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Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


LIGA DOS SONHOS – Oitavas-de-final.

Arsenal “Invincible Eleven” vs. O Bayern Munique 2000/1

Existe time invencível? Os Gunners acham que sim. Afinal, na temporada 2003/4 conquistaram a Premier League de maneira invicta e ainda praticando um futebol rápido, vertical e mortal nos contragolpes. Todavia, o Bayern de Munique com seu futebol pragmático e irresistível levantou a Champions League em 2001 e quer provar o contrário.

Local: Estádio Santiago Bernabéu (campo neutro)

Partida válida pelas oitavas-de-final da Liga dos Sonhos 2009.

Em campo, as seguintes equipes:

Arsenal “Invincible Eleven” (2003-2004)

Time base: Jens Lehmann; Lauren, Martin Keown, Sol Campbell e Ashley Cole; Frederick Ljungberg, Gilberto Silva, Patrick Vieira e Robert Pires; Sylvain Wiltord e Thierry Henry.

Reservas: Kolo Touré, Edu, Ray Parlour, Dennis Bergkamp e José Antonio Reyes.

Técnico: Arsenè Wenger.  

Histórico e Títulos: 26 vitórias, 12 empates e nenhuma derrota. Esta é a campanha invicta do Arsenal na conquista da Premier League, temporada 2003/4. Uma repetição do feito realizado pelo Preston North End, 115 anos antes. Além da marca histórica, os Gunners, liderados em campo por um Henry em seu auge, formavam uma equipe incontrolável, praticante de um jogo fluído e em alta velocidade, capaz de reverter placares quase perdidos. Um time invencível e inesquecível.

 

Os Gunners comemoram seu título invicto.

O Bayern Munique campeão europeu (2000-2001)

Time base: Oliver Kahn; Willy Sagnol, Samuel Kuffour, Patrick Andersson e Bixente Lizarazu; Hasan Salihamidzic, Jens Jeremies, Stefan Effenberg e Owen Hargreaves; Mehmet Scholl e Giovane Élber.  

Reservas: Thomas Linke, Michael Tarnat, Ciriaco Sforza, Paulo Sérgio e Carsten Jancker.

Técnico: Ottmar Hitzfeld

Histórico e Títulos: O último grande time montado pelo Bayern ganhou os mais importantes títulos daquele período: Conquistou a Bundesliga, a UEFA Champions League e, ao fim daquele ano, o Mundial diante do Boca Juniors.

 

Em 2001, o Bayern ficou com a Champions League.

Como participar:

1 - Quem recebeu um e-mail avisando deste post, só precisa se identificar informando seu nome. Quem não recebeu, mas quer participar, favor deixar nome e e-mail.

2 - Escolha o vencedor da partida e informe na caixa de comentários.

3 - Cada participante terá direito a um voto.

4 - O vencedor do confronto será o time que obtiver mais votos após o fechamento da votação.

5 - A votação se encerrará na próxima quarta-feira.

6 - O placar final será proporcional à quantidade de votos obtidos pelas equipes.

7 - Em caso de empate, caberá ao presidente da Liga (este blogueiro) decidir o vencedor numa disputa virtual de tiros livres da marca do pênalti.

8 - Comentários sobre o embate também serão bem-vindos.

Opinem à vontade e que vença o melhor! 



Escrito por Michel Costa às 10h08
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Indefensável.

Eu bem queria que o título deste post fosse uma referência a um potente chute de um atacante que um dia ficou conhecido como o Imperador. Mas, infelizmente, o título se refere a mais um caso de absoluta falta de profissionalismo de um jogador brasileiro.

É certo que Adriano tem problemas pessoais e que, segundo consta, nunca mais foi a mesma pessoa depois que o seu pai, Almir, faleceu em circunstancias muito tristes. Segundo o próprio jogador, ele tinha na figura do pai um exemplo de vida e um incentivador. Isso pode ser considerado por muitos uma coisa pouco importante, mas só quem sente a ausência de alguém querido pode dizer o quanto dói.

Além disso, não é possível reduzir tudo a um salário milionário e dizer que isso deveria ser suficiente para motivar qualquer um. Dinheiro não é tudo. E nem é possível achar que ser perseguido 24 horas por paparazzi é uma coisa aceitável ou que é o ônus da fama.

