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Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


Lembra desse?!

Aquele lance ou momento que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu.

1995: O ano mais louco da história do Flamengo.

Parte III - Havia uma barriga no meio do caminho.

Eliminado da Copa do Brasil pelo Grêmio de Felipão, o rubro-negro carioca teria pela frente o tradicional rival Fluminense na final do Campeonato Carioca.
Naquele ano, a equipe tricolor era composta por jogadores modestos em sua maioria. No setor defensivo, apareciam figuras como o goleiro Wellerson, os zagueiros Lima e Sorlei, os laterais Ronald e Lira, além do volante Márcio Costa. No meio, havia o esforçado Rogerinho e o veterano Aílton (alguém lembrou de alguma história?). O grande destaque do ataque era o polêmico Renato Gaúcho que já se encaminhava para o ocaso de sua carreira. No banco de reservas, o técnico Joel Santana, munido de sua indefectível prancheta.

Com um time superior e ainda contando com a vantagem do empate, o Flamengo só temia o retrospecto recente do adversário que não foi superado nos encontros anteriores. A partida, disputada num Maracanã lotado e sob forte chuva, relembrou os velhos Fla-Flus dramatizados por Nélson Rodrigues.
Numa batalha épica, o Tricolor das Laranjeiras construiu 2X0 no placar, sob a incredulidade da torcida rival.

O Flamengo, capitaneado por Romário, chegou ao empate na segunda etapa através do próprio Baixinho e do volante Fabinho em bela jogada individual. Vale lembrar que, àquela altura, o time da Gávea tinha dois homens a mais em campo. Com essa vantagem, parecia que o título tinha seu rumo traçado.

Foi quando aconteceu um dos gols mais lembrados da história do futebol brasileiro. Aílton avançou pela meia-direita, driblou seus dois marcadores e soltou a bomba. A bola ainda desviou na barriga de Renato mas, na súmula, o gol foi dado ao meia. Aqueles 3X2 marcaram não só o final da partida como o 28º título estadual da história do Fluminense. Para o Flamengo, aquele resultado ficou marcado como uma de suas derrotas mais sofridas.

O fracasso inesperado colocou em rota de colisão diretoria e a comissão técnica chefiada por Wanderley Luxemburgo. Para acalmar os ânimos, alguma coisa deveria ser feita. Como parte da solução, outra contratação milionária desembarcou no Rio de Janeiro. Era Edmundo, o Animal...

Lance!

Renato Gáucho corre para comemorar o primeiro gol do Fluminense.

Você conhece alguma história interessante sobre o mundo da bola?
Mande-a para meu e-mail: a4l@bol.com.br e coloque no assunto: 'Lembra desse?!' e ela poderá ser publicada aqui!

Escrito por Michel Costa às 16h53
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Plano Tático.

Espaço destinado a comentar um assunto que é interessantíssimo para alguns, mas considerado por muitos aborrecedor e até mesmo difícil de ser assimilado, mas que sem o mínimo conhecimento dessa arte, o futebol não pode ser compreendido em sua totalidade.

O destino do camisa 10.

Muito se comenta sobre o fim do chamado camisa 10 no futebol. Para muitos, aquele meia clássico capaz de armar o jogo e chegar à frente para concluir está acabando e, com ele, também se vai parte da magia desse esporte.
Eu penso diferente. Considero que esse tipo meia-atacante ainda existe, mas foi obrigado a se readaptar para cumprir as exigências atuais.
E, dentro desse processo de readaptação, o treinador costuma levar em consideração as características de cada um antes de tomar a decisão de efetivá-lo em determinada posição.

Um ótimo exemplo é o romanista Francesco Totti. De camisa 10 puro, passou para o ataque - primeiro por necessidade do elenco, depois por questões físicas - onde se fixou. Jogando mais à frente, Totti se tornou, além de referência ofensiva, o artilheiro do time e Chuteira de Ouro da Europa.

Outro que migrou para o ataque por necessidade da equipe foi Kaká. Em 2006, com a saída de Shevchenko e diante da má fase de Ricardo Oliveira, o técnico Carlo Ancelotti se viu obrigado a adiantar Kaká para fazer companhia a Inzaghi na frente. Essa medida, polêmica à princípio, mostrou-se mais do que acertada, quando o brasileiro assumiu o comando do time, levou-o ao título europeu e de quebra se transformou no melhor do mundo. Hoje, apesar de sua preferência pelo meio, tem nessa experiência ofensiva, bem mais do que uma solução de momento.

Ronaldinho Gaúcho e Lionel Messi também fazem parte dessa lista. Impossibilitados de serem escalados no meio-campo de um 4-3-3, que deve ser combativo, viraram pontas. Mas não daquele tipo que atua preso à faixa lateral do gramado marcando o lateral adversário. A função é a de meia-atacante como sempre, porém, jogando abertos estão mais livres para criar, assistir e finalizar. Foi na esquerda que o mundo descobriu a genialidade do gaúcho. Todavia, primeiro Rijkaard precisou descobrir seu melhor posicionamento.

