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Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


Uma Geração de Ouro

Resolvi publicar este post antes da partida de amanhã contra Camarões pelo seguinte motivo: Independente da classificação final da Seleção Brasileira Olímpica, podemos constatar que essa nova geração de jogadores é das mais promissoras. Claro, que o resultado final também tem sua importância, já que a medalha de ouro é o único título que o futebol brasileiro não tem e que, para Dunga, um insucesso nos Jogos pode custar seu emprego. Mas o maior valor reside no bom aproveitamento do grupo que está na China e que tem tudo para, gradativamente, assumir a titularidade da seleção principal pelo menos em algumas posições mais carentes.

Dentre os convocados, chama atenção a qualidade técnica dos atletas. Praticamente todos possuem boa técnica e ótima margem de crescimento. Até mesmo os zagueiros sabem jogar com a bola. Talvez a única carência seja na posição de primeiro volante, função que o excelente Lucas, que tem características de segundo volante, se esforça para cumprir e que até agora vem dando conta do recado. Inclusive, no meio-campo verde-amarelo que se apresenta como diamante (tanto no desenho tático quanto no brilho individual) que se encontram as maiores esperanças, quando se completa em seus vértices laterais com Hernanes e Anderson e com Diego na ponta ofensiva. Na reserva do setor, ainda há o polivalente Ramires e o talentoso Thiago Neves.

Na meta, o titular Renan acaba de ser negociado com o Valencia e tem tudo para se firmar na Espanha. Só que, para muitos, o melhor goleiro disponível é o seu suplente, o ex-atleticano Diego Alves, que depois de uma temporada espetacular pelo Almería, pode em breve se consolidar como um dos grandes na Europa.

Na defesa, os nomes também são bons. Os laterais Rafinha, Ilsinho e Marcelo possuem ótima velocidade somada a uma boa dose de habilidade. No centro da defesa, o completo Thiago Silva tem a companhia de Alex Silva, soberano em jogadas aéreas e ainda a opção do prodígio Breno.

No ataque, e Rafael Sóbis, sobretudo o primeiro, têm evoluído a olhos vistos e podem ser escolhas interessantes no futuro. Mas é no jovem Alexandre Pato que residem as grandes expectativas e a maior cobrança. Provável titular do Milan, o paranaense já sente o peso de ser cobrado como um veterano. Pressão que só jogadores acima da média são capazes de suportar.   

E dentre os que foram apenas cotados, mas ficaram de fora, estão o zagueiro Henrique e o meia Renato Augusto, ambos do Bayer Leverkusen, o volante Charles e o atacante Guilherme do Cruzeiro, além do meia palmeirense Diego Souza.

Isso sem contar aqueles que são da classe de 84 como o goleiro Bruno do Flamengo, o zagueiro Miranda do São Paulo e aquele que talvez seja o maior expoente, o atacante Robinho.

Infelizmente, como por aqui apenas os resultados importam, é bem provável que um insucesso no torneio olímpico queime ou atrase a participação desses garotos no selecionado principal. E essa seria uma segunda derrota.

Fifa.com

 

Muito cobrado, Pato pode estar no banco amanhã.



Escrito por Michel Costa às 22h27
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¿Por qué no te callas?

Maior mandatário do futebol durante 24 anos e grande responsável por esse esporte ser a potência mundial que é hoje, João Havelange concedeu ao jornal esportivo Lance! uma das mais absurdas entrevistas que tenho notícia. Nela, o ex-dirigente, de 92 anos, fala sobre diversos assuntos, e deixa claro alguns sinais de que seu tempo no esporte já passou.

A Lei do Passe:

“O clube não é mais dono do jogador e ele tem que ser. A Lei Pelé, nesse sentido, trouxe prejuízo ao futebol brasileiro.”

“Precisamos voltar a ser o que éramos porque essa relação está nos destruindo. O jogador vai embora mocinho. Qual foi o melhor jogador da Eurocopa? Foi um brasileiro (o ex-dirigente se refere ao meio-campo naturalizado espanhol Marcos Senna, no entanto, o volante Xavi foi eleito o destaque do torneio). Um rapaz de cor que ninguém conhecia.”

A antiga Lei do Passe, onde os jogadores eram verdadeiros escravos do clube, batia de frente com a legislação trabalhista brasileira e mundial. Com justiça, todo trabalhador deve ser livre para assinar um contrato que define seus direitos e deveres para com o clube. Se as agremiações brasileiras não sabem lidar com esse novo panorama é por que não se prepararam para lidar com ela.

