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Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


Não era uma questão tática.

Quando criei este blog, tinha a intenção de usá-lo como palco para debater idéias e opiniões sobre futebol. Nunca quis "vencer" esses debates, até porque não ganharia nada com isso. Talvez, ganharia desafetos.
Nesta semana me vi sozinho (para variar) na discussão sobre o mau futebol apresentado pela Seleção Brasileira na partida contra a Colômbia em Bogotá.

A grande maioria acusava Dunga de não saber montar a equipe em termos ofensivos mesmo tendo em mãos dois dos maiores jogadores da atualidade. Os que tinham condições de explicar melhor seus pontos de vista, citavam a pouquíssima movimentação do trio ofensivo de nosso 4-2-3-1 dos brasileiros e a incapacidade destes na marcação dos laterais e volantes adversários. Estão todos certos, mas, por trás disso, existem atletas que numa altitude imprópria para a prática do futebol, simplesmente não tinham como correr o de sempre. E sem esse "pequeno detalhe", esquema tático nenhum funciona.

A conversa se estendeu ao blog Trivela, onde Caio Maia contestou meus argumentos após uma provocação minha. Eu dizia que, contra o Equador, o Brasil correria o dobro e que os gênios (incluido público e imprensa) de plantão não entenderiam o porquê.

"Michel, salvo engano, a maioria dos jogadores da Colômbia também não atua em cidades com altitude elevada. Além disso, se a altitude era um fator, por que o Brasil não se preparou melhor para ela? Mais: o problema não foi falta de fôlego, mas sim de organização tática."

Minha resposta:

Caio, vi uma reportagem informando que os atletas colombianos que atuam em seu país foram liberados mais cedo por seus clubes para que se preparassem melhor para o jogo contra o Brasil. Infelizmente, não tenho como dizer quantos são e nem se são muitos titulares. Não tenho esses números. Mas posso dizer que o Ferreira, que joga aqui, estava mortinho quando foi substituído.
Em nosso caso, a preparação era essa mesmo. Chegar no dia do jogo para minimizar os efeitos da altitude.
Sobre a questão tática a qual você se refere, sou obrigado a discordar. A Seleção estava até bem posicionada, só que estática. O trio Kaká, Robinho e Ronaldinho que deveria cumprir funções defensivas também, mal tinha forças para o ataque.
Kaká, numa entrevista após o jogo, disse algo no sentido que eu defendo, quando tentava correr, se esforçava muito e rendia pouco, sem antes dizer que não gostava de ficar dando desculpas. Desculpas estas que, para mim, foram mais do que aceitas.

Ontem. Brasil 5 X 0 Equador. E nem foi uma grande exibição dos pentacampeões.
Em depoimento após o apito final, Kaká novamente lembrou o ocorrido em Bogatá e enfatizou: "Em condições normais, o Brasil pode vencer qualquer adversário."

Convenhamos, as seleções colombiana e equatoriana mais ou menos se equivalem. Então, o que mais além dos efeitos do ar rarefeito para causar tamanha mudança no desempenho verde-amarelo?
Será que, nos últimos dias, Dunga revolucionou o mundo das táticas e tornou sua equipe espetacular?
Ou seria simplesmente a alteração no posicionamento de Kaká e Ronaldinho - que domingo tinham jogado respectivamente na direita e no centro e na quarta foram escalados no centro e na esquerda - o motivo de tamanha mudança?

Não creio em nenhuma dessas hipóteses. Como também não espero uma goleada quando formos ao Equador para o jogo de volta. E a razão disso sempre me pareceu óbvia.

Reuters

Não foi mágica, apenas normalidade.

Escrito por Michel Costa às 15h41
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A razão deve ser muda, cega e surda.

Não existe um caso de amor entre a torcida brasileira e sua Seleção. Se por um lado a CBF não faz nada para aproximar o escrete canarinho do seu povo, a imprensa que, queiramos ou não, é formadora de opinião, parece seguir a mesma linha. A população, lógico, reflete tudo o que é exposto.

