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Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


Heróis do Futebol.

Como se reconhece um herói?
Alguns poderão dizer que ele é reconhecido por suas conquistas, suas façanhas históricas ou até mesmo pela idolatria que o cerca.
Outros dirão que um herói se reconhece por sua coragem , por seus atos e por sua nobreza.

Nesta nova série do blog "Além das Quatros Linhas" tentarei contar um pouco da história de ex-jogadores que fizeram em suas carreiras algo mais do que apenas jogar futebol.

"Um tanque chamado Mauro Silva"

A escolha de Mauro Silva para inaugurar essa série não se deu por acaso. Mauro simboliza coragem, competência e a discrição, de quem nunca foi muito afeito aos holofotes.
Nascido em São Bernardo do Campo/SP em 1968 e efetivado pelo Guarani de Campinas aos 20 anos, o volante se tornou mais conhecido quando integrou a forte equipe do Bragantino comandada por um quase iniciante Wanderley Luxemburgo (ainda com "W" e "Y"), quando foi campeão paulista de 1990 e vice-campeão brasileiro em 1991.

Mesmo sendo considerado um marcador implacável, sempre foi reconhecido por sua lealdade em campo, não usando de violência no desarme de seus adversários. Funcionava como um terceiro zagueiro, protegendo a subida dos laterais e garantindo a sobra da defesa. Essa preocupação fazia com que dificilmente fosse visto se arriscando no campo de ataque.

Em 1992 veio sua primeira grande transferência. Mas nada de São Paulo ou Palmeiras. O destino do jogador foi o Deportivo La Coruña, ainda um modesto clube no cenário espanhol.
Na Galícia, formou ao lado do zagueiro Donato e do atacante Bebeto, a coluna vertebral de um time que absolutamente subiu de patamar.
Pelo "Depor", Mauro conquistou o único titulo nacional do clube, em 2000, além de duas Copas do Rei.

Mas o grande ano de sua vida, 1994, começou de maneira complicada. Ainda na Espanha, viu seu time perder a liga na última rodada para o Barcelona de Romário e Stoichkov, quando seu companheiro de equipe, o zagueiro Djukic, perdeu uma penalidade no final da partida decisiva. Entretanto, o que poderia ser um mau presságio se transformou em glória algumas semanas depois.
Ao lado de seu companheiro Bebeto e do seu algoz Romário, o então titular da cabeça-de-área brasileira seria campeão do mundo na Copa dos Estados Unidos.

No Mundial, formou uma inesquecível parceria com Dunga que conferiu à primeira linha de defesa verde-amarela uma solidez defensiva como raras vezes se viu.
Na grande final, contra a Itália, arriscou um de seus raríssimos chutes a gol. A bola descreveu uma trajetória simples e o arqueiro rival, Pagliuca, postou-se tranqüilamente para a defesa. Todavia, a bola fugiu caprichosamente das mãos do goleiro tendo como destino...a trave. Sem perder a pose, Pagliuca beijou o poste reconhecendo nele seu salvador.
No fim, deu Brasil. Nos pênaltis, depois de um zero a zero que se arrastou por 120 minutos. Tetra garantido, o guerreiro procurou não lamentar o gol perdido, fato que o teria catapultado ao status de ídolo instantâneo. Mas essa nunca foi sua preocupação.

Durante seus dezoito anos de carreira, encerrada em 2005, colecionou em seu currículo atuações memoráveis. E grandes nomes do esporte pararam sob suas chuteiras: Baggio, Zidane, Ortega, Kaká, Riquelme. Todos foram, um dia, superados pelo modesto rival. Mas um embate em especial ficou gravado em minha retina:
Temporada 2004/5, duelo pelo campeonato espanhol. Do outro lado, o galático Real Madrid. No banco de reservas adversário, ele, Luxemburgo, seu antigo comandante.
Em campo, um inimigo temível, o também volante Thomas Gravesen. Durante a partida, uma bola ficou na dividida para os dois. Pela diferença de peso e tamanho, logo imaginei que o camisa 6 galego levaria a pior. Ledo engano. O dinamarquês foi arremessado longe, explicando em parte, o porquê de Mauro Silva ter sido conhecido como "o tanque".

Hoje, aposentado, empresta seu nome a uma rua de La Coruña, homenagem de um povo que muito o estima.