Mas nem sempre o ataque é o melhor caminho. Muito dinâmico, Deco é o protótipo do camisa 10 moderno. Marca, arma e ainda mostra a arte de um verdadeiro fantasista. Por sua vez, Andrea Pirlo, que nasceu meia, agora emprega seu talento como primeiro volante, posição privilegiada para quem tem visão apurada e precisão nos lançamentos e arremates, mas não tem velocidade e drible para ser adiantado.

E ainda existem os remanescentes da posição. Jogando na função que os argentinos chamam de 'enganche' e que aqui conhecemos como quarto-homem de meio-campo, Diego e Rafael van der Vaart constroem carreiras sólidas na Europa. Em comum, a habilidade mesclada a alguma combatividade.

Em contrapartida, Alex e Juan Roman Riquelme nunca obtiveram sucesso proporcional aos seus talentos. Meias clássicos, nunca convenceram os treinadores de grandes clubes europeus a apostarem neles. Riquelme até chegou ao Barcelona mas, pouco aproveitado pelo técnico Louis van Gaal, só encontrou lugar no Villarreal, equipe modesta, que aos pés do maestro argentino chegou à semi-final da Liga dos Campeões.
Alex, que é adorado por muitos no Brasil, praticamente não entrou em campo pelo Parma. É quase unanimidade entre os treinadores brasileiros a necessidade de se montar um esquema que lhe dê liberdade. Algo que os comandantes recentes do Fenerbahçe aceitaram fazer.
A melhor explicação para a não adaptação de ambos noutras funções foi dada por Deco em entrevista ao Sportv:
"Para jogar no meio tem que combater. Para jogar no ataque tem que ter profundidade".

Infelizmente, "só" talento não é mais suficiente.

Reuters

Jogando livre, Alex se tornou rei na Turquia.

Escrito por Michel Costa às 17h08
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Question

Depois de facilitar (e muito) a vida de vocês, aí vai um desafio um pouco mais complicado.

Quem é o jogador em destaque abaixo e que time ele defendia na época?



Dica: Ainda jogou por um quase desconhecido time sul-americano antes de se transferir para um gigante europeu.

Anterior:

Responda: Das equipes abaixo, qual NÃO venceu a UCL de maneira invicta?

a) Internazionale em 1963/64.
b) Ajax em 1994/95.
c) Manchester United 1998/99.
d) Barcelona em 2005/06.
e) Todas foram campeãs invictas.

Resposta correta: e) Todas foram campeãs invictas.

Parabéns Yuri, novo expert do Question e único acertador da semana.

UEFA.com

O United campeão invicto e a formação da final contra o Bayern.
De pé: Schmeichel, Yorke, Cole, Johnsen, Stam e Giggs;
Agachados: Blomqvist, Butt, Beckham, G. Neville e Irwin.

Escrito por Michel Costa às 11h25
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Os nossos favoritos.

Como era de se esperar, o consolidado de nossos palpites refletiu a mesma tendência dos convidados da Placar. Todos os favoritos se repetiram e a única modificação deu-se na Itália, onde a Juventus também surge como favorita ao 'Scudetto' ao lado da Inter.

Na Espanha houve uma preferência esmagadora (9 votos em 12) pelo Real Madrid , mas não deixo de citar as duas apostas (JP e Renan) no Atlético de Madrid. Poucas vezes os "Colchoneros" estiveram tão perto de retornar ao topo quanto agora.

O Bayern é o preferido da maioria para a conquista da atual edição da Bundesliga. Entre os votos que o elegeu favorito estava o meu. Confesso que foi a chamada aposta segura, daquele tipo confortável que não exige pensar muito. Mas não acho que o Bayern vá triunfar na Alemanha. Para mim, Klinsmann ainda colhe os louros do trabalho à frente da seleção tedesca que cada dia mais parece ter sido obra de Joachim Löw.
O problema é que todos os outros candidatos ao título também são pouco confiáveis. Sendo que o maior exemplo disso é o próprio líder da competição, o sempre decepcionante Shalke 04.

Confira abaixo os favoritos do blog A4L:

Inglaterra: Chelsea - 5 votos.
Itália: Internazionale e Juventus - 5 votos.
Espanha: R. Madrid - 9 votos.
Alemanha: Bayern - 11 votos.
França: Lyon - 11 votos.
Portugal: Porto - 9 votos.
UCL: Chelsea - 5 votos.

Confirmando, em maio do ano que vem divulgo o nome dos que mais acertaram palpites.
Na oportunidade, meus sinceros agradecimentos a todos votantes. Sem a participação de vocês este blog não faria sentido.

http://www.smh.com.au

Klinsmann: Ser um grande motivador não é o suficiente...

Escrito por Michel Costa às 17h17
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