Meu perfil
BRASIL, Sudeste, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, Italian, Esportes, Cinema e vídeo, Quadrinhos



Arquivos

Outros links
 A4L no Twitter
 Conexão Fut
 Doentes por Futebol
 El País Brasil
 ESPN Brasil
 FC Inter
 Folha
 Football Squads
 Globo Esporte
 La Gazzetta dello Sport
 Livescore
 Painel FC - Folha
 Terra Internacional
 Tostão
 UEFA
 Who Scored
 Blog - André Kfouri
 Blog - Bastidores FC
 Blog - Olho Tático
 Blog - O mundo é uma bola
 Blog - PVC
 Blog - Seleção
 Blog - Maurício Stycer
 Melhores do Mundo
 John Byrne
 Tumblr - Marvel
 Blog - Roberto Sadovski
 Omelete
 Revista Época - Ivan Martins
 UOL
 Wikipedia
 Bol
 Hotmail




Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


Uma discreta 'signora'.

Quando penso na Juventus que disputará a Serie A desta temporada, não consigo deixar de notar uma certa vontade do clube em permanecer nas sombras, fora da mídia. Trata-se, muito provavelmente, de uma decisão estratégica da direção 'bianconera'. E depois do período pelo qual atravessaram, nada mais normal do que essa tentativa de afastar os holofotes de si, embora saibam que, para o seu porte, tal intenção beire o impossível.
Todas as contratações para esta 'stagione' são de tendência discreta. Molinaro, Grygera, Criscito, Andrade, Nocerino, Salihamidzic, Almiron, Tiago, Blasi, Olivera e Iaquinta, são aquisições que seguem uma linha muito mais de profundidade do que de qualificação do plantel oriundo da segunda divisão. Além disso, as principais peças do sistema ofensivo, Nedved e Del Piero, mesmo sendo dotados de enorme capacidade técnica, já começam a sentir o peso da idade.
Surpreendentemente, adminisitrar todas essas situações e quem sabe buscar um título que, em termos morais, seria o mais importante de sua história, ficou a cargo de Claudio Ranieri. Ao ex-técnico do Parma, cabe a singela missão de moldar um grupo capaz de resgatar a honra que um dia Luciano Moggi e seus asseclas decidiram jogar pela latrina.
Se o experinte treinador é o homem talhado para o cargo eu ainda não sei, mas por enquanto fico a opinião de Cyntia Santana, nossa única visitante feminina, que destacou em seu blog (http://psicologiavencido.blogspot.com) os treinadores da próxima edição da Serie A:

"Pose de intelectual, artista de cinema, menos de treinador. Recém-chegado depois de uma temporada milagrosa em Parma de onde saiu deixando poucos amigos. Só não se pode comparar duas 'piazze' tão distintas. Na Juve as expectativas são sempre altas e uma vaga na Champions League é o mínimo que se pode esperar. Difícil que saia brevemente, embora muita gente torça pelo seu fracasso. Precisa de tempo. A pré-temporada não foi lá animadora, mas há de se contar com os novos elementos que chegaram."

E depois dizem que mulher não entende de futebol.

Não podemos negar que Ranieri compõe exatamente o cenário discreto que citei e que, entre as maiores forças do futebol italiano, é sobre 'la Vecchia Signora' que pairam as maiores interrogações.

Foto: http://www.goal.com/

Astro em Undine, Iaquinta será coadjuvante em Turim

Escrito por Michel Costa às 15h34
[] [envie esta mensagem
] []





Só falta um centroavante.

