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BRASIL, Sudeste, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, Italian, Esportes, Cinema e vídeo, Quadrinhos
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A vida sem Henry.
Ao final da temporada 2003/2004 tive a certeza de que o Arsenal era a melhor equipe do mundo. Conquistaram o campeonato inglês de forma invicta e praticaram um futebol verdadeiramente espetacular. Nenhum jogo estava perdido, nenhum adversário resistia aos seus contragolpes. E o fato de não terem conquistado a Europa naquela ocasião não os desabona de forma alguma. Tudo o que aconteceu depois, inclusive a final européia de 05/06, tem gosto de anti-clímax. O melhor já havia passado. O 'Invencible Eleven' havia acabado, só restava finalizar o desmanche. E ele aconteceu. Saíram Vieira, Pires, Ashley Cole, Campbell, Wiltord, Bergkamp (aposentou-se) e Edu. Restaram Henry, Ljungberg e Gilberto Silva. Primeiro, o francês, que havia adiado em um ano sua saída, deixou Londres rumo a Barcelona. O sueco, por sua vez, considerou que a saída do astro maior era a senha para o fim daquele período dourado do clube. Já o brasileiro, que acabou ficando, deve ter recebido o fato de ter perdido a faixa de capitão para Gallas como um toque nada sutil. Agora com a saída de Henry, o Arsenal perdeu mais do que o seu melhor jogador. Perdeu sua referência, aquele que fazia o restante da equipe acreditar que vencer era possível. Subitamente, os 'Gunners' tiveram sua condição redimensionada em âmbito nacional e internacional. E para piorar, Arsene Wenger ainda não garantiu sua permanência após o término de seu contrato. Caso isso aconteça, existirá o risco de, depois de muitos anos, vermos o time de Ashburton Grove deixando o 'Top 4' do país. Motivos para essa afirmativa não faltam. O mais notável é a pouca ambição da diretoria na busca de reforços de alto nível para suprir a ausência da antiga base. Enquanto o Manchester United recorria desesperado à FIFA para contratar Carlos Tevez, o brasileiro naturalizado croata Eduardo da Silva chegava para o comando do ataque. Mentalidade pequena está aí. De certa forma, a grande aposta para 2007/2008 já estava no clube. Robin van Persie terá que assumir o manto de melhor do time. Afortunadamente, já existe uma forte equipe de apoio formada por Gallas, Touré, Gilberto Silva e Fabregas, que poderão dar a consistência necessária para que maiores danos sejam evitados. Na verdade, Wenger sabe muito bem que, embora imaturo, seu grupo é bastante talentoso. Todavia, viverá um período onde essa dualidade pode pesar mais do que o esperado. Foto: http://www.mirror.co.uk
 Van Persie terá uma dura missão pela frente.
Escrito por Michel Costa às 15h53
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Agora vai?
O Liverpool é um time copeiro. Daquele tipo que emenda grandes seqüências de invencibilidade ou passa muitos minutos sem levar um gol. É talhado para disputas eliminatórias e, não por acaso, nos últimos três anos esteve na final da UEFA Champions League em duas oportunidades. No entanto, não espere dos 'Reds' muitas vitórias seguidas ou o melhor ataque do campeonato. Não foi assim que o técnico Rafa Benitez montou sua equipe. O espanhol preza pela cautela e dificilmente abre mão de um de seus volantes. Hoje, Anfield Road conta com quatro nomes de peso para o setor: Xabi Alonso, Javier Mascherano, Mohamed Sissoko, além do recém-chegado Lucas Leiva. Aliás, o brasileiro tem tudo para construir uma vitoriosa carreira na Europa. Outros nomes que passaram a integrar o elenco vermelho foram Andriy Voronin, Yossi Benayoun, Ryan Babel e Fernando Torres. Este último é a grande aposta de Benitez para solucionar a questão da falta de gols dos britânicos. Só que, quem acompanha a carreira deste atacante espanhol, sabe que dele se espera algo maior há pelo menos três temporadas. E algo me diz que isso não vai mudar. O jovem holandês Ryan Babel recebeu da imprensa européia a alcunha de 'Novo Henry'. Um carimbo que deve pesar um pouco nessa sua chegada. Por enquanto, quem esperar as jogadas espetaculares que o francês apresentava no Arsenal deve se decepcionar. A principal característica desse 'jong orange' é a versatilidade. É comum vê-lo atuando tanto na ponta esquerda como de centroavante. Inclusive, Babel conta como uma jogada que pode render alguns aplausos em sua temporada de estréia: o corte em diagonal com arremate (quase) preciso. Apesar desse histórico, o holandês foi escalado mais aberto e pela direita no último sábado e, nesta posição, quase marcou um gol. A grande estrela da companhia continua sendo Steven Gerrard. O tento que marcou contra o Aston Villa no último final de semana, exemplifica sua importância. Trata-se do diferencial da equipe. Por fim, acho bastante provável que o time da terra dos Beatles volte a figurar entre os finalistas da maior copa européia, entretanto, a conquista do título inglês me surpreenderia bastante. Foto: BBC
Gerrard não caminha sozinho...
