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Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


Uma perna maior que a outra.

Quando tomei conhecimento dos duelos que marcarão as quartas-de-final da UEFA Champions League 2008/9, logo notei que havia certa diferença técnica entre os dois lados dos confrontos que levarão duas equipes para a tão sonhada final em Roma.

Se de um lado, Barcelona, Bayern, Liverpool e Chelsea disputarão cada centímetro de gramado para atingir a honraria, do outro, o Manchester United terá pela frente um caminho menos sinuoso, ao se deparar primeiro com o Porto e, caso se classifique, Villarreal ou Arsenal.

Dizer quer os Red Devils foram felizes no sorteio não é errado. Aliás, Sir Alex Ferguson fez questão de frisar isso. No entanto, sorte não basta. Caso queria avançar, a equipe britânica terá que ser mostrar em campo a competência necessária para agarrar a oportunidade. Agora, se o regulamento da competição previa cruzamentos díspares, já é outra questão.

Caso o Arsenal confirme seu (leve) favoritismo diante do Villarreal, serão grandes as chances de termos novamente três agremiações inglesas nas semifinais, assim como ocorreu em 2007 e 2008.

Do outro lado, mesmo com toda sua tradição na Europa, o Bayern é zebra. Passar por Barcelona e depois pelo vencedor de Liverpool e Chelsea é uma missão para lá de complicada. No entanto, alguém já deve ter notado que os bávaros estão mais consistentes em relação ao semestre passado.

O confronto eliminatório entre Liverpool e Chelsea será o quarto nas últimas cinco temporadas. No momento, o placar da disputa aponta dois a um para os Reds. Impossível comentar esse duelo sem fazer referência ao gol solitário do Liverpool em 2005, no qual até hoje não se sabe se a bola entrou ou não.

Como não poderia deixar de ser, abaixo aponto meus favoritos (em negrito) para cada confronto. E, para não ficar em cima do muro, ainda arrisco (em negrito e caixa alta) meus preferidos para a finalíssima:

Quartas-de-final - 7/8 e 14/15 de abril.

Villarreal x Arsenal

Manchester United x Porto

Liverpool x Chelsea

Barcelona x Bayern de Munique

Semifinais - 28/29 de abril e 5/6 de maio.

MANCHESTER UNITED x Porto vs Villarreal x Arsenal

Barcelona x Bayern vs. LIVERPOOL x Chelsea

A decisão está marcada para o dia 27 de maio no estádio Olímpico de Roma.

www.vinginmedia.com

E você, já tem os seus favoritos?

 

2005: Luis Garcia comemora seu mais polêmico gol.



Escrito por Michel Costa às 20h22
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Question

Logo abaixo, temos quatro afirmativas. Cada uma revela determinada informação de um jogador que, reunidas, formam uma resposta única.

Responda. Quem é o atacante citado nas afirmativas abaixo?

I – Durante grande parte de sua carreira foi reserva.

II – Marcou o gol que deu ao seu time um importante título que não era conquistado há 31 anos.

III –  Disputou a Copa do Mundo de 1998.

IV –  Encerrou a carreira após seguidas lesões que o impediram de seguir jogando em alto nível.

Anterior:

Quem é o jogador retratado abaixo?

 

Ele é o uruguaio Gustavo “Gus” Poyet, ex-meio-campista do River Plate, Grenoble, Zaragoza, Chelsea e Tottenham onde atualmente desempenha a função de auxiliar-técnico.

Jogador alto, dono de ótimo vigor físico e bom tecnicamente, Poyet fez parte do Chelsea que alcançou a classificação para a UEFA Champions League mesmo antes da chegada de Roman Abramovich a Londres.

Assim, gostaria de parabenizar o Darley, primeiro acertador, como também Yuri e JP.

Classificação: Como esse resultado, Yuri se isolou na liderança com oito pontos, seguido de perto pela inoxidável Cyntia. Darley e Rodolfo Moura dividem agora a terceira posição.

Lembrando que o primeiro acertador leva 2 pontos e os outros acertadores recebem 1 ponto, a nova classificação é a seguinte:

1º) Yuri – 8 pontos.

2º) Cyntia – 7 pontos.

3º) Darley e Rodolfo Moura – 6 pontos.

4º) JP – 5 pontos.

5º) Fernando – 4 pontos.

6º) Prisma e Bruno – 2 pontos.

7º) Hellerson, Lucimar e Ângelo – 1 ponto.

Boa sorte!

www.fooball.co.uk

 

Poyet ao lado do ex-treinador dos Spurs, Juande Ramos.



Escrito por Michel Costa às 19h46
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Pontos e Vírgulas.

Coluna destinada a comentar as opiniões emitidas pelo órgão responsável pela chegada de informações ao público aficionado pelo futebol: a imprensa esportiva. Afinal, bem ou mal, é através dela que tomamos conhecimento de (quase) tudo o que cerca o mundo da bola.

Pela última vez.

Poucas coisas no futebol me tiram do sério. Observações injustas ou convenientes são algumas delas.

Toda vez que o comentarista de ESPN Brasil, Mauro Cezar Pereira, faz uso de alguns parâmetros (e é acompanhado por muita gente incapaz de formar a própria opinião) para avaliar a qualidade do futebol disputado no Brasil fico com a impressão de que há alguma coisa estranha do ar.

Primeiro. Sempre que ele compara o futebol daqui com o que é disputado na Europa, ele opta por tomar como parâmetro o continente inteiro, quando na verdade deveria escolher uma só liga.

