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Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


Lembra desse?!

Aquele lance ou momento que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu.

1995: O ano mais louco da história do Flamengo.

Parte I - A chegada de Romário.

Quando um clube de futebol completa 100 anos é sempre uma data especial. Além das comemorações de praxe e das homenagens recebidas, a busca por algum título também é inerente àquele ano.
Todavia, como todos sabem, tudo o que é ligado ao Clube de Regatas do Flamengo é exagerado. As alegrias, as crises, as expectativas, tudo recebe uma dimensão maior do que deveria.

Naquele ano, o presidente do clube, Kléber Leite, sonhou montar um supertime. O primeiro a chegar foi o técnico Wanderley Luxemburgo (ainda com 'w' e 'y') que acabara de sagrar-se bicampeão brasileiro pelo Palmeiras. Em grande fase da carreira, Luxemburgo era o nome ideal para comandar um time que se planejava vencedor.

O segundo acontecimento relevante teve ainda mais impacto. Numa manobra financeira ousada que envolveu diversos parceiros, o presidente conseguiu repatriar ninguém menos que Romário por 5 milhões de dólares. Em janeiro, aos 29 anos, o Baixinho chegava à Gávea contratado junto ao Barcelona como campeão do mundo e recém-eleito jogador do ano pela FIFA. Algo inimaginável nos dias atuais.

O primeiro desafio foi o campeonato carioca.
A Taça Guanabara, que é o primeiro turno, foi vencida sem muitos problemas. Todavia, durante a própria celebração dessa vitória onde Romário assinalou os três gols rubro-negros, o camisa 11 deu uma declaração que repercutiu pessimamente:
"Muitos se dizem Rei do Rio. Reis existem muitos, mas Deus só tem um. Eu sou Deus e eles vão ter que me respeitar!"

Nem preciso dizer que tipo de crítica essa declaração gerou...

http://opiniaofc.blogspot.com

Com a camisa rubro-negra, o polêmico craque anotou 204 gols.

Você conhece alguma história interessante sobre o mundo da bola?
Mande-a para meu e-mail: a4l@bol.com.br e coloque no assunto: 'Lembra desse?!' e ela pode ser publicada aqui!

Escrito por Michel Costa às 14h19
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Um pequeno público para um pequeno futebol.

Quando liguei a TV hoje de manhã, esperava assistir as entrevistas e toda a repercussão da ridícula apresentação da Seleção Brasileira no empate diante da Bolívia. Para minha surpresa, o programa "Tá na área" do Sportv que é apresentado antes do jogo estava sendo reprisado.
Maluco por futebol que sou, resolvi assistir para saber das previsões dos comentaristas. E todos foram unânimes: "O Brasil vai golear!"
Apenas Júnior, que também acreditava numa vitória tranqüila, observou que "antes de passar a boiada, tem que passar o primeiro boi".
Só que o primeiro boi não passou. E não acho que a porteira se mostrou tão resistente assim.

Antes que alguém pergunte, claro que me incluo entre os que esperavam uma goleada. Quem não esperava pelo menos uma vitória sem grandes sustos?

Só que a partida esteve longe de ser o esperado. Até o público decepcionou. Da carga total de 44 mil ingressos, 29 mil foram colocados à venda e 15 mil distribuídos pelos patrocinadores. Mas estiveram presentes ao Engenhão apenas 31.422 torcedores. O alto preço dos bilhetes assustou a torcida carioca que nunca esteve lá muito convicta de que veria um bom jogo de futebol.

Agora, seguindo a lógica do futebol, estão sendo retomadas as discussões acerca da permanência de Dunga no cargo. Não será surpresa se o nome de um novo treinador for anunciado nos próximos dias. Pode até parecer duro fazer isso com o atual treinador, mas trata-se apenas da correção de um equívoco de dois anos atrás. Equívoco que custou dois anos de preparação para o Mundial.

Gazeta Esportiva

Júlio Baptista lamenta gol perdido no último minuto.

Escrito por Michel Costa às 17h13
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Pontos e vírgulas.

Coluna destinada a comentar as opiniões emitidas pelo órgão responsável pela chegada de informações ao público aficionado pelo futebol: a imprensa esportiva. Afinal, bem ou mal, é através dela que tomamos conhecimento de (quase) tudo o que cerca o mundo da bola.

Nem um, nem outro.

