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Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


A hora da verdade.

O último título da seleção principal da Argentina foi a Copa América de 1993. Além disso, nossos 'hermanos' amargaram péssimos resultados nas recentes edições da Copa do Mundo. Para evitar um novo vexame, a federação local, em acordo com o técnico Alfio Basile, convocou a força máxima para a disputa na Venezuela. Os melhores nomes do país estão presentes e a vitória de ontem sobre os norte-americanos, provou que o time está disposto a conquistar seu 15º troféu.
Caso a Argentina não vença a Copa América seria um duro golpe nas pretensões do selecionado 'albiceleste', algo que, de certa forma, poderia redefinir seu posicionamento do primeiro para o segundo escalão do planeta futebol.

Ficha Técnica: ARGENTINA 4 X 1 ESTADOS UNIDOS

Local: Estádio José Pachencho Romero, em Maracaibo (Venezuela)
Data: 28 de junho de 2007, quinta-feira
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Carlos Chandía (Chile)
Assistentes: Rodrigo Gonzalez (Chile) e Luis Ávila (Peru)
Cartões Amarelos: Gabriel Milito (Argentina) e Bornstein (Estados Unidos)

GOLS:
ARGENTINA: Crespo, aos dez minutos do primeiro tempo e aos 18 minutos do segundo tempo; Aimar, aos 32 e Tevez, aos 39 minutos do segundo tempo.
ESTADOS UNIDOS: Johnson, aos oito minutos do primeiro tempo

ARGENTINA: Abbondanzieri; Zanetti, Ayala, Gabriel Milito e Heinze; Mascherano, Cambiasso, Verón e Riquelme; Messi e Crespo. Entraram: Gago, Aimar e Tevez.
Técnico: Alfio Basile

EUA: Keller; Conrad, Wynne, Demerit e Bornstein; Olsen (Gaven), Clary (Beckerman), Feilhaber e Mapp; Gomez e Johnson
Técnico: Bob Bradley

Foto:

Veron: Experiência no meio-campo.

Escrito por Michel Costa às 15h52
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Tese confirmada.

Semana passada escrevi sobre o título espanhol conquistado pelo Real Madrid. Na oportunidade, disse que a equipe espanhola venceu sem convencer. E que a queda de produção do Barcelona em relação aos dois últimos certames foi co-responsável pela 30ª conquista nacional do clube da capital.
Opinei ainda, que uma equipe desse porte tem a 'obrigação' de jogar um futebol acima do pragmático. Trabalho este que Fabio Capello nunca realizaria.

Minha tese se confirmou ontem (28/06), quando foi encerrada a passagem de Fabio Capello pelo Real Madrid. Predrag Mijatovic, diretor esportivo dos 'Merengues', confirmou a saída do treinador. A decisão foi tomada após uma reunião entre dirigentes do clube ocorrida na tarde desta quarta-feira. "Com relação ao futuro, achamos que ele não é uma pessoa oportuna para realizar o que pensamos. Não foi uma decisão fácil, pois Capello trabalhou bem e o time conquistou um título depois de três anos. Apesar do resultado, pela história do nosso clube, estamos obrigados a algo mais", afirmou Mijatovic.

Pelo menos, não estou sozinho em minha maneira de pensar...

Foto: AFP

Capello era feliz e não sabia...


Escrito por Michel Costa às 15h49
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"Jogamos como sempre e ganhamos como sempre."

É muito conhecida a expressão utilizada pelos mexicanos que dizem: "Jogamos como nunca, perdemos como sempre." Todavia, contra a Seleção Brasileira, ela poderia ser alterada para o mesmo título deste post. É impressinante como nossos antigos fregueses estão conseguindo reverter a situação, sendo impossível negarmos uma notável melhora no futebol do país.
Lembro também o fato de nossos adversários estarem com muito mais ritmo de jogo do que a equipe verde-amarela. A Copa Ouro, onde sofreram uma derrota na final, serviu como um bom aquecimento para a Copa América.

Sobre a partida em si, acho que nado contra a maré. Considero que nosso selecionado criou inúmeras ocasiões perigosas, mas não conseguiu marcar. Também não posso deixar de lembrar que o tento marcado por Diego aconteceu em posição regular e que houve uma penalidade não assinalada sobre Afonso Alves.
Destaco ainda a boa atuação de Robinho. O 'merengue' sobe muito de produção jogando pela seleção, o que não deixa de ser uma boa notícia. Ainda considero a Seleção Brasileira estando COMPLETA, a melhor esquadra do mundo. Resta saber como Dunga irá montá-la, pois ao que tudo indica o 4-2-3-1 deve, futuramente, ceder espaço a um 4-4-2 mais clássico.

