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BRASIL, Sudeste, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, Italian, Esportes, Cinema e vídeo, Quadrinhos
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Jogo Bonito.
Uma semana onde o Brasil foi muito criticado por atuar com três volantes, onde nossos hermanos tem jogado melhor que a gente e o Real Madrid apresenta um técnico que tem como meta tornar a equipe mais ofensiva, é bastante propícia para tratar do tema 'jogo bonito'. Muitos pensam que esse 'jogo bonito' depende quase que exclusivamente do treinador. Só que não é bem assim. Times e seleções de diversos países poderiam tentar armar suas equipes com essa filosofia a vida inteira sem obter êxito. Por exemplo, a única maneira da Grécia vencer a Eurocopa era jogando nos contragolpes e na temível bola parada. Qualquer outra maneira, muito provavelmente, resultaria num fracasso retumbante. Entretanto, algumas equipes tem tanta tradição em jogar visando também o espetáculo que ele se torna quase uma obrigação. No futebol contemporâneo, eu definiria jogar bonito ou dar espetáculo, como sendo as ações da maior quantidade possível de atletas dotados de grande capacidade técnica, posicionados de maneira que consigam empregar seu talento em prol do grupo. E, embora possa parecer fácil, existem diversos componentes que interferem nessa estratégia, sendo os resultados imediatos os que mais pesam na hora de decidir como definir o onze inicial. No post onde comentei a 30ª conquista nacional do Real Madrid afirmei, sob muita contestação, que aos 'Merengues' só ganhar não bastava, era necessário fugir do pragmatismo, algo que Capello não seria capaz de fazer. Agora, com Bernd Schuster no comando e sem a pressão de um título imediato, a possibilidade de conciliar espetáculo e competitividade torna-se bem mais palpável. Mas em nenhum outro lugar existe tanta adoração pela ofensividade quanto no Brasil. É muito comum encontrarmos pessoas que preferem a derrota de 82 a vitória de 94. E o leque de opções que um comandante do escrete verde-amarelo possui, permite a montagem do esquema dos sonhos de qualquer torcedor mais apaixonado. O talento disponível atende praticamente qualquer grau de exigência. Para nós, reunirmos Kaká, Robinho, Ronaldinho Gaúcho e mais um centroavante é quase certeza de concretização dessa arte. Entretanto, a opção do 'técnico' Dunga por três volantes pouco criativos limita e muito a fluidez do time e aumenta sua responsabilidade. Um insucesso na Venezuela seria debitado quase que integralmente da conta do ex-jogador. Agora, um sucesso, pode criar uma imagem que o caminho que vem sendo trilhado é o certo. E o preço dessa falta de ousadia pode ser cobrado mais tarde. Em 2010, mais precisamente. Foto: EFE
 Baptista é o 'talento' no meio.
Escrito por Michel Costa às 07h30
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Lembra desse?!
Aquele lance ou momento, que ninguém deu bola, mas que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu. Continuando com as histórias do glorioso Ricardo Rocha. Mãos dadas. Durante as Eliminatórias para a Copa de 94, um gesto dos jogadores de nossa seleção chamou bastante a atenção. A entrada em campo de mãos dadas simbolizava a união do grupo, que além de sofrer dificuldades para se classificar, ainda sofria pesadas críticas da imprensa e do público em geral. Só que essa idéia não se originou naquele ano. Nem com aquele time. Foi o ex-zagueiro Ricardo Rocha que trouxe de volta uma história do longínquo ano de 1983: Defendendo na época o Santa Cruz, que vinha em baixa no campeonato pernambucano e ainda amargando um tricampeonato do rival Sport, o técnico do 'Santa' resolveu inovar. Reforçou que para reverter aquele quadro, seria de suma importância que o grupo se unisse para desafiar o adversário que atravessava melhor momento. E o gesto de entrar no gramado de mãos dadas nasceu naquele momento. Como o Brasil entraria em campo exatamente em Recife, Rocha se lembrou do fato, que repetido, acabou servindo de motivo de orgulho para a torcida local, já que ali surgira a tradição. Foi apoio garantido. Nossa seleção manteve essa conduta até a Copa de 98, quando o ato deixou de significar a harmonia do grupo, passando a ser apenas figuração. Você conhece alguma história interessante sobre o mundo da bola? Mande-a para meu e-mail: fbwe@bol.com.br e coloque no assunto: 'Lembra desse?!' e ela pode ser publicada aqui! http://www.geocities.com

Escrito por Michel Costa às 07h27
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Escolha infeliz.