Também não acho que o caso de Adriano seja o mesmo de jogadores como Edílson, o Capetinha, que, do nada, esticava suas férias na Bahia sem dar a mínima para a reapresentação. O caso do ex-interista é mais sério, envolve decisões e problemas pessoais mais relevantes do que simplesmente um homem mimado que resolveu chutar o balde.

No entanto, não é possível tomar conhecimento que poucos dias depois de assinar o seu distrato com a Internazionale - baseado numa suposta perda da “alegria de jogar” - ver o atacante querendo assinar com o Flamengo e achar isso normal. Não é. Mesmo sabendo que hoje o clube de Via Durini parece mais satisfeito em comemorar a economia de aproximadamente € 10 milhões (salários mais impostos) por temporada do que lamentar a sua perda.

Trata-se também do chamado “Efeito Ronaldo”, uma nova onda de brazucas querendo voltar a jogar no seu país natal, de olho em parcerias que arquem com seus altos salários e sonhando com a possibilidade de ficar próximos de seus amigos e familiares. Fred e Adriano já se encantaram com a possibilidade. Ronaldinho, Robinho e Alex Silva também estão balançados. 

Só que isso não deveria ser admitido no futebol. A velha história da “saudade de casa” ou “o treinador não gosta de mim”, podem até ser verdade, mas isso não exclui a existência de um contrato e necessidade de seu cumprimento. Se um atleta está insatisfeito, que pague o que deve e depois saia.

Para mim, deveria ser um caso de intervenção da FIFA. Se um jogador desaparece do seu clube e quer deixar a agremiação de qualquer maneira (leia-se, sem pagar a multa), que fique então proibido de atuar profissionalmente por um bom período. Dois anos estão de bom tamanho. Afinal, mesmo que o rompimento aconteça de maneira legal, ele, sem dúvida, será imoral.

Adriano pode ter sido apenas o primeiro. Mas e o contrato?



Escrito por Michel Costa às 09h58
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LIGA DOS SONHOS – Oitavas-de-final.

Placar Final:

Foi uma disputa compatível com o gigantismo dos times. No início, parecia até que o Manchester United venceria com certa facilidade. No entanto, nem o time que conquistou a chamada Tríplice Coroa foi capaz de resistir ao futebol de Zidane, Figo, Raúl e Ronaldo que acabou virando o jogo.

Com nove votos contra dos quatro Red Devils, o Real Madrid Galáctico avançou às quartas-de-final da Liga dos Sonhos. Deste modo, seguindo o critério de proporcionalidade adotado pelo torneio, o resultado final da primeira partida da Chave 2 foi:

Real Madrid Galáctico 4 x 2 Manchester United da Tríplice Coroa

Outros confrontos:

Chave 1

Milan de Sacchi 5 x 1 Internazionale dos Alemães

Arsenal “Invincible Eleven” vs. O Bayern Munique 2000/1

O Corinthians 99/2000 vs. O Palmeiras de Luxemburgo

A Lazio campeã italiana vs. O Borussia Dortmund 96/97

Chave 2

O Barcelona de Ronaldinho vs. O São Paulo de Telê Santana

A Juventus do Tridente vs. O Ajax de van Gaal

O Porto de José Mourinho vs. O Boca Juniors de Bianchi

Com este resultado chega ao fim mais um duelo da Liga dos Sonhos. A seguir, seguindo a ordem disposta na tabela, o próximo confronto – pertencente à Chave 1 - será:

Arsenal “Invincible Eleven” vs. O Bayern Munique 2000/1

Existe time invencível? Os Gunners acham que sim. Todavia, o Bayern de Munique com seu futebol pragmático e irresistível quer provar o contrário.

Atenção: O post desse novo duelo estará disponível neste sábado. Participe!

 

Com Ronaldo e Zidane, o Real Madrid está nas Quartas.



Escrito por Michel Costa às 10h38
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Question

A seguir, temos quatro afirmativas. Cada uma revela determinada informação de um jogador que, reunidas, formam uma resposta única.

Quem é o jogador citado nas afirmativas abaixo?

I – Prodígio, estreou ainda adolescente por uma agremiação que não está sediada em sua terra (país) natal.

II – Vencedor, ganhou quase tudo o que um clube poderia conquistar.

III – Incansável, é o recordista de partidas com a camisa de seu atual clube.

IV – Veterano, não mais ostenta a titularidade de sua equipe.

Boa sorte a todos!