Tostão é um dos mais conceituados colunistas esportivos do Brasil. Ex-jogador de renome, fez parte de uma das melhores gerações de jogadores de nosso futebol. Em suas colunas manifesta um tom crítico, mas equilibrado sobre o que acontece ou aconteceu no futebol.
Todavia, em texto recente, Tostão reiterou sua posição sobre a queda de qualidade do futebol brasileiro e, na oportunidade, ainda citou o amigo jornalista Fernando Calazans:

"Fernando Calazans e poucos outros jornalistas esportivos têm sido críticos e realistas sobre a qualidade e o futuro do futebol brasileiro, da Seleção e dos clubes. Penso da mesma forma. Estamos preocupados. Já a numerosa turma do oba-oba, também chamada de otimista, acha que somos muito pessimistas.

Os conformados, os que têm pouco senso crítico e também os modernistas, que são muito bem preparados cientificamente, dizem que o futebol moderno é esse aí. Temos de engoli-lo. Tocar a bola e esperar o momento certo para tentar fazer o gol virou sinônimo de lentidão. Confundem modernidade com mediocridade.

Ninguém é tão ingênuo para achar que se deve jogar hoje no estilo dos anos 60. O que queremos é ver mais qualidade. Não podemos nos contentar com um futebol medíocre, quase só de jogadas aéreas e de muita falta e correria. O encanto do futebol é outro."

Na minha opinião, os dois lados (Tostão/Calazans e a inominada turma do oba-oba) estão errados em seus extremos.

No caso específico do Calazans, acho que sua opinião perde força pelo simples fato de ele praticamente só acompanhar o que se passa por aqui. Bom, pode até ser que ele assista alguma partida internacional transmitida pelo canal em que trabalha, mas, que eu me lembre, nunca comentou. Suas observações e textos deixam claro que ele, no máximo, acompanha os times cariocas e alguns poucos jogos do Brasileirão. Na visão dele, é claro que o futebol tupiniquim apresentou queda de qualidade nos últimos anos.
Afinal de contas, não é justamente a qualidade - e hoje também a quantidade - que exportamos? Todo ano não aumenta o número de jogadores que se transferem para a Europa e outros centros?
Se a qualidade do que restou aqui permanecesse a mesma eu ficaria no mínimo surpreso.

O que mais me espanta, é como homens que ganham para pensar sobre futebol não conseguem fazê-lo. Será que já pararam para pensar que o nível do campeonato era um quando quase todos atletas brasileiros jogavam aqui, caiu um pouco na década de 80 e ínicio dos anos 90 quando aumentaram as transferências e despencou quando as fronteiras da bola praticamente deixaram de existir?
Num breve exercício de imaginação (que será tema de um futuro post), esses senhores deveriam pensar no que aconteceria se todos os brasileiros espalhados pelo mundo retornassem ao país. Será que não haveria nenhuma melhoria no futebol daqui?
Ora...

Pesquisando sobre o Tostão colunista, descobri uma opinião dada num chat da Folha de São Paulo que é, no mínimo, diferente da manifestada agora. Antes da Copa de 2006 quando comparava a Seleção que disputaria aquele Mundial e com a de 70, disparou:

"Esta equipe tem um grande potencial pela grande qualidade de alguns jogadores, do mesmo nível dos de 70, fora o Pelé. Mas a equipe atual ainda não mostrou que é um grande time, um grande conjunto, como o de 70."

Bom, então fora Pelé - um fenômeno que só aparece de cem em cem anos - os jogadores de dois anos atrás são do mesmo nível dos de 70? Ué, mas a qualidade não está caindo?

Outro ponto a ser observado é a velocidade do jogo. Com a preparação física atual é óbvio que a relação tempo e espaço se modificou em relação ao passado. Hoje, quando um time perde a bola, a recomposição se dá com uma rapidez muito maior do que antes. Além disso, por ser mais veloz e ter mais fôlego, o defensor consegue cobrir os espaços do campo de forma mais ampla e eficiente.
Sendo assim, quanto mais rápido quem estiver com a bola armar e executar o seu ataque, mais chances terá de chegar ao gol. Quem é lento, encontra uma defesa postada, ou seja, mais difícil de ser aberta.
Da mesma forma, aqueles que confundem velocidade com pressa acabam desperdiçando suas oportunidades com jogadas equivocadas.

Exemplos atuais de futebol executado com qualidade e velocidade não faltam: O Barcelona de duas temporadas atrás, o Manchester United campeão europeu e a Espanha que conquistou a Eurocopa. Times que jogam ou jogaram um futebol competitivo e que agrada aos olhos.
Lentidão? Não obrigado. Esse tempo já passou.

http://www.mariocelso.com.br

Se Tostão jogasse hoje, com certeza não seria no Cruzeiro.