Marcos Senna não foi para a Espanha garoto. Rodou por diversos clubes brasileiros antes de se transferir para o Villarreal aos 26 anos. E mais, se referir ao jogador que é da raça negra como “um rapaz de cor” era àquela altura uma observação desnecessária dentro do contexto. Além de soar meio racista, afinal, que diferença isso faz?

Sobre a proposta 6+5:

“Faria o seguinte: pode ter até seis estrangeiros, mas só três em campo, os outros no banco. Se sair um pode botar outro. Aí, volta a se criar o futebol dentro do país.”

Tudo bem que ele pense assim, mas terá se esquecido que acima da FIFA e da UEFA existe a União Européia que estabelece a igualdade entre os trabalhadores dos 27 países membros? O 6+5 pode no máximo se tornar uma batalha jurídica ou talvez nem isso.

Seleção Brasileira:

“Os jogadores lá de fora podem ser chamados, mas temos que fazer uma seleção com atletas daqui e a cada quinze dias colocá-la em campo. Pode ser contra times daqui mesmo. Na hora de uma competição, o técnico escolheria os melhores daqui e de lá. Pode ser que, um dia, tenhamos os 22 selecionados só daqui. Ficaríamos cobertos porque teríamos onde buscar atletas e acabaríamos com a nossa aflição quando um ou outro não poder vir.”

“O sujeito daqui saberia que poderia ser utilizado. Porque o do exterior já não se tem como mandar nele. Ele pertence a uma entidade. Não podemos tê-lo a nossa mercê. Vou estar com o Ricardo (Teixeira) e falar com ele. Chama 22, 23 jogadores daqui, faz alguns jogos internacionais no Brasil e leva o time lá fora para ver como se comporta. E, dentro da seleção principal, encaixa um, dois, três ou bota os onze no time titular.”

Mais bobagens. Qualquer um que acompanhe um pouco os noticiários esportivos percebe que basta uma convocação para o jogador despertar o interesse de equipes do exterior. É como se fosse um carimbo de qualidade. Assim, essa tal seleção nunca formaria uma base.

Tecnologia a serviço do futebol:

“A força do futebol está no erro do árbitro. É o motivo de todas as discussões. O dia em que se tirar do futebol a discussão, ele acaba. E se fizer tudo o que a televisão quer vira espetáculo e não precisamos ter árbitros.”

“O erro humano é uma necessidade. Ou não teria desastre de trem, automóvel, não cairia avião. Tudo isso é uma lei da vida.”

Pensava que a força do futebol estava na paixão, na rivalidade dos torcedores, na habilidade dos jogadores e na magia dos craques. Erros de arbitragem só servem para prejudicar o perdedor, provar que os árbitros deveriam ser profissionalizados, municiar as desculpas dos técnicos e ajudar comentaristas que não entendem de futebol e se metem a falar sobre o assunto.

Infelizmente, erros que provocam desastres são inevitáveis, mas podemos nos prevenir contra eles. Se um dia a quantidade de acidentes diminuírem para quase zero seria um bem para a humanidade e nunca a falta de uma necessidade.

E por fim:

“Nunca fiz política.”

Durante seus 24 anos à frente da FIFA, João Havelange ficou marcado como o dirigente que abriu as fronteiras do mundo para o futebol. Mas não é só isso. Durante sua gestão, o dirigente abusava nas ameaças àqueles que procuravam seus direitos na justiça e usava dessa coação para valer os interesses da entidade que comandava. Ele até pode não ter sido tão político quanto é Ricardo Teixeira, mas é, sem dúvida, o pai dos dirigentes que sempre colocaram as questões financeiras à frente do esporte.   

http://www.rio.rj.gov.br

 

Havelange planeja se aposentar em 2010.



Escrito por Michel Costa às 18h10
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A nova geografia do futebol brasileiro.

É muito comum ouvirmos alguém da imprensa esportiva ou algum conhecido dizendo que o Campeonato Brasileiro é o torneio mais equilibrado do mundo. Afinal, são muitas equipes consideradas grandes disputando o mesmo troféu.
Mas será que isso é uma verdade?
Talvez na época em que o Brasileirão era disputado com uma fase final eliminatória - que dava chance até ao oitavo colocado se sagrar campeão - isso fosse um fato. Mas agora, com a implantação dos pontos corridos em turno e returno, essa realidade está mudando um pouco. Dirigentes e técnicos, que antes entravam com aquele discurso no qual a meta era sempre o título, hoje precisam reavaliar seus conceitos antes de prometerem para sua torcida algo praticamente impossível.

