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Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


Gosto do vosso Guaraná Antarctica.

Em visita ao Brasil nesta semana, o novo técnico da Internazionale, José Mourinho, se mostrou uma pessoa completamente diferente do que supunha a maioria. Solícito e bem-humorado, o português que veio para, entre outras coisas, acompanhar alguns de seus novos comandados que participaram do confronto Brasil X Argentina no Mineirão, concedeu algumas entrevistas que revelaram um pouco de seu caráter e de seus planos para o comando da equipe de Via Durini.

Em sua participação antes do clássico sul-americano disputado em solo mineiro, o treinador esboçou o que poderão ser os ‘Nerazzurri’ sob seu comando: “Gosto de jogar com alas (pontas, para nós) para dar mais amplitude ao jogo. Na temporada passada a Inter jogou com um meio-campo muito fechado.”

Perguntado sobre Adriano, reiterou seu desejo de ter o brasileiro em seu elenco e adiantou que a conversa que haveria entre eles seria mais voltada ao lado psicológico do atacante: “Quero falar ao coração de Adriano. Mostrar para ele que quando temos um talento e o desperdiçamos aquele lá de cima não fica nada satisfeito.”

Sobre reforços, descartou a contratação de muitos jogadores e acenou com a possibilidade de manter os atacantes de que dispõe no momento e com isso ganhar o grupo. No entanto, chegou a citar nominalmente Mancini (Roma) e Quaresma (Porto) que seriam os tais alas. Ainda citando os avantes, elogiou o jovem Balotelli que segundo ele é “um miúdo de muita qualidade”.

Ainda em Belo Horizonte, visitou a Toca da Raposa II (CT do Cruzeiro), onde acompanhou alguns minutos do treino da equipe celeste e conversou com o técnico Adílson Batista. Também falou à ESPN/Brasil onde também deixou boas impressões e, segundo um dos entrevistadores, o jornalista Paulo Vinícius Coelho: “Ele tem tudo para continuar no topo por muitos anos.”

E, além de futebol, Mourinho ainda destacou que costuma passar férias do Brasil com a família. Citou a bela Praia do Forte (Bahia), disse que toma Guaraná Antarctica e que sua mulher fica louca com ele, pois até mesmo em seus momentos de descanso, ele não desgruda do futebol, que acompanha pela TV: “Minha esposa é perfeita para ser mulher de treinador. Ela detesta futebol.”   

PS: Ah! Na mesma entrevista ao pessoal da ESPN, Mourinho afirmou ter dúvidas sobre como a Holanda reagiria na Eurocopa caso saísse atrás no marcador. Hoje vimos a tragédia que ocorreu.      

Gazeta Esportiva

 

Mourinho e Adílson Batista na Toca da Raposa II.



Escrito por Michel Costa às 09h55
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Uma nova geração.

A grande discussão da partida envolvendo Brasil e Paraguai no último domingo foi a utilização de três volantes por parte da Seleção Brasileira. Mas, como bem observou o amigo Gílson em comentário abaixo, não existe problema algum numa equipe atuar com três volantes, desde que eles saibam jogar quando a bola estiver com eles.

Mas isso a atual geração de volantes utilizados por Dunga não sabe fazer. Não os que tem sido escalados na maioria dos jogos. Gilberto Silva, Mineiro e Josué são meros marcadores. Quando recuperam a bola passam logo para alguém e de preferência em passes simples e curtos.
Só que nem isso eles estão conseguindo fazer direito. Ontem, no clássico contra a Argentina, foi um autêntico festival de passes errados. Para frente, para trás, para o lado, não importa. Tome passe errado!

Enquanto esteve em campo, Anderson conseguiu resolver parcialmente o problema. Assumindo a condição de armador pela esquerda, distribuiu bons passes e o Brasil dominou o meio-campo.
Na marcação, a dupla remanescente Gilberto Silva e Mineiro cumpria seu papel pelo menos de maneira parcial, já que os adversários eram parados de um jeito ou de outro. Juan, em noite de carniceiro, ajudava nas bordoadas. Mereceu um vermelho.

