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Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


“Lembra desse?!”

Aquele lance ou momento que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu.

Não é exagero dizer que o emprego de Dunga depende de bons resultados nas Eliminatórias diante de Chile e Bolívia. Em caso de derrota amanhã, é bem provável que essas duas partidas sejam suas últimas à frente da Seleção Canarinho.

O principal concorrente ao seu posto é Vanderlei Luxemburgo. Inclusive, existem boatos de que o Palmeiras, seu atual clube, aceitaria dividi-lo com a Seleção até o fim deste ano.

Entretanto, poucos se lembram agora que, além dos escândalos ligados ao seu nome, foram seus maus resultados de Luxemburgo no comando de nosso selecionado que o tiraram do cargo em 2000. E uma das derrotas mais amargas deu-se justamente diante de nosso próximo rival...

Você conhece alguma história interessante sobre o mundo da bola?
Mande-a para meu e-mail: a4l@bol.com.br colocando no assunto: 'Lembra desse?!' e ela pode ser publicada aqui!



Escrito por Michel Costa às 21h21
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O duelo dos quatro gigantes.

As críticas da imprensa inglesa ao campeonato italiano chamado de "Cemitério de Elefantes" levantou uma questão: Como se mede o nível de um campeonato nacional?
Se levarmos em conta as receitas dos clubes, o interesse dos investidores, a média de público, a cobertura da mídia internacional e a quantidade de países que recebem a transmissão, sem dúvida o melhor campeonato é o inglês.
E não é só isso. A Terra da Rainha conta com quatro gigantes europeus que, em grande fase, colocaram três times nas duas últimas semifinais da UEFA Champions League. Tudo perfeito, então?
Nem tanto. Em poucos campeonatos há tanto desnível entre o primeiro escalão e as outras agremiações quanto na Premier League.

Embora na Itália e na Espanha o título esteja acessível apenas para uma elite, há uma constante alternância entre as equipes que participam da Champions League e que são competitivas na Copa da UEFA. É muito comum vermos times como Valencia, Sevilla, Espanyol e Fiorentina brilhando na segunda copa européia. Em contrapartida, além do vice-campeonato conquistado pelo Middlesbrough na temporada 2005/6, o máximo que as equipes inglesas alcançaram deu-se com o Tottenham, quadrifinalista em 2006/7 e Newcastle, semifinalista em 2003/4 e quadrifinalista do ano seguinte. Ou seja, apenas mera figuração no cenário internacional.

Um indício dessa fragilidade é o fato de pouco ou não ameaçarem o domínio dos grandes. A última melhor colocação deles foi com o Everton, quarto colocado em 2004/5. Antes disso, o Newcastle ficou em terceiro no certame 2002/3, sendo que isso foi antes do surgimento do fenômeno Abramovich no Chelsea.

Outro ponto para análise é a maneira como são encarados os empates e derrotas diante de adversários menores em jogos fora de casa. Quando o United, o Chelsea ou qualquer outro do quarteto perde pontos fora de casa, isso é considerado tropeço, pontos que embora sejam possíveis de serem perdidos, não são bem assimilados e geralmente fazem falta na corrida pelo título. Na Bota, ocorre algo bem diferente. Quando Milan, Juventus ou Inter vão a Florença, sabem que é muito difícil bater a Fiorentina em seus domínios. O mesmo acontece em Palermo, em Nápoles e, sobretudo, em Roma. Na Espanha, a situação é a mesma. Para o Real Madrid chega a ser comum perder fora de casa para o La Coruña ou para o Valencia. E, hoje, perder ou empatar com Sevilla passa longe de ser anormal.
Isso sem citar o Campeonato Brasileiro que tanto agora, quanto em seus tempos áureos, não se pode apostar no provável campeão sem que pareça um belíssimo chute ou exercício de futurologia. Tanto nas décadas de 70, 80, 90, quanto hoje, o campeão pode sair de uma lista de seis, sete times.

Provavelmente alguém vai dizer que com a chegada de Juande Ramos ao Tottenham e com os milhões que são prometidos ao City esse panorama vai mudar. Pode ser que sim, mas antes de apontar os defeitos dos outros, os ingleses deveriam pensar no porquê de seu campeonato ter na verdade apenas quatro times e dezesseis figurantes.

http://www.wiganlatics.premiumtv.co.uk

O Manchester City de Elano: "Quero ser grande!"

Escrito por Michel Costa às 14h37
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O jovem astro da internet.