Analisando as últimas cinco edições do campeonato, período no qual a nova fórmula começou a vigorar, algumas observações podem ser feitas:

Ao contrário das maiores ligas européias nas quais apenas algumas equipes têm condições de vencer e onde são sempre as mesmas agremiações a polarizar o topo da tabela, aqui realmente existe uma disputa mais ampla. Só que nem tão ampla quanto se imagina.
Das citadas cinco edições, foram quatro campeões diferentes: Cruzeiro, Santos, Corinthians e São Paulo.
Para efeito de comparação, no mesmo espaço de tempo a Serie A italiana conheceu três campeões (Milan, Juventus e Inter), La Liga apontou três vencedores diferentes (Valencia, Barcelona e Real Madrid), a Premier League três (Arsenal, Chelsea e Manchester United) e a Bundesliga também três (Werder Bremen, Stuttgart e Bayern).
Por outro lado, em Portugal apenas Porto (quatro vezes) e Benfica levantaram a taça, o mesmo ocorrendo na Eredivisie, onde PSV (quatro) e Ajax foram os únicos laureados. Já na França, o Lyon reinou nas últimas sete (!) temporadas.
Enquanto isso, nossos vizinhos argentinos (que apontam dois campeões por ano) tiveram cinco vencedores diferentes nos cinco últimos semestres: Boca Juniors, Estudiantes, San Lorenzo, Lanús e River Plate, o que mostra um equilíbrio ainda maior.

Desde quando o novo formato foi adotado, o São Paulo, atual bicampeão, vem apresentando uma regularidade que o sobrepõe aos demais. No citado período, conquistou além de dois títulos, dois terceiros lugares. A exceção a essa regra fica por conta do mau desempenho no campeonato de 2005, quando ficou com a 11ª colocação, explicável quando lembramos que nesse ano o tricolor paulista levantou a Taça Libertadores e o Mundial Interclubes. Tradicionalmente, quem vence ou se prepara para essas competições costuma relegar o nacional a segundo plano.

Todavia, a palavra regularidade não é privilégio apenas da equipe do Morumbi. Apesar da má campanha do ano passado (11º lugar), o Internacional vem se destacando nessa nova fase do torneio. Vice-campeão em 2005 e 2006 (ano em que se sagrou campeão do mundo), procura sempre se manter no chamado G4 (os quatro que se classificam para a Libertadores seguinte).

Outro que segue caminho parecido é o Cruzeiro. Campeã em 2003, a equipe mineira colheu maus resultados nos três anos seguintes até fazer um bom 2007 e se estabilizar em 2008. A excelente estrutura física do clube aliada a uma política de contratações e de negociações austera podem representar o equilíbrio necessário no cumprimento de um bom papel.

Mas nem só de estabilidade vivem os clubes. E o melhor exemplo disso é o Grêmio. Vigésimo colocado em 2003 e vigésimo quarto e rebaixado em 2004, visitou a segunda divisão e retornou de maneira espetacular logo no ano seguinte. E, para comprovar a nova fase, logo na edição seguinte conseguiu a classificação para a Libertadores 2007 - onde foi finalista - e hoje disputa a Série A com reais chances de triunfo.       

Na contramão desses exemplos vive o grande - ou seria médio? - Atlético Mineiro. Sétimo colocado em 2003, mas décimo nono em 2004, não resistiu a seu péssimo gerenciamento e caiu em 2005. Venceu a “Segundona” já no ano seguinte, mas hoje se esforça para permanecer na divisão de elite. Infelizmente, o discurso permanece o mesmo: “O objetivo que nós criamos é ser campeão brasileiro. Temos que pensar grande pela grandeza e tradição do Atlético.” Marcelo Oliveira, técnico efetivado.

E há um estado inteiro sob esse efeito de deslumbramento. Mesmo atravessando uma fase de insucesso nacional coletivo, os clubes do Rio de Janeiro seguem com a mesma filosofia do Galo. Fingindo ignorar os problemas vividos dentro e fora de campo, Flamengo, Vasco da Gama, Fluminense e Botafogo permanecem na linha do “me engana que eu gosto”. Para se ter uma idéia de qual é a realidade desses clubes hoje, basta dizer que as melhores colocações obtidas por eles nos últimos cinco anos foram o terceiro e quarto lugares de Flamengo e Fluminense em 2007. Antes disso, as melhores colocações foram um quinto lugar do Fluminense em 2005 e um sexto lugar do Vasco em 2006. Muito pouco para instituições que na década de 80 venceram seis edições do torneio.

