Aquele lance ou momento que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu.
Como tudo começou.
Sempre que a Seleção Brasileira entra em campo pelas Eliminatórias, certa partida me vem à memória. Há quase dezesseis anos, o Brasil precisava vencer o Uruguai para se classificar ao Mundial dos Estados Unidos.
Duelo complicado, contra um rival sempre temível e tendo o Maracanã como palco. Muito se falou no fantasma do Maracazo e de como o selecionado de Parreira oscilava na disputa pela vaga. Para piorar, o titular Muller estava fora, o que obrigou o técnico aconvocar Romário. Craque, em grande fase, mas dono de um histórico de indisciplinas com a chamada “amarelinha”.
Sem outras grandes alternativas, Parreira o convocou e o Baixinho respondeu prontamente. O que se viu depois foi considerado por muitos a maior exibição de um jogador com a camisa da Seleção Brasileira...
Você conhece alguma história interessante sobre o mundo da bola? Mande-a para meu e-mail: a4l@bol.com.br e coloque no assunto: 'Lembra desse?!' e ela poderá ser publicada aqui!
Fabrício, zagueiro emprestado pelo Flamengo ao Hoffenheim com opção de compra pelos alemães, é mais um exemplo de jogador jovem que deixa o país antes mesmo de estrear pelo clube que o revelou.
Dou sua saída praticamente como certa, pelo fato do próprio clube da Gávea (sobre o qual não trato mais neste blog) ter adiantado que o dinheiro de sua negociação será utilizado para quitar uma antiga dívida com o Atlético de Madrid, ainda pela passagem do também defensor Carlos Gamarra.
Na verdade, o objetivo deste post é outro. A partir do minuto 1:50, Fabrício, que vem sendo comparado ao zagueiro Juan, estabelece uma comparação entre o futebol brasileiro, mais precisamente o carioca,e o futebol alemão. A opinião de quem acaba de se deparar, em campo, com as diferenças, vai de exato encontro com a comparação que fiz das ligas na última coluna Pontos e Vírgulas.
Logo abaixo, temos quatro afirmativas. Cada uma revela determinada informação de um jogador que, reunidas, formam uma resposta única.
Quem é o atacante citado nas afirmativas abaixo?
I – Durante grande parte de sua carreira foi reserva.
II – Marcou o gol que deu ao seu time um importante título que não era conquistado há 31 anos.
III –Disputou a Copa do Mundo de 1998.
IV –Encerrou a carreira após seguidas lesões que o impediram de seguir jogando em alto nível.
Resposta: O jogador descrito acima é o norueguês Ole Gunnar Solskjaer, ex-atacante do Manchester United e autor do gol que deu ao time britânico seu segundo título continental em 1999 diante do Bayern de Munique.
Atacante dotado de boa velocidade e instinto matador, anotou 123 gols em 349 partidas disputadas com a camisa dos Red Devils. Apesar das diversas contusões que não permitiram que atuasse com regularidade, o baby-faced assassin, como ficou conhecido por sua aparência infantil, é reverenciado até hoje em Old Trafford, onde a pouco se tornou técnico do time B.
Classificação: A disputa está ficando cada vez mais acirrada. Com os dois pontos somados por ter sido a primeira a acertar, Cyntia alcançou Yuri na liderança. Logo abaixo, com apenas um ponto de diferença, Darley e Rodolfo Moura seguem atentos.
Lembrando que o primeiro acertador leva 2 pontos e os outros acertadores recebem 1 ponto, a nova classificação é a seguinte:
1º) Cyntia e Yuri – 9 pontos.
2º) Darley e Rodolfo Moura – 7 pontos.
3º) JP – 6 pontos.
4º) Fernando – 5 pontos.
5º) Prisma – 3 pontos.
6º) Ângelo e Bruno – 2 pontos.
7º) Hellerson e Lucimar – 1 ponto.
Boa sorte a todos!
www.telegraph.co.uk
Solskjaer em seu maior momento: United 2x1 Bayern.