Escrito por Michel Costa às 15h50
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Lembra desse?!
Aquele lance ou momento que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu. Uma questão de confiança. Ao se recuperar de uma segunda operação no joelho direito em menos de dois anos, Ronaldo queria reaver o tempo perdido. Pretendia retomar a titularidade na Internazionale e, quem sabe, conquistar o tão sonhado 'scudetto'; feito que não havia alcançado até então. Todavia, o craque esbarrou num empecilho até certo ponto surpreendente: o próprio treinador do time, o argentino Héctor Cúper, nunca acreditou nele. Inclusive, especula-se que Cúper chegou a sugerir uma troca com o Real Madrid envolvendo o volante Makélélé que iria para Milão. Com pouquíssimas chances na temporada 2001/02, o Fenômeno chegou a ficar ameaçado até de não disputar a Copa seguinte. Entretanto, o técnico da Seleção Brasileira, Luiz Felipe Scolari, não só acreditava que Ronaldo poderia ser convocado, como poderia ser a peça-chave do grupo que tentaria o título mundial na Ásia. O fim daquela temporada foi dramática para os 'nerazzurri'. O título acabou escorrendo pelos dedos na última rodada, após uma derrota para a Lazio no Estádio Olímpico de Roma. A imagem símbolo do acontecido ficou sendo a de Ronaldo chorando no banco de reservas após ser substituído. Mas quem acompanhou todo certame, sabe que a Inter não perdeu seu 14º 'scudetto' naquele jogo e que seu comandante tinha uma grande parcela de culpa naquele fracasso. Dois meses depois, Ronaldo retornou ao clube numa condição absolutamente diferente. Chegava como campeão do mundo e artilheiro do Mundial da FIFA. Feitos que despertaram a cobiça do Real Madrid que pretendia apresentá-lo como o mais novo 'Galático'. Era o momento de virar a mesa. O brasileiro condicionou sua permanência a imediata demissão de Héctor Cúper. A difícil escolha cabia a Moratti que, balançado pela razoável campanha da temporada anterior, optou pela manutenção da equipe técnica, numa das mais errôneas decisões da história do clube. Cúper ainda seguiu no clube por mais um ano, porém uma derrota para o rival Milan acabou selando seu destino. Ronaldo é criticado até hoje por grande parte da imprensa especializada e pela torcida que não o perdoa. Segundo muitos, houve uma enorme ingratidão de sua parte, já que seu clube havia dispensado todo cuidado possível em sua longa recuperação. Nunca me incluí entre esses críticos. No lugar do jogador faria a mesma coisa. E, para quem acha que Ronaldo deu prejuízo à Internazionale, informo que na verdade a instituição obteve sim um grande lucro. Só com a contratação do astro, o clube aumentou (e muito) a venda de carnês para as temporadas seguintes, a comercialização de camisas com seu número foi sucesso absoluto e ainda cito a maior das vantagens: um excelente contrato com a Nike, que veio motivada pela presença jogador. Todavia, é muito comum ouvirmos jornalistas listando apenas os gols que Ronaldo marcou com a malha interista e usando como contrapartida os milhões recebidos pelo contrato, como se esses fossem os dois únicos fatores envolvidos no processo. Típica visão de quem desconhece a existência dos bastidores desse esporte. Você conhece alguma história interessante sobre o mundo da bola? Mande-a para meu e-mail: fbwe@bol.com.br e coloque no assunto: 'Lembra desse?!' e ela pode ser publicada aqui! Foto: http://interfans.org
Ronaldo foi o último grande ídolo da Inter...