Situações ainda mais delicadas vivem as equipes do norte e nordeste do país. Em todas cinco temporadas verificadas pelo menos um representante dessas regiões retornou à Série B. Algo que prova que o poderio financeiro do sul do país ainda faz muita diferença dentro de campo.

Desta maneira, mesmo com um campo de observação relativamente pequeno, podemos afirmar que as equipes regulares do Campeonato Brasileiro geralmente são aquelas nas quais planejamento é a palavra de ordem. Pena que só alguns clubes se deram conta dessa nova realidade. Para esses, o lado de cima da tabela estará sempre mais acessível.

Galaxie Sport

Continuando no caminho certo, São Paulo pode se tornar o “Lyon” do Brasil.



Escrito por Michel Costa às 00h04
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Question

Nesse retorno do 'Questions', um teste bem fácil. Quem é o jogador do River Plate retratado abaixo e que taça ele ergue?



A resposta na próxima semana.

Escrito por Michel Costa às 17h13
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Ranking de Clubes "A4L" - 4ª edição.

Finalmente. Depois de algumas semanas de trabalho árduo, a 4ª edição do Ranking de Clubes está pronta. Árduo porque embora eu só disponibilize os cento e dez melhores clubes, o trabalho que me propus a realizar me obriga verificar praticamente todos os campeonatos de futebol disputados no planeta.

A novidade desta vez fica por conta do maior número de equipes divulgadas e da retirada dos pontos da Copa Intertoto pelo fato da competição não apontar um único campeão por ano.

No já conhecido “sobe e desce” das equipes, a única alteração entre as dez primeiras é a passagem do Manchester United para a sétima posição (que por um erro na edição anterior já ocupava o posto) deixando Ajax e Boca Juniors para trás. No segundo bloco, destaque para o campeão argentino River Plate que ultrapassou o São Paulo (melhor entre os brasileiros), para o campeão paulista Palmeiras agora à frente do Nacional, para o PSV que com a conquista da Eredivisie subiu quatro posições, o mesmo acontecendo com os vencedores de copas Feyenoord e Sporting de Lisboa que fizeram o Grêmio cair três posições.

Um pouco mais abaixo, outra equipe que merece destaque é a Lyon que com dois títulos na temporada passada subiu sete degraus. Além disso, é bom ressaltar que desde a criação do Ranking os lioneses ganharam nove posições. Outra agremiação que passa a figurar entre as melhores é a campeã sul-americana LDU, agora ocupante da 105ª posição.

Entre os que perderam posições, vale destacar o Fluminense que ao ser derrotado na final da Taça Libertadores da América, deixou de ganhar nove posições e agora tem o campeão escocês Celtic à sua frente.

E, como das outras vezes, os pesos de casa competição, os critérios de desempate e as outras informações sobre o ranking encontram-se ao final da lista.

No mais, gostaria de destacar que esta quarta edição do Ranking de Clubes do blog ‘A4L’ é dedicada ao geógrafo e jornalista Luiz Fernando Bindi, autor do site distintivos.com.br, falecido no dia 22 do mês passado. Trabalhos como o de Bindi é que dão ânimo para aqueles que, como eu, apreciam o futebol e sabem que não existe esporte melhor no mundo...

Entre parênteses, a colocação na edição anterior.

O Ranking:

1º. Real Madrid (ESP) - 581 pontos (1º)
2º. Juventus (ITA) - 374 pontos. (2º)
3º. Milan (ITA) - 369 pontos. (3º)
4º. Liverpool (ING) - 330 pontos. (4º)
5º. Barcelona (ESP) - 315 pontos. (5º)
6º. Bayern de Munique (ALE) - 299 pontos. (6º)
7º. Manchester United (ING) - 279 pontos. (9º)
8º. Ajax (HOL) - 257 pontos. (7º)
9º. Boca Juniors (ARG) - 254 pontos. (8º)
10º. Internazionale (ITA) - 250 pontos. (10º)

Reuters

Com 30 pontos somados na última temporada, o Manchester United avançou.  



Escrito por Michel Costa às 14h56
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De 11º a 40º.

