Hora de conferir os palpites para a temporada 2007/2008.
Em 14 de setembro de 2007, escrevi um post onde solicitava aos leitores deste blog que indicassem os seus favoritos aos títulos dos seguintes campeonatos: Espanhol, Italiano, Inglês, Alemão, Francês, Português e UEFA Champions League.
Naquela oportunidade, me inspirei nos já tradicionais palpites colhidos pela revista Placar em seu “Guia Europeu”, publicado antes de cada temporada.
Confira quem votou em quem e logo abaixo aqueles que mais pontuaram:
Profissionais que contribuíram com a Placar.
Arnaldo Ribeiro (Placar): Barcelona, Milan, Manchester, Bayern, Lyon, Sporting e Chelsea (UCL) Fabian Torres (Marca - ESP): Barcelona, Milan, Chelsea, Bayern, Marselha, Porto e Barcelona (UCL). Filipe Dias (O Jogo - POR): Barcelona, Milan, Liverpool, Bayern, Lyon, Sporting e Barcelona (UCL). Frank Kohl (Kicker - ALE): Sevilla, Milan, Chelsea, Bayern, Monaco, Porto e Chelsea (UCL). Gian Oddi (Placar): Barcelona, Roma, Manchester, Bayern, Lyon, Porto e Milan (UCL). Lédio Carmona (Sportv): Sevilla, Milan, Chelsea, Bayern, Mônaco, Porto e Barcelona (UCL). Mauro Beting (Band): Barcelona, Milan, Manchester, Bayern, Marselha, Porto e Manchester (UCL). Paulo Vinícius Coelho (ESPN Brasil): Barcelona, Milan, Liverpool, Bayern, Mônaco, Porto e Barcelona (UCL). Rodrigo Bueno (Folha SP): Sevilla, Milan, Liverpool, Bayern, Lyon, Porto e Chelsea (UCL). Sebastiano Vernazza (La Gazzetta dello Sport - ITA): Barcelona, Milan, Chelsea, Bayern, Lyon, Porto e Manchester (UCL).
Amigos do blog A4L
Michel Costa: Barcelona, Internazionale, Chelsea, Bayern, Lyon, Porto e Chelsea. Cyntia: Real Madrid, Roma, Chelsea, Bayern, Lyon, Porto e Milan. Bruno: Real Madrid, Juventus, Liverpool, Bayern, Lyon, Porto e Milan. Éder: Sevilha, Milan, Liverpool, Werder Bremen, Marselha, Porto e Milan. Hellerson: Barcelona, Milan, Liverpool, Bayern, Sporting, Lyon e Milan. Rafael Rodrigues: Barcelona, Roma, Manchester, Bayern, Lyon, Porto e Barcelona. Hilson: Barcelona, Roma, Liverpool, Werder Bremem, Olympique, Sporting e Manchester. Gabriel Rinaldi: Real Madrid, Juventus, Liverpool, Bayern, Lyon, Porto e Milan. Gílson: Barcelona, Milan, Liverpool, Bayern, Lyon, Porto e Milan. Darley: Barcelona, Milan, Manchester, Bayern, Lyon, Porto e Milan. Braitner: Barcelona, Roma, Liverpool, Bayern, Olympique, Porto e Milan. Rodrigo C. Sperb: Barcelona, Milan, Liverpool, Bayern, Lyon, Sporting e Bayern (?).
Pontuação final:
Quatro acertos: Gian Oddi (ex-Placar), Mauro Beting (Band), Sebastiano Vernazza (La Gazzetta dello Sport), Michel Costa, Cyntia, Bruno, Rafael Rodrigues, Gabriel Rinaldi e Darley,
Três acertos: Arnaldo Ribeiro (Placar), Rodrigo Bueno (Folha SP) e Gílson,
Dois acertos: Fabian Torres (Marca), Filipe Dias (O Jogo), Frank Kohl (Kicker), Lédio Carmona (Sportv), Paulo Vinícius Coelho (ESPN Brasil), Hellerson, Braitner e Rodrigo C. Sperb.
Um acerto: Éder e Hilson.
Curiosidades:
- Pelo visto, a turma aqui do blog está tão bem, ou melhor, de palpites que os profissionais.
- Bayern, Lyon e Porto mostraram-se apostas seguras em seus campeonatos. Os favoritos Barcelona e Milan decepcionaram.
- Na Itália eu fui o único a apostar na Inter. A preferência geral pelo Milan indica que, no futebol, a última impressão é a que fica. No caso do ‘Rossonero’, o título continental da temporada anterior o transformou em favorito na Bota.
- Mauro Beting, Sebastiano Vernazza e Hilson acertaram que o vencedor da UCL seria o Manchester United. De todos os palpites, sem dúvida o mais difícil.
Até a próxima temporada!
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O Lyon do atacante Benzema parece não ter mais rivais na França.
