UEFA Champions League 2008/9 Semifinal – Jogo de volta. Chelsea 1 x 1 Barcelona (1 x 1 agregado). Por um triz. O cenário para uma tragédia barcelonista estava montado. Um time desfigurado pelas lesões e suspensões diante de um Chelsea que se defendeu com perfeição por 180 minutos. Para piorar, o técnico Josep Guardiola cometeu diversos erros táticos durante a partida que por pouco não custaram caro. Sem Puyol, Rafa Marquez e Henry, o treinador se viu obrigado a mudar sua equipe. Preterindo o zagueiro Cáceres que ficou no banco, recuou o volante Touré para a zaga e escalou o jovem Busquets e seu lugar. Além disso, visando suprir a ausência de Henry no ataque, adiantou Iniesta – que voltava naturalmente – e lançou Keita no meio. Não satisfeito com essas mudanças, ainda abriu Eto’o pela esquerda, deixando o craque Messi isolado entre os zagueiros rivais. Essas medidas, claro, não funcionaram e como desgraça pouca é bobagem, ainda viu, aos 9 do primeiro tempo, o volante Essien acertar, de fora da área, um improvável petardo de canhota e abrir o marcador. Somando todos esses fatores, mais a expulsão de Abidal aos 21 minutos da segunda etapa, não foi difícil imaginar que os catalães voltariam para casa sem a classificação. Esse panorama seguiu até o minuto 93, quando Iniesta operou um milagre em Stamford Bridge, igualando o placar com outra bomba de fora da área. Empate e Barça na final. Ao Chelsea restou lamentar possíveis erros da arbitragem que teria deixado de marcar três ou quatro penalidades a seu favor. Particularmente, acho que todos os lances polêmicos envolvendo o trabalho do apitador, o norueguês Tom Henning Ovrebo, são passíveis da interpretação que ele teve no momento e, se aconteceram erros, aconteceram para os dois lados. A Final: Como diria Bora Milutinovic no clássico “Todos os Corações do Mundo”, uma decisão envolvendo Barcelona e Manchester United é uma festa do futebol. Sem Daniel Alves, Rafa Marquez e Abidal na defesa, Guardiola terá que reinventar sua equipe novamente. Mas essa é outra história. AFP
Manchete do Marca: “Un golazo de Iniesta obra el milagro”
Escrito por Michel Costa às 06h31
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Question Quem é o ex-jogador retratado abaixo?
Dicas só serão inseridas neste espaço de acordo com a necessidade dos participantes. Boa sorte a todos! Anterior: A seguir, temos quatro afirmativas. Cada uma revela determinada informação de um jogador que, reunidas, formam uma resposta única. Quem é o jogador citado nas afirmativas abaixo? I – Prodígio, estreou ainda adolescente por uma agremiação que não está sediada em sua terra (país) natal. II – Vencedor, ganhou quase tudo o que um clube poderia conquistar. III – Incansável, é o recordista de partidas com a camisa de seu atual clube. IV – Veterano, não mais ostenta a titularidade de sua equipe. Resposta: Ele é Ryan Giggs. Lenda do Manchester United e que acaba de ultrapassar a marca de 800 partidas pelo clube britânico. Merecidamente, como homenagem aos seus serviços prestados à Premier League, Giggs recebeu o prêmio de melhor jogador da temporada. Feito inédito em sua vitoriosa carreira. Classificação: Parabéns ao Fernando que foi o primeiro a apontar corretamente o nome de Giggs. De quebra, Fernando se isolou na quinta colocação com 9 pontos. Enquanto isso, nas posições superiores, a classificação segue a mesma. Na oportunidade, gostaria de agradecer a todos os outros participantes. Lembrando que o primeiro acertador leva 2 pontos e os outros acertadores recebem 1 ponto, a nova classificação é a seguinte: 1º) Cyntia – 17 pontos. 2º) Rodolfo Moura – 15 pontos. 3º) Yuri – 14 pontos. 4º) JP – 11 pontos. 5º) Fernando – 9 pontos. 6º) Darley e Prisma – 7 pontos. 7º) Ângelo e Uendel – 4 pontos. 8º) Bruno, Leonardo e Repolho – 2 pontos. 9º) André, Hellerson e Lucimar – 1 ponto.
Multicampeão com a camisa do United, Giggs ainda quer mais.