No mais, gostaria que alguém me explicasse algo. Como um goleiro, no caso Doni, pode deixar todo o seu canto esquerdo aberto para a cobrança da infração e no momento do chute não ir em direção à bola?
Ora, o mínimo que se imagina é que um arqueiro que tome essa atitude deva ir com tudo na jogada. Essa história de 'golpe de vista' para mim não existe.

Ficha Técnica: Brasil 0 x 2 México

Local: Estádio Polideportivo Cachamay, em Puerto Ordaz (Venezuela)
Data: 27 de junho de 2007, quarta-feira
Horário: 21h55 (de Brasília)
Árbitro: Sergio Pezzota (Argentina)
Cartões amarelos: Alex, Afonso e Daniel Alves (Brasil); Castillo (México)

GOLS: Castillo aos 23' e Morales aos 29' do 1º tempo.

BRASIL: Doni; Maicon (Daniel Alves), Alex, Juan e Gilberto; Gilberto Silva, Mineiro, Elano (Anderson) e Diego (Afonso); Robinho e Vágner Love
Técnico: Dunga

MÉXICO: Ochoa; I. Castro (J. Castro), Magallón, Márquez e Pinto; Morales (Lozano), Torrado, Arce e Correa; Castillo e Cacho (Bravo)
Técnico: Hugo Sánchez

Foto: http://www.sportinglife.com

Robinho: A hora da afirmação.

Escrito por Michel Costa às 15h45
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Tática X Técnica.

Quem acompanhou o programa 'Bem Amigos' no SporTV desta segunda-feira, teve o prazer de assistir a uma excelente atração que reuniu Zico, o grupo IRA, os jornalistas Renato Maurício Prado e Ruy Carlos Ostermann, entre outros.

O que aconteceu de melhor, na minha modesta opinião:

Questionado pelo vocalista Nazi sobre o fim do chamado 'camisa 10' (aquele armador clássico), Zico, primeiramente explicou que existe uma dupla interpretação sobre as funções que um '10' deve exercer. Em São Paulo, era a posição do armador do time, sendo que o exemplo mais citado foi o do 'canhota de ouro' Gérson. Entretanto, no Rio de Janeiro, a camisa pertencia ao que hoje é conhecido como segundo atacante, jogador que complementa o centroavante, sendo que é nesta linhagem que o Galinho se classifica. Em terras flumineneses, o trabalho de criação de jogadas ficava a cargo do 'camisa 8'. Ainda nesta resposta, o ex-craque considera que um jogador talentoso sempre encontrará sua posição em campo, e que de certa forma, ele será o '10' da equipe.

Outro debate, se deu acerca de um assunto consideravelmente polêmico: a formação de novos jogadores. Tendo o colunista Tostão como maior defensor, tornou-se uma quase unanimidade fora do futebol, que a maneira pela qual os clubes estão formando seus atletas tem sido feita de maneira equivocada. Segundo esta corrente, as crianças deveriam antes de aprender os conceitos táticos, aperfeiçoar os fundamentos do esporte como chute, cabeceio, passe e domínio. E que deveriam, antes de tudo, brincar com a bola, sem envolver disputas sérias. Apontam como grande erro também, que as equipes de categoria de base tenham que ser competitivas, quando na verdade o objetivo principal deveria ser a formação de atletas para a equipe principal.

Perguntado ainda sobre a possibilidade de retorno ao Brasil para comandar seu clube de coração, Zico procurou se esquivar, mas disse que não trabalharia com a turma que se encontra hoje no Flamengo. Entretanto, especula-se que o atual técnico do Fenerbache é o próximo nome na lista de sucessão ao cargo de treinador da Seleção Brasileira. Mas será que ele trabalharia com a turma que está lá?

Foto: http://www.as-autogramme.de

É o camisa 10 da Seleção...

Escrito por Michel Costa às 15h10
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Lembra desse?!

Aquele lance ou momento, que ninguém deu bola, mas que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu.