Com isso, quero dizer que o jejum de gols que já dura três jogos não é fruto do acaso. O início das jogadas deve passar pelos volantes e se eles não tiverem qualidade para a tarefa tudo fica comprometido. Da defesa que se encontrará exposta até o ataque que morrerá de fome. E Dunga, como treinador (estou quase voltando com as aspas!) de uma seleção de primeiro nível deveria saber disso.

É como bem disse Muricy Ramalho: "Hoje são os volantes que jogam, não os laterais." Uma verdade que o mundo do futebol apresentou com o sucesso de Gerrard, Pirlo, Xavi, Cambiasso e Fábregas. Jogadores que marcam e atacam com eficiência.

Mas se engana quem pensa que o Brasil não tem esses jogadores. Apesar de ainda imaturos para envergar a lendária camisa verde-amarela, Lucas, Hernanes, Ramires, Jônatas e outros podem assumir esse papel com maior desenvoltura. Claro que o ideal é terem boas oportunidades e, de preferência, com a supervisão de um veterano até sua total adaptação. Além disso, todos laterais que vem sendo convocados apoiam de forma moderada e mais alternada que o duo Cafu-Roberto Carlos. O encaixe é possível. Só falta coragem a Dunga ou, quem sabe, ao seu sucessor.

http://uk.eurosport.yahoo.com

Gilberto Silva fazendo uso do que tem de melhor. Falta mais talento ao Brasil.

Escrito por Michel Costa às 17h44
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Quando o futebol reconta suas histórias.

Antes de tudo é bom lembrar que a derrota da França por 2 a 0 para a Itália derrubou, solenemente, o meu palpite para o campeão da Euro 2008. Mas, pelo menos, estou bem acompanhado pelos ilustres Cyntia, Darley e Gílson, outros que apostaram nos 'Bleus'.

Muitos vão tentar encontrar o porquê da queda dos gauleses na competição, mas quase todos vão passar pela conclusão óbvia: a França não tem mais Zidane ou algum jogador que assuma a condição de líder e diferencial do time. Ou melhor, teria se Ribery não tivesse se contundido logo no início da partida e se Henry não tivesse esquecido seu futebol em Londres (com certeza o jogo do camisa 12 nunca esteve em Barcelona).

Enquanto isso, aos trancos e barrancos, a Itália segue em frente. Que houve melhora da primeira rodada para a terceira é inegável. Donadoni corrigiu alguns erros na defesa e no meio e o time parece estar recuperando seu rumo. Claro que a contusão de Ribery e principalmente a expulsão de Abidal - que nunca poderia ter sido escalado na zaga - facilitaram o trabalho. Porém, alguma coisa está diferente e para melhor.

Alguns acontecimentos dentro desta Eurocopa me fazem pensar em como o futebol teima em recontar suas histórias. Mudam as competições, mudam os protagonistas e o roteiro parece seguir sempre o mesmo:

- A Holanda praticando um grande futebol e encantando. Só que deixando no ar que pode morrer na praia.

- A França sem um craque (neste caso, Zidane) sendo eliminada de maneira patética.

- Já a Espanha, com uma boa geração, ganhando o seu grupo e fazendo sua torcida sonhar: "Agora vai!"

- Por seu lado, a Alemanha praticando seu jogo pragmático, mas que pode levar ao título.

- Enquanto Portugal sonha com o primeiro grande laurel de seu selecionado.

- Por fim, a Itália se classificando na bacia das almas quando tudo parecia perdido. Essa é a mais batida das histórias.

Acho que está faltando um pouco de imaginação para os Deuses da Bola.

http://www.leblogfoot.com

Raymond Domenech: Abandonado pelos astros dos gramados.

Escrito por Michel Costa às 11h04
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Question - Euro 2008.