Espaço destinado a comentar um assunto que é interessantíssimo para alguns, mas considerado por muitos, aborrecedor ou até mesmo difícil de ser assimilado, mas que sem o mínimo conhecimento dessa arte, o futebol não pode ser compreendido em sua totalidade.
Um guerreiro no ataque.
Finalizando (por enquanto) o assunto Gerrard e Liverpool aqui no blog, apresento o esquema* que ilustra com clareza a função que o meia vem exercendo atualmente. Antes um volante do tipo box-to-box (jogador que atua de uma área a outra marcando, armando e atacando) e que nas mãos de Rafa Benítez se tornou um meia ofensivo, hoje, parceiro de ataque de Fernando Torres quando o time tem a posse de bola.
Para quem dá valor ao número que é utilizado pelos jogadores, diria que Gerrard podeser considerado um camisa 10 dos mais modernos. Embora não seja louco a ponto de sugerir o abandono de sua emblemática camisa 8.
* A permissão para utilização desta, como outras ilustrações, foi gentilmente cedida por Eduardo Cecconi do blog Preleção.
A vitória do Liverpool por 5 a 0 sobre o Aston Villa não serviu apenas para ratificar a grande fase da equipe do norte da Inglaterra. O triunfo serviu também para recolocar o time da briga pelo título, sem dúvida, maior sonho de consumo do clube.
Agora, a diferença que separa os Reds do líder Manchester United caiu para apenas um ponto. Mesmo lembrando que os mancunianos têm uma partida a mais para cumprir, o momento do vice-colocado mostra que o campeonato está mais aberto do que nunca.
Na realidade, o time de Anfield poderia estar até em melhores condições na tabela se não fossem os muitos pontos perdidos diante de adversários mais frágeis do que o quinto classificado Aston Villa.
Para muitos, a principal razão para a perda de tantos pontos se deve ao esquema cauteloso do técnico Rafa Benítez, que quase sempre escala sua equipe com dois volantes, Gerrard à frente deles, dois meias abertos pelos lados do campo e apenas um atacante mais fixo. Essa postura, diante de adversários mais retraídos, invariavelmente é responsável pelos placares zerados ou empatados.
Recentemente, o site inglês PowerTable mostrou que, em relação às temporadas anteriores, o time apresentou uma melhora geral de 33%. 28% apenas em jogos fora de casa. Em seus domínios, o Liverpool continua menos eficiente que o desejado.
As maiores razões para o sucesso do rival Manchester United desde a criação da Premier League são justamente a capacidade de fazer prevalecer o fator campo e a maneira ofensiva como o técnico escocês Alex Ferguson arma sua equipe, claro, sem se descuidar da defesa.
E é nesse ponto que reside a grande questão da passagem de Benítez pela Terra da Rainha. Sem a coragem para lançar os seus ao ataque, acaba perdendo pontos preciosos pelo caminho. Enquanto isso, na UEFA Champions League, onde a maioria dos adversários também toma a iniciativa do jogo, o Liverpool consegue com sua forte marcação e rápidos contra-ataques, fazer jus à fama de “time copeiro”. No entanto, para sua fanática torcida, brilhar apenas na Europa não é mais suficiente.
Aquele lance ou momento que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu.
Não restam dúvidas do favoritismo do Manchester United no duelo contra o Portopelas quartas-de-final da UEFA Champions League 2008/9. A equipe comandada por Alex Ferguson está invicta no torneio a 21 partidas e ostenta um dos melhores esquadrões do planeta.
Entretanto, se engana quem pensa que a fatura está liquidada. O Porto vive um momento bem melhor depois do começo de temporada turbulento.
Além disso, esse confronto nos remete ao ano de 2004, quando os ingleses também eram favoritos, contavam ainda com jogadores como Ruud van Nistelrooy e Roy Keane, mas que foram surpreendidos por um aplicadíssimo Porto, então sob a batuta de José Mourinho. Um time emergente, com atletas do calibre de Ricardo Carvalho, Costinha, Maniche (em grande fase) e Deco (fenomenal).
O restante dessa história é contado no vídeo a seguir...
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