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BRASIL, Sudeste, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, Italian, Esportes, Cinema e vídeo, Quadrinhos
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A Batalha de Yokohama
Não poderia fechar a semana sem comentar o jogo de ida na semi-final 'brasileira' da Taça Libertadores acontecida na última quarta-feira. O Grêmio realizou uma partida taticamente perfeita. Toda vez que um santista pegava na bola, havia pelo menos um gremista no seu calcanhar. Poucas vezes vi uma equipe nacional realizar uma marcação tão forte durante tanto tempo. Até mesmo o arrogante Vanderlei Luxemburgo admitiu a superioridade tricolor, observando que a vantagem construída ainda poderia ter sido maior, tal a diferença destacada no confronto. Se eu conheço bem o velho "Luxa', ele usará o sufoco levado no Olímpico como chama para aquecer a motivação da equipe litorânea em busca de uma improvável reação. O desempenho apresentado pela equipe gaúcha no meio de semana é, na minha opinião, suficiente para uma possível batalha contra o campeão europeu Milan. Você duvida? Também duvidavam do Internacional... Algo me diz que esse Grêmio pode repetir a façanha colorada do ano passado e, se isso acontecer, a película "A Batalha dos Aflitos" poderá ter sua continuação: "A Batalha de Yokohama"... Ficha técnica: Grêmio 2 x 0 Santos Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre (RS) Data: 30 de maio de 2007, quarta-feira Horário: 21h45 (de Brasília) Árbitro: Sergio Pezzota (Argentina) Assistentes: Rodolfo Otero e Juan Carlso Rebollo (ambos da Argentina) Cartões amarelos: Tuta, Patrício, Sandro Goiano, Lúcio (Grêmio); Ávalos, Rodrigo Tabata (Santos) Gols: GRÊMIO: Tcheco e Carlos Eduardo, 34' e 36'' do 1º tempo. GRÊMIO: Saja; Patrício, William, Teco e Lúcio; Sandro Goiano, Gavilán, Tcheco (Ramón) e Diego Souza (Edmílson); Carlos Eduardo e Tuta Técnico: Mano Menezes SANTOS: Fábio Costa; Alessandro (Pedrinho), Adaílton, Ávalos e Kléber; Rodrigo Souto, Maldonado, Cléber Santana (Moraes) e Zé Roberto; Marcos Aurélio e Jonas (Rodrigo Tabata) Técnico: Wanderley Luxemburgo Foto: http://news.yahoo.com/
 Tcheco: Talento no meio-campo gremista...
Escrito por Michel Costa às 15h37
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Desertores?
No final de 2005, Ronaldinho Gaúcho foi eleito o melhor jogador do mundo pela segunda vez. Na época, o brasileiro havia adquirido o status de 'Deus dos gramados', sendo comparado (exageradamente, é claro!) à Pelé e Maradona. Tudo parecia perfeito e, em maio de 2006, a conquista da UEFA Champions League parecia consolidar tudo. Só faltava levantar a Copa do Mundo na Alemanha para tudo tornar-se verdadeiro. Duas semanas depois, veio o Mundial e com ele a decepção. Visivelmente esgotado, o gaúcho se arrastou naquela que poderia ter sido a apoteose de sua carreira. Ao invés disso, assistiu de perto ao solo de um veterano Zidane. Em dezembro, cabisbaixo, ainda amargou ficar atrás de um zagueiro e de um ex-jogador na eleição da FIFA. As férias foram curtas. Logo havia a necessidade (leia-se razões contratuais) de se juntar aos companheiros de Barcelona na disputa de amistosos ao redor do planeta. O resultado disso tudo foi uma temporada apagada, completamente distante das anteriores. O que antes eram aplausos se tornaram vaias e o posto de melhor futebolista do ano, uma meta distante. Kaká seguia o mesmo caminho. Tornou-se peça fundamental da Seleção Brasileira e o 'uomo-squadra' do Milan. O título da UCL veio confirmar isso de forma incontestável. O troféu de melhor jogador de 2007 será uma conseqüência natural. Tudo perfeito? Nem tanto. O milanista precavido, solicitou sua dispensa da Copa América alegando cansaço. E está mais do que certo. Nada mais justo do que pedir férias depois de uma temporada tão extenuante. Se não o fizesse, certamente sofreria os efeitos na próxima temporada, quando sua equipe terá pela frente uma Serie A mais competitiva e ainda a defesa do título da UCL. Ronaldinho, preocupado com sua carreira, seguiu o exemplo do companheiro e também pediu para ser poupado. Nada de errado. Menos para a CBF e para parte da imprensa oba-oba tupiniquim. Acham falta de respeito, de patriotismo e mais um monte de bobagens. Porém, quando o atleta demonstra baixo rendimento ocasionado pela fadiga extrema, a mídia é a primeira a criticar, esquecendo-se que jogador nenhum é uma máquina. Embora, com freqüência, seja tratado como tal. Foto: Estadão
 Apesar de jovem, Dunga mostra-se um técnico intransigente...
