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BRASIL, Sudeste, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, Italian, Esportes, Cinema e vídeo, Quadrinhos
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Guia Trivela da Liga dos Campeões 2007/8.
Para um louco por futebol, a leitura das revistas Placar e Trivela é obrigatória. Todavia, o estilo trivelista me agrada mais. Eles encaram as informações esportivas com muita seriedade e profundidade sem apelar para lugares comuns e sem embarcar nos costumeiros oba-obas que invadiram a mídia nacional. O único ponto no qual discordamos é que, em minha modesta opinião, a revista deveria abordar mais as grandes competições internacionais ao invés de se focar em situações isoladas do nosso país e de pouco ou nenhum apelo. Aliás, isso já rendeu uma grande discussão (no bom sentido) com o editor do guia, Ubiratan Leal. Ele pensa que uma revista no formato que sugeri, aqui no Brasil, fecharia as portas em três meses. Será mesmo? No entanto, a própria Trivela publica este mês um guia da Liga dos Campeões que se baseia exatamente nos conceitos que considero atrativos para os leitores tupiniquins. Análises de todas as equipes - inclusive as de pequeno porte - participantes do torneio, curiosidades, estatísticas, além de uma coluna do relevante Mauro Beting. Material para colecionador mesmo. Os pontos interessantes da revista: As campanhas de todos os campeões da LC e suas escalações na final de cada torneio. Os esquemas táticos das equipes de maior expressão. Todavia, aqui vão algumas ressalvas: - O esquema do Liverpool foi montado com dois volantes: Gerrard e Xabi Alonso. Mas se formos pegar o time base dos 'Reds' na competição, observamos que o mais comum é termos dois volantes e o Gerrard deslocado para posições mais ofensivas. Foi assim nas últimas campanhas dos britânicos. - No Chelsea, o equívoco é um pouco maior. O esquema dos londrinos é, basicamente, o 4-3-3. E mesmo se considerarmos o meio-campo quadrado (o 4-4-2 com dois volantes e dois meias, da revista) às vezes utilizado, nunca teremos o Malouda jogando de volante pela esquerda. O mais comum é vê-lo fazendo pela esquerda a mesma função que Wright-Phillips faz pela direita, ambos trabalhando quase como ponteiros. - Guti e Diarra não desempenham a mesma função no Real Madrid. O malinês atua mais recuado, protegendo a zaga. Guti se aproxima mais do ataque, onde freqüentemente constrói boas jogadas. Esse, um caso mais discutível. - O Milan retratado num 4-4-2 com Ronaldo e Gilardino/Inzaghi no ataque, ficaria melhor no já tradicional 4-3-2-1 com apenas o Fenômeno mais adiantado. Hoje, esta é a formação básica dos 'Rossoneri'. - No Barcelona, o trio meiocampista apresenta Touré à frente da linha de Iniesta e Xavi. Pelo contrário, o ex-Monaco desempenha o papel de primeiro volante blaugraná. - Na Internazionale, sacaram o capitão Zanetti do meio-campo titular, centralizaram o Vieira (que claramente vem jogando mais solto) na cabeça de área e escalaram o francês Dacourt pela esquerda. Não vejo os italianos jogando desta forma. No fim, listam os dez maiores esquadrões da história da Liga. - No primeiro lugar, como não poderia deixar de ser, está o Real Madrid de Puskas e Di Stéfano que abocanhou nada menos que seis troféus. - Além dele, estão presentes: Ajax (71), Milan (90), Bayern (74), Benfica (62), Manchester (68), Inter (65), Estrela Vermelha (91) e Celtic (67). - Só destoa, o Milan de 2005. Que, além de não ter vencido como os outros, ainda sofria de uma impressionante queda de rendimento nas segundas etapas. As partidas contra PSV e Liverpool são exemplos clássicos. - Talvez fosse mais interessante incluir a Juventus de Platini e Paolo Rossi ou o Barcelona de 92 comandado por Johan Cruyff ou até mesmo o Barça de 2006 que provou ser possível jogar bonito sem deixar de ser competitivo. Depois de tantas observações, você deve estar pensando se eu gostei da publicação. Gostei muito e recomendo. O problema é que me agradar 100% é difícil. Admito que sou meio chato. E antes que eu me esqueça. Achei outro Michel Costa no mundo. E mais, o cara é brasileiro e está na Liga dos Campeões! Pena que ele joga no fraquíssimo Slavia Praga. Não podia ser pelo menos no Porto?
