubes.
IV – Ao se transferir para a Europa, tornou-se ídolo de um importante clube do citado continente.
Boa sorte a todos!
Anterior:
Quem é o jogador retratado abaixo?
Resposta: Trata-se do belga Luc Nilis. Ex-atacante, surgiu no Genk, mas aos 19 anos rumou para o Anderlecht, clube que defendeu por oito temporadas, marcou 127 gols e conquistou quatro títulos nacionais. Em seguida, transferiu-se para o PSV, onde formou grandes parcerias com Ronaldo* e, posteriormente, van Nistelrooy.
Em 2000, trocou a vida na Holanda pela Premier League. Todavia, sua passagem pelo Aston Villa foi bem mais curta do que se imaginava. Logo em sua primeira temporada no clube de Birmingham, Nilis quebrou a perna numa violenta dividida com o goleiro Richard Wright do Ipswich Town. Infelizmente, o habilidoso centroavante não se recuperou da séria lesão e encerrou a carreira.
* Nota: Em recente entrevista concedida à Folha de São Paulo, Ronaldo apontou Nilis como o melhor parceiro que teve em campo.
Classificação: Parabéns ao bravo JP, o primeiro a desvendar o nome do jogador retratado. Agora com 15 pontos, JP se aproxima perigosamente do bloco superior da tabela, se tornando uma ameaça real aos concorrentes.
Na oportunidade, gostaria de agradecer a todos os outros participantes.
Lembrando que o primeiro acertador leva 2 pontos e os outros acertadores recebem 1 ponto, a nova classificação é a seguinte:
1º) Cyntia – 20 pontos.
2º) Rodolfo Moura – 18 pontos.
3º) Yuri – 17 pontos.
4º) JP – 15 pontos.
5º) Darley e Fernando – 10 pontos.
6º) Prisma – 9 pontos.
7º) Uendel – 7 pontos.
8º) Ângelo – 6 pontos.
9º) Hellerson – 3 pontos.
10º) Bruno, Leonardo e Repolho – 2 pontos.
11º) André, Douglas Cunha, Guilherme Siqueira e Lucimar – 1 ponto.
Abaixo, uma imagem que retrata a gravidade da lesão sofrida por Nilis. Mas aviso, não é uma imagem para quem não tem um estômago forte.
Ao ver Maldini se despedindo da torcida do Milan em San Siro (mesmo com uma derrota) e ter a ciência de que daqui a pouco será uma despedida também do futebol, me ocorreu algo que pode ser descrito como um sentimento de nostalgia.
Para mim, o capitão milanista é o último representante de uma classe de jogadores fora-de-série que iniciaram suas carreiras na década de 1980.
Com a retirada de Maldini, só restam as lembranças de Romário, Baggio, Laudrup, Stoichkov, Redondo e tantos outros craques que me fizeram gostar do velho esporte bretão.
No entanto, permanece a certeza de que nós, mais jovens, tivemos o privilégio de ver esses gigantes em ação num futebol que já se mostrava extremamente competitivo.
Se um dia, algum saudosista do futebol praticado nas décadas de 50, 60 e 70 disser que você não viu o que essa modalidade teve de melhor, não se preocupe. Essa não é uma verdade completa.
O futebol praticado hoje é feito exatamente para quem vive em nossos tempos. Rápido, intenso e sem espaço para erros. Talvez isso incomode os mais velhos. Atualmente, o espaço para mitos e poesias costuma ser esmagado pelas câmeras espalhadas por todos os lados, pela velocidade da mídia e pelas verdades dos números.
Acredite, o futebol do passado só foi deslumbrante em seu devido contexto. Ele não sobreviveria em nossos tempos, como, afinal, não sobreviveu. Assim, não lamente o que não viu. E sim, reverencie o que viu.
Quem acompanhou a carreira de Paolo Maldini sabe que pode haver técnica e classe nos dias de hoje. E que uma lenda ainda pode brilhar, mesmo que não tenha uma bola de capotão aos seus pés.
Apesar de já ter conhecimento da vontade de Silvio Berlusconi em ter Leonardo como treinador do Milan na próxima temporada, confesso que a notícia veiculada abaixo me pegou de surpresa.
Primeiro, pelo fato do ex-jogador nunca ter manifestado um real desejo de ser treinador. Sua vida e seus projetos sempre pareceram voltados para as funções de dirigente esportivo.
Segundo, por sua inexperiência e por dar sinais de não ter “jeito para coisa”. Posso estar enganado, mas essa informação dada ontem pelo Jornal Nacional e fartamente reproduzida aqui no país, está me soando um belíssimo factóide.
Para a solução deste caso é só aguardar as cenas dos próximos capítulos...