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Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


Surpresas, constatações e decepções.

Quando são sorteados os times que compõem a fase de grupos da UEFA Champions League, logo brotam palpites daqui e dali. É normal que o favoritismo seja dado às grandes equipes e que as zebras ganhem um olhar carinhoso por parte de alguns.

E desta vez não foi diferente. Os favoritos Chelsea, Internazionale, Barcelona, Liverpool, Manchester United, Arsenal e Juventus se ainda não garantiram vaga, estão quase na segunda fase. Além deles, Sporting, Atlético de Madrid, Villarreal, Bayern, Lyon e Real Madrid seguem caminho parecido com alguns classificados e outros bem próximos disso.

No grupo A, a Roma (6 pontos), mal na Serie A, duela com o Bordeaux (6) por uma única vaga nas oitavas. Isto é, se o Chelsea (7) mantiver seu favoritismo e vencer seus dois próximos compromissos.

No grupo B a decepção fica por conta do sempre irregular Werder Bremen (3) que, sem vitórias e na lanterna do grupo, vê sua situação cada vez mais complicada.   

Enquanto isso, os grupos C, D, E e F parecem definidos mesmo restando duas rodadas. No C, Barça (10) e Sporting (9) já estão matematicamente lá. Atlético (8) e Liverpool (8) praticamente carimbaram o passaporte no D. Já o Manchester United (8) e o Villarreal (8) fizeram valer suas forças e dominaram o grupo E. No F, chamado de grupo da morte, Lyon (8) e Bayern (8) esperam as formalidades para despachar a Fiorentina (3) para a Copa da UEFA. 

Mesmo titubeante, o Arsenal (8) lidera o grupo G e deve ficar com uma das vagas. O Porto (6) é o favorito para a outra, mas o Dínamo de Kiev (5) é uma ameaça verdadeira. Quadrifinalista na última edição, o Fenerbahçe (2) é a decepção aqui.

Por fim, o grupo H. Não deixa de ser curioso que, antes da primeira partida, a Juventus (10) dividisse a preferência por uma das vagas com o Zenit (4). Na temporada anterior os russos conquistaram a Copa da UEFA com certa facilidade, aproveitando seu ápice físico para se sobrepor a rivais mais desgastados. Agora, em final de temporada, é o time de São Petersburgo que sente na pele o efeito inverso do que um dia o beneficiou. Ainda há a chance de vencer o Real Madrid (6) no Bernabéu e avançar, só que o mais provável deverá ser o consolo de brigar por um mais acessível bicampeonato na UEFA.   

* Entre parênteses, a pontuação das equipes no momento.  

Soccerlens.com

 

Arshavin ainda não calou os críticos de seu time.



Escrito por Michel Costa às 11h59
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Um longo caminho a percorrer.

No ápice dos Galácticos, o Real Madrid tornou-se motivo de piada. Eram muitas estrelas e pouco futebol. Centenas de milhões gastos em contratações e salários com pouquíssimo retorno em campo.
Quando Ramón Calderón e sua nova diretoria assumiram o clube deram logo a entender que esse panorama megalomaníaco não se manteria em Chamartín. Mesmo assim, reorganizar o clube para que volte ao caminho dos grandes títulos não tem se mostra uma tarefa fácil.
 
O bicampeonato espanhol mostra que o pior já passou. As contratações têm sido mais sóbrias, pontuais - excetuando, claro, a obsessão por Cristiano Ronaldo - e a juventude do elenco indica um futuro mais promissor. Além disso, a implosão sofrida pelo grande rival Barcelona e a inexistência de outro adversário de primeiro porte, abriu um horizonte relativamente tranqüilo para que o treinador Bernd Schuster pudesse trabalhar.
 
O problema é quando o Madrid precisa medir forças contra equipes de fora do seu território. Ano passado, caiu diante de uma pouco mais que mediana Roma. Neste ano, duas derrotas para a Juventus, sendo a última por 2 a 0 - com direito a show de Del Piero - em pleno Bernabéu. Claro que não se trata de um cenário desesperador, mas é óbvio que ainda falta algo.
 
Começando pelo comando técnico, é quase evidente que Schuster não está a altura do trabalho. A seu favor, o mérito de montar sua equipe de maneira ofensiva e escalar, na medida do possível, todo talento que dispõe no grupo.

Na meta, apesar de Casillas não ser o goleiro mais seguro do mundo, há pouco o que se discutir. Ele ainda é jovem, tem o respeito de todos e passa longe de ser comprometedor debaixo no gol.