Anterior:

Quem é o jogador em destaque abaixo?

Resposta: Ele é Kenneth 'Kenny' Mathieson Dalglish, ex-atacante escocês nascido em 4 de março de 1951. Como jogador, Kenny Dalglish defendeu apenas Celtic, Liverpool e a seleção de seu país. Pela equipe de Glasgow, foi campeão nacional em quatro oportunidades (1971/2,1972/3,1973/4 e 1976/7). No entanto, a melhor fase de sua carreira aconteceu na equipe do norte da Inglaterra, pela qual venceu seis títulos nacionais (1978/9, 1979/80, 1981/2, 1982/3, 1983/4 e 1985/6). De quebra, ainda conquistou três vezes a Liga dos Campeões (1977/8, 1980/1 e 1983/4) e foi vice em 1985, derrotado pela Juventus. Infelizmente, uma decisão marcada por uma tragédia no estádio de Heysel (Bélgica), quando 39 pessoas morreram (34 juventinos) e 600 ficaram feridas.

Antes de encerrar a carreira, chegou a atuar como treinador/jogador, comandando os Reds em seu último título nacional (1989/90). Posteriormente, apenas como técnico, dirigiu Blackburn, Newcastle e Celtic.

Classificação: Desta vez, o primeiro a vencer o desafio foi o intrépido Rodolfo Moura, que agora soma 14 pontos se isolando na vice-liderança.

Na oportunidade, gostaria de agradecer a todos os outros participantes.

Lembrando que o primeiro acertador leva 2 pontos e os outros acertadores recebem 1 ponto, a nova classificação é a seguinte:

1º) Cyntia – 16 pontos.

2º) Rodolfo Moura – 14 pontos.

3º) Yuri – 13 pontos.

4º) JP – 10 pontos.

5º) Darley e Fernando – 7 pontos.

6º) Prisma – 6 pontos.

7º) Ângelo e Uendel – 3 pontos.

8º) Bruno e Leonardo – 2 pontos.

9º) André, Hellerson, Lucimar e Repolho – 1 ponto.  

Dalglish hoje: Uma lenda no clube de Anfield.



Escrito por Michel Costa às 17h50
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UEFA Champions League 2008/9

Semifinal – Jogo de ida.

Manchester United 1 x 0 Arsenal.

Mesmo ficando evidente a inferioridade técnica dos Gunners, a partida disputada hoje em Old Trafford foi equilibrada. A juventude dos visitantes, bem armados num 4-2-3-1 por Arsène Wenger, conseguiu limitar e muito as ações de Cristiano Ronaldo & Cia.

Agora, com essa derrota mínima, os londrinos terão a chance de decidir sua classificação em casa, já na próxima semana. Difícil será vencer o United, invicto desde a temporada 2006/7 e sabendo que apenas um gol dos Red Devils os obrigaria marcar três.

Gols significam qualidade?

Apenas um gol anotado nas duas partidas semifinais da UEFA Champions League. Muitos podem pensar que esses placares representam partidas ruins ou disputadas de maneira demasiadamente cautelosa. Nem sempre. Aliás, não é errado dizer que placares muito elásticos significam baixa qualidade defensiva e/ou uma quantidade de erros acima do aceitável.

Quando duas equipes do mais alto nível se encontram, a tendência é o escore mais baixo do que quando há desequilíbrio de forças. Desta maneira, não são normais resultados como Chelsea 4 x 4 Liverpool como ocorreu nas quartas-de-final desta mesma competição.

Isso acontece porque, quanto maior o nível das equipes, menores devem ser suas margens de erro. Por consequência, as partidas tendem a ficar mais truncadas e as chances de gols mais raras.

Por outro lado, é conhecido o gosto pelo gol que praticamente todos os espectadores de futebol têm. Um jogo sem gols é como sexo sem orgasmo, diria alguém. Assim, não é possível tirar a razão de quem acha os “zero a zero” insossos, porém, também não é caso que dar razão a quem pensa que faltou qualidade num empate sem gols ou num resultado mais magro.

ESPN

O’Shea comemora seu gol solitário. O United saiu na frente.



Escrito por Michel Costa às 07h55
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UEFA Champions League 2008/9

Semifinal – Jogo de ida.

Barcelona 0 x 0 Chelsea.

