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Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


Lembra desse?!

Aquele lance ou momento que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu.

1995: O ano mais louco da história do Flamengo.

Parte II - Felipão barra Luxa.

Continuando a saga rubronegra no ano de seu centenário, é chegada a hora de relembrar a Copa do Brasil daquela temporada.

Campeão da Taça Guanabara e garantido na final do Campeonato Carioca, o Flamengo voltou sua atenção para a disputa da semi-final da Copa do Brasil, cujo título garantiria uma participação na Libertadores do ano seguinte.
O adversário da vez era o Grêmio de Luiz Felipe Scolari. Sob o comando do atual treinador do Chelsea, a equipe tricolor já se formatava como a grande esquadra que venceria o título continental algumas semanas depois e o Brasileiro do ano seguinte.

Frente a frente, os dois melhores técnicos do país prepararam suas equipes para anular as ações do rival. Pelo lado carioca, a maior preocupação era o centroavante Jardel que, depois de um início titubeante no Vasco, construía no sul a fama de goleador implacável nas jogadas aéreas. Do lado gaúcho, o alívio pela ausência do lesionado Romário, mas o sobreaviso pelo perigo representado pelo atacante Sávio em excepcional fase.

A partida de ida foi realizada no Maracanã numa quarta-feira. Em noite inspirada, Sávio infernizou a defesa gremista que, mesmo apelando para faltas duras, não conseguiu impedir que o camisa 10 marcasse duas vezes. Inclusive, um dos gols onde o ponta driblou toda defesa foi tão bonito que se tornou parte da vinheta da competição.
A vantagem de 2 a 0 era boa, mas o que o time da Gávea mais temia aconteceu no fim do confronto. Bola cruzada na área e gol de cabeça de Jardel. Ainda havia a vantagem, só que não era mais tão confortável.

O jogo de volta no Olímpico foi uma verdadeira guerra. Num jogo faltoso, onde o árbitro não cumpriu o seu papel a contento, o Grêmio saiu em vantagem logo na primeira etapa. Mas o momento mais lembrado da partida nem foi o tento gremista. Mas sim, a discussão à beira do gramado envolvendo os dois treinadores, que resultou num violento soco de Scolari que atingiu o peito de Luxemburgo que, insandecido, passou a berrar aos microfones do SBT.

No fim, o placar agregado de 2 a 2 com o gol marcado fora de casa garantiu o avanço do Grêmio à final contra o Corínthians. Na decisão, o troféu acabou ficando com os alvinegros paulistas.

No Flamengo, a chance de título no primeiro semestre acabou sendo a final do Campeonato Carioca contra o Fluminense de Joel Santana. Mas essa é outra história...

Revista Placar

O time-base do Fla no primeiro semestre de 95.

Você conhece alguma história interessante sobre o mundo da bola?
Mande-a para meu e-mail: a4l@bol.com.br e coloque no assunto: 'Lembra desse?!' e ela poderá ser publicada aqui!


Escrito por Michel Costa às 15h41
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Arrisca uns palpites?

Chegou a hora de eleger os favoritos aos maiores títulos europeus na temporada 2008/9. E, assim como na temporada passada, tomo por base os apontamentos dos jornalistas que a revista Placar sempre convida com o intuito de eleger os possíveis campeões do certame.

Ao contrário do ano passado, desta vez não há favoritos absolutos em nenhuma liga. Até o Lyon, heptacampeão francês, não conta com a credibilidade de outrora. E, como não poderia ser diferente, o palpite mais complicado segue sendo o da UEFA Champions League.

Confira a seguir os candidatos dos jornalistas convidados da Placar:

Arnaldo Ribeiro/Placar: Manchester (Inglaterra), Inter (Itália), Valencia (Espanha), Bayern (Alemanha), Olympique (França), Porto (Portugal), Chelsea (UCL).

Elias Perugino/El Gráfico (ARG): Manchester (Inglaterra), Milan (Itália), Barcelona (Espanha), Bayern (Alemanha), Lyon (França), Benfica (Portugal), Inter (UCL).

Fabian Torres/Marca (ESP): Manchester (Inglaterra), Inter (Itália), Barcelona (Espanha), Bayern (Alemanha), Bordeaux (França), Porto (Portugal), Chelsea (UCL).

Filipe Dias/O Jogo (POR): Liverpool (Inglaterra), Inter (Itália), Real Madrid (Espanha), Bayern (Alemanha), Lyon (França), Sporting (Portugal), Inter (UCL).