Escrito por Michel Costa às 11h43
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Lá no alto daquele morro...
...nossos times não jogam mais. A FIFA proibiu a realização de partidas internacionais em altitudes acima de 2.500 metros do nível do mar. Com esta medida, aqueles jogos nos quais a realidade parecia distorcida não acontecerão mais. Não veremos mais aqueles chutes nos quais a bola atinge a velocidade de uma bala de canhão (já que sofre menor resistência do ar) e nem jogadores implorando pelo balão de oxigênio. No entanto, parte da imprensa brasileira e mundial sustenta a tese de que é justo que cada equipe jogue em sua casa, independente de sua localização. Caso contrário, uma equipe de um país que apresente baixas temperaturas como a Rússia, também deveria ser proibido de sediar partidas internacionais. O mesmo servindo para equipes que se valem do calor equatorial em seu mando de campo. O presidente da Bolívia, Evo Morales (esse sujeito agora quer aparecer também nos noticiários esportivos?!), enviou nesta quarta-feira (30/05) uma delegação à Zurique para conversar com o mandatário da Fifa, Joseph Blatter, a respeito da proibição que a entidade sancionou neste domingo. Na comitiva estão o vice-ministro dos esportes, Milton Melgar, e o ministro da presidência Juan Ramón Quintana. "Vamos bater às portas da Fifa a qualquer hora e sob qualquer circunstância para que eles saibam, entendam e compreendam que aqui há um país de pé, e um governo que não vai permitir este veto à Bolívia", disse Quintana antes do embarque rumo à Suíça. Particularmente, concordo com a tese de Juca Kfouri que diverge dos pensamentos anteriores. Em lugares que apresentam temperaturas muito baixas ou muito elevadas, essas condições atingem as duas equipes, enquanto nos países de elevada altitude, os cidadãos locais estão plenamente adaptados. Em contrapartida, os visitantes sentem (e muito) a diferença, que representa acentuada queda de desempenho atlético. E você? Qual sua opinião sobre o assunto? Foto: Gazeta Esportiva
 O vexame brasileiro em 93...
Escrito por Michel Costa às 11h36
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As várias faces de Ibrahimovic.
Ao conceder uma polêmica entrevista ao site 'calciomercato', Ibrahimovic falou de tudo: do pedido de aumento de seu salário ao recente escândalo no futebol italiano conhecido como 'calciopoli'. O jogador concorda com a teoria de conspiração defendida por Luciano Moggi: os três dirigentes Juventinos foram 'caçados' do futebol porque a Juventus vencia demais. O jogador ainda comparou as gestões de Juventus e Internazionale, apontando que a de Moggi, no clube alvinegro era superior. "Gostaria de que para renovação do meu contrato, a Inter tivesse a mesma determinação que tiveram no verão passado para me contratar. Com Moggi na Juventus, as decisões eram tomadas com maior rapidez". Ele completa que "a Juventus é um clube acostumado a estar no topo e de lá não pode sair". Segundo o sueco, "quando o time entrava em campo, os adversários os temiam (o problema é a razão desse temor). Na Inter, isso não ocorre". Comparando os dois times (A Juventus de 2005/06 e a Inter 2006/2007) declarou que seu antigo clube era mais forte: "Aquela Juve tinha um algo a mais que a Inter de hoje; havia mais harmonia". E para finalizar, critica seus próprios companheiros afirmando que "nenhum time pode dar-se ao luxo de levar seis gols em uma partida" em alusão a primeira partida da final da Coppa Italia quando seu time foi goleado pela Roma por 6 a 2. Primeiro, um breve histórico do comportamento de Zlatan Ibrahimovic: Ainda no Ajax, foi convencido por Moggi a criar uma situação insustentável no clube, algo que obrigaria os holandeses a negociá-lo. O ápice dessa combinação foi a violenta entrada do sueco em seu companheiro de clube Rafael van der Vaart numa partida de sua seleção contra a Holanda. Assim que foi confirmado o rebaixamento da 'Vecchia Signora' para a Serie B italiana, foi um dos primeiros a abandonar o barco, o que acabou gerando ódio eterno dos juventinos. Para piorar sua relação com seu ex-clube, declarou com poucas semanas com a malha 