A lateral-direita tem dono. Mesmo não sendo um exemplo de popularidade entre os colegas, Sérgio Ramos vem se mostrando um lateral eficiente em todos os fundamentos. No restante da defesa os problemas são um pouco mais complexos. Cannavaro está longe de ser o jogador que brilhou intensamente na última Copa, além de sofrer muitas contusões. Pepe, mesmo raçudo, é daquele tipo de beque que parece que vai pôr tudo a perder a qualquer momento. Metzelder é outro que segue com o histórico de contusões que o acompanhavam na Bundesliga e é lento para o futebol espanhol onde os zagueiros têm mais choques com os atacantes adversários. Heinze? Fraco no meio e na esquerda. Enquanto Marcelo ainda parece verde demais para assumir a posição que um dia foi de Roberto Carlos.

No meio, o maior problema está na marcação e distribuição de jogadas. Com Diarra em campo, os merengues ganham em marcação, mas perdem em qualidade técnica. Com Gago e Guti, ganham tecnicamente, todavia, a pegada no meio cai consideravelmente. Se o olhar da diretoria se voltasse 100% para o aspecto tático e técnico esse seria o primeiro ponto a ser modificado. Uma dupla formada por Xabi Alonso e Fábregas não seria nada má.

No setor ofensivo falta um grande jogador.  Alguém que faça o que um dia fizeram Raúl - antes um intocável para sua torcida, hoje, banco para parte dela - Zidane, Figo e Ronaldo. Van Nistelrooy ainda marca seus gols como sempre, mas o tempo é sabidamente inclemente e já é hora de pensar em alguém com características de centroavante para substituí-lo num futuro próximo.

Desta maneira, imagino o Real Madrid sempre presente no cenário europeu. Agora, o tão sonhado (e cobrado) protagonismo ainda deve demorar. Resta saber se a torcida, considerada a mais exigente da Europa, suportará a espera.

AFP

 

Nistelrooy e Raúl: Apenas passado e presente.



Escrito por Michel Costa às 10h39
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Mourinho Kamikaze.

Quando o comentarista Silvio Lancellotti disse que a Internazionale entraria em campo num esquema 4-2-4 para enfrentar a Reggina no sábado, minha primeira reação foi de incredulidade. Imaginava que José Mourinho armaria sua equipe no 4-4-2, com Mancini e Quaresma jogando de externos no meio-campo com Ibrahimovic e Balotelli se postando mais à frente.
 
Só que isso não aconteceu. Para meu espanto, Mancini e Quaresma se adiantaram como pontas e, do ataque, faziam a marcação sobre os laterais adversários. Algo tão curioso que me fez lembrar aquelas velhas escalações dos anos 60 quando as linhas ofensivas eram escaladas em quarteto, tipo "Dorval, Coutinho, Pelé e Pepe" ou "Garrincha, Quarentinha, Amarildo e Zagallo", só para ficar nos mais conhecidos.
 
Todavia, essa formação escalada pelo técnico português não tem nenhum tipo de fundo histórico-romântico. Ela é fruto da sua dificuldade em encontrar a melhor disposição em campo dos seus comandados, um grupo que, a princípio, não atende às suas necessidades.
 
Após sofrer com uma breve seca de gols, a opção foi por retirar um meia e colocar mais um atacante (Balotelli). A questão é que, além de mais vulnerável, essa escolha reduziu ainda mais a criatividade - que já era pouca – do time.
 
É possível que o mercado de janeiro reserve alguma contratação para agregar talento ao meio-campo interista. Como Lampard foi só um sonho, as opções devem ficar reduzidas a alguns jovens valores ou mesmo a manutenção do atual do atual elenco.
 
É importante destacar a coragem de Mourinho ao optar pelo ataque onde a maioria dos técnicos opta por escalar mais um volante ou alguma medida parecida. Mas, ao ver sua equipe tão exposta a ponto de levar sufoco de rivais de menor porte (contra o Anorthosis também foi assim), fico a pensar até onde vai a coragem e onde começa a loucura.
 
AFP

Mourinho se irritando com o time. Triste rotina.



Escrito por Michel Costa às 06h07
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Question

Quem é o jogador em destaque sendo perseguido por um argentino? 
 
 
Dica: Seu novo uniforme agora é composto de terno e gravata.
 
Anterior:
 
No último dia 23, o Brasil comemorou o 68º aniversário de Pelé. E, por se tratar do atleta do século, o desafio de hoje se refere às façanhas de seu maior astro. Algumas tão fantásticas que parecem muito mais lendas do que fatos verídicos.
 