É um joguinho interessante:

- Os jogadores acham - com toda razão - que a mídia quer informações que façam seus veículos de comunicação venderem mais. Mesmo que para isso tenham que aumentar algum acontecimento ou "botar pilha" em algum caso.
- Daí surgem aqueles discursos vazios que, propositalmente, não deixam gancho para polêmicas.
- Essa falta de transparência deixa a imprensa sem muito assunto e isso a faz inventar alguns. Isso acaba fazendo deles, imprensa e clubes/seleções inimigos ocasionais.
- Os jornalistas brasileiros não se conformam em ver os melhores representantes do esporte jogando na Europa. É um misto de inveja com sentimento de impotência e que acaba resultando em sugestões ridículas que insinuam que nosso selecionado deveria ser formado apenas por atletas que atuam aqui. E isso, claro, também se reflete na população.
- Sem ver seus ídolos de perto e sem comparar com o torcedor rival qual time tem mais representantes vestindo a camisa verde-amarela, acabam perdendo muito do interesse pela Seleção. É comum ouvirmos a frase: "Eu não torço mais para o Brasil. Os caras jogam lá fora, ganham milhões, não honram a camisa e eu vou ficar aqui, feito bobo, torcendo por eles?"

Na verdade é um círculo. Aparentemente inquebrável. Nenhum lado parece capaz ou interessado em mudar a situação.
É triste assistir a uma entrevista coletiva de Dunga. A começar pelas perguntas que, em geral, são pouco inteligentes e que acabam provocando no treinador respostas cretinas. E quando o questionamento é mais contundente, a primeira reação do tetracampeão é tentar desqualificar o entrevistador antes de iniciar sua defesa (é o melhor termo). Enquanto isso, o assessor Rodrigo Paiva fica o tempo todo com um extintor na mão tentando apagar o iminente incêndio.

Patético.

Foto:

Dunga, o incomunicável...

Escrito por Michel Costa às 15h37
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Lembra desse?!

Aquele lance ou momento que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu.

Felipe X Totti

Quando ainda era leitor do jornal "Extra!", acabei me tornando (involuntariamente) um colecionador de "pérolas" do seu jornalismo esportivo.
Há alguns anos, o jogador do Felipe, ainda no Vasco da Gama, estava prestes a ser negociado com a Roma quando teve sua contratação barrada pelo então treinador Fabio Capello.
O italiano alegou na ocasião que pretendia contar com um lateral-esquerdo e que observou que o brasileiro era mais um meiocampista ofensivo do que o defensor que buscava. Informou ainda que, para a posição em destaque, ele dispunha de Totti e Alenitchev.
Pela quebra do acordo, a Roma ainda foi obrigada a indenizar o clube da colina.
Até aí, tudo bem. Só que, ao tomar conhecimento da preferência de Don Fabio pelos dois citados atletas, o colunista João Areosa saiu com essa:
"Não conheço o Totti e o Alenitchev, mas tenho certeza que o Felipe joga muito mais do que os dois."
Além do absurdo de julgar sem conhecer, o jornalista ainda mostrou um desconhecimento imperdoável dentro de sua profissão.
Mesmo reconhecendo que, na época, o capitão romanista não era tão conhecido quanto hoje, devo acrescentar que ele já era freqüentemente convocado para defender a 'Squadra Azzurra'.

Hoje não sou mais leitor do diário. Nem sei se o tal Areosa ainda trabalha lá. Mesmo assim acho que não estou perdendo muita coisa.

Você conhece alguma história interessante sobre o mundo da bola?
Mande-a para meu e-mail: fbwe@bol.com.br e coloque no assunto: 'Lembra desse?!' e ela pode ser publicada aqui!

http://www.arfoc.org.br

O tempo tratou de esclarecer qual era o melhor.

Escrito por Michel Costa às 12h48
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A Copa do Mundo já começou.