Antes que alguém me acuse de ser repetitivo ou de estar plagiando o Silvio Lancellotti (isso me incomodaria bastante) me adianto e declaro ser apenas coerente com minhas idéias passadas.
Há quase dez anos, perguntaram para o Cafu num programa esportivo brasileiro o que faltava para a Roma conquistar um 'scudetto'. Na oportunidade, o lateral declarou que faltava alguém que metesse medo nos adversários. Tempos depois, chegou Batistuta e o clube finalmente obteve o laurel.
Hoje, podemos dizer que esse nome já existe e mostra sua devoção e importância para a 'Associazione' temporada após temporada. Francesco Totti é tudo isso e mais um pouco. A 'chuteira de ouro' obtida na temporada passada é apenas uma das indicações. No entanto, quando vejo o esquema romanista sinto falta de alguém que possa destrancar uma defesa, mesmo que seja na forma de um aríete. E convenhamos, Shabani Nonda (caso fique) e Mirko Vucinic estão longe suprir essa necessidade.
Bom, se a equipe da capital italiana estivesse mesmo em busca de alguém, poderia ter repetido a tratativa de 2000/2001 e 'usurpado' Luca Toni da Fiorentina assim como fez com o Rei Leão naquela ocasião.
Frédéric Kanouté e Diego Milito seriam opções até mais factíveis, embora de menor impacto. E Christian Vieri, seria a aposta de altíssimo risco, daquele tipo que nem vale a pena correr.
Ao invés disso, o clube acabou preferindo reforçar a órbita de Totti. As chegadas de Ludovic Giuly, Mauro Esposito e agora de Cicinho confirmam a tese de que o técnico Luciano Spalletti pretende apenas facilitar ainda mais o entorno do craque. Afinal, ninguém espera mesmo que o francês, ex-Barça, seja o novo goleador da casa.
Notícia interessante veio para a defesa. Juan não só é melhor do que Chivu como se machuca menos também. E, mesmo recordando que o romeno é um exímio cobrador de infrações, penso que o brasileiro pode compensar com tentos marcados em jogadas aéreas ou em chegadas surpresa à meta adversária.
Ainda considero um pouco cedo para qualquer afirmação sobre esse campeonato que promete ser o mais disputado dos últimos anos. Mas, como não sou de ficar em cima do muro, arrisco dizer que os 'giallorossi' devem brigar por uma vaga na próxima UEFA Champions League. O que não é pouco, apresso-me em dizer.

Foto: http://www.goal.com/es

Sem espaço no Barça, Giuly quer brilhar pela Roma

Escrito por Michel Costa às 15h27
[] [envie esta mensagem
] []





Lembra desse?!

Aquele lance ou momento que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu.

O 'Lembra desse?!' desta semana foi enviado pelo meu amigo Bruno 'Laudrup' Silva que cita um episódio que eu realmente não me lembrava (e continuo sem lembrar). A história é bem interessante e, nos tempos de hoje, estaria em todos os sites esportivos em questão de minutos.

Por um fio.

Estava vendo umas 'placares' aqui e lembrei de um caso que aconteceu pouco depois da copa de 98. Três campeões mundiais estavam num barco em Saint Tropez e perderam o controle do mesmo, daí eles tiveram que pular e o barco se arregaçou todo, não sei se explodiu ou se bateu. Estavam no barco me parece que o Petit, o Desailly e o Lizarazu. Vou dar uma pesquisada aqui, mas é um caso interessante que foi muito pouco divulgado.

Se alguém tiver maiores informações, por favor não deixe de comentar.

Foto: http://www.abc.net.au/

O zagueiro Desailly conseguiu escapar do desastre.

Escrito por Michel Costa às 15h21
[] [envie esta mensagem
] []





Muita calma nessa hora.

Cautela é a marca do atual Milan. Tanto as contratações, quanto o comportamento em campo pregam esse cuidado. Enquanto a imprensa mundial não se cansava de anunciar a provável chegada de uma aquisição bombástica do tipo Ronaldinho Gaúcho ou Eto'o, o clube apenas agregava o púbere Alexandro Pato, mantendo a base ofensiva como estava.
Enquanto os especialistas pediam a volta do 4-4-2 para que o time se soltasse em campo, Carlo Ancelotti seguiu com seu trancado 4-4-1-1 que, apostando no estratosférico momento pelo qual atravessava Kaká, superou a tudo e a todos chegando ao título máximo europeu.
Mesmo quem acompanhou os meses anteriores a essa grande conquista, tem certa dificuldade para explicar como uma equipe que emergiu da lama do 'Calciopoli' aos 45 do segundo tempo pôde superar seus obstáculos e triunfar.

