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Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


Lembra desse?!

Aquele lance ou momento que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu.
 
Seleção ‘Flop’
 
Em recente enquete, o site italiano TG Com promoveu uma curiosa eleição com os internautas escolhendo a pior contratação da história dos clubes da Bota. Incluídos na lista, alguns brasileiros conhecidos como Athirson, Fábio Júnior, Jardel, Roque Júnior e Vampeta, este, considerado o pior da história da Internazionale com 20% da "preferência".
 
Essa eleição me fez relembrar algumas contratações equivocadas dos 'Nerazzurri', sobretudo, durante a gestão Moratti. Um mandatário que, mesmo cheio de boas intenções, acumulou alguns fracassos desde que assumiu o clube em 1995.
 
Assim, bolei uma seleção com os maiores ‘flops’ que passaram pelo clube nos últimos 15 anos:
 
Peruzzi; Panucci, Cannavaro, Sammer e Roberto Carlos; Paulo Sousa, Vampeta e Bergkamp; Van der Meyde, Robbie Keane e Sukur. Técnico: Marcello Lippi.
 
Imagino que cada um dos amigos blogueiros deve ter uma lista semelhante do seu clube preferido.
Fiquem à vontade...
 
Gazzetta dello Sport

Vamp: "Fui para a Europa ganhar dinheiro. Não para ser o melhor."
 
Você conhece alguma história interessante sobre o mundo da bola?
Mande-a para meu e-mail: a4l@bol.com.br e coloque no assunto: 'Lembra desse?!' e ela poderá ser publicada aqui!



Escrito por Michel Costa às 08h32
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Você insiste em zero a zero...

Como era previsto, a Seleção Brasileira encontrou muitas dificuldades diante da defesa colombiana ontem no Maracanã. Ao que tudo indica, quando o adversário se fecha e obriga o selecionado verde-amarelo tomar a iniciativa nada acontece. Agora, já são três empates seguidos em zero a zero dentro de nosso território. Para piorar, somou-se cinco anos sem duas vitórias seguidas. Muito pouco para quem sonha ser campeão do mundo.

Ao término da partida de ontem, Kaká deu a senha: "Faltou movimentação e uma saída de bola mais rápida".
Faz sentido. Somente com deslocamentos constantes é possível penetrar numa defesa mais compacta e com uma saída de bola mais rápida e eficiente pode-se chegar ao ataque antes que o adversário consiga se fechar. Dentro desse contexto, falta alguém que possa dar a qualidade que Gilberto Silva e Josué não são capazes.

Júlio César foi no óbvio e disse que falta criatividade para chegar ao gol. Com Kaká produzindo abaixo do que pode e Robinho praticamente ausente em campo não é de se admirar que pouco tenha sido criado. Elano até que tentou, mas o meio-campista do City é muito mais um cumpridor de funções táticas do que propriamente um jogador criativo.

De fora, é difícil apontar os motivos para o time não se acertar nos jogos caseiros. Culpar o cansaço da viagem de volta da Venezuela seria simplificar demais as coisas. Usar a desculpa de que os "Cafeteros" jogaram atrás da linha da bola também não convence. O mais justo seria uma combinação de fatores, sem esquecer porém, que o futebol da Seleção Brasileira está longe de agradar alguém que não seja Dunga.

E os últimos oito jogos eliminatórios reservam confrontos pouco animadores.
Dentre os fora de casa, indigestão garantida: Equador, Uruguai, Argentina e Bolívia. O primeiro e o último naquela velha altitude que tanto se fala.
Em casa, Peru, Paraguai, Chile e Venezuela. Excetuando os paraguaios, todos são rivais fracos. Só que a Bolívia também era.

Jogos agora só em 2009. Não consigo imaginar momento melhor para uma troca de comando. Em dois anos de trabalho, Dunga mostrou pouco. Foram meses de muitos erros e alguns acertos. Além do pouco traquejo para lidar com os atletas e com a imprensa, o ex-jogador ainda não se mostrou digno de seu atual cargo. Claramente, um posto que nunca deveria ter ocupado.

Euro Sport

Kaká: "Faltou movimentação e uma saída de bola mais rápida."

Escrito por Michel Costa às 15h32
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Pontos e vírgulas.

Coluna destinada a comentar as opiniões emitidas pelo órgão responsável pela chegada de informações ao público aficionado pelo futebol: a imprensa esportiva. Afinal, bem ou mal, é através dela que tomamos conhecimento de (quase) tudo o que cerca o mundo da bola.

No dia do professor, nada mais justo do que passar uma lição adiante...

Ainda existe bobo no futebol. Sobretudo atrás dos microfones.

Há muitos anos aprendi uma lição: Nunca critique o trabalho de alguém se não puder fazer, ensinar ou pelo menos sugerir algo melhor.
Sei que parece óbvio, mas não é. Além disso, não é uma medida que se aplica só ao trabalho. Vale para tudo.

Quando alguém da imprensa esportiva brasileira detona os métodos de treinamento de um técnico deve, obrigatoriamente, oferecer uma sugestão viável para solucionar esse pretenso equívoco. Nem precisa ser direto ao comandante, pode ser apenas para o ouvinte ou telespectador.