Hoje, no Camp Nou, o Chelsea até começou jogando como manda o figurino de um time que estudou a maneira como o Barcelona atua. Elevou sua marcação até o meio-campo, pressionou a saída de bola dos donos da casa e tentou, em alguns poucos momentos, aproveitar os espaços que surgiram.

Mas isso só durou até a metade do primeiro tempo. Depois disso, vimos a velha história do ataque contra defesa e um time acuado buscando os contragolpes. Num desses, por pouco Drogba não abriu o marcador para os visitantes.

Com posse de bola em torno de 65% em quase toda a partida, os Blaugranas só não chegaram ao gol devido à má pontaria, pouca inspiração e uma apresentação monumental de Petr Cech. Messi, talvez o melhor do mundo hoje, foi engolido pela marcação azul e Henry foi egoísta demais para tocar para Eto’o a bola que poderia decidir a partida.

Para piorar, o placar em branco pode nem ter sido a pior coisa para o Barça neste embate. Afinal, até um empate com gols em Stamford Bridge garante o seu avanço. O maior problema foi o desmantelamento de sua defesa. Com a contusão de Rafa Marquez (que o tirou do restante da temporada) e a suspensão de Puyol, o técnico Guardiola precisará improvisar sua defesa em Londres.

Desta maneira, o favoritismo agora é do Chelsea. E, com essa provável classificação, a chance de termos uma revanche da final passada aumentou consideravelmente. Caso essa hipótese se concretize, Roma vai tremer.

Sky Sports

 

Drogba lamenta o gol que perdeu diante de Valdés.



Escrito por Michel Costa às 20h16
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Contagem Regressiva: Abril de 2009

Para um fanático por futebol, uma Copa do Mundo é muito mais do que um evento esportivo. È um período para se tirar férias do trabalho e só sair de casa para tratar de assuntos estritamente necessários. São semanas mágicas, onde um jogador consegue deixar o mundo mortal para fazer parte do panteão dos Deuses da Bola e, de quebra, transformar um país inteiro numa grande festa. É uma época para se rir, chorar, se emocionar. Enfim, é um momento para guardar para sempre em nossos corações...

Tabela salgada.

Embora o empate diante do Equador e a vitória sobre o Peru - e consequentemente o segundo lugar (21 pontos) na classificação das Eliminatórias - tenham deixado mídia esportiva e torcida mais tranquilas, a sequência de jogos que a Seleção Brasileira terá pela frente está longe de ser fácil.  

Um breve olhar para os próximos compromissos do Brasil indicam que o caminho das pedras está longe de terminar: Uruguai (fora), Paraguai (casa), Argentina (fora), Chile (casa), Bolívia (fora) e Venezuela (casa).

Enquanto isso, os maiores adversários na disputa pelas quatro vagas diretas ainda terão pela frente compromissos similares:

Paraguai (1º lugar, 24 pontos): Chile (casa), Brasil (fora), Bolívia (casa), Argentina (casa), Venezuela (fora) e Colômbia (casa).

Chile (3º lugar, 20 pontos): Paraguai (fora), Bolívia (casa), Venezuela (casa), Brasil (fora), Colômbia (fora) e Equador (casa).

Argentina (4º lugar, 19 pontos): Colômbia (casa), Equador (fora), Brasil (casa), Paraguai (fora), Peru (casa) e Uruguai (fora).

Uruguai (5º lugar, 17 pontos): Brasil (casa), Venezuela (fora), Peru (fora), Colômbia (casa), Equador (fora) e Argentina (casa).

Sob uma ótica realista, este panorama indica que a classificação brasileira para o próximo Mundial é bastante provável. Entretanto, convém aos meios de comunicação informar que a trajetória rumo à África do Sul ainda reserva alguns percalços que, sem os devidos resultados, podem transformar a reta final num trajeto bastante espinhoso para Dunga & Cia.     

Lista em aberto.

Para os citados compromissos frente a Equador e Peru, o técnico Dunga convocou os seguintes jogadores:

Goleiros: Júlio César (Internazionale) e Doni (Roma).

Zagueiros: Lúcio (Bayern), Miranda (São Paulo), Thiago Silva (Milan) e Luisão (Benfica).

Laterais: Maicon (Internazionale), Daniel Alves (Barcelona), Kléber (Internacional) e Marcelo (Real Madrid).

Volantes: Gilberto Silva (Panathinaikos), Josué (Wolfsburg), Felipe Melo (Fiorentina) e Anderson (Manchester United).

