Lembra desse?!
Aquele lance ou momento que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu.
O maior teste.
O meia Anderson foi um dos cobradores escolhidos por Sir Alex Ferguson para a decisão por pênaltis envolvendo o seu Manchester United e o Chelsea na última edição da UEFA Champions League. Depois da disputa, vencida pelo time do brasileiro, Anderson foi perguntado se havia ficado nervoso na hora da cobrança:
"Quem jogou a Batalha dos Aflitos não fica nervoso com mais nada no futebol."
Para quem não sabe o que foi essa batalha, o vídeo abaixo dá uma pequena amostra:
Vale lembrar que o tricolor gaúcho teve quatro jogadores expulsos...
Você conhece alguma história interessante sobre o mundo da bola? Mande-a para meu e-mail: a4l@bol.com.br e coloque no assunto: 'Lembra desse?!' e ela poderá ser publicada aqui!
Escrito por Michel Costa às 20h30
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Beckham?!
Ao ser anunciado como provável novo reforço do Milan, David Beckham abre a discussão sobre qual seria a razão de sua contração. Para mim, Beckham não acrescenta nada ao Milan em campo.
O raciocínio que o presidente rossonero Adriano Galliani defende é cínico: "Se 65 mil pessoas assistem a um jogo (este foi o público da partida contra a Sampdoria, neste fim de semana), isso quer dizer que o Milan é um produto que agrada. Beckham não trará nem um torcedor a mais, nem um a menos."
Ora, a verdadeira (e provavelmente única) razão do Milan contratar Beckham é pelo marketing. O inglês chega justamente para participar da excursão (que pode passar pelo Brasil) que o Rossonero fará em janeiro. "Só" o Milan é um preço. Milan com Beckham é outro. Todos sabemos que o 'Spice Boy' agrega valor ao clube que defende. Se 65 mil vão ao estádio ver o time, pelo menos 70 mil irão ao estádio ver o time com Beckham.
Agora, em termos esportivos ele acrescenta pouco. Aliás, alguém leu alguma notícia (séria!) informando que o Milan procurava mais um meio-campista? Eu não li.
http://uk.eurosport.yahoo.com

Beckham no Milan: O marketing em 1º plano.
Escrito por Michel Costa às 16h39
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Question
O desafio de hoje foi gentilmente enviado pela amiga Cyntia Santana. Confesso que, sem nenhuma dica, não decifrei o enigma
Qual o nome do jogador da Juventus retratado abaixo?

Dica: Foi campeão europeu em 1985.
Anterior:
Nem todos brasileiros que vão para o exterior conseguem a projeção de um Ronaldo ou de Kaká. Alguns até chegam a atuar por grandes clubes da Europa, mas sem alcançar muito sucesso e sem deixar muitas lembranças. Assinale abaixo, a opção INCORRETA:
a) O volante Djair no início de sua carreira defendeu a Lazio.
b) Beto (sim, o Cachaça) atuou pelo Napoli e ainda usou a camisa 10 de Maradona.
c) Vampeta esteve sob o comando de Marcello Lippi na Internazionale.
d) Obina, atacante do Flamengo, chegou a treinar ao lado de Eto'o quando ambos defenderam o Real Madrid Castilla.
Resposta: d) Obina.
Sim, Obina no Real Madrid era pegadinha. Se bem que Beto com a camisa que foi de Maradona também parecia ser. No entanto, na época a impressão era outra. O meio-campista brasileiro era um dos jogadores mais promissores de sua geração. Dono de fôlego invejável e boa técnica que lembravam o estilo de Seedorf. Talvez a alcunha registrada acima explique um pouco o porquê de não ter avançado mais em sua carreira.
Parabéns aos acertadores da semana: Yuri (o novo imbatível!), Cyntia, Repolho e Rodolfo Moura.
Globo Esporte
Sem contrato, o último clube de Beto foi o Vasco da Gama.
Escrito por Michel Costa às 20h30
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O despertar de um time.
Luciano Spalletti sempre foi aquele tipo de treinador admirado pela imprensa. Procura armar seu time ofensivamente e busca, na medida do possível, aproveitar todo talento que tem à sua disposição.
No entanto, a cada dia fica mais claro que o treinador não consegue montar boas defesas. Chega a impressionar a quantidade de derrotas (algumas por goleada) sofridas pelo time nos últimos tempos. Mais do que isso, o atual momento da Roma – derrota para a Internazionale por 4 a 0 em casa e 14ª colocação na Serie A – indica que o seu ciclo em Trigoria chegou definitivamente ao fim.
E como dizem que desgraça pouca é bobagem, a próxima partida dos Giallorossi é simplesmente contra o Chelsea em Stamford Bridge pela UEFA Champions League. E, a seguir, terão pela frente a Udinese no estádio Friuli. Se Spalletti sobreviver no cargo até o final desta semana já estará no lucro.
Pelo lado interista, depois de quase um ano, pode-se dizer que o time jogou bem. A defesa mostrou-se sólida à moda Mourinho e os contra-ataques arquitetados levavam perigo. Curiosamente, o esquema 4-3-3, preferido do técnico, deu lugar a um 4-1-4-1 bem definido, onde Cambiasso se postava como único volante fixo tendo à sua frente Quaresma, Stankovic, Muntari e Obinna.
No ataque, mesmo isolado em alguns momentos, Ibrahimovic se apresentou como o melhor em campo. Foi à rede duas vezes e infernizou a defesa rival. Idolatrado até mesmo por seu comandante, o sueco mostra a cada dia que pode vir a ser o melhor do mundo.
E ao que tudo indica, a tão aguardada Inter de Mourinho teve seu despertar no jogo de hoje. Se ainda não foi brilhante, pelo menos foi eficiente. Bem aos moldes de seu treinador.
Ap

Stankovic comemora o terceiro gol da goleada interista.
Escrito por Michel Costa às 22h20
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