Escrito por Michel Costa às 15h47
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Ainda existe o "filé"!
O texto abaixo, foi retirado de um e-mail enviado ao jornalista Fernando Calazans (O Globo/Espn Brasil), no qual eu questiono seu freqüente menosprezo pelo futebol praticado atualmente: Prezado Calazans, Em primeiro lugar, gostaria de afirmar minha admiração pelo seu trabalho. Principalmente pela facilidade com que expõe sua maneira de ver futebol, sempre de forma clara e objetiva. Entretanto, noto em muitas de suas observações um certo menosprezo pelo futebol praticado atualmente. Semana após semana, você critica o Campeonato Brasileiro que, convenhamos, tem caído muito em sua qualidade técnica. Todavia, devemos entender que, hoje, os melhores (e até os 'mais ou menos') vão para onde se paga melhor. Não dá mais para imaginarmos um Pelé ou um Zico jogando no Brasil. Provavelmente eles estariam no Real Madrid, no Chelsea ou em qualquer outro clube que pagasse alguns milhões de euros por temporada. Ainda houve de sua parte uma 'engraçada' citação que, de certa forma, atinge os mais jovens: "O cachorro gosta do osso porque não conhece o filé" ou algo parecido. Para quem não entendeu, eu explico. O jornalista quis dizer que os mais jovens gostam do futebol atual, o osso, porque não conhecem o futebol do passado, o filé. Ora, o filé ainda existe sim. E os próprios canais ESPN oferecem a iguaria. Quem acompanha os campeonatos inglês, espanhol e sobretudo a Liga dos Campeões, concorda com o que estou dizendo. São jogos de altíssimo nível, disputados pelos melhores jogadores do planeta e com a melhor qualidade de transmissão. Com certeza, não encontraremos a cadência do passado - e nem sei se gostaria de encontrar - mas, não tenha dúvida: O melhor do futebol está muito mais próximo do que o senhor imagina. Basta usar o seu controle remoto. Grato pela atenção. Michel Costa A mensagem acima também foi enviada ao jornalista para que fosse lida durante o programa Linha de Passe exibido toda segunda às 21h pela ESPN/Brasil. A atração ainda conta com outros nomes do jornalismo nacional como José Trajano, Paulo Vinícius Coelho, Juca Kfouri e Márcio Guedes. E quem quiser se divertir com um post bem legal sobre o Calazans é só acessar: http://decarrinho.blogsome.com/2006/11/29/fernando-calazans/ É diversão garantida. Foto: http://sports.nifty.com/
Fernando Calazans recebendo o craque Zico na ESPN/Brasil.
Escrito por Michel Costa às 07h54
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Question.
Nova: Todos jogadores citados abaixo receberam tanto o prêmio de melhor jogador do mundo pela FIFA quanto a Bola de Ouro da revista France Football. No entanto, um deles não conquistou no mesmo ano. Qual? a) George Weah b) Zinedine Zidane c) Roberto Baggio d) Lothar Matthäus Anterior: Quem é o jogador da foto? http://patriagrande.net/
O jogador da foto é Obdulio Jacinto Varela (Paysandú, 20/09/1917 -- Montevidéu, 02/081996) considerado um dos maiores nomes da história do futebol uruguaio. Obdulio foi o capitão da Celeste campeã mundial em 1950. Ganhou o apelido de Negro Jefe (Chefe Negro), pela sua pele mulata e pela ascendência sobre os companheiros de equipe. Símbolo da raça uruguaia, jogou as copas de 1950 e 1954 sem jamais ter sofrido uma derrota (contundido, não disputou a semifinal do Mundial de 1954, na qual a Hungria derrotou seu selecionado). Começou a jogar no Montevideo Wanderers e se transferiu em 1943 para o Peñarol onde encerrou sua vitoriosa carreira. Foto: http://esporte.uol.com.br/
Obdulio em foto mais conhecida.
Escrito por Michel Costa às 07h50
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