Frank Kohl/Kicker (ALE): Chelsea (Inglaterra), Milan (Itália), Barcelona (Espanha), Schalke 04 (Alemanha), Lyon (França), Benfica (Portugal), Chelsea (UCL).

Gian Oddi/IG: Manchester (Inglaterra), Inter (Itália), Real Madrid (Espanha), Bayern (Alemanha), Lyon (França), Porto (Portugal), Chelsea (UCL).

Lédio Carmona/Sportv: Chelsea (Inglaterra), Inter (Itália), Real Madrid (Espanha), Hamburgo (Alemanha), Olympique (França), Benfica (Portugal), Chelsea (UCL).

Mauro Beting/Band: Chelsea (Inglaterra), Roma (Itália), Real Madrid (Espanha), Bayern (Alemanha), Lyon (França), Porto (Portugal), Bayern (UCL).

Paulo Vinícius Coelho/ESPN Brasil: Liverpool (Inglaterra), Inter (Itália), Atlético (Espanha), Hamburgo (Alemanha), Bordeaux (França), Porto (Portugal), Manchester (UCL).

Rodrigo Bueno/Folha de S.Paulo: Chelsea (Inglaterra), Milan (Itália), Real Madrid (Espanha), Bayern (Alemanha), Lyon (França), Porto (Portugal), Chelsea (UCL).

Sebastiano Vernazza/La Gazzetta dello Sport (ITA): Chelsea (Inglaterra), Juventus (Itália), Barcelona (Espanha), Schalke 04 (Alemanha), Bordeaux (França), Benfica (Portugal), Inter (UCL).

Favoritos da Placar:
Inglaterra: Chelsea - 5 votos.
Itália: Inter - 6 votos.
Espanha: Real Madrid - 5 votos.
Alemanha: Bayern - 7 votos.
França: Lyon - 6 votos.
Portugal: Porto - 6 votos.
UCL: Chelsea - 6 votos.

Com 7 votos, o Bayern de Munique é o favorito mais destacado entre os votantes. Mesmo assim, está longe da unanimidade que o Lyon apresentou em 2007/8.

Agora é a sua vez. Usando os "comentários", indique qual é o seu favorito em cada liga nacional e para a UEFA Champions League.
Não é necessário digitar o nome de cada país, só do time favorito, mantendo apenas a ordem já disposta.
Em maio do ano que vem, aqueles que mais palpites acertaram.

Fazendo as honras da casa, eu começo...

Reuters

Para os analistas, o Chelsea de Terry e Lampard é o grande favorito na Champions League.

Escrito por Michel Costa às 14h50
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Question

Com a volta da UEFA Champions League, nada mais justo que a pergunta de hoje seja voltada para a competição.

Responda: Das equipes abaixo, qual NÃO venceu a UCL de maneira invicta?

a) Internazionale em 1963/64.
b) Ajax em 1994/95.
c) Manchester United 1998/99.
d) Barcelona em 2005/06.
e) Todas foram campeãs invictas.

Trata-se de outra pergunta de nível médio. Boa sorte aos navegantes!

Anterior:

Quem é o jogador destacado abaixo?

FIFA


Dica: A maior vitória de sua carreira deu-se numa das mais famosas partidas da história do futebol.

O jogador retratado acima é Friedrich "Fritz" Walter, que ficou conhecido como o primeiro Kaiser da seleção alemã. Pela 'Nationalelf' conquistou a Copa do Mundo de 1954 na Suiça quando, numa final espetacular, comandou sua equipe no 3 a 2 de virada sobre a poderosa Hungria de Puskas e Czibor.
Esse título, além de ter sido o primeiro da Alemanha, representa um dos marcos da reconstrução do país, devastado pela Segunda Guerra Mundial.
Fritz Walter também é o Ídolo máximo do Kaiserslautern, clube pelo qual venceu dois campeonatos nacionais e cujo estádio leva seu nome. Homenagem mais do que merecida.

Como sempre, parabéns a Cyntia, primeira a acertar o desafio e congratulações aos amigos Yuri, Leonardo e Rodolfo Moura que acertaram em seguida.

Europa Filmes

Cena do filme "O Milagre de Berna", película inspirada na final da Copa de 54.

Escrito por Michel Costa às 17h10
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O futebol de Milão ainda não entrou em campo.

