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Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


Lembra desse?!

Aquele lance ou momento que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu.

Numa semana na qual a Seleção Brasileira sofreu pesadas e merecidas críticas, nada melhor do que lembrar que problemas com o futebol apresentado pelo selecionado canarinho são bem mais comuns do que se pensa.

Leomar nota 6.

Já vi por diversas vezes o Brasil sofrer na altitude boliviana, colombiana e equatoriana.
Senti um frio no estômago quando empatamos em 1 a 1 com o Canadá antes da Copa de 94.
Fiquei incrédulo ao ver o Brasil de Zagallo perder duas partidas para a Noruega num espaço de dois anos.
Assisti a um vexatório 3 a 0 aplicado pelo Chile quando nosso treinador era o multipremiado Vanderlei Luxemburgo.
E também não escapei da ridícula derrota para Honduras na Copa América de 2001, quando o técnico não era ninguém menos que Luiz Felipe Scolari.
Mas nada superou a Seleção Brasileira comandada por Emerson Leão. Apesar de ter sido o primeiro a apostar em nomes como Mineiro e Adriano, Leão tem em seu currículo a convocação - e para piorar, a utilização - inusitada de jogadores do calibre de Alessandro (hoje brigando por uma vaga de titular no Botafogo), Bosco (reserva do São Paulo), Ramon e Leomar.
Este último, um volante limitadíssimo, despertou a ira dos críticos, pois além de tudo era titular absoluto do atual treinador atleticano.

Tentando explicar o inexplicável, Leão saiu com essa:

- Leomar é um jogador nota 6. E ele não tenta ser nota 10. Tem muita gente por aí que tenta ser 10 e acaba sendo 3.

Uma mentalidade como essa não tinha mesmo como dar certo na Seleção.

Você conhece alguma história interessante sobre o mundo da bola?
Mande-a para meu e-mail: fbwe@bol.com.br e coloque no assunto: 'Lembra desse?!' e ela pode ser publicada aqui!

http://news.bbc.co.uk/

Leão em sua curta passagem pela Seleção.

Escrito por Michel Costa às 14h52
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O problema não é só o técnico.

Com o fim das eliminatórias para a Euro 2008, os 16 classificados para a fase final são:

Alemanha
Áustria (país sede)
Croácia
Espanha
Itália
França
Grécia
Holanda
Polônia
Portugal
República Tcheca
Romênia
Rússia
Suécia
Suíça (país sede)
Turquia

A ausência mais comentada é sem dúvida a da Inglaterra. A tragédia ocorrida quarta-feira em Wembley nos faz pensar no que acontece com o English Team. Será que é apenas culpa do treinador que não estava a altura do cargo?
Creio que não. Acho simplificar um pouco as coisas. Afinal, desde quando acompanho futebol, nunca vi a equipe britânica atender às expectativas do público e da imprensa.
Ao longo de sua história a única conquista relevante é a Copa de 66 que sediaram e ainda ouvem até hoje as reclamações daquele gol onde a bola não entrou. Na Euro ainda não obtiveram nenhum êxito. O terceiro lugar foi a melhor colocação do selecionado.
E mesmo destacando a qualidade de alguns jogadores como Terry, Gerrard, Lampard, Beckham (será que o futebol ainda é uma prioridade para ele?) e Rooney, não podemos dizer que o onze inicial já apresentou em campo algo acima de razoável.
Embora não sejam mais adeptos tão fervorosos do "kick and rush" e tenham colocado a bola mais no chão do que era costume, eles ainda não tem a criatividade necessária para surpreender rivais melhor preparados.
Agora, José Mourinho, Fabio Capello e Martin O'Neil são os nomes mais cotados para assumir o cargo que ficou vago após a demissão de Steve Mclaren. Espera-se que o novo comandante consiga extrair dessa boa geração um futebol que ainda se encontra latente.
Mas não podemos esquecer que o antecessor de Mclaren, o sueco Sven Goran Eriksson, treinador de até então brilhante trajetória, era o nome competente para o cumprimento de tal façanha e acabou falhando.
Só que não falhou sozinho. Os atletas também tem sua parcela no fracasso. Até porque, em caso de sucesso, o treinador não seria o único a ficar com os louros.

http://uk.eurosport.yahoo.com

Peter Crouch: "Foi o dia mais decepcionante da minha carreira."

Escrito por Michel Costa às 11h42
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Mais que três pontos.