Escrito por Michel Costa às 15h37
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Question

Como o pessoal considerou a última pergunta fácil demais, resolvi apertar um pouco. Considero o nível deste desafio apenas regular. Vamos ver como nossos experts se saem...

Quem é o jogador em destaque abaixo?

FIFA


Dica: A maior vitória de sua carreira deu-se numa das mais famosas partidas da história do futebol.


Anterior:

Atualmente, jogadores mudam de clube a todo o momento. Mas quando um ídolo troca seu clube pelo maior rival, quase nunca é perdoado pela torcida. Assinale abaixo a única troca que NÃO ocorreu imediatamente:

a) Figo, que se tornou persona non grata em Barcelona ao se transferir para o Real Madrid.

b) Bebeto, que em 1989 trocou o Flamengo pelo Vasco.

c) Reinaldo, que cometeu o pecado supremo de deixar o Atlético pelo Cruzeiro.

d) Vieri, que deixou a Inter para assinar com o arquirival Milan.

Resposta correta: c) Reinaldo. O ídolo atleticano defendeu (sem muito sucesso) o rival Cruzeiro em 1986. Mas, antes disso, teve breves passagens por Palmeiras e Rio Negro/AM.

Parabéns aos acertadores que, por sinal, foram todos: Djan, Leonardo, Cyntia, Yuri e Fernando.

http://www.idelberavelar.com

Reinaldo em ação pelo Atlético: O terror dos cruzeirenses...

Escrito por Michel Costa às 17h19
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Há bens que vem para o mal?

Até ontem, todos estavam de acordo que uma derrota do Brasil diante do Chile selaria o destino de Dunga à frente da seleção. Além disso, são comuns manifestações de repúdio tanto da imprensa quanto da torcida ao trabalho do treinador. Para todos, a degola era apenas questão de tempo.

E tumultando ainda mais o ambiente, o goleiro Júlio César resolveu responder às observações do presidente Lula que, entre outras coisas, disse que os brasileiros se empenhavam menos que os rivais argentinos em campo.

Clima tenso, jogo fora de casa, adversário confiante, cenário ideal para que se montasse uma tragédia. E Dunga sabia disso. Sabia que qualquer resultado diferente da vitória não seria aceito. E, mudando um pouco sua linha como treinador, ousou. Escalou uma equipe ofensiva e, sobretudo, agressiva que partiu para cima do rival como há muito não se via.

Placar/Blog do Arnaldo

A disposição tática da partida: Brasil mais ousado.

Se a partida não foi nenhum primor técnico, pelo menos vontade das partes não faltou. Foi um jogo absurdamente corrido, onde a bola parava muito pouco e cada metro quadrado de grama parecia valer ouro.
No fim, prevaleceu a maior qualidade de nosso selecionado e a vitória por 3 a 0 ainda saiu barata. De quebra, o Brasil ultrapassou a Argentina na classificação indo para segundo lugar no saldo de gols. E, dependendo de uma combinação de resultados, pode se tornar líder das Eliminatórias na próxima quarta-feira, caso vença a Bolívia e o líder Paraguai tropece.

E agora? Como demitir Dunga? E mais: Se ele permanecer até 2010, o Brasil poderá conquistar a Copa mesmo com um técnico inexpereinte e despreparado como ele?
Acho difícil. Na verdade, ele não deveria ter sido contratado. Agora, toda vez que a bola rolar para a Seleção, a torcida continuará dividida entre o amor e o ódio. Enquanto a imprensa, como sempre, estará dividida entre seus interesses.

AFP

O trio de ataque festeja o primeiro gol.

Escrito por Michel Costa às 15h03
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Grandes Times da História

No Morumbi, Telê Santana provou que era possível jogar bonito e vencer. Com o mestre à beira do campo, o São Paulo comemorou grandes conquistas. O futebol brasileiro agradeceu, reconheceu e lhe pediu perdão.

O São Paulo de Telê.

Nada mais justo do que se referir àquela vitoriosa equipe como o São Paulo de Telê. Pelas mãos do treinador, o Tricolor deixou para trás um período negativo de sua história e chegou ao topo do mundo por duas vezes. Além do legado de títulos, Telê Santana recuperou jogadores, revelou outros e provou que suas convicções a cerca do futebol não estavam erradas.