Na capa, uma foto do cálice sagrado... Na edição regular da Trivela, uma certa coluna chama a atenção. Mauro Beting se desmancha em elogios ao jovem Alexandre Pato. Ele se considera um privilegiado por tê-lo visto estrear pelo Internacional (26/11/06 contra o Palmeiras) e destaca a excelente participação do garoto naquela oportunidade, quando marcou um gol e deu duas assistências, colaborando e muito com o 4 a 1 final. Segundo Beting, a maior estréia que ele já viu. Afirma ainda, que Alexandre promete tudo e um pouco mais. Fico pensando. Será que Alexandre Pato joga mesmo tudo isso? Com certeza ele passa a impressão de ter nascido pronto. Caso o Milan obtenha sucesso em sua lapidação - e ele jogar pelo menos metade do que supõe o jornalista - teremos a honra de assistirmos a um novo craque do futebol mundial. Na mesma edição, a equipe Trivela enumera 10 soluções para o Corinthians. Eu sou mais econômico e tenho uma só: Rebaixamento.
A Trivela de setembro. Capa caseira...
Escrito por Michel Costa às 13h00
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Lembra desse?!
Aquele lance ou momento que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu. O pastor. Atleta de passado bastante conturbado, Muller sossegou depois dos trinta e se tornou evangélico. Porém, durante o período em que defendeu o Cruzeiro, o ex-jogador causou certo espanto ao ser filmado pregando em sua igreja. Claro que o fato de estar manifestando sua fé não tinha nada de errado. O curioso é que ele estava agitado, suando e visivelmente alterado. O treinador cruzeirense da época, Levir Culpi, foi irônico quando perguntado se havia visto as imagens de Muller na TV: - Gostaria que ele suasse daquele jeito no campo. Pano rápido! Gazeta Press
No São Paulo de Telê, Muller viveu a melhor fase de sua carreira Você conhece alguma história interessante sobre o mundo da bola? Mande-a para meu e-mail: fbwe@bol.com.br e coloque no assunto: 'Lembra desse?!' e ela pode ser publicada aqui!
Escrito por Michel Costa às 12h52
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Tronos vazios.
Toda temporada, analisamos os retrospectos e as contratações dos clubes para assim projetarmos nossos favoritos para as várias disputas que acontecem no mundo da bola. Entretanto, como eu já disse aqui em outra oportunidade, se futebol fosse uma ciência seria a mais inexata de todas. E os maiores campeonatos nacionais da Europa estão aí para provar o que digo. A exceção do Bayen, que a princípio deve conquistar a Bundesliga sem muitos sustos, todas as outras grandes ligas parecem mais indefinidas do que de costume. E mais, até o momento, não vemos nenhuma equipe apresentando um futebol acima de mediano. Na Itália, muitos apostam no 'scudetto' indo para o campeão europeu Milan. Mas poucos se deram conta que o 4-5-1 montado por Ancelotti é uma "máquina de fazer empates". Três deles ocorreram em apenas quatro jogos. E como o campeonato é feito de pontos corridos, os 'rossoneri' terão que alterar sua formação se quiserem vencer as equipes mais cautelosas (gostaram do eufemismo?) que povoam a Serie A. A bicampeã Internazionale patina em jogos fáceis, vem mostrando preocupante vulnerabilidade defensiva e, para variar, Mancini mostra dificuldades para solucionar os problemas que surgem. A Roma, que encanta por sua movimentação ofensiva, ainda precisará provar que tem elenco suficiente para suportar uma eventual ausência de seus principais titulares. Na partida de domingo contra a Juventus parece ter faltado a maturidade necessária para obter uma vitória que, já nesta altura, abriria uma considerável vantagem sobre a vice-líder Inter. Enquanto isso, a Juve vem ratificando sua condição de postulante apenas a uma vaga na próxima Champions League. Além do mais, sua defesa, historicamente robusta, tem demonstrado uma fragilidade incomum. Para piorar, o zagueiro Jorge Andrade