Foto: http://www.arenasports.com.br

Mauro Silva servindo sua pátria: Segurança na defesa.

Escrito por Michel Costa às 17h28
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Crise à vista?

Sei que o tema abaixo tem ficado meio repetitivo, mas esse assunto precisa ser abordado...

No início da temporada, a Internazionale atravessava um período de desconfiança.
Vinha de uma campanha vitoriosa, mas incomum, visto que seus principais adversários estavam com menos pontos ou na segunda divisão. Sua principal rival, a Roma, mesmo apresentando um futebol fluido, não conseguia superar a barreira da irregularidade.
Todavia, após um começo um pouco titubeante, os 'nerazzurri' mantiveram um desempenho próximo ao da temporada passada. Com poucas rodadas, já lideravam o campeonato com certa folga, transformando a dúvida primeira na certeza de que o "tri" estava a caminho.
Todavia, a tranqüilidade aparente foi abalada. Uma série de resultados atípicos ofuscaram a trilha que outrora foi clara.
As razões disso? Bom, esqueça aquela velha mania de ir pelo lado mais simples, como acreditar que a eliminação da Liga dos Campeões fez tudo desmoronar. Não foi.
Na verdade, no atual certame, a Inter NUNCA praticou um futebol dos sonhos. E isso ainda piorou neste ano.
Na Serie A, mantinha uma considerável vantagem sobre seus concorrentes por possuir um plantel maior e mais qualificado. Outro fator é o visível enfraquecimento do Calcio no cenário europeu. Além disso, segundo declaração de seu próprio treinador, a maior força do grupo reside na potência física dos atletas. Sendo assim, é normal que esse rendimento seja menor em dois momentos: No início e no fim de cada temporada. No início porque ainda não atingiram o seu ápice e, no fim, porque o "gás" já está acabando.
Outro fator chave é o elevado número de contusões. Na partida contra a Juventus, esses desfalques falaram mais alto. Sobretudo nas ausências de Córdoba e Cambiasso.
Na vaga do defensor colombiano atuou Burdisso, numa das mais desastrosas apresentações individuais que se tem notícia em Via Durini. No meio-campo, mais um erro. Mesmo esforçado, Chivu não pode jogar como externo pela esquerda. Não tem velocidade nem habilidade para tal função. Maxwell, preso à lateral canhota, teria sido uma opção bem mais interessante.
E, antes que alguém me lembre, é claro que aquele patético anúncio de Roberto Mancini avisando que sairia ao final dessa época não contribuiu em nada com a estabilidade do grupo.
O caminho interista até a 38ª rodada é espinhoso. Mais do que o da perseguidora Roma, embora esta ainda tenha pelo menos dois jogos difíceis pela frente na UCL.
Resta saber como Mancini e seu grupo vão lidar com essa situação inesperada.

Caminho da Inter: Lazio (fora), Atalanta (fora), Fiorentina (casa), Torino (fora), Cagliari (casa), clássico contra o Milan, Siena (casa) e Parma (fora).

Caminho da Roma: Cagliari (fora), Genoa (casa), Udinese (fora), Livorno (casa), Torino (casa), Sampdoria (fora), Atalanta (casa) e Catania (fora).

Vamos ter muitas emoções pela frente...

http://soccerworld.com

Segundo o jornal inglês 'The Observer', Mourinho está próximo da Inter.
Fonte confiável?

Escrito por Michel Costa às 13h44
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Question.

Antes da Copa de 2002, a frase "o Brasil está decadente" rodou o planeta, demonstrando como a imagem verde-amarela estava desgastada no cenário futebolístico mundial.

Responda. Qual o autor dessa frase?

a) Juan Sebastián Verón
b) Patrick Vieira
c) Sven-Göran Eriksson
d) Rudi Völler

Anterior:

Quem é o senhor retratado abaixo?


Dica: Esta semana é ideal para se recordar dele.

O senhor retratado acima é o treinador argentino Helenio Herrera.
Herrera comandou a chamada "Grande Inter", equipe formada nos anos 60 e que praticava um jogo moderno - um 'catenaccio' combinado com contra-ataques mortais - além de contar excepcionais jogadores como Fachetti, Mazzola e Suárez, responsável pela conquista de duas Ligas dos Campeões (1964, 1965).

Parabéns aos acertadores da semana JP e Rodolfo Moura (de Brasília!).

Escrito por Michel Costa às 17h20
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