Meu perfil
BRASIL, Sudeste, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, Italian, Esportes, Cinema e vídeo, Quadrinhos



Arquivos

Outros links
 A4L no Twitter
 Conexão Fut
 Doentes por Futebol
 El País Brasil
 ESPN Brasil
 FC Inter
 Folha
 Football Squads
 Globo Esporte
 La Gazzetta dello Sport
 Livescore
 Painel FC - Folha
 Terra Internacional
 Tostão
 UEFA
 Who Scored
 Blog - André Kfouri
 Blog - Bastidores FC
 Blog - Olho Tático
 Blog - O mundo é uma bola
 Blog - PVC
 Blog - Seleção
 Blog - Maurício Stycer
 Melhores do Mundo
 John Byrne
 Tumblr - Marvel
 Blog - Roberto Sadovski
 Omelete
 Revista Época - Ivan Martins
 UOL
 Wikipedia
 Bol
 Hotmail




Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


Lembra desse?!

Aquele lance ou momento que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu.

Como tudo começou.

3 de dezembro de 1978. Neste dia, o zagueiro Rondinelli do Flamengo marcou de cabeça, aos 41 minutos do segundo tempo, o gol da vitória de sua equipe sobre o rival Vasco da Gama que valeu o primeiro título estadual da geração formada por Zico & Cia. Além de ser considerado um marco histórico para os rubro-negros, esse momento foi a base de confiança necessária para o início da Era de Ouro do clube que culminou em três títulos nacionais, uma Libertadores e um Mundial de Clubes.

A conquista, que tomou ares de lendária, é recheada de situações curiosas. Desde o momento em que Zico, que nunca cobrava escanteios, pega a bola; passando pela informação do fotógrafo uruguaio Tchê que, apressando o craque, avisou que o tempo estava acabando; até o sinal para que o defensor deixasse a marcação que realizava em seu campo sobre Roberto Dinamite e viesse para a área.

Não é exagero dizer que um fracasso ali poderia ter sido o fim antes do começo. Muitos diziam que aquele time seria desmanchado pela sempre impaciente diretoria. Por sorte isso não aconteceu. E logo o mundo testemunhou o nascimento de um dos maiores esquadrões da história do futebol brasileiro e mundial...

Você conhece alguma história interessante sobre o mundo da bola?
Mande-a para meu e-mail: a4l@bol.com.br e coloque no assunto: 'Lembra desse?!' e ela poderá ser publicada aqui! 



Escrito por Michel Costa às 21h37
[] [envie esta mensagem
] []





Do nada para lugar nenhum.

Quando Michel Platini e a Federação Européia de Futebol decidiram que a partir do próximo ano a Copa da UEFA teria nome e formato diferente não foi uma atitude despropositada. Com essa medida, pretendem tornar a competição que, na prática é composta pelo segundo escalão do continente, mais atrativa e rentável.  

Penso que o mesmo deveria acontecer com a Copa Sul-Americana. Sem o mesmo apelo, premiação e calendário favorável da irmã Libertadores, a Copa surge como um misto de estorvo, consolo e alívio para os clubes (sobretudo brasileiros) participantes.

Entendendo a necessidade comercial de haver uma competição continental no segundo semestre - e aqui vai uma crítica ao porquê de não estender as duas pelo ano todo como acontece na UEFA - acho que o maior problema da Copa Sul-Americana para os brasileiros é justamente a amplitude do número de classificados.

Hoje, o Brasileirão indica nada menos que nove participantes. São eles o campeão mais do 5º ao 12º colocado. Com as presenças do Internacional (que defenderá o título em 2009) e do Sport, campeão da Copa do Brasil, nesse bloco, o 13º e o 14º Fluminense e Santos também entram no bolo. A exata metade do seu total de 20. Esse leque dilatado faz com que o campeonato tenha uma enorme "barriga", composta por times que, sem chances de terminar no chamado G4 e sem correr risco de rebaixamento, se acomodam esperando o ano acabar.

Isso, mais do que prejudicial aos próprios clubes, é prejudicial à competição, visto que cria um desequilíbrio motivacional a partir do momento em que se constata a ausência de outras expectativas. Um bom exemplo é destacar o último terço de campeonato de times como Botafogo, Vitória e do próprio finalista Internacional, que se mostraram completamente desinteressados. 

Uma solução seria indicar menos classificados, apurando os cinco no mesmo ano. Assim, aumentaria a disputa pelas vagas, já que qualquer descuido poderia resultar em eliminação. Além disso, acabariam as duas desnecessárias partidas eliminatórias para os brasileiros que apenas servem para inchar ainda mais o nosso apertado calendário. Ou seja, restaria apenas escolher se o quinteto teria mesmo a participação do campeão nacional e não apenas do 5º ao 9º, uma opção mais justa e interessante.

Outra bronca que tenho tanto com a Copa Sul-Americana quanto com a Copa da UEFA é o fato de ambas levarem do nada para o lugar nenhum. Desconsiderando aqui as insípidas Recopa e Supercopa, ganhar esse dois torneios não significa muita coisa.

Sei que é uma sugestão polêmica, por se tratarem de competições de segundo escalão, mas seria interessantíssimo se os respectivos campeões se classificassem para o Mundial de Clubes da FIFA. Isso aumentaria o nível do evento que teria, a princípio, a possibilidade de pelo menos três bons jogos ao invés de apenas a final. Mas isso é assunto para outro post.