Embora boa parte da imprensa brasileira não trate o Boca Juniors com o respeito que ele merece, o adversário do Fluminense nesta quarta-feira pela semifinal da Taça Libertadores da América é favorito absoluto no confronto. Mas esse favoritismo não significa a certeza de uma vitória portenha. Apenas que, em tese, a equipe do técnico Carlos Luiz Ischia leva uma vantagem a sobre equipe carioca, dado o próprio histórico dos 'Xeneizes' na competição continental diante de rivais verde-amarelos.
Só para recordar, a última eliminação do Boca para times brasileiros ocorreu no distante ano de 1963(!), quando na final foi derrotado em duas oportunidades pelo magnífico Santos de Pelé. Depois disso foram doze confrontos contra equipes tupiniquins e doze triunfos. Além disso, é o atual detentor do título e ganhou nada menos que quatro edições nos últimos dez anos. Retrospecto melhor, desconheço.
Por sua vez, o retrospecto do Fluminense na competição é bastante modesto. Considerado um time grande no Brasil, mesmo os campeões brasileiros de 1984 fracassaram na edição seguinte da Libertadores ao serem eliminados ainda na primeira fase.
Todavia, poucas vezes a esquadra das Laranjeiras esteve tão preparada quanto agora. Mesmo se lembrarmos a demora do técnico Renato Gaúcho para definir o seu esquema tático sem o midiático tridente Leandro Amaral-Dodô-Washington - escolha facilitada pelo impedimento (temporário ou não) dos dois primeiros - o fato é que, hoje, o Fluminense conta com armas que se bem administradas podem triunfar. Na defesa, Thiago Silva tem se mostrado o melhor zagueiro em atividade no país. A ala esquerda, está bem preenchida por Júnior César, que atravessa grande fase, sobretudo física. No meio-campo, o jovem Arouca - que, especula-se, terá a incumbência de marcar Riquelme - atua muito bem quando tem a bola em seus pés. Ainda no setor central, o duo Conca-Thiago Neves cria e define jogadas de maneira igualmente eficaz. E na frente, o matador Washington pode superar qualquer defesa.
Nunca em toda sua história o Fluminense chegou tão longe no campo internacional. E o caminho, que agora se estreita, passa pela tentativa de anular uma das maiores equipes do futebol mundial. Pode parecer clichê, mas chave para a vitória se encontra numa boa marcação sobre o trio ofensivo formado por Riquelme, Palacios e Palermo. Os três, donos de características bastante distintas, se completam e representam o diferencial técnico do Boca. O outro diferencial não entra diretamente em campo. A experiência boquense nesse tipo de torneio também é algo que pesa bastante. Eles preservam sua maneira de jogar mesmo que os nomes e o desenho tático mudem ao longo dos anos. O estilo e a filosofia seguem os mesmos. Porém, é bom lembrar que o Flu já encontrou algo parecido este ano. O São Paulo é um mestre na arte de disputar torneios internacionais e caiu diante do calouro tricolor. Só que o rival de hoje está um degrau acima. O Boca Juniors é doutor em Libertadores.
Dica: Guarda parentesco com um promissor jogador da atualidade.
Anterior:
Um dos gols mais famosos da história dos campeonatos estaduais foi marcado por Renato Gaúcho, então jogador do Fluminense, na final de 1995 contra o Flamengo, em pleno ano do centenário do clube rubro-negro. Entretanto, na súmula, o tento foi creditado ao meia Aílton que desferiu o chute que resvalou na barriga do atacante.
A afirmativa acima é verdadeira ou falsa?
Resposta: Verdadeira. Embora todos considerem que o gol tenha sido de Renato, pois a bola realmente tocou nele, o gol foi creditado ao meia Aílton.
Parabéns a imbatível Cyntia e ao sempre atento tricolor Rodolfo Moura (de Brasília!)
O Programa ‘Bola da Vez’ da ESPN/Brasil reservou uma excelente entrevista para a noite do último sábado. O convidado foi o meia Alex, que atua no Fenerbahçe.
Confira abaixo, as principais passagens da atração:
Camisa 10 clássico: Perguntado se ele e Riquelme seriam os últimos representantes do clássico camisa 10 - aquele meia que arma o jogo, lança e ainda faz gols – Alex disse que não. Para ele, o que acontece é que devido ao desenho tático das equipes atualmente, esse meia tende a mudar de posição em campo: recuar, abrir ou se adiantar de acordo com a característica de cada atleta.
Posicionamento em campo: “Prefiro atuar com dois atacantes à minha frente e três volantes atrás de mim, como era no Palmeiras e no Cruzeiro”. No entanto, em seu time, Alex joga atrás de um atacante num esquema que poderia ser definido como um 4-4-1-1. Formação na qual os ‘Canários Amarelos’ se encontraram melhor em campo.
Europa: O camisa 20 do clube turco considera que a falta de passaporte europeu como sendo a grande razão de sua não contratação por equipes do eixo Espanha-Itália-Alemanha, embora considere bom o seu contrato com o ’Fener’.