Até alguns anos atrás, jovens talentos da bola eram descobertos através dos chamados olheiros. Era um trabalho difícil, já que uma avaliação confiável só poderia ser feita in loco. Anos depois, com o advento da tecnologia, vieram os DVDs e os relatos se transformaram em imagens.

 

Agora é a vez da internet. Um vídeo postado no site ‘You Tube' mudou a vida de Vitor Flora, jovem atacante brasileiro que acaba de ser contratado pelo Liverpool. As imagens, colhidas no ano passado quando Vitor atuava pelo Botafogo de Ribeirão Preto, atraíram a atenção de várias equipes do Brasil e do exterior. Antes dos ‘Reds’, Grêmio, Cruzeiro, Santos e Juventus/ITA manifestaram interesse em seu futebol. Nas agremiações brasileiras não houve o acerto financeiro. Na Vecchia Signora, o impasse se deu pela iniciativa dos ‘Bianconeri’ de emprestá-lo para uma equipe da Serie B a fim de ganhar experiência.

Nesta semana, o clube inglês confirmou a chegada do garoto de 18 anos, que tem passaporte italiano, a Anfield Road. O pai do jogador, orgulhoso, cita o vídeo como o responsável pelo sonho realizado de seu filho: “O vídeo mostra bem o futebol do Vitor. Ele tem um futebol bonito, chuta com os dois pés, tem domínio com a esquerda, mas também chuta com a direita. É driblador e é um grande finalizador.

Confira se o pai coruja tem razão:



Escrito por Michel Costa às 22h32
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Question

Atualmente, jogadores mudam de clube a todo o momento. Mas quando um ídolo troca seu clube pelo maior rival, quase nunca é perdoado pela torcida. Assinale abaixo a única troca que NÃO ocorreu imediatamente:

a) Figo, que se tornou persona non grata em Barcelona ao se transferir para o Real Madrid.

b) Bebeto, que em 1989 trocou o Flamengo pelo Vasco.

c) Reinaldo, que cometeu o pecado supremo de deixar o Atlético pelo Cruzeiro.

d) Vieri, que deixou a Inter para assinar com o arquirival Milan.

Anterior:

Quem é o são-paulino retratado abaixo?

http://www.spfc.net

 

O jogador em destaque é o craque brasileiro Zizinho. Conhecido como “Mestre Ziza” pelo seu incrível talento com e sem a bola. Zizinho nasceu Tomás Soares da Silva em 14 de setembro de 1921. Começou no Flamengo onde foi tricampeão carioca, passou por Bangu, São Paulo e terminou a carreira no Audax Italiano, do Chile, aos 40 anos. Pela Seleção Brasileira, jogou 54 vezes anotando 31 gols e disputou a Copa de 1950. Pelé disse uma vez que o clássico camisa 10 foi o melhor jogador que viu atuar. Zizinho faleceu em Niterói em 8 de fevereiro de 2002.

Parabéns aos acertadores da semana: Barbara Gordon e Yuri (de quem eu não ganhei 1000 dólares...)

http://sports.nifty.com

 

Zizinho em seus tempos de Flamengo



Escrito por Michel Costa às 23h01
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Caso Robinho: No fim, era apenas dinheiro.

Quando Robinho veio a público dizer que queria ir para o Chelsea, houve quem pensasse (eu inclusive!) que além de questões financeiras havia uma ambição particular em se tornar o melhor jogador do mundo. Afinal, em Londres ele encontraria, teoricamente, um ambiente mais favorável ao seu crescimento.

Em entrevistas, o atacante brasileiro se dizia desprestigiado em Madri, onde foi colocado como moeda de troca na busca quase irracional dos Merengues por Cristiano Ronaldo. Além disso, alegava descaso da diretoria em suas tentativas de renovação.

Com a negativa do presidente Ramón Calderón em negociar sua saída, ameaçou não jogar ou não se empenhar e ainda afirmou que sua cabeça estava no Chelsea. Por sua vez, o clube londrino chegou a comercializar camisas alusivas a sua chegada. Erro que gerou posterior pedido de desculpas à torcida.

Eis que acontece uma das maiores reviravoltas da história do mercado de transferências. Primeiro, o Manchester City passou das mãos de Thaksin Shinawatra (ex-primeiro ministro da Tailândia) para um grupo de investidores de Abu Dhabi que, segundo a imprensa, possui ainda mais dinheiro que o primeiro.

Logo em seguida, houve o contato com o empresário do brasileiro, Wágner Ribeiro, e em poucas horas surgiu a confirmação que o ex-santista tinha sido negociado com o City pela bagatela de 40 milhões de euros. Simplesmente a maior transação do mercado de transferências nesta janela.