Escrito por Michel Costa às 06h31
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UEFA Champions League 2008/9 Semifinal – Jogo de volta. Arsenal 1 x 3 Manchester United (1 x 4 agregado). Os Diabos estarão em Roma. Não teve graça. Embora o jovem time do Arsenal tenha começado melhor e dando sinais de que poderia complicar a vida do United, a falha do lateral reserva Gibbs (que escorregou no primeiro gol adversário) foi determinante para a derrota dos Gunners, como declarou o próprio técnico Arsène Wenger após a partida. No entanto, fica a sensação que chegar às semifinais era muito para os londrinos. Basta lembrar que times melhores como Internazionale e Liverpool caíram antes. Essa política de contar, basicamente, apenas com jovens valores tem o seu lado romântico e é financeiramente interessante, mas tudo tem o seu limite. Com esta temporada, já são quatro anos sem nenhuma conquista. Trata-se do time de um futuro que nunca chega. E, infelizmente, apesar dos protestos de parte da torcida e das declarações de Wenger dando conta de que traria nomes mais experimentados, tudo indica que o próximo certame se iniciará como este que agora termina. Enquanto isso, o Manchester United parece estar plenamente recobrado da rápida queda de produção que teve há cerca de um mês. Exibindo novamente sua melhor forma, os Red Devils alcançaram a impressionante marca de 25 jogos de invencibilidade na competição européia e agora terão a oportunidade de se tornarem bicampeões do torneio, um feito inédito em se tratando de UEFA Champions League. E aqui fica o registro. Cristiano Ronaldo está muito próximo de sua melhor forma. E justamente no momento mais agudo da temporada. Hoje, mesmo que se movimentando bastante, atuou em boa parte do tempo como um autêntico centroavante. Nessa posição estratégica, o português se coloca em vários momentos de frente para o gol. O resultado disso não é difícil de imaginar. AFP
Ronaldo & Rooney: A dupla mortal do United.
Escrito por Michel Costa às 22h30
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O melhor time do mundo. Foi um massacre. Esse é o melhor termo para definir o que foi a vitória do Barcelona por 6 a 2 sobre o Real Madrid em pleno Bernabéu. Além do placar, inédito para o visitante, a partida marcou a confirmação dos catalães como virtuais campeões espanhóis e como o melhor time da temporada. Para quem já tinha se deliciado com o show para cima do Bayern nas quartas-de-final da UEFA Champions League e viu que só a máxima aplicação tática do Chelsea e um Petr Cech enorme conseguiram parar um time que teve 71% de posse de bola, assistir a uma exibição como a do último sábado serve apenas para ratificar a opinião de que o Barça é o melhor time do mundo no momento. O Real Madrid até que tentou. Saiu na frente no marcador e mesmo depois de tomar a virada, ainda tentou reagir. Chegou a diminuir para 3 a 2, mas não resistiu à maior qualidade do rival, levando mais três gols a seguir, numa verdadeira exibição de gala. No comando dos Merengues, Juande Ramos está fazendo um ótimo trabalho. Ganhou dezessete partidas, empatou uma e perdeu duas, justamente para os Blaugranas. Mas isso não me impede de comentar alguns erros do treinador no que se refere às substituições processadas. Perdendo por 4 a 2, tirou Marcelo e colocou o atacante Huntelaar. Ok, o problema foi manter a nulidade Heinze em campo. Depois, com a intenção de tornar sua equipe ainda mais ofensiva, trocou o lateral Sérgio Ramos (autor do segundo gol) pelo meia van der Vaart. Só que, para recompor sua defesa, deslocou Lassana Diarra para a lateral, o que somado à péssima partida de Gago, abriu um rombo no meio por onde saíram o quinto e sexto gol. No fim, para completar a série, colocou em campo Javi Garcia e sacou Robben, um dos poucos que levavam perigo ao adversário. Essas questões, embora tenham influenciando na elasticidade do placar final, não tiram os méritos do Barcelona que vem praticando um futebol dos sonhos e mostrando aos defensivistas que é possível ser ofensivo e competitivo ao mesmo tempo. O presidente culé, Joan Laporta, chegou a dizer que se trata do melhor Barcelona da história. Pode até ser exagero, mas mesmo que seja eliminado na quarta-feira da competição continental diante do Chelsea, em Londres - algo perfeitamente possível, ainda mais com os desfalques que terá na defesa - para mim, o Barça já se consolidou como o melhor time do mundo. Uma prova de que o chamado futebol-arte ainda existe e está bem vivo. Marca
Real Madrid 2 x 6 Barcelona. Um resultado histórico.