A temporada 2006/2007 começou pesada para os 'rossoneri'. A esperança de 'scudetto' foi sepultada em poucas rodadas, restando apenas lutar pela UEFA Champions League. A princípio, a dúvida pairava sobre como seria formado o ataque com a saída de Shevchenko. Pensou-se que a formação inicial teria um centroavante (Inzaghi ou Gilardino) e um segundo atacante (Ricardo Oliveira) com o losango do meio formado por Pirlo, Gattuso, Seedorf e Kaká sendo mantido. Mas a já envelhecida defesa sentiu a ausência de Jaap Stam e começou a clamar por segurança.
Sem muitas alternativas, Ancelotti se viu obrigado a sacar um dos atacantes e alinhar Ambrosini na cabeça de área. E a inclusão do volante propiciou a solidez necessária a qualquer equipe que tenha alguma pretensão numa competição eliminatória como a UCL.

Cozinha arrumada, faltava transformar essa máquina de fazer zero a zero numa máquinha de fazer um, dois a zero. Com essa demanda, o treinador precisou lançar mão de dois dos maiores talentos do plantel: Seedorf e Kaká.
Ao holandês coube a tarefa mais pesada, que era a de fazer a ligação do meio com o ataque e ainda voltar para fechar a esquerda quando os rubro-negros não tivessem a posse de bola. Saiu-se muito bem.
Ao jovem brasileiro cabia a "simples" missão de resolver os jogos, o que na verdade sempre foi sua especialidade. Logo nas oitavas, contra o Celtic, a primeira demonstração. A partida caminhava para a disputa por penalidades quando o camisa 22 arrancou de forma fulminante, arrancando a vitória quase no fim. Era a senha para Ancelotti acreditar em sua nova formação e seguir com ela.
Apesar das críticas sofridas pelo treinador, tudo ocorreu como planejado. Inclusive um par de apresentações extraterrestres contra o Manchester United fizeram do ex-tricolor o principal candidato ao prêmio de melhor jogador da FIFA e da Bola de Ouro da France Football, curiosamente desbancando seu rival direto, Cristiano Ronaldo, neste mesmo confronto.

Quem estiver estranhando do fato de eu estar substituindo um texto que tratasse do futuro do Milan, por um que analisa o passado, não se preocupe. A idéia básica desta temporada é exatamente a manutenção do que foi feito no certame anterior. Em boa parte dos jogos preparatórios da pré-temporada, os milanistas estiveram alijados de qualquer base para análise ofensiva, visto que em muitos não havia nenhum representante do trio Ronaldo/Inzaghi/Gilardino disponível.
As únicas modificações possíveis seriam a efetivação de Ronaldo como único centroavante da equipe e a inclusão de Emerson, que chegaria para compor o meio, barrando Ambrosini.
Não espere mudanças bruscas. Embora a imprensa mundial teime em anunciar a todo momento a "maior transação da história", tudo nos leva a crer que, para o rossonero, repetir o trabalho do primeiro semestre de 2007 sempre foi a prioridade.

Foto: Eurosport.yahoo.com

Emerson pode ser o grande alvo do Milan.

Escrito por Michel Costa às 12h52
[] [envie esta mensagem
] []





Um ano diferente.