Ao rumar para o lado azul de Manchester, Robinho será companheiro dos brasileiros Jô, Elano e Glauber e será comandado pelo novo treinador da equipe, o galês Mark Hughes (e não por Sven Göran Eriksson como chegaram a noticiar alguns veículos de imprensa desmemoriados).

Só que a verdade é uma só: ao se transferir para os ‘Citizens’, Robinho e seu oportunista empresário deixaram claro que a idéia era apenas assinar um contrato mais vultoso. Aquela conversa de “ser o melhor do mundo” era pura balela. Claro que o Manchester City é uma força emergente e rica do futebol inglês. Mas ainda assim luta apenas para conseguir uma vaga na Copa da UEFA e a chegada do atacante não muda esse panorama.

Além disso, numa equipe de segunda, terceira linha da Europa, que não disputa nem o título doméstico, as chances de ser eleito alguma coisa diminuem bastante. Até na mídia suas atuações deverão ter menos destaque. Mas isso pouco importa. O salário, praticamente triplicado, sim.

Outras transferências:

Merece destaque aqui, a ida do avançado búlgaro Dimitar Berbatov para o Manchester United - que deve suprir a carência de um jogador de área no elenco dos Red Devils - e a contratação de Ricardo Quaresma pela Internazionale. Em Milão, o ponta luso deve disputar posição com o compatriota Figo e com o brasileiro Mancini.   

AFP

Robinho no City. Seu bolso agradece. Seu futebol não.  



Escrito por Michel Costa às 23h31
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Os favoritos ainda não estrearam...

A Serie A está de volta. No entanto, parece que os favoritos na luta pelo ‘scudetto’ desta temporada parecem não ter se dado conta disso ainda. Internazionale, Roma, e Juventus empataram em suas estréias. Enquanto isso, o Milan, mesmo jogando em San Siro, foi derrotado pelo Bologna.

Jogando em Genova, a Inter não passou de um empate diante da Sampdoria. Numa partida de nível técnico apenas regular, os ‘Nerazzurri’ saíram na frente no primeiro tempo com Ibrahimovic, mas permitiram a igualdade na segunda etapa. O que voltou a chamar a atenção foi a queda de rendimento físico da equipe de um tempo para o outro. Assim como no duelo contra a Roma pela Suppercopa no domingo anterior, a equipe comanda por José Mourinho desabou nos 45 minutos finais e só não perdeu porque o atacante Antonio Cassano esteve em jornada especialmente ruim.

Jogando em seus domínios, o Milan parece repetir a má campanha que marcou sua última temporada. Lento na armação de jogadas e abarrotado de volantes, a única coisa que os ‘Rossoneri’ puderam comemorar foi a grande apresentação de Ronaldinho, que superou todas as expectativas deste blogueiro. Inspirado, o gaúcho serviu bem seus companheiros com passes milimétricos. Inclusive, o único tento milanista saiu de um cruzamento seu para boa cabeçada de Ambrosini. Em outras oportunidades, deixou Inzaghi e Shevchenko na cara do arqueiro rival, porém, as chances foram desperdiçadas pelos atacantes. No fim, o Bologna, que não produziu muito, pôde comemorar sua primeira vitória nessa volta à elite italiana.

Não acompanhei o empate da Roma, em casa, diante de um Napoli com dez homens desde os 9 minutos do segundo tempo. Pelo que li, o time da capital jogou bem apenas no primeiro tempo. Melhor papel cumpriu sua rival Lazio, que fora de casa goleou o Cagliari por 4 a 1.

No confronto que encerrou a primeira jornada, a Fiorentina segurou a Juventus e impediu que os visitantes saíssem com uma vitória que já se desenhava certa. Destaque para o atacante Gilardino, que parece se dar melhor com camisas “mais leves”. A nota negativa da partida fica por conta do brasileiro Felipe Melo, expulso por falta violenta no ‘bianconero’ Poulsen.

Serve de consolo para os quatro candidatos ao título o fato de todos terem perdido pontos na primeira rodada. Todavia, pelo que se viu nesse início, ainda há um longo caminho a ser percorrido. Nem tanto na busca pelo título, mas por um futebol mais convincente.

PS: Há exatos dois anos criei este blog para falar de minha paixão pelo futebol. E foram dois anos bem legais, onde pude conhecer muita gente interessante e tão fãs deste esporte quanto eu. Na oportunidade, queria agradecer aos meus fiéis leitores e dizer que ainda há muito a ser escrito e debatido neste espaço. 

AFP

O Milan de Ancelotti segue com os problemas da temporada passada.



Escrito por Michel Costa às 21h12
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