Quando chegou ao Morumbi em outubro de 1990, o treinador encontrou um time aos pedaços. Havia sido rebaixado à segunda divisão paulista, ocupava uma posição intermediária no Campeonato Brasileiro e seu melhor jogador, Raí, estava no banco. Sem dúvida, não era um cenário favorável. Além disso, pesava sob seus ombros uma terrível fama de pé-frio, já que no comando da Seleção Brasileira em duas oportunidades não conseguiu conquistar a Copa do Mundo, mesmo tendo sob seu comando uma das melhores gerações de nosso futebol.

Time-base:

Durante os quatro anos em que Telê esteve à frente do São Paulo, o time titular sofreu algumas modificações, mas a escalação mais conhecida é: Zetti; Vítor, Adílson, Ronaldão e Ronaldo Luís; Pintado, Cerezo, Cafu e Raí; Müller e Palhinha. Nesse esquema, a movimentação da dupla ofensiva permitia que Raí chegasse à frente como o verdadeiro centroavante do time.

As conquistas:

Em 1991, em seu primeiro ano completo à frente da equipe, conquistou o Campeonato Brasileiro. Naquele time, destacavam-se o goleiro Zetti, os zagueiros Ricardo Rocha, Ronaldão e Antônio Carlos, os laterais Cafu (que jogava no meio) e Leonardo, além de Raí e Müller. Um grupo fortíssimo que contava com sete jogadores campeões na Copa de 94.

Mas a verdadeira consagração viria no ano seguinte. Passando por Nacional/URU, Criciúma, Barcelona/EQU e finalmente Newell’s Old Boys, esse último rival batido nos pênaltis, o Tricolor do Morumbi se tornou, pela primeira vez, campeão da Taça Libertadores da América. Um título que hoje é verdadeira obsessão no clube.

Com o troféu continental nas mãos e com o veterano Toninho Cerezo no time, o São Paulo partiu para o seu maior desafio: enfrentar o Barcelona de Koeman, Laudrup e Stoichkov que na época era dirigido por ninguém menos que Johan Cruyff.

Reza a lenda que, antes da partida, o arqueiro Zetti se dirigiu ao companheiro de posição Andoni Zubizarreta para cumprimentá-lo, mas foi ignorado. Depois da partida, o treinador holandês aceitou a superioridade do adversário: “Se é para ser atropelado que seja por uma Ferrari.”

O lance do segundo gol de Raí foi treinado à exaustão. Mas dizem que nos treinos o gol não saía. Saiu na hora certa...

1993 foi o ano do bi. Com o time ainda mais entrosado, conquistou a América pela segunda vez. Desta feita nada de drama nos pênaltis. Contra o Universidad Católica do Chile o troféu foi erguido após uma retumbante goleada por 5 a 1 no Morumbi. Uma semana depois, foi derrotado por 2 a 0 em Santiago, mas a festa já estava pronta. Após mais essa conquista, o capitão Raí se transferiu para o PSG. Para seu lugar, foi repatriado Leonardo, agora meia, e herdeiro da camisa 10.

Desta vez, o adversário em Tóquio foi o poderoso Milan de Capello. Na verdade, o vencedor da Liga dos Campeões daquele ano havia sido o Olympique de Marselha. Todavia, um escândalo envolvendo o clube francês o impediu de entrar na disputa do Mundial. Coube ao vice, Milan, a missão de parar o Tricolor. Muito forte, a equipe italiana dominou boa parte do jogo, que foi definido num lance afortunado de Müller. Maldini não conseguia acreditar na sorte do brasileiro...     

O fim de uma Era:

Em 1994, o São Paulo chegou a sua terceira final seguida de Libertadores. Seu rival na decisão foi o Vélez Sarsfield comandado por Carlos Bianchi. Nos tiros livres, brilhou a estrela do goleiro paraguaio Chilavert e a taça ficou com a equipe portenha.

A derrota chegou a abalar um pouco a confiança da torcida em Telê que, prestigiado pela diretoria, seguiu no cargo mais algum tempo. Ao todo, o chamado São Paulo de Telê conquistou duas Taças Libertadores, dois Mundiais, um nacional, dois títulos paulistas, duas Recopas e uma Supercopa da Libertadores.

Anos depois, o Mestre, como ficou conhecido, sofreria uma isquemia e não mais voltaria a trabalhar. Em 2006, faleceu em Belo Horizonte aos 75 anos. Mas, felizmente, deixou como herança e bom exemplo seus ensinamentos de que o futebol deveria ter seus fundamentos valorizados e aperfeiçoados, além de ser jogado com lealdade.  



Escrito por Michel Costa às 01h42
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