Meias: Kaká (Milan), Ronaldinho (Milan), Julio Baptista (Roma) e Elano (Manchester City)

Atacantes: Robinho (Manchester City), Luís Fabiano (Sevilla), Alexandre Pato (Milan) e Adriano (Internazionale).

Entre os que têm sua vaga praticamente assegurada, apenas o zagueiro Juan não figurou na lista. Aliás, é bom lembrar que o elevado número de contusões do defensor da Roma, deve estar deixando a comissão técnica preocupada. Felizmente, seu provável substituto, o milanista Thiago Silva, deve passar a atuar com regularidade a partir da próxima temporada.

A lateral esquerda segue como ponto de interrogação. Kléber retornou à vaga que esteve ocupada por Adriano, do Sevilla, no amistoso contra a Itália. Enquanto isso, o titular Marcelo ainda não demonstrou a consistência necessária para se firmar com a camisa 6. Fábio Aurélio, o preferido da crítica, segue sem ter sua oportunidade.

Depois de ter sua convocação bastante contestada, quem causou boa impressão com a camisa amarela foi o volante da Fiorentina, Felipe Melo: "Ele tem o tipo de postura e personalidade que queremos na Seleção, pois aqui é um mundo à parte. Estamos felizes com a forma como ele chegou ao grupo", elogiou o auxiliar-técnico de Dunga, Jorginho.

Os dois ausentes mais comentados continuam sendo Ramires e Hernanes. Vistos por muitos como a solução para a “volância” da Seleção, seguem atuando como meias no Cruzeiro e no São Paulo. Partindo dessa visão, uma declaração de Dunga causou polêmica: "Para chamar o Ramires eu teria que deixar o Kaká de fora. O que você acha disso?", retrucou ao jornalista que lhe fez a pergunta. "Temos que observar a função que cada atleta faz".  Particularmente, acho que ambos têm vaga na Seleção, só que jogando mais à frente.

Porém, nenhum setor rende mais comentários do que o ataque. Depois da partida contra o Peru, disputada em Porto Alegre, o centroavante Adriano desapareceu. Dias depois - como bem definiu o colunista Tostão - apareceu de bermudas e chinelo sorrindo, para mostrar que estava triste, dizendo que se afastava do futebol por ter perdido a alegria de jogar.

Em seguida, seu empresário, Gilmar Rinaldi, começou as tratativas com a Internazionale para a rescisão de contrato, o que aconteceu na última sexta-feira. No mesmo dia, surgiram notícias de que o Imperador estaria negociando um possível retorno ao Flamengo. Mesmo que aconteça tal acordo, além de ficar marcado como péssimo profissional, o atacante terá dificuldades para recuperar seu posto entre os convocáveis.

Deste modo, acaba de se abrir uma vaga no ataque que (provavelmente) irá à África. Se no momento Luís Fabiano é o titular da camisa 9 e Robinho é o seu companheiro, Alexandre Pato, em grande fase no Milan, surge como o nome da vez para assumir um posto no onze inicial.

Entre os nomes que buscam espaço, encontra-se o jovem Keirrison do Palmeiras que, até pela pouca idade, vem oscilando bastante; Fred, que acaba de retornar ao Brasil para defender o Fluminense; Grafite, artilheiro e postulante ao título da Bundesliga; Nilmar, o preferido de oito entre dez torcedores; e, claro, Ronaldo, que aos poucos tenta se aproximar de sua boa forma. 

Os rivais.

Impossível não citar os 6 a 1 que a Argentina sofreu jogando na Bolívia no dia 1º de abril. Um resultado que, além de suscitar dúvidas acerca do trabalho do ex-jogador e hoje técnico, repara uma enorme injustiça de quando o próprio craque disse que a altitude não tem relevante influência em partidas de futebol.

Enquanto isso, a campeã européia Espanha, segue com o status de melhor selecionado do mundo. Seus mais de 30 jogos de invencibilidade (não perde desde a Copa de 2006) apenas reforçam esse pensamento.

 

É possível pensar em Ronaldo 2010?



Escrito por Michel Costa às 06h16
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A4L Tube

A Vila que um dia reverenciou Pelé,

e que deu uma placa para Marcelino,

hoje aplaudiu Ronaldo...

Em BH, mais do mesmo… 



Escrito por Michel Costa às 19h45
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