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Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


Lembra desse?!

Aquele lance ou momento que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu.

 20 Anos de Ricardo Teixeira na CBF.

Continuando a série, o blog A4L relembra os fatos mais marcantes da atual administração da Confederação Brasileira de Futebol.

Parte II: O que aconteceu com Ronaldo?

Após a conquista de 94, o técnico Carlos Alberto Parreira foi tentar a sorte no comando do Valencia. Com o intuito de manter o trabalho vitorioso e, por que não, obediente, Ricardo Teixeira efetivou o auxiliar-técnico Zagallo como treinador de um selecionado que sonhava com o ouro olímpico e o pentacampeonato mundial na França.  

A missão do Velho Lobo consistia em rejuvenescer um grupo que, em sua base, era o mesmo das Copas de 90 e 94. O início do trabalho foi em 1995 com a disputa da Copa Umbro, promovida pelo então patrocinador esportivo, disputada na Inglaterra e vencida pelo Brasil; e Copa América, conquistada pelo anfitrião Uruguai, ficando o Brasil em segundo.

Esse período foi marcado pela indefinição da dupla de ataque, que antes era formada por Bebeto e Romário. Na ocasião, o então recém-contratado pelo Flamengo recusou o chamado se dizendo interessado em disputar apenas os Jogos Olímpicos. Logicamente, essa atitude desagradou Zagallo.

Vieram os Jogos de Atlanta e os três atletas acima de 23 anos foram Aldair, Rivaldo e Bebeto. O trio, embora talentoso (o atacante foi artilheiro com 6 gols), não tinha um perfil de liderança. Rivaldo chegou a perder sua posição entre os titulares e o Brasil caiu na semifinal diante da futura campeã Nigéria. Mais tarde, Zagallo revelou-se arrependido por não ter levado o comandante Dunga. Apesar da decepção de mais um fracasso olímpico, o evento foi marcado pela subida de produção de Ronaldo, que de promessa passou a ser o melhor jogador em atividade no planeta.

Depois dessa derrota, o experiente treinador passou a sofrer fortes críticas ao seu trabalho, considerado ultrapassado. Todavia, dono da confiança de Teixeira, foi mantido no cargo até o Mundial da França. No percurso, a reintegração de Romário, que passou a formar uma dupla arrasadora ao lado do agora fenômeno Ronaldo.

1997 foi um ano marcado por uma frase. A conquista da Copa América na altitude boliviana ficou para sempre associada ao desabafo do treinador que, roxo diante das câmeras, disparou contra um inimigo invisível: “Vocês vão ter que me engolir!”

Novamente, a relação entre Seleção e imprensa não era das melhores. Numa tentativa de dar respaldo e credibilidade ao que era feito, o presidente da CBF convidou o ídolo Zico para tomar frente daquele trabalho. O cargo oferecido foi o de coordenador-técnico, posto hierarquicamente superior ao do técnico, embora, naquela altura, sem funções plenamente definidas.

Defendendo o título, o Brasil embarcou para a França. Considerado titular, Romário viajou sob a condição de se recuperar de uma lesão muscular a tempo da disputa. Infelizmente, a espera pela melhora do craque se mostrou algo arriscado e, de maneira dramática, seu nome foi cortado. Inconformado, o Baixinho saiu atirando contra a comissão técnica e sua relação com Zagallo e Zico nunca mais foi a mesma, tendo seu ápice nas famosas charges nos banheiros do seu Café do Gol.

Tanto a montagem do time, quanto alguns nomes levados para o Mundial se mostraram equivocados. Mesmo assim, aos trancos e barrancos, o time chegou à final contra os donos da casa. A derrota por 3 a 0 foi doída, mas a pergunta que se fez nos dias seguintes à queda foi: “O que aconteceu com Ronaldo?”

Trata-se até hoje de um caso mal explicado. Convulsão ou caso de parassonia, o fato é que o camisa 9 deixou em pânico a delegação brasileira. Depois de examinado numa clínica particular, o Fenômeno se colocou à disposição do treinador. Liberado pelo médico Lídio Toledo, acabou escalado para o duelo no Stade de France. No entanto, um grupo liderado pelo meia Leonardo, preocupado com sua saúde, se mostrou contra sua ida a campo.