ficará de molho por cerca de quatro meses. Na Espanha, o favoritíssimo Barcelona ainda não mostrou nem sombra do que se esperava dele. Será a maldição da alcunha "Galáticos"? Seu rival Real Madrid, que praticamente se livrou do incômodo apelido, encabeça a tabela da liga espanhola. Só que se trata de um time em formação e que freqüentemente mostra a imaturidade da fase em que se encontra. Contra o Valladolid, os 'merengues' suaram para empatar um jogo que para muitos seria a certeza de três pontos conquistados. Já o Sevilla, que seria a terceira força hispânica, perdeu suas duas últimas partidas e o que é pior, sem jogar bem. Seria exagero chamar o Arsenal de zebra. Todavia, era quase um consenso que os 'Gunners' vinham como a quarta força da Premier League nesta temporada. A repetida história da saída de Henry, mais o fortalecimento do Liverpool, parecia relegar a equipe londrina a disputas menos ambiciosas, como uma vaga na UCL 08/09, visando, quase que apenas, a maturação do jovem plantel. Para muitos - inclusive para este blogueiro - o título ficaria entre Manchester United e Chelsea, sem espaço para grandes emoções. E o que vem acontecendo é exatamente o contrário. O futebol mais insinuante da terra da rainha tem sido praticado pelos comandados de Arsène Wenger. Resta saber se no decorrer do certame, a equipe conseguirá manter o ritmo vitorioso de agora. Por fim, até a França que era berço esplêndido do Lyon, vive momentos de indefinição. Embora nenhuma agremiação tenha despontado como favorita, o hexacampeão, agora dirigido por Alain Perrin, tem se mostrado bem distante do nível de outrora, fazendo com que o campeonato mais sem graça do Velho Mundo tome ares de suspense. Os tronos estão vazios. Quem antes era favorito, hoje luta por regularidade. Quem antes era visto como coadjuvante vai se acostumando a ser protagonista. Assim é o futebol. Mutável, imprevisível e perfeito. Até em suas imperfeições. Foto: http://www.dr.dk
Chelsea: De favorito em todos campeonatos a incógnita.
Escrito por Michel Costa às 09h33
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Question.
Dentre os mais populares gritos de torcidas, talvez o mais famoso seja o de "Olé". Para as massas, equivale a um verdadeiro orgasmo futebolístico. Todos sabemos que ele foi importado das touradas. Mas você sabe quando o "Olé" foi incorporado ao futebol? a) Começou com o grande Real Madrid de Puskas e Di Stéfano. Aquela fantástica equipe inspirou os madridistas, também apaixonados por touradas, a utilizar o grito nos estádios de futebol. b) Na verdade, é um grito iniciado pelos barcelonistas. Era um tipo de resposta do oprimido povo catalão, durante a ditadura de Franco. Usavam quando o Barcelona vencia grandes adversários, como o próprio Madrid. c) Surgiu no México, durante uma excursão do Botafogo de Garrincha. O alvinegro carioca tinha como oponente o River Plate. Durante o cotejo, o lendário ponta-direita destruiu o latetal argentino Vairo, arrancando os primeiros gritos de "Olé" dos mexicanos. d) Começou durante a Copa de 1950, disputada no Brasil. Naquela ocasião, toda vez que o selecionado verde-amarelo estava vencendo, a torcida brasileira brindava os nossos rivais com a brincadeira. Pena que na final contra o Uruguai o "Olé" não pôde ser ouvido... Anterior: Quem é o jogador da foto? http://www.wsoccer.com
Dica: Sua passagem pelo Real Madrid não teve lá muito sucesso. O jogador da foto é o bósnio Elvir Balic. Como bem disse Rodolfo Moura (único acertador), ele foi contratado junto ao turco Fenerbahçe em 1999 por uma quantia superior a dez milhões de dólares. Mas sua passagem teve tão pouco sucesso que na temporada seguinte ele já havia sido negociado. Site oficial do Galatasaray
Balic também passou pelo rival do Fenerbahçe, o Galatasaray.
Escrito por Michel Costa às 09h25
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