Quando uma equipe entra no ano de seu centenário, tudo é cercado de uma enorme expectativa. Conquistar um título é quase uma obrigação. Aqui no Brasil, quando essas conquistas não chegam, é muito comum ouvirmos a expressão "sem ter nada".
Em 2008, a Internazionale completará cem anos. E aí residem os maiores problemas. Estará a bicampeã italiana pronta para alçar vôos maiores? Algumas observações:

Roberto Mancini não é um treinador de primeira linha. Provavelmente não é de segunda linha também. Talvez de terceira, não tenho certeza. Entretanto, não acho interessante interromper seu trabalho neste momento. Acredito na existência de um ciclo de permanência dos técnicos em qualquer clube e não acho que o dele tenha se encerrado. Inclusive, já estou até acostumado a não ver nenhuma solução vir do banco. Tudo que acontece, de bom ou ruim, vem do que a capacidade individual de cada jogador pode produzir. E nem sempre isso é suficiente.
Por exemplo, mesmo com todos seus problemas, é muito comum vermos o Luxemburgo alterando o rumo de determinada partida durante os intervalos dos jogos. Esse não é o tipo de coisa que se espera de Mancini, simplesmente porque não está ao seu alcance.
Na derrota para Roma no último domingo, que valeu a Supercopa da Itália, o responsável técnico escalou quatro zagueiros na defesa (sem laterais, quero dizer), um meio-campo sem nenhum armador (o que já é de praxe) e um ataque sem um finalizador nato (o que eu não admito). Ainda vou entender como funciona o cérebro de um treinador italiano.
Sua sorte é que, diferente de seus antecessores, a qualidade do elenco interista ajuda e muito. E o plantel que já era bom, talvez o melhor do mundo, ainda recebeu os reforços de Cesar, Fatic, Jiménez, Coco, Rivas, Chivu e Suazo, esses dois últimos os mais importantes. Todavia, o chamado 'onze inicial' que se extrai desse grupo não apresenta a consistência compatível ao investimento realizado. A falta de alguém que assuma a responsabilidade de conduzir a equipe dentro de campo é o problema mais evidente.
Figo, nunca foi mais do que um coadjuvante de Ronaldo (no Barcelona e no Real Madrid), de Rivaldo e de Zidane. Sempre considerei o português um dos maiores embustes da história do futebol e é não agora, no ocaso de sua carreira, que mudarei minha opinião.
Adriano e Ibrahimovic, poderiam ser esses jogadores decisivos, só que não apresentam a necessária força mental para a tarefa. Energia que transborda no rival Kaká, só para citar alguém próximo.
De Crespo espero uns quinze, vinte gols por temporada e está de ótimo tamanho. Suazo ainda é uma incógnita e Recoba, bom...
Ainda tem Vieira, que segundo Arsene Wenger, é um 'monstro nos vestiários' e que possui essa capacidade de fazer um time acreditar que vencer é possível. O que pesa para o francês é conseguir reproduzir isso em campo. Sobra transpiração, falta inspiração.
Inspiração? Alguém pensou em Lionel Messi?


Jiménez, Rivas e a camisa comemorativa do centenário referente à origem inglesa do clube.

Escrito por Michel Costa às 12h45
[] [envie esta mensagem
] []





Question.

Nova:

Quem é o jogador da foto?

http://www.vnexpress.net


Dica: Formou na Seleção Argentina com Humberto Maschio e Antonio Angelillo o "Trio Cara Suja".
Essa é fácil!

Anterior:

Todos jogadores citados abaixo receberam tanto o prêmio de melhor jogador do mundo pela FIFA quanto a Bola de Ouro da revista France Football. No entanto, um deles não conquistou no mesmo ano. Qual?

a) George Weah
b) Zinedine Zidane
c) Roberto Baggio
d) Lothar Matthäus

Resposta correta: d) Lothar Matthäus. O alemão conquistou o prêmio da France Football em 1990. Já o título de melhor jogador do mundo FIFA foi recebido no ano seguinte, 1991. E neste ano, a revista concedeu a honraria ao francês Jean-Pierre Papin.

Parabéns Cyntia Santana, detetive virtual.

Foto: http://www.vnexpress.net

Matthäus ainda na Internazionale.

Escrito por Michel Costa às 12h40
[] [envie esta mensagem
] []



 
  [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]