Antes de tudo, tenho que dizer o óbvio: a Seleção Brasileira jogou mal e só venceu o Uruguai graças às ótimas atuações de Júlio César e Luís Fabiano. Além, é claro, de contar com uma parcela de sorte.
Se contra o Peru a maior figura foi a do zagueiro Juan, contra os uruguaios os acontecimentos foram ainda mais preocupantes, já que o nosso goleiro foi acionado por diversas vezes, com o adversário levando real perigo à meta verde-amarela.
Em que pese ter havido uma penalidade a nosso favor sofrida por Kaká, nossa produtividade ofensiva esteve bem abaixo do esperado, com nossos três meias-atacantes numa noite para lá de esquecível.
Numa partida como a de ontem, sair com os famosos três pontos é mais lucrativo do que o normal. Por quê?
Ora, caso o resultado fosse uma derrota ou até um empate o sossego de Dunga simplesmente iria evaporar. E, nesse momento, tranqüilidade e cautela são os melhores caminhos para se observar o que houve de certo e de errado para melhorar no futuro. Pelo menos, Dunga enxergou que existe algo a ser mudado. Vejamos:

Tática:

Dunga não tinha como adivinhar que nosso rival jogaria marcando nossa saída de bola. Nos últimos tempos, a Celeste optava pelos contragolpes, explorando os prováveis espaços deixados pela defesa canarinho.
Ontem jogaram pressionando, sufocando a saída e obrigando Júlio César a dar chutões. Claro que não ia dar certo.
Outra questão é o hiato apresentado entre os dois volantes, os três meias-atacantes e o único centroavante. Parece clara a idéia de que contra adversários que atuam mais adiantados não há como jogar com o quarteto ofensivo, sob pena de perder o meio-campo. Eles até podem voltar para ajudar, mas saem de suas características, o que acaba provocando uma conseqüente queda de rendimento. Nesse caso, é melhor sacar Robinho ou até Ronaldinho e reforçar a marcação e a saída de bola com Elano ou outro meia que possa vir de trás.
A para a citada saída é bom que nosso comandante comece a visualizar opções mais técnicas como Daniel Alves, Kléber e mais algum volante que tenha um bom passe. Se Edu (Valência) se recuperar pode ser uma aposta. Lucas seria outra. No entanto, convocar jogadores que são reservas em seus times não costuma ser uma boa idéia. Gilberto Silva é um bom exemplo disso.

Centroavante:

Não me arrisco a dizer que a procura pelo dono da camisa 9 terminou. Mas Luís Fabiano comprovou seu grande momento e realizou sua melhor partida pela Seleção. E na melhor hora, digo de passagem.

Torcida:

A torcida é um capítulo à parte.
Para mim, jogar no Morumbi uma partida de médio/alto risco é algo perigoso. Penso haver uma certa predisposição para a vaia. Parece que o "torcedor" paulista já sai de casa pensando mais no que vai gritar caso algo esteja dando errado do que tentar empurrar a seleção de seu país.
Mesmo antes da partida, o presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, dava declarações pedindo apoio aos torcedores e afirmando que não era hora de clubismo. Ele sabia o que esperar.
Aos 28 minutos do primeiro tempo já ecoava o famoso "Ei, Dunga, vai tomar no...". Os gritos de incentivo eram tímidos e quase envergonhados.
Nos dois gols de Luís Fabiano, a câmera cortou para a torcida. Notava-se vibração em menos da metade. Os outros pareciam contrariados, afinal, vaiar deve ser mais divertido.
Sei não. Pagar para vaiar pode até ser um direito (e a certa altura o Brasil mereceu!), só que não deixa de ser burrice. É melhor ficar em casa tomando uma cerveja.
Lógico que não considero o fato de jogar no Morumbi algo preponderante para o péssimo futebol apresentado. Todavia, qualquer um sabe que quando as coisas não vão bem, nenhuma inspiração virá das arquibancadas. Apenas tensão e nervosismo.
Jogar no Morumbi? Só se for contra a Bolívia ou Venezuela...

Favor não entender como bairrismo de minha parte. É apenas uma constatação.

The Associated Press

Quando necessário, Ronaldinho também pode ser substituído.

Escrito por Michel Costa às 17h11
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Question.

Embora seja criticado por suas submissões políticas, o Mundial de Clubes da FIFA realizado no Brasil em 2000 foi, entre todas, a melhor edição do torneio tecnicamente falando. A presença de Real Madrid, Manchester United, Vasco e Corinthians - sendo os dois últimos os finalistas - garantiram a qualidade do evento.