A participação do então jogador da Internazionale poderia ter ficado apenas como uma decisão médico-técnica se logo depois não tivesse surgido a notícia de que a Nike, fornecedora do material esportivo da CBF, teria obrigado sua entrada em campo. Versão confirmada e depois desmentida pelo reserva Edmundo.

Por mais incrível que pareça, a história não terminou ali...

AFP

 

Mesmo fora de suas condições ideais, Ronaldo entrou na final.

Você conhece alguma história interessante sobre o mundo da bola?
Mande-a para meu e-mail: a4l@bol.com.br e coloque no assunto: 'Lembra desse?!' e ela poderá ser publicada aqui!



Escrito por Michel Costa às 22h01
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Sorte de campeão?

Quem acompanha este blog sabe que eu não morro de amores pelo futebol praticado pela Internazionale nesta temporada. Abusando de um jogo de chutões, longe de seu top físico e sem nenhuma criatividade no meio-campo, os Nerazzurri ocupam a liderança isolada da Serie A graças ao empenho de sua defesa, aos lampejos de Ibrahimovic e a grande fase vivida por Maicon.

Ontem, atuando fora de casa diante do Catania, o time de Via Durini voltou a jogar abaixo do que pode, teve Muntari expulso ainda no primeiro tempo e só venceu porque a pontaria dos homens de Walter Zenga não é das melhores.

Mas, por incrível que pareça, os Nerazzurri não só bateram seu adversário por 2 a 0 como, contando com tropeços de Juventus e Milan, abriu seis e oito pontos, respectivamente, de seus adversários diretos.

Jogando em Udine, a Vecchia Signora perdeu por 2 a 1. Enquanto isso, em pleno San Siro, o Milan que saiu na frente com um golaço de Beckham, cedeu o empate ao Genoa aos 42 minutos no 2º tempo.

Enquanto isso, a líder avança e volta a abrir distância. Pior será ler/ouvir gente dizendo que tudo isso foi resultado da tal bronca que José Mourinho deu no elenco. Ah, o futebol...

La Presse

 

Ibra comemora seu belo gol. A Inter volta a abrir 6 pontos.



Escrito por Michel Costa às 10h42
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Question

Quem é o jogador retratado abaixo?

 

Dicas só serão inseridas neste espaço de acordo com a necessidade dos palpiteiros...

Anterior:

Assinale o jogador abaixo que foi o único a entrar em campo e vencer uma final de Libertadores, de UEFA Champions League e de Copa do Mundo:

a) Cafu;

b) Roque Júnior;

c) Dida;

d) Roberto Carlos.

Resposta: b) Roque Júnior foi o único dessa turma a vencer, jogando, as três competições. Foi campeão da Libertadores com o Palmeiras em 1999, campeão mundial em 2002 e vencedor da UEFA Champions League de 2002/3 com o Milan.

Cafu, a outra opção, também venceu as três competições, mas contra o Liverpool em 2006/7 ele era reserva de Oddo e não entrou durante a partida.

Classificação: Parabéns ao Fernando, o primeiro a acertar o desafio e também a Cyntia e Prisma. Relembrando que o primeiro acertador leva 2 pontos e os outros recebem 1 ponto, a nova classificação é a seguinte:

1º) Darley, Cyntia e Fernando – 2 pontos.

2º) Yuri e Prisma – 1 ponto.

Até a próxima!

 

Roque Júnior em ação pelo Brasil. Contestado, mas campeão.



Escrito por Michel Costa às 22h10
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A4L Tube

Sinais.

O gesto característico para se promover uma alteração no futebol é bem conhecido. Basta girar os indicadores um sobre o outro e pronto. Todo mundo entende. Só que, pelo jeito, o médico do São Paulo não o conhecia.

A reação de Muricy Ramalho é hilária. Confira.



Escrito por Michel Costa às 19h20
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Contagem Regressiva.

A partir deste mês, o blog A4L inicia sua contagem regressiva para a Copa do Mundo de 2010. Para mim, fanático por futebol, uma Copa é muito mais do que um evento esportivo. È um período para se tirar férias do trabalho e só sair de casa para tratar de assuntos estritamente necessários. São semanas mágicas, onde um jogador consegue deixar o mundo mortal para fazer parte do panteão dos Deuses da Bola e, de quebra, transformar um país inteiro numa grande festa. É uma época para se rir, chorar, se emocionar. Enfim, é um momento para guardar para sempre em nossos corações...

Janeiro de 2009.