Toda vez que ele aponta o mau desempenho em gramados europeus de um brasileiro que por aqui jogava bem, ele se esquece (?) daqueles que atuaram bem nas duas oportunidades e daqueles que saíram daqui de maneira mais discreta e brilharam no estrangeiro.

Dizer que as boas apresentações de Ronaldo no campeonato paulista comprovam o nível baixo do esporte em nosso território é algo curioso. O que então dizer de Rivaldo, que chegou ao Brasil magro e sem problemas físicos e não produziu quase nada atuando pelo Cruzeiro no Campeonato Mineiro? Se alguém dissesse que o nível era alto, com certeza ele não concordaria.

O gols de Ronaldo e a fase razoável de Zé Roberto no Flamengo (outro exemplo frequente) não provam que o futebol daqui é mais fraco. No caso do corintiano, apenas mostra que, mesmo fora de forma, trata-se de um jogador diferenciado. O gol que ele marcou contra o Palmeiras poderia ter feito em qualquer lugar. Como bem observou Tostão, não existe muita diferença entre Marcão e Heinze, do Real Madrid.

Da mesma forma que alguns jogadores arrebentam aqui e não o fazem na Europa, muitos saem daqui sob olhares desconfiados e fazem sucesso no Velho Continente. Se Thiago Neves foi mal no Hamburgo, Cícero, ex-companheiro de Fluminense e bem menos badalado, vai muito bem no Hertha Berlin. Renato Augusto que, por diversas razões, nunca se firmou aqui como grande jogador hoje também brilha na Bundesliga. O atacante Grafite é um exemplo de quem foi bem nos dois ambientes.

Maicon e Júlio Baptista eram chamados de caneludos no Brasil. Agora, o lateral é um dos melhores do mundo em sua posição e o meia-atacante tem muito crédito na Roma.

Outro dia, o mesmo comentarista disse que o Zé Roberto (agora, o pentacampeão do Bayern) veio jogar no Santos e se tornou o dono do campeonato. Menos, menos. Concordo que ele atuou muito bem, mas, os últimos donos do campeonato chamam-se Edmundo (1997) e Alex (2003). 

Ainda no embalo, citou Carlos Tevez, ídolo dos corintianos e que no Manchester United é reserva. Essa é apenas meia verdade. O argentino teve ótimo desempenho na temporada passada, quando foi titular, e estranhamente perdeu a posição para o búlgaro Berbatov sem nem ao menos receber a chance de disputá-la. Provavelmente, um efeito do alto preço pedido pela MSI por seus direitos federativos. Conclua o que quiser dessa informação.     

Sei que campeonatos estaduais não são um bom parâmetro. Mas ainda vejo o Brasileirão como um dos cinco melhores campeonatos do mundo. Abaixo da Premier League, da Serie A italiana e de La Liga. Mas, no mesmo nível (ou melhor) que a Bundesliga, recheada de jogadores sem cintura e desprovidos de técnica, e que a Ligue 1, com seus africanos que só tem velocidade, força e pulmão.

A propósito, a francesa Ligue 1 é outra vítima de seus comentários, quando aponta o baixo nível da competição. Como escrevi acima, ela não é mesmo grande coisa. Porém, é melhor que a holandesa Eredivisie, nunca mencionada. A diferença? Bom, a primeira é mostrada pelo Sportv. A segunda é atração dos canais ESPN.

Sempre digo que uma das maiores dificuldades para se qualificar o futebol disputado no Brasil é a falta de campeonatos ou mesmo amistosos nos quais as equipes daqui enfrentam os rivais europeus. Se buscarmos pelos encontros nos últimos quinze anos, veremos que não há nenhum abismo técnico, físico ou tático. Apenas financeiro.

Atualmente só ficamos a imaginar a força de determinado time brasileiro quando este se desfaz e seus atletas se espalham pelo mundo. Aí, nos lembramos que o São Paulo do início dos anos 2000 reuniu no meio-campo Fábio Simplício, Leonardo, Júlio Baptista e Kaká. Ou que o Santos de 2002 tinha Diego, Robinho, Alex, Elano, Léo e Renato. Não seriam opções interessantes?

Como o próprio título do post diz, essa é a última vez que toco nesse assunto. Espero que reflitam quando ouvirem opiniões baseadas em exemplos escolhidos de acordo com a conveniência da “tese” ou opinião.

Reuters

 

Rivaldo: Passagem apagada pelo Cruzeiro.



Escrito por Michel Costa às 20h44
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A4L Tube

Concordo com os internautas.

A última enquete do Esporte Espetacular quis saber quem é melhor: Ronaldinho ou Kaká?

Embora indolente, em declínio na carreira e ocupando momentaneamente um plano inferior ao de Kaká, penso que, se ambos parassem de jogar hoje, diria que Ronaldinho Gaúcho jogou mais bola.

Suas atuações nas temporadas 2004/5 e 2005/6 atingiram um ponto que poucos na história conseguiram. Se Ronaldo já foi Pelé (1996/7 e 1997/8), Ronaldinho já foi Maradona.

Kaká é mais regular e aquele que todo mundo quer ver no seu time. Só que o gaúcho foi mais genial. Pena que ele tenha desistido de se manter no topo. Em plena forma, é melhor que Messi, Cristiano Ronaldo, do que qualquer um...

Você Concorda?



Escrito por Michel Costa às 20h31
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