'nerazzurri', que na Inter poderia jogar seu verdadeiro futebol, algo que, segundo ele, não era possível na Juve. Conclusões: Antes de comentar a entrevista, que curiosamente teve pouca repercussão por aqui, faz-se necessário incluí-la no cabível contexto. Enquanto aguardava o jogador, o repórter percebeu que ele conversava com seu agente. Profissional, este, que deveria estar negociando seu aumento com o clube de Milão. Ao citar a 'falta de empenho' da Internazionale na renovação de seu contrato, Zlatan afirma nas entrelinhas estar descontente com seu 'modesto' salário que gira em torno de 6 milhões de euros anuais. Não foram palavras que indiquem vontade de permanecer, pelo contrário. Elas indicam que pode haver algum clube disposto a arcar com suas exorbitantes pretensões. Ou seja, caso seu atual contratante não ceda ao seu pedido, sua saída poderá estar próxima. No mercado de contratações atual, poucos poderiam arcar com uma despesa dessas. E em número ainda mais reduzido, os clubes que estão em busca de um atacante com suas características, a saber: O Barça, caso perca Ronaldinho ou Eto'o. Mesmo assim não acredito que pague tanto; Talvez o Bayern, que parece disposto a investir pesado dessa vez; O Manchester United, que busca mais alguém para o ataque. E ainda temos o Real Madrid, o único que, acredito, poderia arriscar tanto. Entretanto, não devem ser pretendentes: O Chelsea que alega ter desistido de contratações caras, preferindo jogadores em final de contrato; A Juventus. Mas poderia não haver 'clima' para sua volta; E o Milan que parece estar mais interessado em Ronaldinho ou no retorno de Shevchenko; Caso ele tenha a intenção de permanecer, essa é a tática mais idiota de negociação que eu tenho conhecimento... Existem maneiras melhores de se reivindicar aumento. Uma delas é mostrar serviço. De que forma? Decidindo partidas tipo aquela contra o Valência no Giuseppe Meazza quando perdeu três gols só no primeiro tempo... Em contrapartida, existem jogadores como Luis Figo que, pelo menos, sabem demonstrar respeito: "Não fico insensível (com o desejo de Moratti pela sua permanência) pois tenho um excelente relacionamento com o presidente desde que cheguei aqui. Tenho um grande respeito e uma grande amizade, é uma pessoa única no mundo do futebol". Foto: http://www.ajax-usa.com/
Ibrahimovic ainda no Ajax.
Escrito por Michel Costa às 16h14
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Lembra desse?!
Aquele lance ou momento, que ninguém deu bola, mas que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu. Meu nome não é Ronaldão! Quando foi convocado às pressas para defender o Brasil na Copa de 94 em substituição ao contundido Ricardo Gomes, o então zagueiro Ronaldo foi surpreendido ao receber sua camisa grafada com seu apelido: "Ronaldão" . Não gostou. Disse que o Raí era maior do que ele e não era chamado de "Raí-zão". Só que a seleção já tinha um Ronaldo (atual fenômeno) e acabou ficando Ronaldão mesmo. O goleiro intocável. Quando defendia a meta do Fluminense, o goleiro Zetti reclamou muito ao sofrer um gol do Flamengo no qual, segundo o próprio, deveria ter sido anulado por falta. No citado lance, o arqueiro tricolor perdeu uma dividida com um atacante rubro-negro dentro da pequena área, onde alegava ser o goleiro intocável. Claro que não é e foi muito criticado pela imprensa por esse suposto desconhecimento da regra. Na época, fiquei pensando se um profissional experiente como ele não saberia disso. 2006. Foi realizado em São Paulo um encontro nacional de ex-goleiros. Zetti estava lá e numa entrevista à ESPN-Brasil comentou sobre as lendas que existem sobre a posição. Aí veio a surpresa. Ele afirmou que o goleiro não é intocável na pequena área. Então ele sabia. Ou será que aprendeu naquele episódio? Você conhece alguma história interessante sobre o mundo da bola? Mande-a para meu e-mail: fbwe@bol.com.br e coloque no assunto: 'Lembra desse?!' e ela pode ser publicada aqui! Foto: http://www.gazetaesportiva.net/
Zetti ainda no São Paulo.
Escrito por Michel Costa às 16h11
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A camisa rosa da discórdia...