O lado Rossonero:

Grandes times têm alguns deveres. Um deles é não se apequenar nunca, sob pena de protagonizar momentos ridículos como o Milan tem feito.

Sempre procurei respeitar os esquemas táticos adotados e procuro entender o porquê de serem utilizados. Mas o esquema utilizado por Carlo Ancelotti no Milan é do tipo indefensável. Um esquema 4-3-2-1 - com laterais que apóiam pouco e volantes que não se projetam - pode até funcionar numa Liga dos Campeões, onde os adversários saem mais para o jogo e oferecem espaço. Mas para a disputa de um campeonato por pontos corridos, onde a maior parte dos adversários são times modestos que entram em campo pensando em quase que apenas se defender, não dá.

Quando o ‘Rossonero’ venceu a penúltima edição do torneio continental havia uma necessidade especial de se jogar assim. Não havia confiança no desempenho defensivo da equipe e ainda havia a aposta na fase supersônica de Kaká. O título veio e com ele a certeza de que tanto o esquema tático quanto a política de contratações eram os mais acertados. Não eram naquela época e não são hoje. Só a diretoria e o treinador ainda não perceberam isso. Agora, pagam caro por não terem promovido uma reestruturação que deveria ter acontecido há dois anos.

O lado Nerazzurro:

A Internazionale não fez sequer uma boa partida neste ano. Por um tempo, cheguei a pensar que o único culpado era seu ex-treinador Roberto Mancini. Hoje, vejo que não era bem isso. Está claro que os ‘Nerazzurri’ sofrem com os eternos desfalques e com um fôlego que dura apenas 45 minutos. É impressionante como o rendimento do time cai nas etapas finais. Além disso, a esquadra sofre de uma pane criativa no setor de meio-campo. Algo que já havia sido muito bem observado pelo amigo Rodolfo Moura do blog “Calcio Serie A”.

No duelo de sábado diante do Catania, Mourinho ousou ao escalar a equipe com praticamente dois pontas (Figo e Quaresma) e dois atacantes (Ibrahimovic e Balotelli).  Um 4-4-2 que com a bola se transformava num 4-2-4. Mas não havia criatividade nenhuma. Apenas jogadas previsíveis, facilmente anuladas pela marcação. Inclusive, os dois gols da vitória saíram por sorte.

E a atuação de Ibrahimovic no sábado foi daquelas para se estudar. Poucas vezes vi um atacante tão desconcentrado e desinteressado quanto ele. Foi uma falta de respeito com a torcida, com a instituição que tão bem lhe remunera e por que não dizer com o futebol.

AFP

 

Mourinho: Para sorrir, apenas os três pontos conquistados...



Escrito por Michel Costa às 22h44
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Robinho: Estréia dentro das expectativas (pelo menos das minhas).

Em sua primeira partida com a camisa do Manchester City, Robinho teve desempenho apenas regular. Seus quarenta e cinco minutos inicias foram bons. Movimentou-se bem, foi visto várias vezes participando da marcação, resistiu bem às trombadas, procurou servir os companheiros e ainda marcou um inusitado gol em cobrança de falta.

Todavia, como era de se esperar, seu rendimento caiu na segunda etapa. Além da clara falta de entrosamento com o time, sentiu os efeitos das quatro viagens - para o Brasil, para o Chile, de volta para o Brasil e para a Inglaterra - que fez e das duas partidas realizadas pela Seleção. De fato, uma maratona.

Outro fator, bem observado pelo PVC durante a transmissão, e que não pode ser ignorado, foi a escalação do brasileiro fora de sua melhor posição. O brasileiro rende mais jogando pelas pontas – sobretudo pela esquerda - e não centralizado. O técnico Mark Hughes já deve ter percebido isso e é provável que monte sua equipe com Elano centralizado, Wright-Phillips pela direita, Robinho pela esquerda, com Jô de centroavante.  Um quarteto que pode dar o que falar.

Ainda não surgiu todo o brilho que dele se espera, mas em alguns momentos - a “caneta” em Ashley Cole e o “eu vou pra cá, você vai pra lá” incompleto em Bosingwa dão mostras que seu futebol pode sim obter sucesso na Premier League.

Do lado do Chelsea, uma boa apresentação. Deco segue confirmando seu grande momento e até agora os Blues jogam o melhor futebol do campeonato. Ferguson deve estar surpreso com Scolari...

Sport

 

Robinho corre para comemorar seu surpreendente gol de falta. Estréia razoável...



Escrito por Michel Costa às 10h52
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