Mas você sabe quem foi eleito o melhor jogador daquele Mundial?

a) Edmundo.
b) Rincon
c) Romário
d) Edílson.

Anterior:

Qual o nome do jogador retratado abaixo?

Gazeta Esportiva


Dica: Uma das figuras mais polêmicas da história do futebol.

Resposta: O jogador da foto é o grande Heleno de Freitas.
Dotado de grande habilidade, o polêmico Heleno atuou, entre outras equipes, no Botafogo, Boca Juniors e Fluminense.
Nascido em família rica, chamava a atenção por andar sempre impecavelmente vestido e por dirigir um belo Cadilac. Freqüentava o Copacabana Palace e, dizem, lançou a moda dos óculos escuros no Brasil.
Quando jogou no futebol argentino, fez amizade com Juan Peron e a alta sociedade portenha.
Todavia, o craque sofria de distúrbios mentais que o tornavam quase irrascível. Brigava com os adversários, com os companheiros e com seus técnicos. Logo ficou sem espaço e nenhum clube o queria mais.
Peregrinou por equipes menores, mas já não era nem sombra do atacante de outrora. No auge de suas crises foi descoberta a causa de seus males: sífilis cerebral.
Um dia, o lendário Nilton Santos foi abordado por um mendigo num aeroporto. O sujeito maltrapilho era Heleno, que nem de longe lembrava a majestosa figura do passado. Pior. Àquela altura estava viciado em éter e pedia dinheiro para manter seu vício.
Na década de 50 foi internado por familiares num sanatório de Barbacena/MG. Anos depois, uma delegação do Botafogo foi visitá-lo na cidade. Encontraram o ex-jogador deformado. Estava desdentado, calvo e completamente louco. Dentro de alguns meses um enfermeiro o encontraria morto em seu quarto. Um triste fim para uns dos nomes mais citados de nossa história futebolística.

Parabéns Rodolfo, único acertador.

Escrito por Michel Costa às 08h11
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Discreto e eficiente.

Um gigante no alto de seus 1,82 m. Assim foi Juan na partida de domingo contra a seleção peruana. Quem ainda duvidava da qualidade do defensor brasileiro, deve ter chegado a uma conclusão positiva ao final dos noventa minutos jogados em Lima. Uma verdadeira muralha no confronto direto, impressionante na bola aérea e perfeito nas antecipações. Tivesse marcado aquele gol nos acréscimos levaria nota onze. Discreto e eficiente. Para um zagueiro são duas grandes qualidades.
Claro que ter num zagueiro a melhor figura de um time que conta com Kaká e Ronaldinho Gaúcho não deixa de ser preocupante. O fato dele aparecer tanto significa que nosso adversário apertou bem mais do que a maioria supunha antes da partida. Em compensação, nosso melhor rival foi, idubitavelmente, o goleiro (reserva) Penny, que fez menos três boas defesas. Guerrero, Pizarro, Farfán e Vargas - autor do gol de empate - também se destacaram.

Mesmo tendo sofrido com dores no tornozelo durante toda semana, Ronaldinho foi pro jogo. A princípio, não chegou a ser o chamado sacrifício, mas, 100% ele não estava.
Além disso, quem entende um pouquinho de tática deve ter notado que o seu posicionamento em campo não foi, como de costume, o mesmo do Barcelona. Na equipe catalã ele é um atacante que parte da ponta esquerda para outros locais do gramado. No Brasil ele é armador. Joga centralizado, lançando e cadenciando o jogo. Desta maneira, ele atua num setor bem mais congestionado do que está acostumado e seu rendimento, invariavelmente, cai.
O mais estranho é que muita gente não percebe isso. E pior, gente que se julga especialista.

Lesões: Em partidas de seleções é sempre a mesma coisa. Jogadores se desgastam ou se contundem e os clubes ficam com o ônus. Entre as principais lesões, a de Cambiasso chama mais minha atenção. Afinal, o argentino era o último meio-campista titular da Internazionale que estava inteiro. Digo estava, porque após a violenta entrada que sofreu de um boliviano no sábado, o jogador passou a completar o time da enfermaria interista ao lado de Vieira, Stankovic e Figo. Roberto Mancini vai precisar quebrar a cabeça para montar sua equipe a partir de agora.

http://www.noseas.com

Juan: Segurança na defesa brasileira.

Escrito por Michel Costa às 08h07
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