Agora faltam menos de 500 dias para o Mundial. Com as eliminatórias em andamento, apenas a anfitriã, África do Sul, tem sua vaga assegurada. O Brasil, protagonista desta série, avança com relativa tranquilidade por essa fase classificatória, ocupando, neste momento, a segunda colocação com 17 pontos, 5 atrás do líder Paraguai.

Sem conseguir fazer da Seleção Brasileira um time regular, hostilizado pela torcida e sem ter o menor traquejo com a imprensa, Dunga segue muito contestado no comando da equipe.

Em campo, as principais críticas recaem sobre a alternância do futebol praticado. Em algumas partidas, as jogadas fluem melhor e o Brasil vence até com certa facilidade. Noutras, o time simplesmente não consegue ultrapassar o bloqueio adversário. Com o empate sem gols diante da Colômbia, já são três jogos sem marcar em território nacional. Em contrapartida, fora de casa, foram duas goleadas seguidas contra Chile e Venezuela.

Esses resultados mostraram que, ao encontrar espaços, o futebol vertical de Kaká, Robinho e dos outros costuma estraçalhar defesas. Em amistoso, Portugal, a última vítima, se abriu e levou um vareio. Quando o rival se fecha, o selecionado verde-amarelo não demonstra a criatividade necessária para abrir o placar. Muito se reclama da falta de um meia com características de armador que possa fazer o trabalho de “guardar” a bola à espera do melhor momento para acionar um atacante bem posicionado.

Encontrar outra forma para lidar com esse tipo de antagonista, encontrar uma base de convocados, se classificar para a fase final na África e, claro, se manter no cargo são os maiores desafios do técnico canarinho neste período.

Os convocados:

A primeira convocação do ano, visando o amistoso contra a Itália em 10 de fevereiro, teve poucas surpresas. Quem esperava pelo chamado do atacante Amauri da Juventus se decepcionou. Dunga o elogiou, mas disse que a celeuma envolvendo seu nome como possível jogador da Azzurra poderia prejudicar seu desempenho. Respeito essa posição, mas não concordo. Daqui a pouco, esse vai se tornar um novo “Caso Deco”.

Por outro lado, nomes como o do volante Felipe Melo da Fiorentina e do lateral-esquerdo Adriano do Sevilla mostram que a disputa pelas camisas 5 e 6 está completamente aberta. Mesmo lembrando que os atletas que atuam no Brasil não foram convocados desta vez, vale dizer que, tanto Hernanes, quanto Ramires, não atuam como primeiro volante em seus clubes. E essa é uma questão importante, já que se trata da saída de bola do time, prejudicada pela má fase do titular Gilberto Silva.

Em entrevistas, Dunga e Jorginho já disseram que essa posição e a consequente substituição de Gilberto depende de se encontrar alguém que reúna características parecidas com as suas. Ou seja, ser bom no jogo aéreo, ter força na marcação e se posicionar a frente dos zagueiros para auxiliar na saída de bola. Isso não é pouco.

A lista:

Goleiros: Júlio César (Internazionale) e Doni (Roma);

Zagueiros: Lúcio (Bayern), Juan (Roma), Luisão (Benfica) e Thiago Silva (Milan);

Laterais: Maicon (Internazionale), Daniel Alves (Barcelona), Adriano Correa (Sevilla) e Marcelo (Real Madrid);

Volantes: Gilberto Silva (Panathinaikos), Josué (Wolfsburg) e Felipe Melo (Fiorentina);

Meias: Kaká (Milan), Ronaldinho Gaúcho (Milan), Elano (Manchester City), Anderson (Manchester United) e Júlio Baptista (Roma);

Atacantes: Adriano (Internazionale), Robinho (Manchester City), Alexandre Pato (Milan) e Luís Fabiano (Sevilla).

Novos e velhos nomes:

Sobre as ausências, é interessante comentar que o posto de goleiro suplente ainda pode reservar o nome de Renan do Valencia, que hoje se encontra lesionado. Doni, que agrada a poucos, tem mais uma chance.  

Alex Silva, Mineiro, Lucas, Diego e Vagner Love ficaram novamente de fora.

Atletas no momento fora da órbita como Renato Augusto (eleito o 3º melhor jogador da Bundesliga), Juan Maldonado, Keirrison, Nilmar e Fred podem figurar dentro dos próximos meses. Até Edmilson, novo contratado do Palmeiras, pode surgir na citada posição carente de primeiro volante. Jogar no Brasil é um facilitador na reta final.