E não foi assim tão fácil...

No mais, gostaria de congratular o Internacional pela brilhante conquista diante do Estudiantes, esperando que, num futuro próximo, esse feito esteja ainda mais valorizado.

Marcelo Ferrelli/Gazeta Press

 

Edinho beija a Copa Sul-Americana. O Inter é o primeiro brasileiro campeão do torneio.



Escrito por Michel Costa às 06h33
[] [envie esta mensagem
] []





Question

Quem é o jogador retratado abaixo com a camisa do Santos?

 

Dica: Acho que nem precisava dar dica, mas o jogador retratado é autor de um feito incrível que ficou para sempre na memória de quem viu o lance.

Anterior:

Sobre a UEFA Champions League.

Verdadeiro ou Falso?

Campeão da antiga Liga dos Campeões da Europa na temporada 1985/6 o Steaua Bucaresti tinha a seu favor o estupendo futebol de um ainda jovem Gheorghe Hagi que, dono de uma canhota mortal, conduziu sua equipe ao título europeu.

Resposta: A afirmativa acima é falsa. E a maior razão disso, como bem lembrou o Bruno, dá-se pelo simples fato de que o lendário meio-campista ainda NÃO havia chegado ao clube romeno quando da conquista.

Vale lembrar também, que o maior destaque do time campeão era o atacante Marius Lacatus, conhecido como "o Fera". Na final contra o Barcelona, decidida nos pênaltis após um zero a zero no placar, brilhou a estrela do goleiro Ducadan.

Parabéns a todos acertadores!

Abaixo, um vídeo com grandes momentos do "Maradona dos Cárpatos". Acredite, vale a pena conferir os lances geniais desse craque, um dos últimos representantes da linhagem dos "camisas 10 clássicos"...

 



Escrito por Michel Costa às 22h28
[] [envie esta mensagem
] []





Um ano de vexames.

Assim pode ser definido o ano de 2008 tanto para o Flamengo, quanto para o técnico Caio Júnior.

Para o rubro-negro, o ano até que começou bem. Disputou pela segunda vez seguida a Libertadores e foi bicampeão carioca. Logo depois, vieram as decepções. Primeiro, após vencer o América do México fora de casa por 4 a 2, caiu diante do mesmo adversário por 3 a 0 numa partida considerada por muitos uma reedição do lendário Maracanazo. Na oportunidade, o clube da Gávea parecia muito mais preocupado em organizar a festa do título regional e a despedida de seu técnico Joel Santana do que se concentrar no jogo.

Depois de perder uma vaga continental praticamente garantida no Palmeiras em 2007 e, neste ano, amargar o vice-campeonato estadual pelo Goiás perdendo a final para um aditivado Itumbiara, Caio Júnior ganhou o Flamengo de presente. Começou bem o campeonato, chegou a liderar por um bom tempo, mas, sofrendo com o desmanche de seu sistema ofensivo, viu comprometido todo seu trabalho.

Com a chegada de alguns reforços, Caio conseguiu remontar sua equipe e chegou a esboçar uma reação. Voltou algumas vezes ao chamado G4, só que, tropeçando nas próprias pernas, perdeu uma chance de ouro de terminar bem o ano.

Capitaneando uma campanha recheada de equívocos táticos, com algumas derrotas catastróficas como a de 3 a 0 para o Atlético Mineiro diante de um Maracanã lotado, para o Vitória, Cruzeiro e São Paulo, além de empates diante de Portuguesa e Goiás, viu sepultado qualquer sonho da torcida do Mais Querido.

Na partida de hoje, o técnico voltou a errar em suas modificações, sobretudo na entrada de Fierro no lugar do lateral Luizinho, opção que abriu uma avenida do lado direito de sua defesa e por onde saiu o gol de empate da equipe goiana.

Sem qualquer clima no clube, especula-se que o destino do treinador seja o Japão. Sem dúvida, um lugar mais próximo e mais agradável do que para onde os flamenguistas desejam que ele vá.    

Efeito Esmeralda.

Quem diria. O fiel da balança tanto na parte de baixo quanto na parte de cima da tabela nessa reta final de Campeonato Brasileiro é o Goiás.

Anteriormente, já havia vencido Flamengo, Grêmio e Cruzeiro. Na penúltima rodada, empatou em 0 a 0 com a Portuguesa no Canindé, um resultado que praticamente sepultou as chances da Lusa de não ser rebaixada. Hoje, empatou uma partida praticamente perdida diante do Flamengo..

Agora, a missão da equipe comandada por Hélio dos Anjos é mais difícil: vencer o líder São Paulo e impedir o hexacampeonato do tricolor do Morumbi.

Em entrevista concedida logo após a partida, o técnico do time esmeraldino disse que a última partida desse campeonato será encarada como o jogo da vida de seus comandados. Por sorte da equipe paulista, o duelo não acontecerá no Serra Dourada, devido à perda de mando de campo do rival.  

Ivo Gonzalez/ O Globo

Uma imagem vale mais que mil palavras...



Escrito por Michel Costa às 21h55
[] [envie esta mensagem
] []



 
  [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]