11º. Independiente (ARG) - 220 pontos. (11º)
12º. Benfica (POR) - 212 pontos. (12º)
13º. Porto (POR) - 199 pontos. (13º)
14º. River Plate (ARG) - 188 pontos. (15º)
15º. São Paulo (BRA) - 184 pontos. (14º)
16º. Peñarol (URU) - 177 pontos. (16º)
17º. Arsenal (ING) - 166 pontos. (17º)
18º. Flamengo (BRA) - 151 pontos. (18º)
19º. Atlético de Bilbao (ESP) - 149 pontos. (19º)
20º. Santos (BRA) - 146 pontos. (20º)
21º. Palmeiras (BRA) - 132 pontos. (22º)
22º. Nacional (URU) - 131 pontos. (21º)
23º. Atlético de Madrid (ESP) - 129 pontos. (23º)
24º. PSV (HOL) - 125 pontos. (28º)
25º. Aston Villa (ING) - 121 pontos. (24º)
26º. Feyenoord (HOL) - 118 pontos. (26º)
27º. Sporting de Lisboa (POR) - 118 pontos. (27º)
28º. Grêmio (BRA) - 117 pontos. (25º)
29º. Vasco da Gama (BRA) - 114 pontos. (29º)
30º. Olímpia (PAR) - 110 pontos. (30º)
31º. Everton (ING) - 107 pontos. (31º)
32º. Corinthians (BRA) - 106 pontos. (32º)
33º. Cruzeiro (BRA) - 104 pontos. (33º)
34º. Internacional (BRA) - 101 pontos. (34º)
35º. Valência (ESP) - 98 pontos. (36º)
36º. Estrela Vermelha (SER) - 97,5 pontos. (35º)
37º. Genoa (ITA) - 93 pontos. (37º)
38º. Estudiantes (ARG) - 86 pontos. (38º)
39º. Olympique de Marselha (FRA) - 85 pontos. (39º)
40º. Torino (ITA) - 85 pontos. (41º)

http://www.footballgloball.com

 

Falcão Garcia comemora o 33º título argentino do River.



Escrito por Michel Costa às 14h51
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De 41º a 70º.

41º. Hamburgo (ALE) - 84 pontos. (40º)
42º. Borussia Dortmund (ALE) - 84 pontos. (42º)
43º. Nuremberg (ALE) - 80 pontos. (43º)
44º. Glasgow Celtic (ESC) - 78 pontos. (45º)
45º. Fluminense (BRA) - 78 pontos. (44º)
46º. Bologna (ITA) - 76 pontos. (46º)
47º. Dínamo de Kiev (UCR) - 71 pontos. (47º)
48º. Pro Vercelli (ITA) - 70 pontos. (49º)
49º. Glasgow Rangers (ESC) - 69 pontos.
(50º)
50º. Schalke 04 (ALE) - 69 pontos. (48º)
51º. Sunderland (ING) - 66 pontos.
(51º)
52º. Tottenham (ING) - 64 pontos. (54º)
53º. Newcastle (ING) - 63 pontos.
(52º)
54º. San Lorenzo (ARG) - 62 pontos. (58º)
55º. Saint-Etienne - 62 pontos.
(53º)
56º. Roma (ITA) - 62 pontos. (57º)
57º. Nothingham Forrest (ING) - 61 pontos. (55º)
58º. Racing (ARG) - 60 pontos. (56º)
59º. Borussia Monchengladbach (ALE) - 56 pontos. (59º)
60º. América (MEX) - 55 pontos. (60º)
61º. Colo Colo (CHI) - 54 pontos. (63º)
62º. Velez Sarsfield (ARG) - 54 pontos. (62º)
63º. Chelsea (ING) - 54 pontos. (64º)
64º. Stuttgart (ALE) - 53 pontos. (61º)
65º. Botafogo (BRA) - 53 pontos. (66º)
66º. Atlético Mineiro (BRA) - 53 pontos. (67º)
67º. Blackburn Rovers (ING) - 50 pontos. (68º)
68º. Werder Bremen (ALE) - 48 pontos. (69º)
69º. Olympiakos (GRE) - 47 pontos. (72º)
70º. Cruz Azul (MÉX) - 46 pontos. (71º)

Reuters

 

A conquista da Coppa Itália valeu uma posição para a Roma.



Escrito por Michel Costa às 14h44
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De 71º a 110º.

