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Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


Lembra desse?!

Aquele lance ou momento que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu.

1995: O ano mais louco da história do Flamengo.

Parte IV - Melhor ataque do mundo.

A derrota na final do estadual daquele ano foi um duro golpe para o Flamengo. A comissão técnica e o plantel montado eram demasiado caros para que se admitisse tal fracasso. Além disso, a expectativa que se criou naquele ano só poderia ser saciada com títulos.

A cartada do presidente Kléber Leite para (tentar) solucionar todos os problemas de uma só vez tinha nome: Edmundo.
Com a contratação do Animal, Kléber pretendia agradar ao técnico Wanderley Luxemburgo trazendo seu ex-comandado e dando-lhe mais uma opção ofensiva. Agradaria também a Romário, que atuaria ao lado de seu "parceiro" e com quem chegou até a gravar o ridículo "Rap dos Bad Boys" . E, claro, agradaria a torcida que precisava mais do que nunca de um regalo.
Assim estava formado aquele que, segundo a diretoria rubro-negra, seria o melhor ataque do mundo.

Infelizmente, a Gávea já se mostrava pequena demais para os egos de Romário e Luxemburgo. No melhor estilo "ou ele ou eu", o atacante obrigou a diretoria a optar por um dos dois. Como resultado dessa queda-de-braço, em menos de uma semana, o Paraná Clube recebeu o técnico mais badalado de sua história.

O novo treinador anunciado era o ex-jogador Edinho. Contratado por manter boas relações com os jogadores, Edinho montou uma equipe totalmente modificada em relação ao primeiro semestre. O problema é que as caras novas - além de não serem tão novas - eram de qualidade duvidosa. Além dos medianos Ronaldão e Djair, chegaram os discutíveis Paulo César (goleiro) Agnaldo e Cláudio (zagueiros), Lira (lateral-esquerdo) e Pingo (volante).

Em campo, logo nos primeiros jogos, já era possível notar que a equipe formada estava longe de poder ser considerada forte. Além disso, a presença da dupla Romário-Edmundo e seus egos monstruosos não demorou a fazer sua primeira vítima: Sávio, que quase apanhou do Baixinho após uma discussão ocorrida quando o Flamengo excursionava pela Ásia.

Com um grupo que não se entendia em campo e fora dele, as consequências passaram a ser vistas nos jogos quando, ao marcar poucos gols no início do Brasileirão daquele ano, o trio ganhou uma nova alcunha: Pior ataque no mundo.


O time-base no segundo semestre de 95. De pé: Paulo César, Pingo, Cláudio, Agnaldo, Ronaldão e Lira.
Agachados: Edmundo, Djair, Marquinhos, Romário e Sávio.

Você conhece alguma história interessante sobre o mundo da bola?
Mande-a para meu e-mail: a4l@bol.com.br e coloque no assunto: 'Lembra desse?!' e ela poderá ser publicada aqui!

Escrito por Michel Costa às 10h09
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O Esquadrão do Futuro.

Depois do espetacular Barcelona de 2004/5/6, nenhum time apresentou um futebol tão vistoso quanto o Arsenal. O time dá verdadeiros shows de verticalização, troca de passes, técnica e movimentação. Seu repertório de jogadas parece inesgotável e a evolução de seus atletas é visível.

Além disso, poucos treinadores no mundo tem tanta capacidade de revelar ou lapidar talentos quanto Arsène Wenger. Pelas mãos do francês alguns nomes passaram de promessas a craques internacionais como Vieira e Henry. Agora é a vez da geração de Fábregas e Adebayor. Se o espanhol é o cérebro do meio-campo, o togolês é o principal artilheiro e garçom da equipe. É um jogador que apresentou uma evolução espantosa desde que chegou a Ashburton Grove. De meio desengonçado e da raciocínio lento se tornou a principal referência ofensiva do time. Um atleta completo. "Culpa" de Wenger.

O que falta a este Arsenal é regularidade. Deixar de ser o time que perdeu para o modestíssimo Hull City no fim de semana e se tornar definitivamente o que bateu o Milan na última UCL e destruiu o Porto ontem. Só que isso demanda tempo. Não consigo vê-los ganhando nada expressivo nesta temporada.

O maior problema é que o Arsenal é um dos gigantes europeus e não pode viver apenas pensando no futuro, se esquecendo do presente. A justificativa de contenção de gastos devido a construção do Emirates Stadium explica muita coisa, mas é óbvio que Wenger queria a renovação que está promovendo. O que ele fez com Lehmann, Ljungberg e Gilberto Silva evidencia isso.
Essa política de contratar novos valores pode até ser a mais barata para se formar um grande elenco. Todavia, trata-se de uma política arriscada. O ideal seria a mescla de jovens valores com jogadores de maior experiência e gabarito. Enquanto isso não acontece (se é que acontecerá) é bom que os fãs dos Gunners comecem a aprender o exercício da paciência.


Diamante lapidado por Wenger, Adebayor brilha mais a cada dia.