Assinale abaixo a afirmativa INCORRETA:

a) Antes de Pelé consagrar a camisa 10, o número mais valioso entre os jogadores, o da preferência dos craques, era o 8.
 
b) O gol considerado mais bonito da carreira de Pelé foi marcado contra o Juventus na Vila Belmiro e deu-se após uma série de chapéus nos defensores adversários.
 
c) A função tática do cabeça-de-área foi criada justamente para ter alguém em campo destacado para marcar o Rei.
 
d) A expressão "gol de placa" surgiu quando Pelé anotou um tento magnífico contra o Fluminense no Maracanã. Como homenagem, ganhou uma placa de jornalistas que cobriam a partida.
 
Resposta: b) O gol considerado mais bonito da carreira de Pelé foi mesmo marcado contra o Juventus, só que no estádio da Rua Javari e não na Vila.
 
Parabéns aos acertadores Yuri (até quando seguirá invicto?), Cyntia e Fernando.
 
No entanto, aqui vai uma explicação ao amigo Rodolfo Moura que se lembrou da figura do center-half.
Aqui no Brasil, quando Pelé iniciou a carreira, o esquema tático mais utilizado era o 4-2-4. Assim, podíamos dizer que, dentro desse esquema, o Rei jogava no ataque e no mano a mano com os zagueiros adversários. Um suicídio tático de seus rivais, claro.
Assim, para evitar maiores catástrofes, os treinadores da época resolveram recuar um dos meio-campistas para que fizesse a marcação sobre o camisa 10, algo se tornou permanente.
Convencionou-se então, por motivo de posicionamento, batizar essa nova função de cabeça-de-área.

A seguir, a montagem do golaço de Pelé feita especialmente para o filme “Pelé Eterno”. Que pintura...



Escrito por Michel Costa às 18h59
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No ano que vem tem mais...

O empate do Flamengo ocorrido na noite de ontem, em casa e diante da Portuguesa, não apenas sepultou o sonho rubro-negro de chegar ao título nacional. Mais do que isso, o resultado de 2 a 2 deixou a equipe carioca em situação complicada até mesmo na busca por uma vaga na próxima edição da Libertadores da América.

Essa verdadeira ducha de água fria também coloca em evidência o trabalho de Caio Júnior que está longe de poder ser considerado satisfatório. Armando sua equipe numa espécie de 3-5-1-1, o treinador deixa claro alguns equívocos táticos, sobretudo no posicionamento dos alas que derivam para o meio e obrigam o apoio pouco qualificado dos defensores Jaílton e Ronaldo Angelim.  

Se os pontos fortes de Leonardo Moura e Juan são a velocidade, a técnica e a capacidade de chegar à linha de fundo com qualidade, como posicioná-los centralizados e de costas para a meta adversária?

Jogando dessa forma o lateral-esquerdo desapareceu em campo, não pôde usar o que tem de melhor e acabou vaiado pela torcida. E por mais incrível que possa parecer, Caio disse que não entendeu a razão das vaias e que seu comandado é o melhor do campeonato.  

Para piorar, como um técnico que vê seu time em desvantagem no placar é capaz de sacar um meia-atacante (Marcelinho Paraíba) e colocar um meia (Éverton) mantendo seu time com pouca presença ofensiva?  

Talvez a declaração dada por ele na sexta-feira informando que monta as suas equipes para primeiro anular os pontos fortes do adversário para depois jogar, indique exatamente a dimensão de sua coragem.

Com atitudes como essas não é de se estranhar que a torcida palmeirense tenha reprovado seu trabalho durante sua passagem pelo Parque Antártica. Caio Júnior pode até vir a ser um grande técnico em sua carreira. Mas, por enquanto, não está à altura de comandar equipes de ponta do futebol brasileiro. Não com essa mentalidade.

Agência Estado

 

Caio Júnior diz não entender vaias ao lateral Juan.



Escrito por Michel Costa às 15h12
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Lembra desse?!

Aquele lance ou momento que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu.

Escolhido o novo técnico da Seleção Argentina na última terça-feira, aniversariante na quinta e com um Milan e Napoli – confronto que marcou sua passagem pelo Calcio nos anos de 80 – a ser disputado neste domingo. Sem dúvida trata-se de uma semana especial para Maradona. Como não poderia deixar de ser, o astro portenho é o homenageado desta semana no “Lembra Desse?!”.

E nada representa melhor esse encontro do que este vídeo de uma histórica partida envolvendo as duas agremiações. Bons tempos...

Você conhece alguma história interessante sobre o mundo da bola?
Mande-a para meu e-mail: a4l@bol.com.br e coloque no assunto: 'Lembra desse?!'
e ela poderá ser publicada aqui!



Escrito por Michel Costa às 14h05
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