71º. Nantes (FRA) - 46 pontos. (73º)
72º. Mônaco (FRA) - 46 pontos. (74º)
73º. Wolverhampton (ING) - 46 pontos. (75º)
74º. Lyon (FRA) - 44 pontos. (81º) 
75º. CSKA Moscou (RUS) - 43,5 pontos. (76º)
76º. Coritiba (BRA) - 43 pontos. (78º) 
77º. Anderlecht (BEL) - 42,5 pontos.  (77º) 
78º. Sparta Praga (TCH) - 42 pontos. (-) 
79º. Partizan (SER) – 41,5 pontos. (79º)   
80º. Fiorentina (ITA) - 40 pontos. (80º)   
81º. Chivas (MEX) - 39 pontos. (-) 
82º. Steaua Bucareste (ROM) - 36,5 pontos. (65º) 
83º. Bahia (BRA) - 36,5 pontos. (82º) 
84º. Kaiserslautern (ALE) - 36 pontos. (83º) 
85º. Manchester City (ING) - 36 pontos. (84º) 
86º. Stade de Remis (FRA) - 34 pontos. (85º) 
87º. Napoli (ITA) - 34 pontos. (86º) 
88º. Lazio (ITA) - 32 pontos. (88º)   
89º. Bordeaux (FRA) - 32 pontos. (87º) 
90º. Sevilla (ESP) - 32 pontos. (89º) 
91º. Dínamo de Zagreb (CRO) – 31,5 pontos. (92º) 
92º. Al Ahly (EGI) - 31 pontos. (90º) 
93º. Atlético Paranaense (BRA) - 31 pontos. (91º) 
94º. Galatasaray (TUR) - 30 pontos. (94º)  
95º. Rapid Viena (AUS) - 29,5 pontos. (-) 
96º. Pumas (MEX) - 29 pontos. (-) 
97º. Pachuca (MEX) - 27 pontos. (-) 
98º. Panathinaikos (GRE) - 27 pontos. (95º) 
99º. Hadjuk Split (CRO) - 27 pontos. (96º)
100º. PSG (FRA) - 27 pontos. (97º) 
101º. Real Sociedad (ESP) - 26 pontos. (98º) 
102º. Portsmouth (ING) - 26 pontos. (-) 
103º. Atlético Nacional (COL) - 25 pontos. (99º) 
104º. Lille (FRA) - 25 pontos. (100º) 
105º. LDU (EQU) - 24,5 pontos. (-) 
106º. Slavia Praga (TCH) - 24,5 pontos. (-) 
107º. Sampdoria - 24 pontos. (101º) 
108º. Ferencváros (HUN) - 23,5 pontos. (103º)      
109º. Leeds United (ING) - 23 pontos. (104º) 
110º. Bunrley (ING) - 23 pontos. (-)

EFE

 

No Mundial a LDU terá a chance de somar mais um troféu. 

Os pesos de cada competição:

20 pontos: UEFA Champions League e Taça Libertadores da América.
10 pontos: Mundial de clubes e os campeonatos brasileiro, espanhol, inglês e italiano.
8 pontos: Campeonato alemão.
5 pontos: Copa da UEFA, Copa de Feiras (UEFA); Sulamericana, Mercosul e similares; Taça Brasil e 'Robertão'; campeonato francês.
4 pontos: Copa da Concacaf; campeonatos argentino, português e holandês.
3 pontos: Copa das Nações Africanas; O campeonatos mexicano e da antiga URSS; copas do Brasil, da Itália, do Rei da Espanha e da Inglaterra (FA Cup).
2 pontos: Recopa européia, Copa dos Campeões da Libertadores, Conmebol; os campeonatos russo e da antiga Iugoslávia; copas da Alemanha, da Liga Inglesa, da França, da Holanda, de Portugal; campeonatos estaduais do Rio de Janeiro e de São Paulo.
1,5 pontos: Copa da antiga URSS.
1 ponto: Campeonatos belga, chileno, croata, escocês, grego, japonês, paraguaio, sérvio, uruguaio, ucraniano e turco; copas da liga alemã, da liga francesa, da antiga Iugoslávia, do México, da Rússia; campeonatos estaduais de Minas Gerais, do Paraná e do Rio Grande do Sul.
0,5 pontos: Campeonatos austríaco, romeno, sueco e tunisiano; copas da Bélgica, da Croácia, da Escócia, da Grécia, da Sérvia, da liga japonesa e da Turquia; campeonato estadual da Bahia e do Ceará.

As pontuações acima se referem apenas aos times listados de 1 a 110 no Ranking.

Os critérios de desempate:

1º - Maior número de títulos continentais
2º - Maior número de títulos nacionais.
3º - Título continental mais recente.
4º - Título nacional mais recente.
5º - Maior peso de título nacional.



Escrito por Michel Costa às 14h38
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