Uma temporada. Este foi o tempo que Didier Deschamps ficou no comando da Juventus. Sua relação com a diretoria 'bianconera' nunca foi das melhores. Mas a 'cereja do bolo' foi uma declaração dada durante a comemoração da equipe por seu retorno à Série A considerada homofóbica. O francês criticou a camisa rosa utilizada na festividade. Didier Deschamps provocou a ira da principal entidade italiana defensora dos direitos dos homossexuais. Logo após a goleada por 5 a 1 sobre o Arezzo, os jogadores do alvinegro italiano comemoraram o retorno à primeira divisão. Eles vestiram uma camisa rosa, na qual estava escrita a palavra 'Basta'. A letra 'b' estava riscada, e a letra 'a', em caixa alta, destacava a promoção da equipe. Com sua saída, os nomes mais cotados para assumir a equipe são Fabio Capello e Marcelo Lippi, ambos ex-treinadores da esquadra. Já Deschamps é o nome mais cotado para assumir o multicampeão francês Lyon. Foto: http://arditijuventu.skyblog.com
Lippi: Favorito para reassumir a Juve. Na mira. Em tempo de carência de novos e talentosos armadores que possam servir à Seleção Brasileira, um nome surge como esperança de criatividade no meio-campo canarinho: Renato Augusto. Ainda muito jovem (19 anos), o jogador do Flamengo reúne as qualidades necessárias para se tornar presença freqüente na lista de convocados do técnico Dunga. Se você ainda não o viu em ação, pode estar perdendo o nascimento de um 'worldclass'. Especula-se que o Bayern de Munique esteja almejando sua contratação. Resta saber se o clube bávaro está disposto a pagar o que o rubro-negro carioca quer receber pela promessa... No campo e nos bastidores... Continua a briga (em todos sentidos) pelo título espanhol. Na semana passada, os madridistas insinuaram que o Atlético de Madrid facilitou a vitória do Barcelona por escandalosos 6 a 0. Agora são os 'blaugranas' que estão reclamando. Dizem que a complacência do árbitro Pérez Burrul para o grande número de faltas cometidas pelos jogadores do Getafe, na vitória por 1 a 0 no sábado, não foi por acaso e que tudo não passa de um esquema para favorecer os merengues. Segundo a imprensa catalã, até mesmo a expulsão de Ronaldinho - que reagiu após receber quatro ponta-pés - foi premeditada. Alheio a esses conflitos, o Sevilla segue na cola dos líderes de olho em qualquer tropeço. Super-Pippo. Saiu a convocação da Itália para os jogos eliminatórios da Euro 2008 contra Ilhas Faroe e Lituânia. A grande surpresa da lista é a volta de Filippo Inzaghi. A grande ausência é Alberto Gilardino. Ambas situações são conseqüencia da campanha milanista na UEFA Champions League. Quero ser campeão do mundo! Maldini declarou que uma das razões pela qual ainda está jogando é a possibilidade de vencer o Mundial de Clubes da FIFA. Esta manifestação vai de encontro àquela velha história de que os europeus não se importam com esse título. Os dois últimos mundiais organizados pela entidade máxima do futebol foram conquistados por equipes brasileiras. Se a Libertadores da América for vencida por Grêmio ou Santos, teremos uma grande cobertura do evento por parte da mídia nacional. Caso contrário... Foto: http://www.idelberavelar.com
O Grêmio campeão mundial em 83.
Escrito por Michel Costa às 15h12
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Question.
Nova: Qual dessas equipes já venceu a UEFA Champions League? a) Stade de Reims b) Arsenal c) Valência d) Aston Villa Anterior: Na final da UEFA Champions League 98/99, o Manchester United bateu o Bayern de Munique por 2 a 1. Trata-se de uma partida espetacular, uma vitória (de virada) que entrou para a história do futebol. Os gols dos 'Red Devils' foram anotados por Sheringham e Solskjaer, o gol dos bávaros foi anotado por: b) Mario Basler marcou o gol do Bayern em cobrança de falta. Parabéns aos acertadores! Foto: http://www.tkk.fi
Basler comemorando seu gol...
Escrito por Michel Costa às 15h04
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Os eleitos.
Antes de apresentar a seleção da UEFA Champions League 2006/2007, gostaria de agradecer aos votantes, que em sua maioria, demonstraram grande conhecimento sobre os reais destaques da competição. Da minha lista original saíram Essien e Seedorf, com Oddo (que só chegou este ano ao Milan) e Pirlo (considerado o complemento de Gattuso) entrando em seus lugares. O ataque era mesmo óbvio. O trio Kaká, Cristiano Ronaldo e Drogba não tinha como ficar fora da lista. E o treinador da equipe, como não poderia deixar de ser, é também o comandante da equipe campeã. A seleção final: Reina; Oddo, Carragher, Alex e Riise; Gattuso, Pirlo e Gerrard; Kaká, Cristiano Ronaldo e Drogba. Técnico: Carlo Ancelotti Foto: http://www.icicom.up.pt/
Alex: O 'tanque' do PSV Eindhoven.
Escrito por Michel Costa às 14h58
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