Escrito por Michel Costa às 15h45
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Roth de colisão.

Há alguns meses, a revista Placar publicou uma matéria onde tentava explicar o porquê dos trabalhos do técnico Celso Roth sempre fracassarem na reta final. Entre as explicações, disseram que o treinador "sabotava" o próprio trabalho, mudando o que estava dando certo no time. Tese que nunca me convenceu.

Em recente entrevista, o gaúcho afirmou que os poucos troféus colecionados em sua carreira se devem ao fato de nunca ter treinado equipes com grandes jogadores que, segundo ele, decidem os campeonatos quando estes chegam a sua fase mais aguda. Outra tese pouco sincera.

Prefiro acreditar que o planejamento de suas equipes é feito para atingir seu auge técnico e, sobretudo, físico antes do final da temporada. O time dispara no início, mas logo falta fôlego para a conclusão do trajeto. No Palmeiras de 2001 aconteceu a mesma coisa. E, pelo jeito, essa história deve se repetir agora.

Sempre vi Roth como um treinador pragmático, daquele tipo que está muito mais preocupado em travar o time adversário do que fazer o seu time jogar. Não que isso seja um defeito, mas não parece ser o melhor caminho para um clube que se candidata ao título.

Zero Hora

Celso Roth: De campeão virtual a incógnita na disputa pelo título.

Escrito por Michel Costa às 11h25
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Question

Qual brasileiro citado abaixo NUNCA venceu a Liga dos Campeões da Europa?

a) Casagrande.

b) Evaristo de Macedo

c) Didi

d) José Altafini (Mazzola)

Anterior:

Quem é o jogador em destaque abaixo e que time ele defendia na época?



Dica: Ainda jogou por um quase desconhecido time sul-americano antes de se transferir para um gigante europeu.

O jogador em destaque vestindo a camisa do River Plate é o grande Alfredo Di Stéfano. O argentino, ídolo máximo do Real Madrid, passou quatro anos de sua carreira defendendo o Milionários da Colômbia. O clube, com sede em Bogotá, disputava a famosa Liga Pirata que, se não era reconhecida pelas entidades esportivas da época, remunerava muito bem atletas como Pedernera e Rossi, além do próprio Di Stéfano.

Minhas congratulações aos acertadores da semana: Yuri (o novo fera deste espaço), JP e Leonardo. Vale também a mencionar a participação do expert Rodolfo Moura que, infelizmente, não confiou em seu palpite.

www.millonarios.com.co

 

Na foto, Nestor Raúl Rossi, Alfredo Di Stéfano e Adolfo Pedernera



Escrito por Michel Costa às 20h27
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Nada de especial.

Costumo dizer que a melhor Inter ainda não entrou em campo neste ano. Imaginava que a chegada de José Mourinho seria suficiente para acertar a equipe e recolocá-la nos eixos.

Estava enganado. Por enquanto, Mourinho coleciona erros na mesma proporção que acertos. O português acertou quando, em situação de emergência, escalou o volante Cambiasso como zagueiro. Depois, equivocou-se ao imaginar que Adriano poderia atuar como ponta-direita.

No derby de hoje contra o Milan a formação inicial com o tridente ofensivo Mancini-Quaresma-Ibrahimovic foi a mais acertada. Os ‘Rossoneri’ até tinham o controle das ações, mas ameaçavam pouco a meta de Júlio César. Só que, com o gol de Ronaldinho, alguma coisa deveria ser feita.

Neste momento, Mourinho errou tirando Materazzi e Mancini colocando Julio Cruz e Adriano. Essas alterações fizeram o meio-campo interista, que já vinha em desvantagem, desaparecer de vez. E mesmo com Ancelotti colaborando ao tirar Alexandre Pato de campo e deixando seu time sem atacantes por alguns minutos, os ‘Nerazzurri’ não conseguiram tomar as rédeas da partida, abdicando do jogo coletivo e promovendo uma infrutífera ligação direta.

Burdisso completou o serviço quando, mesmo advertido com cartão amarelo, fez falta dura em Kaká e obrigou o recuo de Cambiasso, que vinha sendo o melhor em campo, para a zaga. Expulsão que praticamente aniquilou as chances de reação de sua equipe.   

Não tenho dúvidas de que Mourinho é um dos melhores técnicos do mundo. Entretanto, se existe um lugar onde a tática deve ser mais bem estudada e valorizada, este lugar é a Itália. Se queria dar mais impacto ao seu ataque que promovesse primeiro a entrada de Adriano, mantendo Ibra ao seu lado e com Mancini e Quaresma abertos. E quem deveria sair para a entrada do brasileiro era Vieira que teve atuação abaixo da crítica.

Logicamente, o campeonato ainda está em aberto, mas seria interessante se Mourinho passasse a avaliar melhor suas substituições. Até agora, a única coisa especial em seu trabalho vem sendo suas trocas de farpas com treinadores e dirigentes adversários.

AFP

 

Ronaldinho comemora seu 1º gol como milanista.



Escrito por Michel Costa às 20h48
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