Escrito por Michel Costa às 20h35
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A4L Temas. Uma série que objetiva trazer à luz do debate, temas interessantes e polêmicos do mundo da bola. O VALOR DOS ESTADUAIS. Por Michel Costa e Cyntia Santana. O momento é dos campeonatos estaduais. Para alguns, eles nem deveriam existir. Para outros, constituem uma importante fonte de renda para os clubes e muita festa para as torcidas. O fato é que ninguém consegue ficar alheio a essa polêmica. É verdade que os Estaduais estão inchados por conta dos jogos desnecessários e pela presença de clubes que são meros figurantes. Sem dúvida, isso atrapalha a realização de uma boa pré-temporada e a extensão da tabela do Campeonato Brasileiro por toda temporada como acontece na Europa. Mas o que haveria no lugar desses torneios? Como os clubes poderiam prescindir da receita que eles proporcionam? Por mais interessantes que possam ser os amistosos preparatórios, eles nunca substituiriam a importância e o charme de um Estadual. Um bom exemplo é o Campeonato Carioca que, embora tenha um número exagerado de dezesseis clubes e clássicos dispostos em rodadas onde a classificação já está decidida, é inegável a importância de suas fases decisivas e o quanto elas mobilizam o público, que lota o Maracanã, e os noticiários de todo país. Isso sem contar o dinheiro arrecadado com a venda dos direitos de transmissão. Impossível imaginar a TV cobrindo a inexistência deles com uma cota complementar no Brasileirão ou bancando amistosos com o mesmo valor. Brasileiros gostam de troféu. Amistosos podem até chamar a atenção, mas nunca poderão ser comparados aos Estaduais que, além de tradicionalíssimos, visto que são bem mais velhos que a competição nacional, servem para manter o status dos clubes que não estão preparados para sua perda. Um bom exercício a ser feito é imaginar o cenário dos chamados grandes clubes do país sem os Estaduais. Um ótimo exemplo é o Flamengo que desde 1992 não é campeão brasileiro. Considerado por muitos um gigante, sem os regionais ficaria reduzido a duas Copas do Brasil e uma Mercosul em vinte anos. Muito pouco para quem é detentor de uma das maiores torcidas do mundo. E isso não seria um "privilégio" apenas do rubro-negro. Times como Atlético Mineiro, Botafogo, Fluminense e Curitiba, sem os estaduais, seriam automaticamente classificados como médios ou até pequenos. O jornalista Paulo Vinícius Coelho costuma comparar o Galo com o inglês Newcastle. E não apenas pelas torcidas fanáticas e as cores dos uniformes, mas porque o nosso alvinegro só tem uma lista extensa de conquistas porque nela se incluem os campeonatos mineiros. Muitos dizem que, com a fórmula do Campeonato Brasileiro atual disputado por pontos corridos, dentro de pouco tempo só existirão cinco grandes clubes no país: São Paulo, Internacional, Flamengo, Corinthians e Cruzeiro. Não concordo com essa tese. Clubes como Palmeiras e Grêmio dificilmente sairão da órbita de grandes conquistas. Da mesma maneira, Vasco da Gama e Atlético Mineiro também podem voltar ao primeiro escalão se bem administrados. Além disso, não parece interessante para um dirigente de qualquer dessas agremiações dizer para sua torcida que o seu clube deixou de ser grande e que não mais lutará por grandes títulos. Sei que parece aquela história do “me engana que eu gosto”, mas, de forma alguma, apequenar um clube pode ser uma saída inteligente para quem deseja capitalizar recursos junto a fiéis torcedores. O Brasil é um país de dimensões continentais e, como tal, merece a grande quantidade de clubes grandes que tem ou imagina ter. Mesmo porque, nada impede que os citados clubes voltem aos seus melhores dias, como o Inter fez. Enquanto isso não acontece, que bom que existam os Estaduais. Afinal, o que mede mais a felicidade de um torcedor, senão um troféu erguido ao som de “É campeão!”? Gazeta Esportiva 
Em SP, Corinthians campeão, mas faltou organização fora de campo.
Escrito por Michel Costa às 08h14
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