Presente na atual Eurocopa, um dos atacantes listados abaixo foi contratado pela Internazionale em 1999 para substituir o lesionado Ronaldo. Assinale o nome correto:

a) Ivan Klasnic
b) Adrian Mutu
c) Antonio Di Natale
d) Nuno Gomes

Anterior:

Question

Ainda no clima da Eurocopa, qual o nome do senhor retratado abaixo?



Dica: Seu nome será lembrado várias vezes durante essa competição.

Resposta: Trata-se de Ernst Happel (Viena, 29 de novembro de 1925 - Innsbruck, 14 de novembro de 1992), ex-jogador e famoso técnico austríaco.
Como atleta atuou no Rapid Viena e no Racing Paris, além de ter participado da seleção austríaca que obteve a terceira colocação na Copa de 1954.
Na carreira de técnico iniciada em 1962 colecionou inúmeras vitórias, triunfando em quatro países diferentes: Holanda, Espanha, Bélgica e Alemanha.
Entre os maiores troféus conquistados estão duas Ligas dos Campeões (Feynoord e Hamburgo) e um Mundial Interclubes (Feynoord) e ainda foi vice-campeão do mundo com a Holanda em 1978.
Após sua morte, o maior estádio da Áustria, o Praterstadion de Viena, foi rebatizado com seu nome. Nesta Eurocopa, o Ernst Happel Stadion, recebe jogos do grupo B, das fases seguintes e a grande final.

Parabéns Darley. Único acertador da semana.

Escrito por Michel Costa às 15h02
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A ferida está aberta.

Mais uma vez o Brasil decepcionou. Dunga escalou mal e em momento algum a Seleção Brasileira mostrou-se capaz de vencer o Paraguai. Não que uma derrota em Assunção seja algo vergonhoso. Nada disso. Vergonha é se apequenar diante de um adversário que embora seja forte não tem um décimo da tradição verde-amarela.

Escalar um time com Gilberto Silva, Mineiro e Josué é o mesmo que dizer que você está ali para empatar a partida. Durante os primeiros quarenta e cinco minutos de bola rolando no Defensores del Chaco, era nítida a incompetência da equipe comandada por Dunga em suas pífias tentativas de chegar ao gol adversário.

Pior. Com três volantes com quase nenhuma capacidade de armação, a bola simplesmente não se prendia em nossos pés. Enquanto isso, um solitário Diego tentava, em vão, criar alguma coisa entre diversas pernas paraguaias que quase sempre o paravam com faltas. Não me admira que a dupla de ataque formada por Robinho e Luís Fabiano tenha ficado praticamente isolada na frente.

E com tanta pressão, não foi nenhuma surpresa quando Roque Santa Cruz abriu o marcador após cobrança de escanteio. Após o gol, o treinador brasileiro ainda tentou tornar a equipe mais ofensiva colocando Anderson em campo, mas nada que mudasse radicalmente a partida, com a ‘Albirroja’ muito bem postada na defesa e perigosa nos contragolpes. E assim saiu o segundo gol, após rebote do goleiro Júlio César nos pés de Cabañas (sempre ele!).

Dunga ainda tentou Adriano e Júlio Baptista objetivando uma blitz na defesa rival que, mesmo com um homem a menos – o lateral Verón foi expulso - marcava com a tradicional aplicação. O resultado final foi justíssimo, embora alguns atletas tenham tentado jogar a culpa na arbitragem.

Agora é hora de juntar os cacos. O próximo compromisso será na quarta-feira contra a Argentina no Mineirão. É bem provável que Dunga mude o seu meio-campo para uma formação mais ofensiva. Mas, com apenas oito pontos na tábua classificação (o líder Paraguai tem treze), vencermos nossos vizinhos se tornou mais do que uma necessidade. Tornou-se uma obrigação.

Argentina X Equador: Os donos da casa não foram bem e só não saíram derrotados porque Palacio achou um gol nos descontos. Em campo a dupla ofensiva formada por Messi e Agüero apesar de rápida e habilidosa não conseguiu penetrar na defesa equatoriana que suportou bem a pressão de jogar em Nuñes e por pouco ‘La Tri’ não conseguiu um resultado histórico.

