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Além das Quatro Linhas! - Um jeito diferente de ver e debater futebol.
 


Time caseiro?

Após assistir sua equipe reserva ser goleada pelo Vasco por 4 a 0 no último final de semana, Mano Menezes foi perguntado por uma repórter se ele não temia que sua equipe ficasse marcada como sendo um 'time caseiro'. A jovem ainda argumentou, utilizando o fraco retrospecto do tricolor neste ano, fora de casa, que apresentava nove derrotas e um empate, mesmo sabendo que em algumas dessas partidas os gaúchos entraram em campo sem os titulares.
Sereno, como sempre, Mano afirmou que quando o Grêmio estivesse completo mudaria este retrospecto.

Contra o Boca não foi bem assim. Mesmo que o placar final seja contestável (como sempre a arbitragem!), os gaúchos realmente não foram bem. E o mesmo já havia ocorrido contra Defensor e Santos, a ponto deste último quase conseguir reverter a derrota por 2 a 0 sofrida no sul.

Como visitante, o Grêmio nem de longe lembra o time quase perfeito taticamente que é em seus domínios. O futebol apresentado contra os santistas (e festejado aqui no blog) há duas semanas parece estar intimamente atrelado ao Estádio Olímpico e sua fanática torcida. Na ausência destes elementos, parece faltar coragem ao bicampeão sul-americano.
Não a coragem para enfrentar seus oponentes dentro das quatro linhas, mas coragem para colocar em pratica o estilo de jogo de forte marcação e pressão na intermediária ofensiva. O estilo que deu certo e que o colocou na final do principal torneio interclubes das Américas.

No Brasil e no mundo as equipes fazem uso de pelo menos duas formações. Uma para jogar em casa, diante de sua torcida que teoricamente intimida o adversário. E outra para jogar fora, explorando os espaços oferecidos pelos adversários para contragolpear. Não tem nada de errado como isso. Exceto se uma das estratégias não estiver funcionando como é o nosso caso.

Carlos Alberto Parreira disse uma vez que o futebol nada mais é do que que um estilo de jogo tentando se sobrepor a outro. E se o Grêmio consegue jogar melhor do que fez ontem por que insiste em colocar em prática algo que não funciona?

Ficha Técnica: Boca Juniors 3 x 0 Grêmio

Local: estádio La Bombonera, em Buenos Aires (Argentina)
Data: 13 de junho de 2007, quarta-feira
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Jorge Larrionda (Uruguai-Fifa)
Assistentes: Wálter Rial e Edgardo Acosta (ambos do Uruguai)
Cartões amarelos: Ibarra; Banega, Riquelme e Cardozo (Boca Juniors); Patrício e Sandro Goiano (Grêmio)
Cartão vermelho: Sandro Goiano (Grêmio)

GOL: Palácio, aos 18' 1º tempo; Riquelme aos 28, e Patrício (contra), aos 43' da segunda etapa.

BOCA JUNIORS: Caranta; Ibarra, Díaz, Morel Rodríguez e Clemente Rodríguez; Ledesma, Banega (Bataglia), Cardozo (Dátolo) e Riquelme; Palácio e Palermo
Técnico: Miguel Angel Russo

GRÊMIO: Saja; Patrício, William, Teco e Lúcio; Gavillán, Sandro Goiano, Tcheco (Douglas) e Diego Souza; Carlos Eduardo e Tuta (Lucas)
Técnico: Mano Menezes

Foto: http://news.yahoo.com

Riquelme é o diferencial do Boca Juniors...

Escrito por Michel Costa às 15h57
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Lembra desse?!

Aquele lance ou momento, que ninguém deu bola, mas que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu.

O lendário Raí...

Campeão brasileiro e da América, não restava nada a Raí além do sonho de ser campeão Mundial Interclubes. Em dezembro de 1992, em Tóquio, sua chance finalmente chegara. O adversário era o poderoso Barcelona do técnico Johann Cruyff - considerado o melhor Barça de todos os tempos - com cracaços como Koeman, Stoichkov e Laudrup.
O Barcelona saiu na frente, mas com dois gols de Raí, o mundo se curvava à obra de arte do time de Telê Santana. O São Paulo era o melhor time do mundo. "Se você vai ser atropelado, é melhor que seja por uma Ferrari", disse Cruyff, após a partida, sobre a superioridade tricolor.

Foto: http://www.saopaulofc.com.br

Raí: Alma tricolor...

Você conhece alguma história interessante sobre o mundo da bola?
Mande-a para meu e-mail: fbwe@bol.com.br e coloque no assunto: 'Lembra desse?!' e ela pode ser publicada aqui!

Escrito por Michel Costa às 15h48
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O homem que copiava X O artilheiro

Lionel Messi recriou em poucas semanas, duas obras de Maradona. O primeiro, contra o Getafe, fruto de seu raro talento, o segundo, no clássico contra o Espanyol, fruto de uma questionável esperteza. No fim, o Barcelona pode até agradecer o empate, já que a arbitragem ignorou uma penalidade cometida pelo lateral Zambrotta.
Na verdade, as falhas defensivas dos (ainda) campeões durante a gestão Rijkaard nunca foram tão evidentes quanto agora. Os quatro pontos perdidos nos últimos minutos de jogo diante de Betis e do rival local podem ter custado o título.
A queda de produção da equipe 'blaugrana' é inquestionável. Os motivos, anteriormente citados neste blog, são tão evidentes que refletiram no pedido de dispensa de Ronaldinho da Seleção Brasileira que disputará a Copa América.

Fabio Capello é, sem dúvida, um dos melhores treinadores do mundo. Todavia, seu trabalho à frente do Real Madrid tem que ser analisado com reservas. A provável conquista da liga espanhola, fará com que todos problemas apresentados pelos merengues sejam varridos para debaixo do tapete. Mas nada conseguirá apagar o futebol de uma pobreza técnica quase absoluta, um dos piores ataques da história do clube. Foi quase inacreditável assistir partidas nas quais o melhor time do mundo não conseguia trocar cinco passes por mais simples que fossem. O Real Madrid desta temporada atuou praticamente devolvendo a bola ao adversário para, em seguida, tentar roubá-la próximo à meta inimiga. O outro expediente ofensivo da equipe eram os lançamentos longos que buscavam um van Nistelrooy inspirado.
Todavia, caso a 30ª conquista chegue, a única coisa que a história contará será que Don Fabio conquistou dois títulos espanhóis em apenas duas oportunidades. Retrospecto melhor desconheço.

Foto: http://news.yahoo.com

van Nistelrooy, autor de gols salvadores...

Escrito por Michel Costa às 15h13
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Question.

Nova:

Todos os jogadores abaixo se naturalizaram para defender seleções de outros países, EXCETO:

a) Mariano Pernía
b) Guillermo Franco
c) Mario Gomez
d) Lukas Podolski

Anterior:

Qual o nome do jogador da foto?

Foto: Trivela


O jogador da foto é Mário Coluna (nascido em 1935), um meio-campista moçambicano-português, que atuando ao lado do lendário Eusébio, foi um dos melhores jogadores do Benfica, entre 1954/55 e 1960/70, sendo duas vezes campeão europeu, em 1961 e 1962.
Coluna jogou pela seleção lusitana 57 vezes, marcando 8 gols, entre 1955 e 1968. Ainda era o capitão da seleção que alcançou o 3 º lugar na Copa de 1966.

Parabéns aos intrépidos Rodolfo Moura e senhorita 'Barbara Gordon'!

Escrito por Michel Costa às 15h05
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