Para nós brasileiros, soa quase como mera formalidade a disputa das Eliminatórias para o Mundial que se realizará em 2010 na África do Sul. Para a grande maioria porém, a Copa já começou e cada partida da fase de classificação representa uma pequena fração daquela que é a competição mais aguardada do planeta bola.

Os outros.

A Argentina confirmou seu tradicional bom desempenho contra seleções de menor porte e venceu o Chile (2 a 0) praticamente sem sustos. E sem fugir do inevitável, não posso deixar de comentar aqui o fato de Riquelme - que estava sem jogar há três meses pelo Villarreal - ter marcado os dois gols de seu selecionado. A rusga com o técnico Manuel Pellegrini deve ser bem maior do que se pensa, pois só isso explica a não utilização do meia em seu clube.

O Uruguai, que já deve estar cansado de disputar repescagens, parece disposto a mudar sua sina. Se bem que golear o time misto da Bolívia não chega a ser nenhuma façanha.

Demais resultados: Equador 0 X 1 Venezuela e Peru 0 X 0 Paraguai

Memoriol

Remédio indicado para aquele que, tal como a maior parte da imprensa brasileira, tem dificuldade em se recordar de acontecimentos passados e que costumam pensar que o mundo se resume aos últimos noventa minutos que acabaram de ser vistos.
Pois bem. Até alguns meses atrás, a partida de ontem entre Colômbia e Brasil não poderia ser realizada em Bogotá devido à proibição imposta pela FIFA que limitava a altitude máxima para jogos internacionais. Por pressões políticas, as condições foram relaxadas e voltamos quase à estaca zero.
Tenho para mim, que toda e qualquer partida disputada em condições adversas devem ter sua avaliação relativizada.
No domingo, considerei que até uma criança poderia notar que os brasileiros se arrastavam em campo assombrados pelo fantasma da altitude. A total ausência das famosas arrancadas de Kaká é apenas um exemplo do que digo. Depois, o próprio milanista confirmou em entrevista o que poucos notaram em campo. Ou fingiram não notar?
Para minha surpresa, a quase totalidade da imprensa esportiva nacional decidiu por conta própria que os efeitos do ar mais rarefeito são mínimos e que não servem como desculpa para o péssimo futebol apresentado.
Será que eles acham mesmo que o trio Kaká, Ronaldinho e Robinho joga normalmente só aquela bolinha ou será que estão se deixando levar pelo que foi exibido nos últimos noventa minutos?

SMS

Durante os jogos mais vistos, meu celular costuma receber mensagens de amigos comentando sobre a partida em questão. Claro que, com o Brasil em campo, não seria diferente, até porque era a única coisa minimamente atrativa veiculada no horário.
A primeira mensagem chegou durante o intervalo e, de maneira bem humorada, torcia por gols e queria saber em qual canal eu assistia ao duelo.
Palpitei que, pelo andar da carruagem, dificilmente sairia algum gol e informei que havia optado pela ESPN/Brasil. É sempre bom evitar o Galvão Bueno.
Uma outra mensagem dizia apenas: "Que pelada!"
Não tive como discordar. Apenas respondi que esperava bem mais da equipe verde-amarela na quarta-feira contra o Equador.
Torço para estar certo. Coincidência ou não, a festa de aniversário de uma amiga deve rolar na mesma noite.

Foto: http://www.hoy.com.ec

Júlio César foi o melhor entre os brasileiros

Escrito por Michel Costa às 09h01
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Question.

Qual o nome do jogador da foto?

Planetworldcup.com


Dica: Sinceramente, acho que não precisa.

Anterior:

Por qual dessas equipes o atacante Ronaldo anotou mais gols?

a) Cruzeiro
b) PSV
c) Internazionale
d) Real Madrid

Resposta certa: d) Real Madrid. Pelo clube Merengue, Ronaldo anotou 117 gols em 194 partidas.

Parabéns ao trio de ferro: Rodolfo, Gílson e Cyntia!


Ronaldo em Madri: O início foi promissor...

Escrito por Michel Costa às 09h51
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