Abaixo, os gols de Paraguai 2 X 0 Brasil.  



Escrito por Michel Costa às 21h46
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O Bernardinho do futebol.

No início do ano passado, o São Paulo perdeu seus dois volantes titulares, Mineiro e Josué, para o futebol alemão. Na oportunidade, a diretoria tricolor não trouxe ninguém capaz de substituir a eficiente dupla, mesmo com os apelos do técnico Muricy Ramalho.

Com esse problema nas mãos, o treinador parou de reclamar e buscou no próprio elenco soluções para preencher a lacuna. E foi assim, de maneira improvisada, que Muricy encontrou em Hernanes e Richarlyson os nomes ideais para compor o setor.

Essa arrumação não chegou a tempo de impedir a eliminação da Taça Libertadores para o Grêmio, mas no Campeonato Brasileiro as coisas se ajeitaram e o bicampeonato nacional veio com naturalidade.

Mesmo assim o nome de Muricy continuou sem o devido prestígio no Morumbi. Neste ano, mesmo contando com um elenco escasso e com soluções de qualidade duvidosa - como os meias Fábio Santos e Carlos Alberto - o técnico conseguiu montar uma equipe novamente competitiva pautada na aposta no centroavante Adriano.

No torneio continental deste ano, o time caiu diante do Fluminense e logo vieram membros da própria diretoria tricolor a da imprensa esportiva pedindo a cabeça do comandante. Nada mais injusto. Poucos treinadores no Brasil e no mundo conseguem trabalhar com tanta escassez de qualidade e, sobretudo, quantidade como ele. E, quando perguntado pelo jornalista Paulo Vinícius Coelho sobre a possibilidade de outro título nacional, foi taxativo: “Claro que sim!”

Assim é Muricy Ramalho. Com pouca conversa e muito trabalho consegue moldar equipes combativas e talhadas para momentos decisivos. Nesse atual Campeonato Brasileiro não parece ser diferente. E o primeiro alvo foi o Flamengo em pleno Maracanã, onde os paulistas bem postados em campo venceram pelo placar de 4 a 2. Foi uma partida extremamente equilibrada, resolvida nos minutos finais onde o visitante enfrentava um adversário teoricamente mais arrumado e que conta com uma gama maior de opções em campo e no banco de reservas. Mas são nessas horas que a mão do treinador se mostra e faz com que seus atletas sejam capazes de vencer um rival direto.

Durante a transmissão da partida, compararam Muricy com o treinador de vôlei Bernardinho, outro trabalhador e motivador incansável que mesmo nas vitórias parece transparecer que não ficou plenamente satisfeito. Uma comparação mais do que válida.

Confira abaixo a entrevista do técnico do São Paulo e sua preocupação com os prováveis estragos que a abertura da janela de contratações na Europa deve causar por aqui.



Escrito por Michel Costa às 20h24
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“Lembra desse?”

Aquele lance ou momento que você, por um motivo ou outro, nunca se esqueceu.

Nessa semana a Eurocopa vai colocar frente a frente França e Itália. Duas seleções que há alguns anos vêm protagonizando jogos inesquecíveis. Desta vez, o duelo pode valer uma vaga para as oitavas-de-final do torneio continental.

A seguir, a decisão da Euro 2000. Uma partida tensa, definida apenas na prorrogação.

Obs: Note a escalação defensiva da Itália para a final. Um autêntico ‘Catenaccio’ com quatro zagueiros em campo. Ao mesmo tempo, os ‘Bleus’ entraram em campo mais soltos com Zidane, Djorkaeff, Henry e Dugarry na frente.

Você conhece alguma história interessante sobre o mundo da bola?
Mande-a para meu e-mail: a4l@bol.com.br colocando no assunto: 'Lembra desse?!' e ela pode ser publicada aqui!



Escrito por Michel Costa às 13h27
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