Os rivais:

Vencedora da Euro 2008, a Espanha pratica o melhor futebol da atualidade. Todavia, a falta de tradição em mundiais pode pesar nessas horas.

A Itália, atual campeã do mundo, e que agora tem Marcello Lippi de volta é um adversário tão temível quanto. E, provavelmente, graças à Dunga, serão reforçados por Amauri.

Sob o comando de Fabio Capello, a Inglaterra pode finalmente apresentar algo que justifique a badalação de seus astros. Algo me diz que Beckham ainda terá papel importante no English Team.

Com ninguém menos que Maradona do comando, a Argentina é outra força respeitável. Entretanto, mesmo estando bem assessorado, não acredito no trabalho de El Pibe. Nada que Messi, hoje o melhor do mundo, não possa desmentir solenemente.

ESPN.com  

 

Em grande fase, Amauri foi novamente esquecido por Dunga.



Escrito por Michel Costa às 23h29
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Pontos e Vírgulas.

Coluna destinada a comentar as opiniões emitidas pelo órgão responsável pela chegada de informações ao público aficionado pelo futebol: a imprensa esportiva. Afinal, bem ou mal, é através dela que tomamos conhecimento de (quase) tudo o que cerca o mundo da bola.

Uma questão delicada.

Outro assunto do final de semana é o encerramento das atividades olímpicas em alto nível no Flamengo. Sem ter patrocínios próprios que sustentem as despesas do chamado esporte amador, o clube da Gávea anunciou que não renovará os contratos dos irmãos Diego e Daniele Hypólito e de Jade Barbosa. O basquete do clube, campeão estadual, nacional e finalista continental também segue com problemas de atraso nos salários e na premiação pelas citadas conquistas. Além disso, existe a possibilidade do time não disputar a NBB que se inicia na próxima quarta-feira.

Situações como essa mexem com o lado emocional das pessoas. Afinal, são atletas brasileiros que, até o momento, ficarão sem emprego ao fim de seus contratos. A imprensa também abraçou a causa e vem disparando contra os dirigentes rubro-negros e sua atitude impopular.

Mas a questão não é tão simples. Com muitas dívidas e sem estrutura ideal e um centro de treinamento decente, o futebol do Flamengo não pode arcar com as despesas do clube inteiro, sob pena de estar prejudicando a si mesmo.

O que deve ser discutido é por que os cartolas deixaram a situação chegar a esse ponto, já desde sempre existiu o debate sobre os esportes amadores no clube. Há muito tempo se ouve sobre a necessidade dessas modalidades terem sua própria receita e nada se fez sobre isso. Outra reclamação justa, agora por parte do presidente Márcio Braga, é que o COB não repassa nenhuma verba para quem paga os salários dos atletas, sendo que fatura (e muito) com a imagem destes.

Sem dúvida é um impasse. A decisão de acabar com esportes que dão prejuízo é justa, mas a maneira como a direção do Flamengo lidou com o assunto é, como de costume, lastimável.

Globo.com

 

Desolados, Diego, Daniele e Jade ouvem o anúncio de Márcio Braga.



Escrito por Michel Costa às 12h12
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A4L Tube

Uma mãozinha da TV.

Na partida de ontem entre Boavista e Botafogo pela rodada de abertura do Campeonato Carioca 2009 ocorreu um lance mais do que polêmico.

No segundo tempo, o lateral-direito alvinegro Alessandro marcou de cabeça aquele que seria o segundo gol de sua equipe. No tento, que foi validado pelo árbitro Marcelo de Souza Pinto, a bola passou por fora da rede. O auxiliar ainda tentou alertá-lo, mas ele confirmou o gol.

Depois de muitos protestos, o quarto árbitro chegou com a informação da Sportv de que a bola havia passado pela lateral da rede. Mais conversa, mais espera, e pronto: o gol foi corretamente anulado.

O problema é que, claramente, a decisão foi tomada com base nas imagens da televisão. Algo inaceitável para a FIFA e suas entidades filiadas. Pode até se discutir se isso é certo ou não, mas não é permitido.

Por sorte do juiz, o Botafogo, famoso pelos dirigentes que se sentem perseguidosmarcou o gol da vitória por 2 a 1 logo depois. Mesmo assim, o acontecido deve dar muito o que falar... 



Escrito por Michel Costa às 12h01
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