Sabe quando a tela de sua TV é invadida pelo rosto de um jogador ou treinador? Naquelas coletivas onde a câmera focaliza o entrevistado de tão perto que é possível enxergar até os poros na face do sujeito? Você sabe o porquê daquilo? Pois eu vou te dizer. Aquele escandaloso 'zoom' tem como única explicação não mostrar os patrocinadores do clube ou seleção que ficam expostos atrás dos profissionais. É como se dissessem: "Quer aparecer? Então pague!" E não se nota essa política só em entrevistas. Em reportagens praticamente não se ouve alguém se referir ao estádio do Atlético Paranaense como Kiocera Arena, por exemplo. O mesmo se aplica a times de vôlei ou basquete que associam seus nomes a alguma empresa. Muitos canais se recusam a dizer o nome do time/patrocinador ficando algo estranho no ar. Resumindo, esses meios de comunicação estão preocupados apenas com dinheiro. Recentemente, o novo alvo da imprensa atende pelo nome de Brazil (com z mesmo) World Tour. Dizem que a seleção está longe do povo brasileiro, que perdeu a identificação com a torcida e mais um monte de coisas. Até parece que as outras seleções não estão fazendo o mesmo, visto que existe um acordo com os clubes da Europa para que seja diminuído o tempo de viagens para amistosos internacionais, o que garantiria a liberação de todos para as Eliminatórias para a Copa. A imprensa alega, que jogadores militantes no país deveriam ter mais oportunidades, pois assim, seria possível estabelecermos maior sentimento de representatividade. Ora, então teríamos uma seleção diferente por semestre, já que logo que alguém é convocado, recebe uma proposta para defender um clube estrangeiro e embarca no primeiro vôo. Eles sabem disso, só estão como eles mesmo dizem 'jogando pra torcida'. O problema (para eles) de ter o Brasil jogando longe, é que diminui o interesse do público alvo e consequentemente dos patrocinadores daqui. Querem que a seleção esteja sempre por perto para entrevistar os atletas, questionar o treinador, especular notícias, enfim, vender seu peixe. Até a escolha das cidades brasileiras que sediarão as eliminatórias para a Copa de 2010, são questionadas. Os paulistas não se conformam em ver o Mineirão ser palco de um novo Brasil X Argentina. Dizem que houve um acordo (disso eu não duvido) entre Ricardo Teixeira e governador de Minas Gerais Aécio Neves. Só que em momento algum citam o fato de que em jogos difícies o apoio da torcida é fundamental e esperar isso em território paulista seria no mínimo arriscado. Bastaria um passe errado ou a ausência de corinthianos no grupo verde-amarelo para ouvirmos as primeiras vaias. Para estas partidas, São Paulo e Rio de Janeiro podem ser considerados um campo minado. Isso você dificilmente vai ouvir. E, embora tentem parecer bonzinhos, estão pouco preocupados com as pessoas. Quando uma revista como a Placar lança uma capa como a que está abaixo, ela parece estar muito mais preocupada em causar impacto do que analisar a questão a fundo. Até a simbologia usada parece foçada. Já que dificilmente um lixo atrairia cotas de um milhão de euros. A verdade é que, quando se ganha dinheiro (honestamente, óbvio!) com o esporte, parece que é algo sujo e oportunista, quando se ganha dinheiro com televisão, jornais e revistas é apenas profissional. Mesmo que isso signifique distorcer um 'pouquinho' a realidade. Fotomontagem: Placar/Julho 2007
 A capa nacional ao lado da edição carioca.
Escrito por Michel Costa às 11h24
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Question.
Nova: Com a chegada de Henry ao Barcelona, o clube catalão acrescenta mais um grande jogador para sua histórica galeria de craques. Mas você sabe qual é a mais cara contratação da história do Barça? a) Ronaldinho Gaúcho b) Thierry Henry c) Ronaldo d) Marc Overmars Anterior: Qual o nome do jogador da foto? planetworldcup.com
Parabéns para quem afirmou ser Johan Neeskens! Ele foi um dos principais jogadores da seleção holandesa, que ficou conhecida como "A Laranja Mecânica', uma referência a um famoso filme da época e a cor da camisa da Seleção deste país. Jogador de grande capacidade física, era "o pulmão" do meio-de-campo da Seleção da Holanda que encantou o mundo nas Copas do Mundo de 1974 e 1978, quando a Holanda conquistou dois vice-campeonatos mundiais. Começou a carreira internacional aos 19 anos e disputou 49 jogos pelo selecionado, tendo sido descoberto pelo famoso treinador Rinus Michels, que o incorporou ao Ajax, onde conquistou três Copa dos Campeões da Europa, um Mundial de Clubes, dois campeonatos holandeses e duas copas da Holanda. De 1974 a 1980, jogou no Barcelona, ajudando este clube a ganhar a liga espanhola em 1974, após 16 anos de fila, junto com seu companheiro de seleção Johan Cruijff e a conquistar a Copa do Rei em 1978. Neskeens transferiu-se em 1980 para o New York Cosmos, onde jogou do lado de jogadores como Romerito, Carlos Alberto Torres, Franz Beckenbauer e do Rei Pelé. Em 1982 voltou ao Ajax, onde jogou até 1984 e depois transferiu-se para o Groningen, onde encerrou a carreira. Foto: http://www.voetbalvanoranje.nl/
Neeskens: Atual assistente de Rijkaard no Barça.
Escrito por Michel Costa às 11h20
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