Continuação da semana passada:

No episódio anterior, o Fluminense havia sido tragado para as profundezas da terceira divisão do Campeonato Brasileiro, quando o vice-presidente tricolor Francisco Horta idealizou um ousado plano. Sem muito dinheiro e provavelmente inspirado na 'Máquina Tricolor' dos anos 70, o dirigente buscava não só recuperar o clube, como o alçá-lo de volta à elite do futebol brasileiro.
Parreira foi o nome escolhido para o comando da equipe (outra referência histórica, desta vez o maior título da história do clube: o BR 84) e logo vários jogadores foram incluídos na lista de aquisições do clube das Laranjeiras.
Sem dúvida, o nome de mais impactante foi o de Nicola Berti, ex-jogador italiano que defendeu a Internazionale e a 'Squadra Azzurra'. Horta alegava que o Flu deveria honrar suas cores (as mesmas da bandeira da Itália) e contratar um autêntico italiano. Na época, sem muito espaço no Tottenham, Berti procurava um novo clube e indagado sobre a possibilidade de atuar no Brasil e ainda por cima numa equipe passando por dificuldades, o ex-atleta chegou a animar os torcedores dizendo: "Um Parreira não pode ser desprezado". Havia até mesmo o horário do vôo de desembarque daquele que aquela altura já era uma celebridade: às 21:20 horas de segunda-feira no Aeroporto Internacional.
No entanto, ainda havia a concorrência do espanhol Alavés, que frustrando o sonho dos cariocas acabou levando o jogador.
No final, a torcida teve de se contentar com Túlio Maravilha, que foi o único nome de 'peso' a chegar. Desconsolado, o cartola anunciou o fracasso de seu clube: "Já não acredito mais na vinda do Berti. Vamos partir para a contratação de outro jogador", afirmou na ocasião.

Você conhece alguma história interessante sobre o mundo da bola?
Mande-a para meu e-mail: fbwe@bol.com.br e coloque no assunto: 'Lembra desse?!' e ela pode ser publicada aqui!

Foto: http://www.krealine.be/

Preud'homme foi outro sonho...

Escrito por Michel Costa às 15h05
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Os novos Galácticos?

Torcedores e imprensa já estão esfregando as mãos. A possibilidade de assistir Deco, Messi, Ronaldinho, Eto'o e Henry juntos está parecendo mais a reedição do 'Dream Team' que brilhou nos Jogos Olímpicos de 92, disputados na mesma cidade.
O atacante francês concluiu sua transferência do Arsenal para o Barcelona nesta segunda-feira, assinando um contrato de quatro anos com o clube catalão. A negociação foi fechada em 24 milhões de euros e o atacante foi apresentado à torcida no Camp Nou usando a lendária camisa número 14.
Segundo o presidente do clube Joan Laporta, a intenção de contratar o craque é um sonho antigo da diretoria: "Thierry Henry é um jogador que quisemos durante muitos anos e agora está aqui. Johan Cruyff quis contratá-lo quando ainda era um garoto. Quando fui eleito presidente, em 2003, também o quis. Quase o trouxemos no ano passado e é um prazer vê-lo aqui agora. Ele é um dos melhores jogadores do mundo e, considerando sua qualidade, experiência e comprometimento, chega no momento perfeito", concluiu Laporta.

Tudo perfeito? Bom, quase. Caso fique com os cinco astros, o clube catalão poderá usar todos ao mesmo tempo em situações emergenciais ou mesmo promover um rodízio que pode manter o elenco em excelentes condições atléticas até o fim da próxima temporada. O único problema seria o gerenciamento dos egos dessa turma. Muitos apostam na saída de Deco ou de Eto'o. Boa parte da mídia aposta na ida do camaronês para o Milan onde formaria um grande ataque com o brasileiros Kaká e Ronaldo.

Sinceramente, quando penso nesse time que os 'blaugranas' desejam montar, imediatamente associo ao fracasso dos 'Galácticos' em seu rival Real Madrid. E a pouca preocupação demonstrada com a defesa, apenas aumenta esse sentimento.

Foto: http://www.dailymail.co.uk

Antes adversários, Henry se junta a Eto'o no ataque do Barcelona.

Escrito por Michel Costa às 13h07
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Question.

Nova:

Os jogadores citados abaixo, venceram a Taça Libertadores da América, a Liga dos Campeões da UEFA e a Copa do Mundo, EXCETO:

a) Roque Júnior
b) Dida
c) Roberto Carlos
d) Cafu

Anterior:

Qual o nome do jogador da foto?
Foto: http://www.soccernet.com


Trata-se de Paolo Cannavaro irmão de Fabio Cannavaro, melhor jogador da FIFA do ano de 2006.


Essa foi para tentar derrubar vocês, só que para variar, a invencível Cyntia matou a charada.

Escrito por Michel Costa às 12h54
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