Quando um comentarista diz que um técnico escalou mal seu time, deveria imediatamente explicar o porquê de sua posição. E mais. Essa observação deveria estar embasada num mínimo conhecimento tático para que não soe apenas como mais uma cornetada ridícula. Um exemplo clássico são aqueles esquemas onde não há ninguém - ou quase ninguém - marcando no meio-campo ou cobrindo a subida dos laterais. Quando ouço ou leio algum pitaco desse tipo, costumo ignorar.

Mauro Cézar Pereira, da ESPN Brasil, é um bom jornalista, mas apresenta esse terrível defeito. Critica os métodos de treinamento utilizados por Dunga - sobretudo aqueles realizados em campo reduzido - mas nunca diz como esse treinamento deveria ser feito.
Fico imaginando se ele conhece técnicas mais modernas e eficientes de trabalho com atletas profissionais. Tipo o que está sendo usado por Mourinho & cia. na Europa ou por Luxemburgo e seus pares aqui no Brasil. Que eu saiba, pelas entrevistas que ouvi de jogadores brasileiros, esse tipo de prática também é comum no Velho Continente.

Mauro, de maneira irônica, até disse que descobriu para que servem os treinos organizados utilizando cones:
"Servem para jogar contra a Venezuela!" Muito engraçado.
Sei que existe má vontade com Dunga pela sua inexperiência e por sua falta de educação para com os jornalistas. Como também sei que a postura da ESPN Brasil é ser anti-CBF por princípio. Só que isso não justifica as críticas que não tenham como objetivo fazer, ensinar ou sugerir algo melhor...

Lance!

Dunga tem muito o que aprender. Mas não com os jornalistas.

Escrito por Michel Costa às 16h11
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Question

Nem todos brasileiros que vão para o exterior conseguem a projeção de um Ronaldo ou de Kaká. Alguns até chegam a atuar por grandes clubes da Europa, mas sem alcançar muito sucesso e sem deixar muitas lembranças.
Assinale abaixo, a opção INCORRETA:

a) O volante Djair no início de sua carreira defendeu a Lazio.

b) Beto (sim, o Cachaça) atuou pelo Napoli e ainda usou a camisa 10 de Maradona.

c) Vampeta esteve sob o comando de Marcello Lippi na Internazionale.

d) Obina, atacante do Flamengo, chegou a treinar ao lado de Eto'o quando ambos defenderam o Real Madrid Castilla.

Anterior:

Quem é o jogador em destaque abaixo e que clube ele defendia na época?

http://news.bbc.co.uk


Dica: Atuou em quase todas grandes ligas da Europa.

Resposta: O jogador retratado acima é Brian Laudrup, meia-atacante dinamarquês e irmão do craque Michael Laudrup.
Na foto, Brian, revelado pelo Brondby, está trajando a camiseta do Rangers da Escócia. Além dessas equipes, o ex-jogador defendeu as cores do Bayer Uerdingen, Bayern de Munique, Fiorentina, Milan, Chelsea, Copenhagen e Ajax.
Pela Dinamarca, disputou 82 partidas, anotando 21 gols, além de conquistar a Eurocopa de 1992.

Parabéns aos acertadores da semana: JP, Yuri, Cyntia, Rodolfo e Bruno.

Ingenuamente, pensei que este desafio seria páreo para os experts de plantão. Estava enganado. Vamos ver como se saem no 'Question' de hoje.

http://www.scottishfootballmuseum.org.uk

Brian sendo premiado na Escócia

Escrito por Michel Costa às 11h21
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Contra-ataque: OK.

Não foi por acaso que a Seleção Brasileira de Dunga venceu bem a Argentina por duas vezes, o Equador, o Chile e, ontem, a Venezuela. Todos esses oponentes apresentaram-se com uma postura em comum: atacaram e ofereceram fartos espaços aos contragolpes do Brasil.

Tradicionalmente, sempre que encontra rivais assim, a Seleção se dá bem. Isso acontece pela óbvia razão de que não se deve dar espaços a jogadores de qualidade como Kaká, Robinho, Adriano ou qualquer outro cidadão do ataque verde-amarelo.

O problema é quando o adversário se fecha e deixa a iniciativa do jogo para o Brasil. Com poucas alternativas de jogo, senão o exercício das individualidades, fica difícil furar retrancas minimamente bem organizadas. Foi assim contra a Bolívia e contra a própria Venezuela naquele amistoso em Boston.

Encontrar uma maneira de jogar contra times retrancados foi um dos dilemas de Parreira. Objetivando ultrapassar esses bloqueios é que nasceu o malfadado "Quadrado Mágico" do ex-treinador. Quando não funcionava, a desculpa estava pronta: "jogaram com onze atrás da linha da bola". Como se isso não fosse um direito.

Agora é a vez de Dunga passar por isso. A postura da Colômbia na partida de quarta-feira não deve ser diferente da que a Bolívia adotou naquele 0 a 0 de triste memória. Cabe ao treinador encontrar maneiras de abrir espaços na retaguarda visitante. Parte da solução pode passar por escalar jogadores que atuem mais pelo lado do campo como Mancini, Robinho e talvez Juan (do Flamengo). E, com essa medida, usar as consideráveis dimensões do Maracanã a seu favor. Caso contrário, o jovem técnico deve voltar a ouvir as vaias com as quais já deve estar se acostumando.

Soccernet

Robinho: destaque brasileiro nos contra-ataques.

Escrito por Michel Costa às 10h03
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