Parma: Sobre sua passagem pela equipe emiliana, disse que, além de não ter sido boa, enfrentou problemas com falta de pagamento, o que afetou o seu desempenho em campo, dada as freqüentes viagens que fazia para tratar da dívida.
Mentalidade: Para ele, o maior impedimento ao êxito das equipes turcas na Europa é o excessivo respeito aos adversários oriundos das grandes ligas. Quebrar essa barreira foi a principal tarefa dos comandados de Zico na última UEFA Champions League.
Estrutura: “A estrutura do Fenerbahçe é maravilhosa, temos tudo o que precisamos.” No entanto, para ele, ainda existe certo amadorismo da parte dos dirigentes ao gerenciarem problemas rotineiros do clube: “O presidente me chama para conversar todos os dias. Se tivesse um diretor de futebol que se reportasse a ele isso não seria necessário.” Além disso, acrescentou que as agremiações são mantidas por grandes mecenas que sempre injetam dinheiro do próprio bolso.
Zico como técnico: “Ele é bom, mas começou um pouco tarde na carreira e um pouco por acaso também. Isso faz com que ele ainda tenha que vivenciar coisas que já poderia ter vivenciado.”
Estrelas: “Eles querem contratar grandes nomes. Gostaram do Kléber Pereira (Santos) no Campeonato Paulista deste ano e perguntaram quem era. Disse que ele seria titular no Fenerbahçe, mas eles insistem em grandes nomes.”
Futuro: “Meu desejo é jogar até os 35, 36 anos e me cuido para isso. Quero encerrar minha carreira no Coritiba, onde comecei.”
Adversários: Perguntado sobre quais adversários mais impressionaram durante a disputa da última UCL, citou três: Kanouté, que parece lento mas chega em todas as bolas e é muito técnico; Drogba que já parecia forte pela TV e que de perto é mais forte ainda, travando um bom duelo com seu companheiro de equipe, o uruguaio Diego Lugano; e o zagueiro Terry a quem considerou muito forte e de ótimo posicionamento em campo.
Clube da Europa em que gostaria de jogar: “OSevilla.Gostei muito da forma que eles atuam”
Grandes momentos na carreira: Citou o início no Coritiba quando foi lançado ainda juvenil pelo técnico Paulo César Carpeggianni; sua primeira passagem pelo Palmeiras, sobretudo no duelo contra o River Plate pela Taça Libertadores da América; a passagem mais do que vitoriosa pelo Cruzeiro em 2003; além de seu bom momento com a Seleção Brasileira no Pré-Olímpico de 2000.
Maiores tristezas na carreira: A derrota nos Jogos Olímpicos de Sydney em 2000 e a não convocação para a Copa do Mundo de 2002, quando o treinador do selecionado verde-amarelo era Luiz Felipe Scolari, seu ex-técnico no Palmeiras, e que conhecia o seu futebol.
Golaço: Confira abaixo o Gol de Placa marcado por Alex contra o São Paulo em pleno Morumbi. Segundo o próprio, o mais bonito de sua carreira:
Com a votação encerrada, conheça a Seleção da UEFA Champions League eleita pelos amigos do blog A4L:
Entre parênteses a votação recebida pelo jogador.
Cech (4); Carragher (4), Ferdinand (6), Terry (6) e Cole (6); Essien (6), Gerrard (9) e Fábregas (7); Messi (4), Cristiano Ronaldo (9) e Torres (8).
Técnico: Alex Ferguson.
Curiosidades:
A disputa pela camisa 1 da Seleção foi acirrada. Até hoje de manhã, Edwin Van der Sar e Petr Cech estavam empatados com três votos cada. O desempate só veio agora com o voto do Darley que, mesmo sendo torcedor do United, optou pelo arqueiro tcheco.
Gerrard e Cristiano Ronaldo foram os únicos a serem citados por todos votantes. Mas não podia ser diferente. O britânico foi o grande responsável pela chegada do Liverpool à semifinal e o português fez uma temporada magnífica pelo Manchester United, merecendo todas as conquistas que teve.
Agora, o que mais me chamou a atenção foi o quase total predomínio de jogadores que atuam em clubes ingleses. Entre os selecionados finais, apenas o argentino Messi do Barcelona atua fora da Terra da Rainha. Algo que indica a força dos clubes deste país no cenário europeu.
O esquema tático adotado para a seleção foi o 4-3-3, pois foi o que melhor acomodou os mais votados. Essien, lateral-direito para uns e volante para outros, acabou ficando no meio-campo, o que deu mais equilíbrio ao setor, dado o seu grande poder de marcação.
No mais, gostaria de agradecer a todos que participaram da eleição e espero contar com vocês ao final da próxima temporada.
Até mais!
A seguir, confira os gols e as cobranças de pênaltis da final com a narração de Paulo Andrade/ESPN. (Quanto tempo esse vídeo vai durar? Não me pergunte.)